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domingo, 12 de novembro de 2017

O Tempo Não Para -- Capitulo 29

OBS: Capitulo se encontra sem revisão ortográfica. Por favor perdoem os erros se acharem....



“ Eu Vou Contar Até Dez E Vou Começar A Te Beijar E Se Você Não Quiser  Vai Ter Que Me Impedir.”

                                               --   Dawson’s Creek

Capitulo 29

O corpo da morena está preso contra a parede do banheiro a boca deles estavam colada uma na outras, enquanto pequenos e lentos movimento de quadril acontecia.

Bella sentia cada pedaço do membro do ruivo toma conta da sua cavidade molhada, os gemidos eram abafado pelo lábios do ruivo enquanto a beijava sem presa. A agua molhava os dois em baixo do chuveiro.
 Os vidros do banheiros estavam embasado de vido ao vapor, os dedos da morena começava a ficarem enrugado, mas Edward estava gostando do ritmo que leva sua investida, lenta e torturantes. A cada investida dele a morena apertava ainda mais seu membro. Dificultando ainda mais seus movimentos ela estava perto assim como ele também estava.

 Foram mais algumas investida e alguns puxões de cabelos da morena no ruivo para Bella grita gemendo no de Edward gozando melando seu membro com seu gozo sendo seguida por ele.
 Com respiração ofegante e com face corada, a morena deu leve sorriso de canto para ruiva que estava tão ofegante quanto ela.
-- hora do banho querida! Ele disse sorrindo e beijando levemente nos lábios. Então soltando suas pernas de sua cintura ele coloca Bella em pé no chão e de fato começam a banha, eles tem um avião para pegar.
......................................
A caminho de casa Edward está revisando alguns papeis que ele já sabia de onde vinha o problema da sua empresa, Bella dormia calmamente ao seu lado a noite passada fora bem exalta para ela. Com esse pensamento na cabeça foi impossível dele conter sorriso de canto ao se lembra de como fora a noite com Bella.
Edward transou com Bella no chão do apartamento, mas essa fora só primeira de muitas rodas, assim que eles recuperaram a respiração ele puxo ela colocando sobre mesa de centro onde ele lambeu o corpo está morena completamente cada parte lhe causando arrepiou torturando deliciosamente. 

Até que ele chegou em seu destino a sua boceta molhada onde ele chupo e mordeu brincando com aquela parte sensível dela fazendo ela goza em sua boca, para logo depois possui-la sobre mesa ali mesmo sem nem mesmo da chance dela se recupera do orgasmo.

 Eles ainda transaram mais duas vez, uma contra janela do quarto onde Bella pode ter prazer de goza olhando a luzes da cidade e central parque para onde o apartamento tinha vista. 


E outra fora na cama no estilo papai e mamãe onde Edward foi carinho e fez amor lentamente com ela, até ela se contorcer em baixo dele gozando novamente.

 Então só então ele deixo ela dormi em seu braços tranquilamente.
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-- ei dorminhoca! Edward sussurro em seu ouvido dando beijo no mesmo – hora de acorda chegamos.
Bella pisca os olhos algumas vez se acostumando com luz, e então se depara com belos olhos esmeraldas. Ela dá leve sorriso de canto e passa a mão pelo rosto tentando arruma o que possivelmente era impossível.
-- por que me deixo dormi tanto? Ela questionou se esticando com ajuda dele levantando
-- você estava cansada! Ele disse – deixe você dormi.
-- mesmo assim! Ela questiona
-- eu fiquei trabalhando enquanto você dormi! Ele informa ela—vem vamos o motorista já está nossa espera.
Claro que sim, Edward era cara rico, não que Bella não fosse rica hoje, porém ela não tinha motorista particular, e sua empresa comparada a do Edward não era nem um terço tão lucrativa quanto a dele.
-- conseguiu resolver o problema da empresa? Ela questionou já dentro do carro a caminho da casa do pai.
-- mais ou menos! Edward informa—mas já estou com tudo que preciso para resolver.
-- fico feliz! Bella diz e deita cabeça sobre ombro dele relaxando.
-- ainda está com sono querida? Ele pergunta
-- você não deixo eu dormi muito ontem! Ela diz bocejando
-- você não reclamou nem um momento pela falta de sono! Ele comenta com sacamos e ela cora.
-- idiota! Ela disse e ele sorri o resto do caminho foi feito em silencio onde eles apenas se deliciavam com a presença deles.
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Nessie veio correndo na direção do pai, gritando e feliz e pulando se jogando sobre ele, onde Edward segurou a menina em seu braço e cobriu de beijo, nunca pensou que se apagaria tão fácil a alguém e que um dia fosse sentir um amor assim sem explicação onde ele só aumenta a cada dia.
-- estava com saudade! Ela diz sorrindo
-- só dele? Bella questiona e menina sorri e abraça a mãe pelo pescoço mais ainda assim continua nos braços do pai.
-- de você também, trouxe presente?
-- sabia que tinha segunda intenções.
Todos sorriram até mesmo Charlie que estava lá olhando as coisa.
-- então como foi a viajem? Ele perguntou
-- ótima! Bella informa—o música foi sucesso como sempre.
-- parabéns querida! Ele disse beijando a morena na testa—e você como anda os negócios? Perguntou para Edward
-- resolvendo alguns problemas, mas está tudo já certo! Edward diz
-- fico feliz por você também! Charlie diz e sua expressão facial fica sério. —Nessie querida pode ir para quarto por um minuto, o vovô quer falar com seus pais.
-- aconteceu alguma coisa? Bella pergunta assustada
-- nada de mais querida! Ele diz – mas preciso falar com vocês dois.
-- tudo bem! Edward diz e olha de Bella para Nessie—querida fique no quarto por um tempo por favor. Assim que chamamos você, você vem!
-- tudo bem! Nessie diz sorrindo—vou para seu quarto vovô, lá tem tv grandona!
Charlie sorri do comentário da menina e ver ela subir as escada correndo deixando na sala apenas Bella e Edward. Charlie caminho até sofá e sentou e apontou para dois se sentarem também.
-- pai você está me deixando nervosa! Bella comenta perante o silencio. —o que está acontecendo?
-- Bella! Ele diz levantando o dedo para menina fazer silencio—Edward meu caro, eu conheço você desde de menino, era amigo do seu falecido pai, assim também como conhecia sua adorada mãe que era mulher incrível. Fiquei feliz por você e Bella serem bons amigos e terem relação de amizade forte.
Por algum motivo Bella não estava gostando nada do rumo daquela conversa estava com medo do que estava por vim.
-- estive presente no velório e no enterro do seu pai assim como Bella também esteve lá. Charlie diz olhando para ruivo—o que aconteceu entre vocês naquela noite, de certo modo não foi tão surpresa para mim, até pensei que isso acontece bem antes a final vocês dois não se desgrudava.
-- pai você não está falando de sexo? Por favor eu já sou grande e já sou até mãe.
-- calada Bella! Ele disse em seu tom sério e morena se encolheu no sofá, ela tinha respeito pela pai. —você ficou gravida, e mentiu em relação a verdadeira origem do pai. Eu só fui descobri quando Edward voltou para cidade, e impossível não nota a semelhança entre ele pequenina.
-- senhor Swan, eu nunca teria ido embora se soubesse que Bella estava gravida.
-- eu sei meu rapaz, a cabeça dura aqui e Bella! Charlie diz—mas a situação mudou, você já sabe a verdade, e Nessie já sabe a verdade. O que eu quero saber e qual e sua colocação em relação a tudo isso agora. Você já não está mais casado, quais são suas intenções com minha filha?
-- Pai! Bella disse frustrada e totalmente constrangida e vermelha.
-- calada Bella! Charlie diz novamente. —eu não acho certo vocês dois seguirem levando essa vida, a cidade está falando, e eu não quero minha filha na boca do povo novamente. Basta quando você estava gravida, as história que cada um dessa cidade inventou. Charlie balança a cabeça afastando alguns pensamento ruim – então eu quero verdade qual e sua intenção com minha filha, por que você não vai simplesmente “juntarem as coisa”.
Bella leva mão a rosto cobrindo morta de vergonha, Edward ainda estava calado pensativo. E Charlie tinha toda sua atenção voltada para ele.
-- eu quero me casa com ela! Edward diz e Charlie olha para ruivo—quero que ela seja minha esposa legal, eu quero que ela tenha meu nome, e que possamos ter mais filhos juntos. Quero envelhecer com ela ao meu lado.
-- ótimo! Charlie disse levantando—faremos um janta onde você pode fazer pedido oficial, vamos deixa as coisa clara.
-- espera! Bella diz levantando
-- Calada! Tanto Charlie e Edward falaram junto fazendo a morena arregalar os olhos
-- você tentara arruma um desculpa! Charlie diz – isso se não fugir.
-- então e melhor você não saber de nada! Edward diz—e aceita o fato que você e minha mulher e vamos torna isso oficial.
Bella não sabia se gritava o se xingava, ela estava tão sem reação com tudo que acabava de acontecer. Que ela não sabia se era sonho ou o destino lhe pregando uma outra peça.

Continua...

sábado, 11 de novembro de 2017

Descendentes -- Capitulo 14

14 - Rendição

Nunca ninguém soube o que aconteceu naquela noite, apenas Carlisle, Rosie e eu. Sabíamos que existia alguém passando informações sobre o acampamento. Carlisle não conseguia descobrir quem era. Foi aí que eu entrei em cena, ninguém nunca me viu em ação, ninguém sabia nada sobre mim, eu fui criada para não falar, não demostrar emoções e não ter amigos, ganhar o ódio dos outros era fácil, eu só precisava dizer algumas palavras e não me importar com nada à minha volta, isso era algo que eu fazia bem. O assassinato do casal Masen era assunto proibido, os poucos que sabiam não falavam e os outros nunca souberam. Meus pais, Charlie e Renée, sabiam o que aconteceu, foram eles que abriram o portão para mandar o Masen, agora Cullen, para o mundo dos humanos, lá estaria seguro. Isso eu só fui saber muito depois, quando eles acharam que era importante eu saber.
A noite em que Elena e Marcos tecnicamente morreram foi a noite que ganhei o ódio de Jasper Hale, e a noite que Rosie foi embora do acampamento, eu era a única que sabia a verdade, nem mesmo Carlisle e os outros sabiam a verdade sobre Rosie. Esse era meu plano, nunca joguei segundo as regras, tinha prazer que quebrá-las, e Rosie... bom, Rosie queria vingança, e francamente, quem sou eu para negar um pedido desses? Rosie havia perdido o noivo em um ataque contra Apanhadores de Alma, ela tinha sede por vingança e eu tinha a leve impressão que ela me ajudaria se eu desse a ela o que ela desejava.
Foi assim que montamos o plano, Rosie encontrou o cara que matou o seu noivo, matando ele e tomando seu lugar. Passei dias ensinado Rosie a controlar o vento de maneira eficaz, ela era boa, ou melhor, ela tinha sede por vingança. Quando ela conseguiu o que queria passamos para a segunda parte do plano, forjamos a morte dos seus pais. Foi assim que ela foi aceita e transformada em Apanhadora de Alma. Desde então ela vem  me informando cada movimento deles, desse jeito eu sempre estou um passo à frente. Mesmo ela estando infiltrada no meio deles, ela não conseguiu descobrir quem era o traidor, até que Irina se mostrou, deixando a máscara cair.
- Como eles estão? – Rosie pergunta, sei que ela quer saber dos pais.
- Bem, Jasper ficou determinado com a volta deles. Isso é bom.
- Ele ainda me odeia. – Rosie comenta.
- Relaxa, ele é louco por você, vai te perdoar. – Digo e dou um leve sorriso, o que surpreende a loira, já que ela nunca me viu sorrindo. – Ele ainda quer arrancar minha cabeça, mas por enquanto ele sabe que sou mais forte do que ele. Agora me diga, como conseguiu pegar meu corpo?
Foi tão rápido que quando vi já estava caída no chão, Rosie me deu um tapa na cabeça com tanta força que me derrubou.
- Sua idiota! Avisa antes de fazer essa merda! – Ela gritou e então voltou à sua postura normal. – Eu não posso sumir e aparecer assim tão fácil, preciso dar explicações ao meu subcomandante.
- O cara sem rosto? – Eu pergunto, me sentando novamente e coçando a cabeça.
- Esse mesmo. – Rosie diz, mordendo lábios. – Ele matou alguns Soldados de Elite essa semana, arrancando deles seu coração. Juro, esse cara me dá medo.
- Tá certo, peço desculpas. – Digo, me levantando e me esticando. — Foi algo improvisado, eu sabia a lenda da cidadela, queria comprovar.
- Você podia ter morrido. – Ela me diz.
- Alice me ajudou. – Digo, informando ela que a velha bruxa estava lá também, não na forma física, mas Alice conseguia transitar entre os dois mundo facilmente.
- Qual é o lance entre você e a Alice? – Ela pergunta.
- Ela lançou o feitiço sobre minhas armas. – Digo e olho para ela. — E tentou me matar.
- E você ainda tem ela como amiga? – Rosie pergunta, incrédula.
- Mantenhas os amigos perto e os inimigos mais perto ainda. – Digo. – Preciso ir, tem um lugar  que preciso ver com meus próprios olhos, preciso que você entregue esse recado a Carlisle. Ele saberá o que fazer.
- Bella. – Rosie me chama antes que que eu saia da caverna onde estamos. — Eu o vi.
- Edward?
- Sim, ela já se encontra no acampamento, meu comandante deu a ele as boas vindas.
- O que mais, Rosie?
- Ele está diferente, não parece ser o mesmo cara que vi com você naquele dia no refeitório. Os olhos deles estão cada vez mais negros.
- Eu sei. – Digo, lembrando que eu também o vi antes de morrer.
- Ele acha que você está morta. – Ela me informa.
- Ele me viu cair sem vida. – Digo para ela.
- Sua irmã está lá também.
- O quê?
- O comandante acredita que ela pode ter o sangue o puro também, por isso levou a jovem, ela será usada caso ele perca o controle, todos lá tem medo dele.
- Por que? Edward não está em um nível tão alto assim.
- Você está errada, ele matou sete Apanhadores de Alma por pura diversão. – Rosie me diz. — Talvez você não o conheça tão bem.
- Quando?
- Assim que a sua morte foi oficializada.
- Preciso que faça um favor para mim.
- Mais favores? Não acha que está me colocando em uma situação meio complicada?
- Não se preocupe, é algo simples e fácil de fazer. Daqui a duas semanas quero que você diga algo a Edward.
- Eu tenho medo dele.
- Tenha medo dos mortos, querida, eles também falam. – Eu digo e sussurro para ela o que deve dizer. – Em duas semanas, Rosie, nem um dia antes e nem uma dia depois.
- O que planeja fazer?
- Algo que você não vai aprovar. – Digo e então saio, deixando ela para trás sem muitas informações.
Talvez ter forjado minha própria morte tenha sido algo bom afinal. Eu preciso fazer uma visita rápida a uma pessoa.

(...)

As coisas continuavam iguais à última vez que estive aqui, as cortinas em tons escuros, assim como a tapeçaria. Havia pouca luz em todo o ambiente. Mas ela estava lá, olhando para o nada, sem saber que o tempo passava em sua volta.
- Deveria reforçar sua segurança. – Digo, chamando sua atenção. Então ela me olha como se visse um fantasma.
- Você. – Ela diz e dá um meio sorriso. — Claro que é você, quem imaginaria que morreria tão facilmente.
- Tecnicamente eu morri de verdade. – Digo, caminhando em sua direção e parando ao seu lado. – Mas nada para você chorar, mamãe.
- Isabella, você herdou todo o veneno do seu pai. – Ela me diz e volta a sua atenção para o espelho à sua frente. — Sinto falta dele, Ares era um homem bom.
- Que te deixou. – Digo e ela me olha.
- Ele é um deus, nunca poderia viver entre os humanos.
- Há controvérsias, não é mesmo? – Então ela me olha. -- Eu levei um bom tempo para entender o que ela queria dizer sobre, mas aos poucos as coisa foram se encaixando.
- Como?
- Apenas alguém com sangue de um deus pode matar um deus, ou aquele que tem o coração puro. – Eu informo e ela arregala os olhos. — Eles não tinham falhas porque eram perfeitos, porque ele era um deus, um deus que se sacrificou por algo maior.
- Como descobriu?
- Precisei morrer. – Digo. — Eu a vi, ela ainda espera pelo seu amando.
- Elizabeth. – Ela sussurra.
- Margarida, você sempre soube o que ele era? – Digo e a olho. — Ele era seu primeiro amor...
- Ele era o único. – Ela diz, ríspida. — Ares mentiu, me enganou e então...
- Engravidou você. – Eu digo – Ele sabia que um filho com uma mortal seria um filho semideus.
- Ele não contava que seriam duas. – Ela diz. — Foi ele que salvou você. Por algum motivo ele sabia que você herdaria seus poderes e talentos.
- As espadas, por que uma de ouro e uma de prata? – Eu questiono.
- O ouro queima e a prata destrói. – Ela me olha. — O que achava? Que você era incrível? Não, minha querida, você é apenas o reflexo daquele que eu odeio.
- Claro, é por isso que espera ansiosamente pela minha morte?
- Ele não deixaria, não antes que você mate ele. – Ela me diz. – Elizabeth falhou, ela se apaixonou pela sua missão, porém...
- Quem os criou? – Eu pergunto. — Qual foi a falha encontrada para poder criar uma linhagem tão similar à Drácula.
- Olhe para você, tão sedenta por informações. – Margarida fala. rindo da minha cara. – Você é tão igual a ela que me dá pena.
- Ele amava ela. – Eu digo. — É por isso que você a odiava.
- Eu a odeio por vários motivos. – Ela diz, ríspida. — Mas o maior deles é porque ela roubou de mim o amor dele, John Drácula, você deseja tanto assim saber quem é ele? Pois eu direi. É o único semideus que foi contra seu pai e abriu mão da suposta imortalidade para ficar entre os humanos, e se apaixonou por uma mortal.
- Hércules. – Eu sussurro, em choque. — Mas ele está morto.
- Sim, ele morreu pelas mãos de Ares, voltando assim para o Olimpo, para perto do seu pai. Mas ele tinha um filho, e esse filho recebeu nome de John Drácula, da casa dos dráculas, conhecido por ter matado um exército inteiro para salvar apenas duas vidas. Conhecido como filho de Drácula, dando como homem mais nobre do mundo, com imortalidade nas veias.
Eu olho para ela, entendo agora muita coisa, Elizabeth renegou sua missão ao se apaixonar por ele, foi por isso que Ares tomou sua forma humana, vindo aqui entre nós.
- Seu pai odeia Zeus, porque ele recebeu Hércules de volta, como o filho pródigo. – Ela sorri. — Heidi é minha preferida, sei que ela está lá, e sei que ela conseguirá matá-lo.
- A falha da linhagem perfeita foi amor. – Eu digo, entendendo agora. – É por isso que você os odeia tanto.
- Eu os odeio porque eles roubaram de mim a minha vida. – Margarida diz. — Guardas! – Ela gritou e o ambiente ficou cercado por eles. — Matem ela agora.
- E no final, você é igual a todos os outros. – Eu digo, já ativando as minhas espadas. — Você tem razão em uma única coisa, eu realmente sou filha dele, porém, eu não sou ele. Vejo você no inferno, mamãe.
Ao dizer isso, enfio a espada em seu peito, sinto meu coração morrer aos poucos, mas também sabia que ela nunca me amou, eu conhecia muito bem essa história e teria morrido no dia que nasci. Volto minha atenção para os soldados e dou meu melhor sorriso, e então sei que meu olhos ficaram brancos. Alguns soldados saíram fugindo e gritando e os que ficaram, foram incinerados pelas chamas que eu produzi.


(...)

Estava sentada em cima de uma árvore, onde me dava uma vista perfeita do castelo da rainha do sul, esse por sua vez queima com as chamas que nunca se apagarão. 

Salto de cima da árvore, aterrissando perfeitamente no chão.
- Acho que está na hora de voltar.

Continua...

 “ Há Muitas Maneiras De Morrer, Mas É Preciso Decidir Uma Forma De Viver, Isso, É O Mais Difícil. ”

                                                                     __ Valente

domingo, 5 de novembro de 2017

O Tempo Não Para --- Capitulo 28




 “ As Vezes a Melhor  Maneira De Se Encontrar, É Se  Perdendo Na Vida De Alguém.”
                                              -- Tara Road

Capítulo 28

 Charlie aceitou de bom grado ficar com a neta, ele sempre ficava quando Bella viaja. Para ele não era nenhum problema, o problema fora dizer isso para a menina, que fez o maior drama e, por um momento, o pai quase cedeu à chantagem barata da garota. Aquilo levou Bella à loucura fazendo com que tanto Edward quanto Nessie recuassem e acatassem as ordens da morena.
 Edward estaria viajando a negócios também, teria uma reunião no sábado mesmo e Bella estaria correndo devido à estreia do musical que se daria no mesmo dia, à noite.
– Ela fica assustadora quando está com raiva...! – Charlie comentou ao se juntar a Edward que estava na varanda da casa tomando um pouco de uísque.
– Parece que ela não mudou nada! – Edward comentou de bom humor.
– Nessie deveria saber que ela não cederia assim tão fácil.
– Ela só quer viajar com os pais, é normal!
– Elas viajam juntas nas férias... – Charlie disse e olhou para o ruivo – Acho que você já está incluído nesses planos. Mas, tente respeitar... Bella criou a menina sozinha nesses anos, impôs limites e regras. Se você contradisser isso agora, Nessie pode, simplesmente, perder o respeito que tem por ela.
– Jamais tiraria o respeito que nossa filha tem por Bella! – Edward afirmou pensativo.
De algum modo, ele entendia. Alice, sua irmã, era igual com Jake e havia coisas que ela fazia e que Jasper nunca questionava e, sempre que o menino Jake reclamava, ele dizia que eram “regras da sua mãe”. Então, esse lado Edward entendia bem... Nessie precisava e tinha limites.
– Será uma viagem rápida! – Charlie disse – Acho que leva-la, de fato, não seria necessário.
– Pode ser... – Edward concordou em parte e ambos ficaram conversando na varanda.
Naquela noite, Bella colocou a menina para dormir e conversou com ela sobre a viagem. A pequena ainda não aceitava o fato de ficar para trás enquanto os pais estavam viajando sozinhos.
.....................................................
 Os dias foram passando e logo o dia da viagem chegou e Bella e Edward já estavam de malas prontas e a caminho do aeroporto. Todas as regras e ordens foram passadas para Charlie que não faria nada do que filha disse, porque ele nunca faz mesmo...
Bella viajou junto ao “marido” no avião particular da empresa. Alex já se encontrava em NY, ele estava projetando o cenário do espetáculo.
Assim que eles aterrissaram em NY, foi una correria. O motorista da empresa de Edward levou as malas deles para o apartamento do Cullen, enquanto Bella seguiu para a escola e Edward para a empresa.
Bella passou o resto da tarde de sábado correndo de um lado para outro, arrumando os detalhes finais e verificando tudo para a estreia. Edward, por sua vez, passou sua tarde entrando e saindo de reuniões, o que pareceu levar uma eternidade para ele. Às sete e meia da noite, Edward se encontrava a caminho do musical da “esposa”, chegando em cima da hora, ele assistiu da primeira fila todo o espetáculo, que foi aplaudido de pé por todos ali presentes.
Bella conversava com todos que faziam parte do musical e todos que ajudaram, parabenizava cada um deles. Alex estava presente, ele também estava orgulho do sucesso que foi o musical em sua estreia.
– Então, é isso! – Bella disse sorrindo – Estejam todos prontos para amanhã, porque o show tem que continuar!
 Ao se despedir de todos, ficaram apenas ela e Alex para trás.
– Parabéns! – Alex falou – Mais um sucesso seu!
– Nosso...! – respondeu sorrindo gentilmente – De toda forma, você também faz parte dele, o cenário ficou perfeito, Alex.
– Obrigado! – agradeceu – E, que tal sairmos para comemorar esse sucesso?
– Ela vai passar! – Bella conhecia bem de quem era a voz que respondeu – Ela já tem compromisso!
Alex não gostou muito de ver o Cullen ali, achou que a morena tinha viajado sozinha, mas estava errado... O namorado estava lá, marcando colado na moça, não deixando espaço para outro se aproximar. Alex analisou bem o ruivo que usava um terno azul marinho bem escuro, que contrastava com a cor de seus cabelos e realçava o verde de seus olhos, com uma camisa branca por baixo. Os cabelos estavam completamente desalinhados e bagunçados, a gravata preta estava meio afrouxada em seu pescoço. Em suas mãos tinha um buquê de flores silvestres, as preferida de Bella, ele também sabia disso, afinal, já foi seu namorado, e junto havia um urso de pelúcia não tão grande, mas que não era tão pequeno, já que era possível vê-lo em suas mãos.
– Você veio! – ela exclamou surpresa.
– Cheguei em cima da hora, mas ainda peguei do começo! – disse e ambos esqueceram completamente do loiro que ainda se encontrava lá – Parabéns, foi incrível o musical.
– Obrigada! – Bella agradeceu sentindo-se tímida perante o comentário.
– Oh, sim! Isso é para você! – entregou as flores e o urso de pelúcia.
– Edward, que fofo! – ela disse realmente feliz pelo gesto dele – Você não precisava fazer isso...
– Como não? São para a mulher mais linda e sexy do mundo! – o ruivo retrucou, em parte como uma indireta para o loiro que parecia não se tocar de sair dali.
– Obrigada! –agradeceu novamente cheirando as flores.
– Que tal irmos? – Edward perguntou – Vamos jantar! Eu até lhe convidaria, Alex, mas a reserva é para dois! – Edward falou em um tom falsamente amigável e dando aquele maldito sorriso de canto.
– Não se preocupe. – Alex respondeu com um olhar frio para ruivo – Eu também já tenho compromisso.
– Fico feliz por você, camarada! – Edward disse e segurou a mão de Bella, puxando-a em direção à saída o mais rápido possível sem que parecesse indelicado. A verdade era que o ruivo tinha pressa em afastar Bella de Alex, a implicância inicial que tivera com o loiro só aumentara a cada dia.
No caminho para o restaurante, Bella o repreendeu por ter feito aquilo com Alex. Edward se fez de vítima dizendo que não havia feito nada a não ser chamar a mulher dele para sair. E, para colocar um ponto final na discursão, ele beijou a morena, calando sua boca.
Eles jantaram em um restaurante badaladíssimo de NY, porém, ambos estavam cansados demais para esticar a noite e, assim que terminaram, foram direto para o apartamento do ruivo. Bella ficou incrivelmente surpresa quando olhou a cobertura, toda feita de vidro e muito bem decorada.
– Tânia ficou com casa... – Edward disse encostado contra a parede com um olhar distante – Por algum motivo, eu gosto desse apartamento... Ela nunca esteve nele, acho que é por isso.
– Ele é lindo! – Bella comentou ainda impressionada.
– Sim, é lindo... – Edward disse encarando a morena parada no meio da sala, então, caminhou até ela e a abraçou pelas costas, prendendo seus braços em volta de sua cintura – Decorei pensando em você.
– Como poderia saber que eu estaria com você? – Bella perguntou.
– O único motivo de eu ter voltado para Forks foi você! – revelou e Bella pôde ver pelo reflexo no vidro que ele falava sério – A empresa foi só uma desculpa que me convinha naquele momento, já tinha tudo planejado, me separaria de Tânia.
– Por que não disse isso logo de cara?
– Porque eu não sabia como você estava... Se estava casada, se tinha filhos, se era feliz... Você me ignorou por anos. Como eu saberia?
– Edward!
– Eu soube da Nessie assim que coloquei meus pés na cidade. – contou – Soube que ela era sua filha e fiquei louco achando que você estava casada. Todos na cidade falavam de você, foi quando descobri que você não era casada. Foi fácil saber sobre você, todos comentavam que a menina não tinha pai... Que você nunca dissera quem era ele.
– Porque era você!
– Eu sei, agora eu sei! – ele disse – Mas eu senti medo... Medo de encontrá-la feliz com outro cara que não fosse eu.
– Por que demorou tanto...?
– Porque eu queria ter bem mais do que apenas “eu” para lhe oferecer...
– Eu não quero seu dinheiro! – Bella disse levemente chateada – Eu nunca quis! Tudo que eu sempre quis foi você!
– Agora eu sei! – Edward afirmou virando a morena de frente para ele e a beijando.
As coisas entre eles sempre foram complicadas, mas agora parecia que estava tudo caminhando para seu devido lugar. O beijo que era calmo e doce passou a ser urgente e as mãos, que outra hora eram delicadas, estavam impacientes e incontroláveis. Num piscar de olhos ambos estavam nus e deitados no tapete da sala.
Bella subindo e descendo sobre o membro rígido de Edward que, a cada movimento da morena, entrava mais e mais fundo nela. A morena gemia e arranhava o peito do ruivo enquanto sentia o seu membro lhe consumir por dentro, para então gritar, gozando e desabando sobre ele, que gemeu gozando em seguida.
Sim, ambos estavam ofegantes e suados, o ambiente cheirava a sexo e a morena estava corada de prazer. Edward tinha um lindo brilho nos olhos e um sorriso de canto nos lábios, seu membro já estava duro de novo. A única coisa que ele sabia era que aquela noite estava apenas começando para eles dois.

Continua


sábado, 4 de novembro de 2017

Descendentes -- Capitulo 13

13 – Os mortos também falam

O dia foi como uma eternidade, minha mente pensou várias e várias coisas naquele dia mais longo que passei. Primeiro eu precisava achar a resposta que faltava, segundo eu esperava que Edward tivesse entendido meu recado. Mas isso eu só descobriria depois.
Quando o sol se pôs na cidadela e a lua começou a tomar conta do céu, eu me senti, de fato, nervosa, se algo saísse errado eu não só perderia minhas armas, como também poderia morrer de vez. E essa parte não me agradava muito.
Quando os morto começaram a sair dos túmulos foi meu momento, saltei da árvore onde me encontrava e passei em meio a eles, eu tinha que ser rápida, se ficasse mais tempo nesse estado de quase morte poderia ser meu fim.
Em meio ao mar de mortos eu avistei quem eu procurava, ela, Elizabeth Masen, ela continuava perfeitamente igual, o que me deixou bem assustada, já que ela estava morta.
- Elizabeth. – Chamei-a pelo nome, chamando sua atenção e então ela me olhou, voltando sua atenção para mim com sua face pálida e seus longos cabelos cor de cobre, a quem Edward tinha herdado os cabelos ruivos acobreados.
- Quem é você? – Ela diz e então me analisa cautelosamente. – Você não está morta, como consegue estar entre os mortos?
- Longa história. – Digo e sinto meu sarcasmos. — Só para resumir um pouco, tenho sangue de um Deus.
A mulher morta me olhou atentamente, se levantando da cadeira de prata onde estava sentada, o que mais parecia ser um trono. E então caminhou em minha direção.
- Por que está aqui?
- Preciso saber de algo. – Digo e ela mantém os olhos e mim.
- Você tem o cheiro dele. – Ela diz e isso me deixa confusa. – Sim, você tem o cheiro dele! – Dessa vez ela estava em cima de mim, me cheirando próximo ao pescoço, seu movimento fora tão rápido que nem conseguir ver. – Quem é você, garota?
- Bella. – Digo a ela. – Minha mãe é a princesa e atual rainha do sul.
- Então Margarida virou rainha. – Elizabeth diz, dando sorriso seco e sem vida, bom, ela já estava morta mesmo. – O que a filha da rainha deseja comigo?
- Não tenho ligação nenhuma com a rainha, fui banida do trono por nascer alguns segundos depois da minha irmã. Ela é a herdeira por direito.
- Então você deveria estar morta. – Elizabeth diz e vejo que ela conhece as regras.
- É o que todos dizem. – Eu comento. — Mas não é sobre minha mãe que venho falar, embora fique surpresa de você a conhecer.
- O que deseja, então?
- Seu marido, John, preciso saber o que aconteceu no dia da sua morte.
- Calada! – Elizabeth gritou, vindo para cima de mim. – Ele nunca morreu, estou aqui nesse lugar à sua espera. – Ela sussurrou, então entendo porque ela estava olhando para nada, parecendo tão perdida quanto o vento furioso, sem rumo.
- Você dois morreram. – Eu digo. – Você usou o pouco de sanidade que lhe restava para salvar o seu filho.
Elizabeth ficou calada e pensativa, era como se ela lembrasse aos poucos o que aconteceu.
- Era mais forte do que nós. – Ela diz, sem olhar para mim. — John tentou conter todo aquele poder, mas sua mente era fraca, assim como a minha, era tão forte e destruidor, estávamos sendo consumidos vivos por ele.
- Ele quem? – Eu quis saber.
- Carlisle, eu dei Edward a ele e pedi para ele mantê-lo seguro, longe de tudo, porque se ele ficasse ali, ele seria morto ou consumido.
- Pelo o quê, Elizabeth? – Eu grito, sem paciência. — O que foi que aconteceu?
- O livro de criações de Frank, foi o que gerou toda essa confusão, ele criou as linhagens, misturando cada uma, fazendo assim serem perfeitas. Mas a linhagem Drácula não tinha como ser alterada, nunca teve, essa linhagem era perfeita.
Eu entendia pouco sobre linhagem, mesmo meus  pais sendo descendentes direto da linhagem Frank. Mas houve uma vez  em que o meu pai, Charlie, me contou que Frank tinha criado cada uma das linhagens que aqui habitam com sua mania por perfeição.
- Então como produzir uma nova linhagem se uma delas não pode ser misturada? – Elizabeth perguntou retoricamente, perdida em pensamentos. — Sim, sim, havia uma falha, a única falha na linhagem Drácula, mas essa falha lhe custaria a vida. Ele sabia, mas ainda assim conseguiu, ele criou uma linhagem subjugada da de Drácula, com as mesmas habilidades e mesmo talentos, porém, eles não tinham um coração.
- Do que você está falando, Elizabeth? – Eu pergunto, não entendendo mais nada da história.
- Eles controlam nossa mente, e aos poucos tomam o controle de nós, foi assim que acabamos enlouquecendo e morrendo. – Ela gritou outra parte. – Mas John, não, havia algo nele que impedia eles de controlar ele por completo. – Elizabeth segurou meus ombros de maneira que poderia me quebrar ao meio, ela era rápida e forte. — O John não morreu naquela noite, eles o levaram, achem o John, ele saberá o jeito de pará-lo existe um jeito, um único jeito.
Eu estava completamente perdida com todas essas informações, olhei para céu, constatando que meu tempo estava chegando ao fim.
- Eu preciso ir ou estarei perdida. – Digo e Elizabeth tinha os olhos completamente brancos.
- Saia, ele estão aqui. – Ao dizer isso, eu avisto os Apanhadores de Alma, mas esses eram diferente.
- Droga! O que são essas coisas?
- São Demônio da Noite. – Elizabeth diz, ela já havia ativado suas armas.
- Achei que depois que morrêssemos não poderíamos mais usar nossa mágica.
- Este lugar é como um limbo para almas perdidas ou esperando redenção, de fato ainda não estamos mortos. É por isso que cidadela é chamada de Cidade dos Mortos, é aqui que ficamos até encontrar a paz e isso meio que está vivo.
- Sendo assim. – Digo e ativo minhas armas e então Elizabeth me olha.

- Duas espadas. – Ela comenta. — Ouro e prata, você é classificada como Matadora de Deuses.
- O quê? – Eu pergunto, não entendendo.
- Somente alguém que possua sangue de deuses ou que possa matar um, ganha uma espada de ouro e outra de prata. – Ela me explicar – Eu era igual você, não tinha sangue de um deus, mas tinha alma nobre e coração que eles chamam de coração puro, a ponto de matar um deus em causa de um bem maior.
Ela tinha duas espadas, assim como eu, ela tinha uma de ouro e outra de prata. Eu nunca soube dessa habilidade ou dessa classificação, porém, ela sabia.

Eu lutei lado a lado com a mãe do Edward, Elizabeth era uma mulher incrivelmente talentosa, não me surpreende o fato dela ter sido considerada a melhor Lutadora de Elite, assim como John Masen, ela era sua alimentadora, porém, em algum momento eles se apaixonaram e acabaram casando. E desse amor nasceu Edward, filho de dois guerreiros brilhantes.
Assim que os demônios – como Elizabeth os chamou – foram mortos, ela estava ao meu lado, ofegante e eu estava igual a ela. Era como se minhas forças estivessem sendo drenadas de mim.
- Você é incrivelmente talentosa, menina. – Ela me informa e eu dou um meio sorriso. – Mande lembranças minhas a ele, ao Edward, diga que eu sempre o amei, assim como seu pai também o amou.
- Como sabe que eu conheço ele? – Pergunto a ela, já que eu nunca disse que o conhecia.
- Você tem o cheiro dele. – Ela diz, sorrindo levemente. — Na casa do lago, longe de tudo, lá existe algo que deixamos para Edward, por favor, diga ele, peça para ele ir lá. – Ela me pede. — Agora saia daqui ou ficará presa nesse lugar para sempre.
Ao me dizer isso, eu simplesmente desativo as minhas armas e saio. Preciso chegar ao portão antes que a lua cheia atinja o centro do céu ou estarei ferrada.
Corri rápido demais, o mais rápido que podia, até chegar à saída do Mundo dos Mortos. Assim que pulei no rio, senti meu corpo ser sugado com força, me arrebatando novamente.
(...)
Abro os olhos, assustada, respirando e buscando por ar. Estava tudo escuro e meus olhos ainda estavam se acostumando com a escuridão.
- Você tem ideia do trabalho que me deu roubar seu corpo? – A voz rouca dela, que eu conhecia bem, se pronunciou.
- Lamento. – Digo me sentando, meio tonta e atordoada.
- Sei, como lamenta sempre. – Ela me diz e sorri abertamente para mim. – Então, conseguiu a informação que precisava?
- Confesso que as coisas são bem mais complicadas do que parece, Rosie. – Digo a ela e ela me olha assustada.
Parece que teríamos uma guerra de qualquer jeito.


Continua...

“ Só Melhoramos Se Jogarmos Com Alguém Melhor Do Que Nós.”

                                                      -- Match Point