Jul M

Oi

terça-feira, 28 de julho de 2015

Acredite! O Amor Atravessa Todos Os Tempos.

Meninas fugindo uma pouco do tradicional!
Quero recomenda para vocês dois filme muito bom!
O primeiro e Rubinrot (que não nossa língua e rubi vermelho) e segundo e Saphirblau ( que não nossa língua e safira azul).
CENAS DE RUBINROT

CENAS DE RUBINROT

CENAS DE RUBINROT

Bom por que isso?
 E simples esse dois filme são baseado em dois livros, na verdade e trilogia a trilogia ( O amor atravessa todos os tempo) ou ( Viajante do tempo) bom o fato e que tem vários nomes, e  os Livros  são alemão, que dizer a autora e Alemã, mas  e tão viciante e tão bom que vale apenas ler os livros e ver filme. O ultimo filme se chama Smaragdgrün" ( que na nossa língua e verde esmeralda_ esse será lançado  ano que vem no mês de julho.
So existem uma detalhe triste meninas! Esse dois filme não tiveram estreia aqui no brasil!
Uma tragédia, por que em todo os lugares que estreio foi recorde de bilheteria o que não seria diferente aqui, acredite e bom.
A noticia triste e que esse filme so conseguir assistir ele com legenda, o primeiro Rubinrot  a legenda esta em português mais você também acha ele no youtube em espanhol, e da entender perfeitamente.
Aqui esta link. https://disqus.com/home/discussion/armagedomfilmes/assistir_rubinrot_legendado_2013/#_=_
 E segundo filme Saphirblau  encontrei ele com legenda em espanhol, o que também e meio ruim mais da de entender tudo acredite.
Aqui o link https://archive.org/details/53783942 ( http://viajera-eneltiempo123.blogspot.mx/#_=_ )

CENAS DE SAPHIRBLAU

CENAS DE SAPHIRBLAU

CENAS DE SAPHIBLAU

CENAS DE SAPHIRBLAU.

Quem deseja assistir estai os link acima de cada filme, espero que vocês gostem por que eu gostei bastante e serio os livros são muito bons.
PS: quem tiver conseguir o  ultimo livro em português por favor me mande, fale comigo deixe recado faça alguma coisa eu quero esse livro para ler. Haha
Beijos meninas
Um bom filme para vocês!

De Olhos Bem Fechados -- Cap 28

NOTÍCIAS...

Edward tinha sorte por ter gente de confiança em sua casa. Sim, ele tinha muita sorte mesmo, pois assim ele poderia garantir a segurança de sua esposa e filha. Todavia, ele sabia que aquele olhar no rosto de sua adorável esposa prometia deveras, e futuramente, ele temia ser apenas um homem morto...
Eles haviam acabado de chega de viagem. Angel estava em companhia do fiel motorista Paul, e claro, de sua nova tutora Bree. Eles tinham ido buscar os recém-casados no aeroporto.
A linda menininha, com rosto de anjo, ficou feliz em rever o seu pai e a sua nova mãe. Angel veio o caminho todo falando sobre o quanto ela sentiu saudades deles e o tanto que ela gostaria de ter ido com eles naquela viagem.
A criança discursou sobre a mudança no interior da casa e fato do quarto de seu pai ter sofrido algumas alterações para que as coisas de Isabella fossem encaixadas no local.
Isabella trouxera de sua casa antiga, poucas coisas, somente alguns objetos pessoais e de valor sentimental, o restante de seus pertences ele preferiu doar para uma instituição de caridade.
Ao chegarem a casa, Esme tinha organizando um delicioso almoço, a mulher odiava a nova nora, mas perante aos poucos amigos que ali se encontravam, estava estampando em seu rosto um grande sorriso de alegria.
-- Oh! Sejam bem vindos! - Ela disse abraçando o filho e a nora, logo em seguida. — Eu espero que não fiquem bravos, meus queridos, mas achei que mereciam uma pequena comemoração de chegada.
Edward olhou em volta, sem deixar de segurar a mão de Isabella, ele a manteve ao seu lado o tempo todo. Edward reconheceu alguns amigos próximo da empresa, e claro, o seu fiel e leal amigo Emmett em companhia de sua esposa, Rosie.
-- Claro que não mamãe! - Edward respondeu e seguiu para o meio dos convidados, sempre levando Bella consigo.
Foi apenas questão de segundos para que todos se enturmassem. Peter e Charlotte, a sua adorável companheira e Rosie roubaram Isabella, atualizando-a dos últimos acontecimentos, em meio a muita conversa e risadas, Angel se distraía correndo animada pela casa, a pequena estava feliz. Edward aproveitou o momento para se retirar com Emmett para o escritório, a fim de saber como andavam as buscas por Victoria.
-- Nada ainda... – Emmett pontou — É como se Victoria não existisse mais.
-- Ninguém some assim Emmett! - Edward grunhiu — O que a Polícia diz sobre isso?
-- Estão trabalhando no caso, mas nada têm de concreto. Pistas falsas, muitas coisas sem sentindo.
-- Emmett, eu preciso proteger Bella! - Edward disse passando as mãos pelos cabelos de forma agitada.
-- Você já contou para Bella?
-- Não! - Ele disse olhando para o amigo — Como você acha que se deva contar para a sua atual esposa, em plena lua de mel, que a sua ex-mulher está à solta pela cidade e que tem como objetivo, matar a sua nova esposa?
-- O quê?! - A voz de Bella veio da porta e Emmett ficou branco.
-- Bella! - Edward disse assustado — Querida, por que não está na festa?
-- Como assim, a sua ex-mulher quer me matar! - Ela pediu aumentando o tom de voz.
-- Bella, vamos conversar depois! - Edward solicitou amavelmente — Nós temos convidados agora...
-- Não são meus, são de sua mãe! - Ela disse ganhando alguns tons de vermelho – Vamos conversar agora! - Ela olhou em direção a Emmett que estava praticamente congelado no lugar, ele já tinha visto Isabella em um ataque de fúria, então sabia que a jovem tinha um grande poder de destruição quando estava com raiva — Você poderia nos deixar sozinhos Emmett?
-- Claro! - Emmett disse rapidamente -- Qualquer coisa estou lá fora...
Edward olhou para o amigo que não perdeu tempo em sair do local. Isabella apenas se afastou um pouco da porta para que Emmett passasse, e então, ela entrou e fechou a porta do escritório. Agora estavam os dois sozinhos no ambiente e ele poderia começar a pensar que talvez morresse naquele dia.
-- Comece! - Ela graniu olhando para o marido — E pelo começo!
--Bella... ...eu não acho que seja o momento para essa conversa...
-- E quando seria o momento certo? Quando eu estiver com quarenta anos? - Ela fora irônica.
-- Bella...
-- Nada de Bella! - Ela gritou - Fale logo Edward! O que está acontecendo e por que Victoria quer supostamente me matar?
-- Não seria supostamente, ela quer mesmo matar você! - Edward confirmou meio tenso.
-- Bom saber! - Bella pontuou com cinismo — E quando você iria me contar sobre isso?
-- Nunca? - Ele meio que perguntou, olhando para ela ao mesmo tempo em que ela o fitava com fúria — Olhe, eu tinha um plano! - Ele tentava justificar o seu comportamento.
-- Me deixar as cegas?
-- Não Bella, eu iria contratar um Segurança para você e Angel!
-- Esse era o seu plano? E em momento algum passou em sua cabeça que eu poderia desconfiar? - Ela retruca.
-- Claro! – Ele converge — Mas eu tinha um argumento perfeito para isso... Eu sou um homem rico, Bella... Eu sou conhecido por destruir empresas e fazer delas o meu império, acha que virei o todo poderoso dos negócios como? Brincando de fazer amigos?
Ela não disse nada, apenas ficou olhando para ele, que andava de um lado para o outro, o homem estava mais agitado do que o normal. Mesmo ele estando deveras afoito, Bella não deixou de sentir raiva.
-- Você teria um Segurança e Angel também. O motivo seria a minha posição social! - Ele segreda — Eu convenceria você, mesmo contra a sua vontade, a aceitar, e então, quando Victoria fosse presa, eu liberaria você disso!
-- Por que ela quer me matar? - Bella perguntou ignorando o plano dele.
-- Victoria está falida... - Edward conta. — Aro Volturi descobriu a traição da amada esposa, e como vingança, ele comprou a empresa do amante dela e chutou Victoria de sua casa. O que veio depois foi que Victoria tentou matar Aro, não tendo sucesso, ela foi internada como louca, o que era mais um de seus truques, então ela fugiu, mas antes esteve na empresa.
-- Ela estava na empresa? - Bella sussurrou sentindo medo, pelo seu marido pela primeira vez.
-- Ela querida dinheiro! - Edward disse. — Eu cortei a pensão dela, os cartões e tudo. Quando ela perguntou o porquê de eu tê-lo feito, eu disse que amava você e não tinha um porque para ficar bancando os gastos dela. Ela me acusou de tê-la entregue a Aro, depois gritou e atirou diversos objetos sobre mim, já no final, muito furiosa, jogou a sua raiva para você. Ela ameaçou matar você, Emmett assistiu toda a confusão... Victoria já matou outras vezes, nós descobrimos isso recentemente. Então, não me culpe por tentar manter você segura e longe de toda essa confusão.
-- Você mentiu para mim! - Ela gritou exaltada.
-- Eu não menti! Eu apenas não achei que seria uma boa ideia deixar você preocupada, ainda mais, enquanto estava ocupada organizando o nosso casamento.
-- Eu era a sua noiva, Edward, eu tinha o direito de saber!
-- Eu tinha o direito de manter você segura! Não me culpe por isso!
-- Não! Eu não estou culpando você! - Ela gritou indo em direção a ele — Eu só acho que eu tinha o direito de fazer as minhas próprias escolhas, você não poderá me proteger do mundo...
-- Mas posso tentar! - Ele disse seriamente, ambos estavam parados... ...um na frente do outro, olhando furiosos um para o outro e com a respiração ofegante, de tanta raiva.
-- Hey pombinhos! - Peter chegou naquele momento — A festa é lá fora vamos!
-- Já estamos indo! - Edward disse sem tirar os olhos da esposa.
-- Vamos para festa! - Bella replicou virando e sorrindo para Peter – Adorei essa gravata!
-- Presente de Charlotte! - Peter disse — Venha querida, nós temos que marcar um hora para você cuidar de seus cabelos e unhas.
E assim, Peter levou Bella de volta para a sala da mansão Cullen. Edward vinha um pouco mais atrás, ninguém notou que ambos estavam em um clima estranho. Bella conseguiu controlar muito bem a sua raiva, perto dos convidados. No final da tarde, começando o cair da noite, todos foram se despedindo. Bella usou Angel como desculpa para não ficar até o final do evento. Emmett e Rosie ainda eram os únicos que continuavam na casa. Ela se retirou dizendo que colocaria a menina para dormir.
Quando ela estava saindo do aposento da criança, encontrou Edward no corredor esperando por ela. A jovem passou por ele indo em direção à alcova do casal, ela não teve nem tempo de chegar ao quarto deles.
-- Bella! - Ele chamou segurando-a pelo braço. — Por favor, vamos conversar!
-- Agora você quer conversar?
-- Tente me entender...
-- Entender que você estava mentindo para mim? Bom, essa parte eu já entendi!
-- Que eu queria manter você segura...
-- Me escondendo a verdade?
-- Eu achei que era melhor você não saber, querida - Ele disse um tanto quanto irritado.
-- Deixe que eu escolha o que seria melhor eu saber ou não!
-- Onde você está indo? - Ele perguntou intrigado.
-- Pegar as minhas coisas, eu vou dormir com Angel hoje! - Ela comunicou olhando com raiva para ele.
-- Bella, essa é a nossa primeira noite em nossa casa... - Edward suplicou.
-- É... Eu sei!
-- Não vamos dormi separados ou brigados, por favor... - Ele mais uma vez suplica.
-- Tivesse pensado sobre isso, antes de mentir para mim!
-- Eu não estou dizendo que eu estivesse certo... - Edward tenta explicar — Eu estou pontuando que não gostaria de dormir separado e tão pouco brigado com você.
-- Pois é...
Antes que Bella pudesse dizer alguma coisa, Edward estava jogando a jovem sobre os seus ombros e carregando-a em direção ao quarto deles. Isabella se mexia e soltou dois gritinhos, um de susto e outro de raiva e prazer, quando Edward lhe aplicou uma tapa forte na bunda...


CONTÍNUA...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

De Olhos Bem Fechados -- Cap 27

LUA DE MEL

Bella sabia que Veneza era uma cidade linda e cheia de surpresas. Havia os maravilhosos canais que de certo, transpiravam romantismo e amor.
Estar recém-casada com Edward, só deixava as coisas ainda mais românticas para o casal. Só havia um pequeno probleminha que nem era para se levar em conta, o fato de Edward se negar a sair da casa que ele havia alugado para aquela viajem... Não que Bella estivesse reclamando, pelo contrário, ela estava feliz em ter o marido a desejando sempre e com um grande apetite sexual. Mas, por outro lado, ela também desejava sair e conhecer a cidade um pouco.
Foram duas longas semanas de puro amor... Isabella nunca pensou que fosse possível fazer sexo por tantas vezes seguidas e nem em tantos lugares diferentes. Edward usou e abusou de sua vasta imaginação, para ele não havia muita dificuldade, levando em conta a bela mulher que ele tinha, assim sendo, não foi trabalhoso conseguir tal façanha, foi deveras prazeroso, na verdade.
Cada canto da casa fora testado, a sala, o quarto, o banheiro, a varanda, o pequeno jardim de inverno existente ali, e claro, a cozinha... Ah, a ampla cozinha, local em que tudo começou...
Foi no primeiro dia deles na casa, Isabella estava admirada com tudo que havia ali, a casa era simplesmente linda, pequena, mas encantadora, os móveis e a decoração eram de bom gosto e requinte. Isabella que nunca havia saído do país, e só havia viajado algumas vezes a passeio com Edward e a pequena Angel, na época em que ela ainda era a tutora da menina, estava encantada com tudo.
Não poderia ser de outra forma, pois eles estavam em Veneza, que para ela, era a cidade mais linda e romântica do mundo.
Tudo ali era charmoso e envolto a um clima de beleza, amor e muito romantismo. Enquanto ela se sentia perdia pelo clima de magia e devoção, proporcionados por Edward, o seu adorável marido, ele já tinha planos para aquela bela manhã... A noite anterior havia sido cansativa, eles chegaram já de madrugada. Quando desembarcaram em Veneza, Isabella dormiu o caminho inteiro até a casa, acordando apenas quando o marido lhe tocou suavemente e aos beijos. Edward até tentou aprofundas os beijos e carícias, mas a esposa estava, realmente, deveras cansada para qualquer travessura noturna.
Ela adormeceu vestindo apenas a camisa dele, na manhã seguinte, ela acordou primeiro do que o esposo. Saiu da cama silenciosamente e seguiu para cozinha, em busca de algo para comer. A jovem se perdeu em meio a tanto bom gosto, ela deixou a mente viajar por tudo que estava lhe acontecendo. Agora, ela era uma jovem Senhora casada, ela se casou com o homem que mais amou, na verdade, o único que ela amou e que agora era o seu Senhor e marido.
Ela estava tão perdida em seus pensamentos felizes, que não se deu conta quando Edward entrou na cozinha. O marido chegou como um gato, sorrateiro e silencioso, não houve barulho algum que denunciasse a sua presença ali, naquele ambiente pequeno, mas acolhedor. Ela só se deu conta de sua presença, quando ele passou os braços em volta de sua cintura e lhe beijo o pescoço, causando uma sensação indescritível nela.
-- Bom dia minha Senhora! - Ele sussurrou em seu ouvido.
-- Bom dia meu Senhor! - Ela disse sorrindo e corando, ela gostava de se sentir assim, protegida e acolhida em seus braços.
-- Levantou tão cedo! - Ele comentou com a boca agora no vão de seus seios, lhe causando arrepios e sensações melhores ainda.
-- Senti um pouco de sede... - Ela balbuciou soltando um gemido quando as mãos deles já apertavam os seios dela por cima da camisa. — Achei que ainda dormia! - Ela disse ofegante.
Os lábios de Isabella estavam entre abertos, a sua face começava a ganhar tons de vermelho, ela estava em puro êxtase. As mãos do Cullen brigavam audazes com os botões da camisa da esposa, abrindo cada um deles e aos poucos revelando o corpo perfeito de sua mulher.
-- Eu também acordei com sede... - Ele sussurrava no ouvido dela, mordendo a ponta de sua orelha — Mas a minha sede não é de água, é somente de você... - Ele declara lambendo a base detrás da orelha de sua amada — E acredito que a minha doce Senhora não se importará que eu beba direto da fonte, a minha água preferida...
Não demorou muito para que Isabella entendesse o que Edward queria dizer com aquilo, o corpo do jovem escorregou em direção ao chão, mas não antes, dele abrir as pernas dela e colocar as mãos dela sobre o balcão, fazendo com que a jovem se apoiasse nele... 

A língua dele perambulou livremente para a buceta da mulher que já se encontrava livre de qualquer pedaço de pano. Ele passou a chupá-la com força e desejo, Isabella já conhecia aquela sensação de prazer, mas à medida que ele a sugava, tudo ficava mais intenso. As mãos da menina ganharam vida e foram para os seus seios, apertando-os e fazendo com que ela mesma se desse prazer, assim liberando pequenos gemidos.

Quando se deu por satisfeito, ele levantou e colocou Isabella sentada sobre o balcão, abrindo as suas pernas a baixando a cueca dele, então o homem a penetrou, em único golpe certeiro, fazendo com que o seu membro se alojasse completamente dentro da morena, em uma única investida, fazendo ambos gemer.

 Os movimentos eram de um vai e vem saboroso, começando devagar e depois ganharam vida, à boca da menina estava aberta e os gemidos escapavam furtivamente, a cada penetração daquele pau poderoso. Isabella se segurava com uma mão firme no balcão e a outra apoiada na barriga do marido, ajudando-o com os movimentos, fazendo ambos gemerem em luxuria.

Edward adorava testar os limites de Bella, gostava de vê-la perdendo a cabeça e viajar em suas aventuras sexuais. Ele amava submetê-la, controlá-la, aquela era a mais pura verdade, ele sempre estava tentando os limiares da jovem esposa. Ele virou o corpo dela, deixando-a de pé, o corpo parcialmente contra o balcão, ele a ajudou, até colocá-la na posição em que ele queria. Uma mão da morena estava contra a parede. Um dos seus pés dela estava apoiado sobre o balcão em que ele se encontrava encostado, ela estava de ladinho.
-- Movimenta-se! - Ele exigiu ao mesmo tempo em que gemeu, quando ela fez o que ele demandou.

Isabella movia o seu corpo para frente e para trás, sentindo o pau dele se afundar e sair de sua buceta inundada, melada de prazer. Os gemidos dela passaram a quase gritos e os olhos se fechavam cada vez que isso acontecia, o pau dele entrava fundo, fazendo com que ela abrotasse em delírios de prazer.

Mas uma vez, ele mudou a posição de ambos, levando Isabella contra a parede e empinando-a, fazendo com que ela apoiasse os seus braços contra parede e empinasse a sua bunda em direção a ele. E então, ele arremeteu uma tapa certeira na bunda gostosa da mulher, mandando que ela se movimentasse...

 Eles voltaram a se concentrar naquele ato, que os deixava em êxtase de puro prazer. Ela movia o seu corpo para frente e para trás, gemendo e gritando o nome dele, o membro dele afundava cada vez mais rápido dentro da buceta dela, que a cada segundo se tornava mais molhada e mais apertada. 

Isabella já xingava e gritava coisas insanas quando Edward investiu bem forte mais uma vez, fazendo ela gritar bem alto e gozar, sendo seguida imediatamente por ele.
Quando o casal já estava deitando no chão da cozinha, suados e satisfeitos, pelo menos por enquanto, ele sorriu para ela e lhe beijou com ternura.
-- Essa será a lua de mel mais quente da história mundial! - Ele declarou mordendo os lábios dela e se pondo pronto para mais uma...
Edward cumpriu a sua palavra, eles tiveram uma lua de mel quente e bastante prazerosa.
E agora, lá estavam eles voltando para casa, depois de uma lua de mel cheia de luxuria, mas deveras romântica. Isabella corava toda vez que se lembra de alguma loucura que tinham feito naquela viajem. Ele sorria ao vê-la enrubescer, porque ele bem sabia o motivo...
Edward se sentia feliz por aquilo, pelo menos lá, longe de tudo, ele sabia que Isabella esteve em segurança e livre das ameaças de Victoria. Agora viria o grande problema, ele teria que contar a Isabela o que estava acontecendo, mas ele não fazia ideia de qual seria a reação da esposa, ao tomar ciência da verdade...


CONTÍNUA...

terça-feira, 14 de julho de 2015

De Olhos Bem Fechados -- Cap 26

E ASSIM ACONTECEU...

A verdade era que todos se casavam por algum motivo, alguns pelos motivos errados e outros pelos motivos certos. Edward se casou com Isabella pelo motivo errado, contudo aquilo não queria dizer que ele não a amasse, pelo contrário, ele morreria por ela se fosse preciso, e tal fato o deixava, de certo modo, deveras assustado. Já que ele nunca sentira aquilo antes por alguém antes, nem mesmo por Victoria, e sendo Victoria o motivo de seu casamento rápido, ele ainda estava inseguro em relação a muita coisa.
-- Deveria ter contado a ela! - Emmett comentou quando ambos estavam sozinhos. Rosie levou a noiva para apresentar a algumas pessoas amigas.
-- Acho que não! - Edward retrucou bebendo um cole de seu champanhe — Ela está mais segura não sabendo dessa merda toda.
-- Victoria ainda é um verdadeiro perigo, Aro mesmo disse! - Emmett adverte.
-- Eu sei que ela é um perigo constante em minha vida e ao redor de que amo, ela foi a minha primeira esposa e mesmo assim, ela ameaçou de me matar! - Edward rebateu com raiva — Além disso, nós dois sabemos que Victoria não é do tipo que faz promessas, se não tive a intensão de cumpri-las.
-- Aro disse que ela fugiu da Clínica há dois dias! - Emmett relembra.
-- Era para ela apodrecer naquele local, no entanto, ela trepou com um dos Enfermeiros e fugiu! - Ele redargua irritado.
-- Ela é louca e agora sabemos! - Emmett afirma.
-- Ok, você tinha razão o tempo todo! - Edward diz frustrado.
O amigo tinha razão, ele sempre achara Victoria descontrolada, sempre pontuara que ela tinha algo de anormal, e agora todos sabiam o porquê de ela ter tentado envenenar o seu próprio marido, e muito provavelmente, fez o mesmo com todos os outros que se envolvera.
-- O que vai fazer?
-- Manter Bella segura.
-- Não vai conta para ela?
-- Quando voltamos de lua de mel... - Edward divaga — Contarei tudo a ela, talvez assim fique mais fácil de mantê-la segura.
-- Espero que sim! - Emmett diz suspirando ao ver a esposa caminhando em sua direção — Sabemos que Victoria não tem mais nada a perder, até procurada pela Polícia ela já está...
-- Mantenha isso em segredo! - Edward diz entre lábios, sorrindo para Bella que se aproximava ao lado de Rosie — Acho que está na hora da valsa dos noivos.
Havia muito a dizer e Edward sabia, mas também sabia que aquele não seria o momento e nem mesmo o lugar certo. Almejava pela festa de casamento perfeita, ele desejava que Bella estivesse feliz, e naquele instante, o brilho nos olhos dela, diziam tudo o que ela sentia, a felicidade que transbordava em seus poros e ele estava contente por ser o agente de tudo aquilo.
A valsa fora perfeita, tão perfeita que a noiva acabou chorado em meio ao bailar, antes do final, os amigos ali presentes, se juntaram a eles na pista de dança.
-- Amo você! - Edward sussurro em seu ouvido — Ninguém roubará o seu lugar em meu coração.
-- É uma promessa? - Ela perguntou em volta de um sorriso e em meios às lágrimas.
-- Completamente! - Ele disse sorrindo e beijou as lágrimas que caiam, as secando. — Que tal nós jogamos esse boquê e sairmos à francesa?
-- Seria perfeito!
Bella estava no meio de uma multidão de mulheres, loucas para agarrem o buquê. Todas solteiras. Ela se preparou para jogar o adorno de flores, ficando de costas para a multidão, e então, fingiu jogar o buquê uma primeira vez, enganado a todas. Ela desceu do palco e caminhou até a sua amiga e madrinha, sorrindo, ela entregou o buquê a Ângela, que pega de surpresa não entendia o porquê daquilo. Bella a girou em direção a Benjamim, que estava de joelhos logo atrás dela com um caixa preta aberta, contendo um belo anel de brilhantes dentro.
A bela morena não conteve as lágrimas, Ben havia combinado tudo com Bella mais cedo, solicitou que ela o ajudasse com pedido. A jovem havia pensado em todos os detalhes e agora eles estavam ali, Bem de joelhos, fazendo o pedido oficial para a namorada e ela se desmanchando em lágrimas de emoção e felicidade.
-- Você está ficando muito esperta Sra. Cullen! - Edward disse sorrindo abraçando a esposa por trás — Ótima ideia a de vocês!
-- Obrigada!- Ela disse sorrindo — Afinal, não sou só um rostinho bonito!
-- Nunca disse que você era apenas um rostinho bonito! - Edward confirmou segurando a mão da esposa — Que tal uma última dança?
-- Seria perfeito! - Ela disse o seguindo até a pista de danças.
Ninguém notou quando Edward e Bella saíram da festa. Angel ficaria um tempo na casa de sua avó. Rose e Emmett cuidariam da empresa naqueles dias em que os noivos estivessem fora. Bella e Edward estariam partindo na manhã seguinte. Eles viajariam para Veneza, um lugar escolhido pela noiva para passar a lua de mel. Os noivos passariam a noite de núpcias em uma pequena cabana do outro lado do lago. Simples, porém encanadora. Os olhos da noiva brilhavam ao entrar na casa, sendo tradicionalmente carregada pelo marido. O lugar era todo de madeira, tinha um toque delicado, clássico, perfeito e simples.
-- Se você continuar chorando assim, todas as vezes que eu te fizer uma surpresa, me sentirei culpado ao invés de feliz. - Edward brincou com ela em seu colo.
-- É que está tudo tão perfeito! - Ela sussurrou colocando a cabeça na curva do pescoço do marido.
-- Porque você merece tudo tão perfeito quanto você, minha querida!
Edward colocou Isabella no chão da sala, ambos ficaram se encarando, enquanto Edward secava algumas lágrimas ainda rolavam pelo rosto da morena.
-- Como foi que acabamos aqui? - Bela perguntou em meio a um soluço.
-- Quando você me disse sim! - Ele proferiu segurando o rosto da esposa em suas mãos e tomando a boca dela em um beijo profundo.
Edward sempre mostrou para Isabella as suas duas faces, ora romântico e doce, ora possessivo e dominante. Mas naquela noite, ele estava completamente apaixonado, os seus carinhos foram lentos e prazerosos, assim como os seus beijos doces e carinhosos.

Ela não notou quando as roupas sumiram, quando o seu vestido se perdeu pelo chão negro, em meio aos toques e desejos que tomaram conta dela, não se deu fé de muita coisa, não se lembrava de nada a não ser das mãos fortes dele, da boca que a tocava por todo o corpo, até que ele virou o corpo dela, colocando-a por cima dele, deixando que ela guiasse e buscasse o seu próprio prazer.

Isabella fitava o seu véu de noiva e as meias brancas jogados no chão, o sol começava a nascer do lado de fora da casa, ela não se deu conta de quantas vez fizeram amor, mas se lembra de que foram muitas às vezes que ele a fez chegar ao limite do prazer. Ela sabia que ter se casado com Edward foi a melhor decisão que fez na vida, não só pelo prazer e sintonia deles na cama, mas também porque ela o amava.
A noite havia acontecido da melhor forma possível, Edward estava deveras contente, mas a sua mente não se desligou completamente, mesmo tendo Isabella diversas vezes naquela noite, ele ainda tinha em mente que deveria proteger a sua esposa e que mantê-la segura era a sua prioridade de agora em diante...


CONTÍNUA...

domingo, 5 de julho de 2015

De Olhos Bem Fechados-- Cap 25

O CASAMENTO

Ela estava se olhando no espelho, sem poder acreditar na linda imagem refletida, depois de um longo caminho, as coisas finalmente chegaram àquele ponto. Há menos de três meses, ela era apenas Bella, uma garota que estava à procura de um emprego para conseguir saldar as suas divida e assim, honrar os seus compromissos.
Ela estava ali enfrente ao espelho, toda arrumada e pronta para se casar no grande jardim da casa de campo de Edward. Lá estavam todos que Isabella conhecia e alguns amigos dele também, além de sua família.
A mãe e o pai dela também estavam lá. O pai de Bella quase enfartou com notícia do casamento da filha, pois ele nunca havia sido apresentando ao suposto noivo, que antes era apenas o namorado da menina. Ele mal sabia que a filha estava em um relacionamento sério e de repente, ela aparecia noiva e pronta para casar. Já a mãe da jovem, estava deveras feliz, pois a filha estava casando com um rapaz rico, e assim, nunca passaria pelos problemas que ela passara um dia.
Isabella sabia que a sua família não era a mais perfeita do mundo, contudo, agora ela sabia que família de Edward também não o era, a mãe, Esme, era uma mulher amargurada, desde que descobriu as traições do marido Carlisle. Ele tentou por diversas vezes se separar dela, mas ela nunca lhe daria aquele prazer. Ela preferia infernizá-lo até a morte. A mulher odiava todos que eram felizes e não era à toa que ela odiava Isabella, já que ela era o motivo da alegria de seu filho. Esme ficou chocada com notícia do casamento, ela gritou em alto e bom tom que Isabella era uma vadia aproveitadora, que estava dando golpe no burro de seu filho.
Edward foi bem mais grosso do que jamais havia sido com a mãe, ele disse que ela não precisaria ir ao seu casamento se não desejasse, mas se por acaso ela resolvesse ir, ela teria que respeitar Isabella, porque ela seria a sua mulher, a mãe de seu seus futuros filhos, além da mãe que Angel queria e amava. Ele ainda disse mais, pontuou que se alegria deles lhe incomodava, que ela estava livre para partir, e que a presença dela não era importante, não se fosse para ela lhe causar tristeza e desgosto.
Ele havia feito a sua escolha e Esme perderia o seu filho caso se mostrasse intolerante e rancorosa, sendo assim, ela concordou com tudo, mas o fato dela ter aceitado, não queria dizer que ela morria de amores por Isabella, ela ainda achava que a jovem não passava de uma caça dotes e aproveitadora, mas por hora, ela aceitaria a escolha do filho, entretanto ela ficaria sempre atenta à futura nora, para que um dia pudesse jogar na cara do filho o tipo de mulher que ele havia escolhido para se casar.
O vestido da noiva era perfeito, um branco puro sem máculas, cheio de rendas nas mangas longas, cavado na altura do colo, o véu tão branco que poderia ser comparado a nuvens.

Do lado de fora, no gramando da casa de campo, próximo ao lago que existia ali, foi montado um cenário digno de conto de fada. Tudo estava perfeito, o casamento seria no final da tarde, foi planejado para aquele horário com muito bom gosto e requinte. Edward não poupou gastos em seu matrimônio, ele queria que tudo saísse como a noiva desejava, de certo modo, Isabella não queria algo tão grande, mas a sua mãe não deixou que o gosto da filha prevalecesse ali, claro! Mesmo porque, um casamento com Edward Cullen não poderia ser algo simples, pois Bella estava casando com aquele que era conhecido como o Rei do Mundo, acunha lhe dada por ser muito poderoso.
Flores brancas em todos os lugares, inúmeros buquês de rosas cor de rosa e lilás espalhadas por todo o ambiente, a decoração era de certo modo clássica e bem elegante, tudo com um toque de bom gosto e delicadeza.


Isabella estava maravilhada, ela precisou piscar várias vezes e até se beliscar para poder acreditar que aquilo era real.
Ela se perguntava a todo o momento como tudo aquilo foi possível. Ela era tão jovem e Edward já era um homem maduro e bem sucedido, além da vasta experiência com mulheres...
Lembranças de Isabella Swam

A noite estava fria, porém amena, Edward a convenceu a saírem de casa, ele havia conseguido o que queria, Isabella era a sua nova assistente, a única coisa que ele ainda não havia conseguido, de fato, foi transar com ela dentro dos compartimentos da empresa, pois a sua mesa, o sofá, o elevador privativo, todos aqueles locais continuavam puros e imaculados, contudo, ele pretendia mudar aquilo muito em breve...
Ele a arrastou para fora de casa, até então, Isabella pensava que eles estavam apenas indo jantar fora com Peter ou Emmett, eles faziam isso algumas vezes durante a semana, então aquilo já era algo normal para ela. Era sempre assim, ele dava a ordem e ela simplesmente acatava, ele declarava que iam sair, e ela, apenas, perguntava a que horas. Ele comunicava que não queria que ela fizesse tal coisa e ela meramente respondia “ok”.
Ela sabia que faria qualquer coisa que ele lhe pedisse, não que ela fosse completamente submissa a ele, Bella não era assim, ela tinha os seus momentos, porém a jovem aprendeu que certas coisas com ele, seria melhor não contrariar. Ele poucas vezes perdeu a cabeça com ela, no entanto o pouco que houve, gerou briga entre eles. Foram momentos tensos, os quais ela se sentiu desgastada e infeliz, assim, analisando as confusões, percebeu que os motivos causadores de adversidades eram, em suma, bobagens e caprichos. Então eles adotaram um jeito de lidar com aquilo, ela não invadiria o espaço dele e nem ele invadiria o dela. Ambos tinham regras de convivência bem definidas e entraram em acordo para o bem estar do relacionamento, dos dois, ele abriu mão de algumas coisas e ela também.
Edward estava nervoso e ficou ainda mais quando eles chegaram ao local o qual ele havia planejado fazer toda a surpresa, ele o fizera com ajuda do dono do lugar que era seu amigo de longa data, por mais que eles não fossem tão próximos, mas ainda assim, ele poderia chamá-lo de amigo.
Isabella não sabia o que eles estavam fazendo ali, mas ela ficou sem palavras para descreve o ambiente e tudo o que veio em sua cabeça foi um lugar mágico... O lugar era cercado por flores, havia um jardim muito bem cuidado e conservado. No começo, ela não entendeu o porquê deles estarem ali, contudo, quando Edward caminhou com ela em direção a um grande coreto branco, cercado por rosas vermelhas, em um estilo bem clássico, ali ela já se sentia uma verdadeira princesa. Bella começou a se sentir nervosa, o seu coração só faltou saltar de seu peito, quando ele abruptamente, ajoelhou-se em sua frente e segurando a mão direita dela, em um gesto digno de um perfeito príncipe, lhe pediu em casamento, usando as mais belas palavras que ela já escutara na vida.
-- Isabella Mary Swan, eu te desejo mais do que tudo nesse mundo, e acredito que já demonstrei isso, em palavras, com o meu corpo e alma - Ela sentiu o seu peito inchar, perdendo uma batida de seu coração e ele sorriu segurando a sua mão carinhosamente — Eu não quero que você seja apenas a minha namora, quero que você seja mais que isso... Desejo em você a amiga, a companheira, a mãe que Angel precisa, pois ela te ama, a mulher da minha vida, a mãe de nossos futuros filhos... Nesse exato momento, eu me coloco de joelhos perante você, não como um homem que te obriga a algo, mas sim, como um homem apaixonado e que não pode mais viver sem você ao seu lado... E é sendo esse homem, que eu lhe pergunto se você aceitaria se casar comigo, assim ser o grande amor de minha vida?
Se ele tinha dúvidas sobre a resposta que ela lhe daria, era porque ele não tinha noção do tamanho do amor de Isabella por ele, pois se ele soubesse, não duvidaria. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas e a sua voz parecia ter lhe fugido, o seu coração batia desgovernado, simplesmente de alegria. Ela soluçou, e então, com a voz trêmula e cheia de emoção, ela deu a sua tão esperada resposta...
-- Sim! - Ela soluçava emocionada - É claro que eu aceito...

Fim da lembrança.

Era claro que ela sabia que jamais diria não para ele. Ela o amava loucamente, e sempre soubesse disso e agora, em frente ao espelho, esperando o momento de sua entrada em cena, ela era só felicidade. Ela sabia que os amigos e a família seriam pegos de surpresa, quando a notícia fosse revelada, mas para ela, a pior parte foi contar o fato para a sua mãe. Ela e Renee nunca se deram muito bem, a mãe era meio maluquinha, já o seu pai sempre seria o seu grande herói. Ele até tentou convencer a jovem por esperar um pouco mais para se casar, mas quando ela lhe disse que estava perdidamente apaixonada e que Edward Cullen era o amor de sua vida, o pai teve o seu coração amolecido pela veracidade e força das palavras da filha.
-- Bella! - A voz rouca e cansada lhe chamou da porta — Está na hora querida!
Era o seu pai, ele estava lindo em um smoking feito sobre medidas. Charles ficou emocionado ao ver a sua única filha vestida de noiva e completamente linda.
-- Angel já está a postos, juntamente as suas madrinhas! - Charlie avisou – você está linda, querida!
Isabella sorriu para o pai e pegou o seu buquê sobre a bancada da penteadeira do quarto em que se encontrava, ela caminhou até ele, que estava com um olhar orgulhoso estampado na face. Charles a ajudou a cobrir o rosto com o véu, mas antes, ele depositou um beijo carinhoso na testa da filha, então lhe ofereceu o braço, que ela aceitou sem medo.
-- Por favor, não me deixe cair!
-- Nunca querida!
Estavam todos lá, todos os seus amigos, toda a sua família, até mesmo Soraia, a mulher que nunca demonstrou carinho, e de certo modo, Isabella não a odiava. Ângela e Ben eram os seus padrinhos, assim como Rosie e Emmett eram padrinhos de Edward. Ela caminhava em direção ao arco da entrada, pausadamente. Angel já a esperava com um pequeno cesto de pétalas de rosas vermelhas em suas mãos. A menina estava linda, parecia uma mini princesa. E então, quando pararam em frente à entrada, na qual um enorme tapete de pétalas cobria o chão verde, Isabella o viu no altar... 

Ele parecia maravilhado, vestia um smoking de fino corte, ele estava muito lindo, e o melhor, Edward estava lá, esperando por ela. Ele seria para sempre dela, ela estava caminhando para o altar, em direção ao amor de sua vida.
Quando ambos chegaram ao altar, Charlie entregou a mão de Isabella para Edward, que a segurou com um sorriso gentil, assim agradecendo ao seu sogro. Logo a sua atenção se voltou completamente para a sua bela noiva e futura mulher. Ela estava perfeita e incrivelmente linda. O Reverendo deu inicio a cerimônia, reforçando sempre que o amor movia tudo ao seu redor.
-- Agora chegou a hora dos votos dos noivos! – O Reverendo comunicou — Primeiramente, o noivo, Edward Cullen...
Edward sorriu para Isabella, que parecia estar ao ponto de desabar em choro, por tamanha emoção. Ele então respirou fundo e a fitou, demonstrando o grande amor que sentia e que estava estampado em seus olhos.
-- Eu, Edward Cullen, prometo amá-la, respeitá-la, aceitar todos os seus defeitos, as suas mudanças de humor, até a falta dele em apreciar uma boa piada! - Ela sorriu quando ele falou aquilo, pois ambos sabiam o que aquela fala significava — Acima de tudo isso, eu prometo nunca te deixar. Sempre lutarei por você, todos os dias de minha vida, porque eu sei que nunca conseguiria viver em mundo onde você não estivesse ao meu lado.
Duas lágrimas caíram dos olhos da noiva, escorregando pela sua bochecha e indo morrer em sua boca. Isabella quase soluçou e então, Edward beijou as suas mãos, depois colocou a aliança em seu dedo, tornado aquele o seu grande gesto de amor.
-- Isabella Swan... - O reverendo apontou – Agora é a sua vez!
-- Eu, Isabella Mary Swan, prometo amá-lo todos os dias enquanto o sol nascer, respeitá-lo em todos os momentos de nossa vida, cuidar de você, mesmo quando você estiver de mau humor. - Ela sorriu para ele - Prometo ser apenas sua para sempre, porque o meu coração só se permitirá bater, enquanto o seu estiver fazendo o mesmo...
Pegando a mão dele, ela colocou a aliança em seu dedo, logo em seguida, ela levou aos lábios a mão do noivo, beijando os seus dedos, em um gesto de amor e devoção.
-- Com o poder a mim concedido, eu os declaro marido e mulher! - O Reverendo finalizou o ato — Agora, você pode beijar a noiva!
Edward sorriu e naquele momento mágico, ele puxou a sua agora esposa para os seus braços e a tomou em um beijo profundo, selando assim a sua união eterna com ela...



CONTÍNUA...