Jul M

Oi

domingo, 30 de novembro de 2014

Epílogo

Epílogo

E assim aconteceu...

Pov Bella Swan

Não posso reclamar de meu casamento, ele foi perfeito, tudo nele foi perfeito. Eu tinha acabado o Ensino Médio e havia ganhado uma Bolsa de Estudos para uma conceituada Faculdade na Virginia, Edward iria comigo. Nessie iria ficar morando com os avós, porque ela não queria nem pensar na idéia de ficar longe de Jacob, alem do mais, ela só teria mais um ano no Ensino Médio Regular e depois também estaria indo para uma Faculdade. Foi difícil para Edward aceitar aquilo, Nessie era a sua menininha, a sua única filha, mesmo ele não sabendo sobre a verdadeira origem de Nessie, era lindo o amor que ele devotava a ela, eu sabia a verdade e eu não era única, contudo não seria de minha boca que ele conheceria a verdade...
Aquele fora o pior ano para todos nós, mas ao mesmo tempo, fora o melhor... Tivemos perdas e encontros, eu não poderia dizer que tudo nesse ano que se passou tenha sido de todo ruim, porque seria uma grande mentira.
O meu pai veio para o meu casamento e não foi nenhuma surpresa saber que ele estava envolvido com Tânia, a prima de Rosie, eu acho que pela primeira vez, Rosie havia perdido, ela perdeu para a sua prima. Ela perdeu o meu pai, até porque, ela estava morta, e honestamente, eu duvidava muito que uma pessoa morta pudesse competir com alguém vivo...
Ele veio se entrar comigo e me levou até o altar... O meu casamento aconteceu na casa dos pais de Edward, o Doutor Carlisle não era lá muito meu fã, mas não tentou mais nada, nunca mais me insultou. Esme era incrivelmente doce, tudo que ela queria era ver o seu filho feliz, e eu de fato, o fazia feliz.
Alice que era a esposa do primo Jasper de Edward, estava lá também juntamente ao marido.
Nessie estava toda sorridente com namorado a tiracolo, eu, de fato, estava deveras feliz pelos dois. Charlie veio para o meu casamento, meu avô estava orgulho por sua neta estar se casando, acho que no fundo, no fundo, ele estava feliz porque o meu casamento com Edward daria fim aos malditos rumores sobre mim. E isso o deixava muito feliz.
O meu vestido era perfeito, claro, o noivo era perfeito... Nós nos casamos apenas no civil, porque eu quis, ainda iríamos marcar uma data para a cerimônia na igreja. Os poucos amigos meus e de Edward também foram para a nossa celebração, depois tivemos uma festa simples, apenas para os íntimos e a família, no final, acabou tudo bem.
-- Pronta para ir, Sra. Cullen? - Edward sussurrou ao meu ouvido e eu sorri feito uma boba.
-- Sempre, Sr. Cullen!
Era a nossa última dança, ninguém mais ligava para o que fazíamos, eles estavam todos cansados e bêbados. Carlisle estava totalmente bêbado, não sei dizer se foi por minha culpa ou dele, mas ele começou a beber depois que dançou comigo e tivemos uma conversa bem estranha.
FLASHBACK ON
-- O fato de você estar casada com ele, não apaga o que você fez! - Carlisle me disse, enquanto dançávamos — Você destruiu uma família.
-- Eu salvei uma família! - Disse a ele mantendo um sorriso de bons amigos no rosto — Você sabe a verdade, sempre soube, apenas não quis aceitar, não me culpe pelos erros dela, ela se destruiu sozinha!
-- Não muda o que você fez! - Ele disse — Nessie ficou sem mãe.
-- Eu não sou culpada pelos erros dos outro! – Repliquei — E você sabe a verdade sobre Nessie, você sempre soube!
Carlisle ficou pálido me olhando como se as minhas palavras tivessem mais efeito do que se sabe lá o quê...
-- Não serei eu a contar para ele... - Eu ressaltei — Eu entendo o seu medo. Lamento de verdade, mas pelo menos, ela sempre teve o melhor pai do mundo. Isso ninguém pode negar.
FLASHBACK OFF
A dança terminou e Carlisle me devolveu para Edward, que achou estranha a atitude do pai. Eu apenas me estiquei ficando nas pontas do pé e o beijei carinhosamente, acabando assim com a chance de perguntas que nunca começaram a ser feitas.
A casa ficou apenas para nós, eu e Edward. Nessie ficaria na residência do avô, pelo menos foi isso o que ela dissera, mas eu sabia que ela iria para a casa do namorado passar a noite com ele, eu também faria o mesmo se fosse ela, é claro.
-- Bem vinda ao lar, Sra. Cullen! - Edward proferiu animadamente ao entrar comigo no colo.
Ele me beijou, e claro, que o beijei de volta. Nós caímos no sofá, e bom, não precisou de muito para perdemos o controle... O meu vestido lindo foi removido rapidamente do meu corpo e ficou caído pela sala, não que fosse novidade, a gente já tinha transado naquela sala, mas dessa vez, eu era a mais nova Senhora Cullen.
Edward estava no sofá sentando, eu estava em seu colo, ele vestia apenas a sua camisa branca, o resto do smoking estava espalhado pelo chão. Eu trajava somente uma segunda pele, que ficava por baixo do vestido, na cor branca e em renda. Edward abaixou um lado da peça, deixando o meu seio à mostra, e então, o chupou como um verdadeiro menino faminto por muito mais...

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O sol nascia lá fora, mas ainda era cedo, eu sabia, pois ouvia os cantos dos pássaros, a minha cabeça estava deitada no peito de Edward e ele usava os dedos para passear pelas minhas costas nuas. Eu não conseguia tirar o sorriso da minha boca, as lembranças da noite passada ainda tomavam conta de minha mente, o modo com Edward possuiu o meu corpo, várias vezes, ainda me deixava assim em estado de plenitude.
Conseguia me lembra de cada detalhe, Edward me empresando contra a parede, perto da janela... As minhas mãos segurando a cortina da janela e os seus quadris se movendo para frente com impulsões fortes e frenéticas, o seu pau entrando e saindo de minha boceta melada que implorava por cada vez por mais...

O modo como ele me fez montar nele foi fantástico, eu rebolava como uma cadela no cio, gritando o seu nome, enquanto as suas mãos me seguravam pela cintura em seu colo, o modo como o meu corpo me deixava, em completo abandono, em suas mãos, era perfeito...


O jeito como ele me tomou no sofá, deitado de lado, me fazendo gemer o seu nome, enquanto ele me comia, era único, a maneira como as suas mãos passeavam pelo meu corpo, seguindo o mesmo ritmo dos seus quadris, o seu pau entrando e saído prazerosamente de mim, me fazendo explodir em um orgasmo impar.

O modo como estava montada nele, enquanto ele entrava e saia de dentro de mim, deixava todo o meu corpo quente. Eu me sentia no paraíso, os movimentos dos quadris sincronizados, aquele balançar de cada centímetro de seu pau em meu interior, me fazendo sua, me possuído e me fazendo gritar em êxtase.

 Mordi o seu ombro, quando urrei gozando, sendo logo seguida por ele. E assim acabamos nós dois deitados no chão da sala, respirando de forma ofegante e assistindo o dia nascer.
.....................
A vida domestica com Edward era perfeita, nos mudamos duas semana depois que voltamos de Paris, local em que passamos a nossa lua de mel. Tudo foi perfeito, conheci Paris e tive as melhores noites de amor com Edward. Batizamos todo o quarto do hotel, nem mesmo a varanda escapou...
Eu amava Edward, amava o modo como ele me fazia sentir cada vez mais viva, quando eu estava com ele, eu amava o jeito como eu conseguia facilmente fazer com que ele perdesse o controle... Eu o amava tudo nele e isso estava bem estampando em meu rosto.
A nossa primeira noite na casa nova foi diferente, nada de sexo pelo motivo simples de eu estar menstruada, e depois, a casa ainda não estava do meu gosto, passamos uma semana colocando tudo do meu jeito, Edward disse que a casa era minha e que tinha que ficar a minha cara e foi isso exatamente o que fiz, eu a deixei a minha cara.
Na semana seguinte, Edward deu início ao que ele chamou de “batismo do novo lar”.

 Nós fizemos amor no sofá branco da sala, que ficava de frente para a janela, não havia vizinhos, a casa era longe de tudo, mas perto de uma linda campina, o que era bom, porque ainda era dia e se tivesse vizinhos, com toda certeza, eles teriam nos visto pela janela e ouvido os meus gemidos sem vergonha, enquanto gozava loucamente no pau de meu marido gostosão. Confesso que não sentia nem pingo de culpa por aquilo, eu gostava muito...
Nossa primeira briga veio no quarto dia naquela semana, Edward e eu brigamos por uma bobagem e ciúmes... O meu ciúme foi devido a ele ter contratado uma assistente bem jovem para o seu novo escritório na Virginia, e por isso, eu fiquei completamente possuída de ciúmes. Aquilo nos levou a brigar e gritar um com outro, e claro, fizemos as pazes no mesmo dia, na mesma noite, em meio a muito sexo selvagem, no qual Edward me comeu ferozmente por trás na nossa cama nova.

Eu amava tudo em Edward, amava mesmo... Amava o modo como ele estava sempre prestando atenção em mim, o modo como mesmo de longe, ele cuidava de Nessie, ligando todos os dias para saber como menina estava e chamando-a para vir passar alguns dias conosco. Gostava o modo como ele me tratava... Dando-me pequenos mimos todos os dias, tais como flores, bombons e mensagens lindas, que só poderiam ter sido escritas por ele, o modo como ele me pegava no colo, mesmo que aquilo fosse apenas para que víssemos alguns filmes bobos na TV. Eu amava o modo como ele fazia amor comigo, isso eu amava ainda mais. O modo como ele era cuidadoso ao apertar ou chupar os meus seios, sempre tentando me manter confortável e me dar prazer ao invés de dor, tendo sempre o cuidado de me levar ao limite e depois me puxar de volta. 

Ou até mesmo quando ele fica com raiva por algo que eu diga ou faça, ele tem todo um cuidado para que não tenhamos desavenças nem brigas. Eu amo esse homem e cada dia mais ainda, eu sou incrivelmente apaixonada por ele.
Quando já estávamos na terceira semana em nossa casa nova, Edward voltou com a idéia de rebatizar a casa, o que nos levou a mais uma semana de “maratona do sexo”. Transávamos sem controle sobre a mesa da sala de estar e todos os demais locais inusitados ou não... Edward me fazia gritar o seu nome, enquanto chupava a minha buceta e me fazia implorar pelo seu pau, sempre dentro de mim...

 Eu queria que ele me comesse o tempo todo, ele não colocava empecilhos nisso...
Em uma determinada noite, ele me comia no sofá da sala, depois de me fazer gozar em seu pau, ele saiu de dentro de mim para preencher o meu rabinho, em outros tempos, eu desprezaria essa idéia de sexo anal, mas com Edward era tudo tão intenso que eu só conseguia gritar, ele definitivamente conseguia me fazer gozar com o sexo anal.

 Eu adorava a sensação dele enchendo o meu rabinho com o seu gozo.
Naquela semana, transamos encima da mesa da cozinha também, local que ele me atacou logo pela manhã. Ele apenas me sentou sobre o balcão da cozinha e arrancou a minha calcinha, abaixando o meu vestido, deixando os meus seios à mostra, então subiu a saia do meu vestido, me penetrando forte e gostoso, de uma maneira que só ele sabia fazer. 

Edward estava determinado a me fazer gozar muito e também queria rebatizar toda a casa com trepadas sacanas.
Mas ele não era o único que sabia jogar aquele jogo, eu também jogava bem, o pequei no final da noite desprotegido e caí definitivamente de boca em seu pau, o chupando e o fazendo gemer até gozar. 

E quando ele fez isso, eu lambi cada gotícula de seu prazer de maneira deveras vulgar, que o deixou duro de novo, o que nos levou a mais sexo, só que dessa vez foi no nosso quarto, lugar no qual Edward mais uma vez me comeu de ladinho, fazendo vibrar até a última célula de meu corpo até que eu explodi em prazer, sendo seguida por ele.

Poderia ser loucura ou apenas tesão, como muitos falavam, mas para mim era diferente, eu adorava a nossa vida, eu adorava aquele homem e o fato de estar com ele, era o que deixava tudo ainda melhor... Edward não era apenas sinônimo de sexo bom e gostoso, ele se transmutava em respeito, carinho e companheirismo.
Diariamente ele me deixava na Faculdade e depois me pegava na saída, ela confiava em mim, mas também fazia lá a sua marcação de território, como se eu fosse capaz de troca alguém com Edward Cullen por esses garotos com hormônios a flor da pele. Eu já tenho o meu homem e era muito feliz por ser somente dele.
Na onda de fazer joguinhos com Edward, surgiu a idéia de começarmos a realizar as nossas fantasias sexuais, bem malucas e cheias de tesão. Eu amava realizar cada uma delas. Elas aconteciam por ordem de vez, um dia realizávamos as minhas no outro as dele. As minhas era bem previsível, Edward sempre dizia. Já as dele, eram sempre intrigantes e bem malucas. Na nossa primeira tentativa, eu fui uma ninfeta escolar, assim nomeada por ele. Edward fez com que a gente transasse no quarto que seria de Nessie, lá era o único quarto da casa que tinha cara de adolescente, então deu mais realismo a fantasia.

 No final daquela noite, acabamos de quatro sobre o tapete rosando, Edward me fudia por trás, até que gozamos gritamos e caímos exaustos no chão.
A segunda vez, nós executamos a minha fantasia, eu escolhi ser uma nerd, que acabava trepando com o Professor de aula particular no quarto da casa dele. Foi a maior loucura, eu nunca gritei tanto, me lembro de minha blusa aberta, os meus seios a mostra e as minhas pernas abertas, enquanto Edward me comia com força, me fazendo gritar e gozar...

 Eu estava bem a caráter, usava duas “marias chiquinhas”, óculos de nerd e roupas em desleixo... Edward, é claro, nunca deixou a desejar ou a me decepcionar.
Quando fizemos um mês de casados, a fantasia a ser encenada era minha, eu me vesti de empregada domestica e esperei que ele chegasse do trabalho... Nós nos divertimos muito, nos deliciamos com tudo... Eu entrei mesmo no papel, eu servi o seu jantar, atendi os seus desejos... Eu me lembro do uniforme preto de emprega, os sapatos brancos de saltos e meias longas e pretas, que cobriam as minhas pernas, além da cinta liga, é claro!. A metade do meu corpo estava sobre a cama, eu de joelhos sobre um banquinho que ficava no final da cama, a minha calcinha enfiada em minha boca, a saia do uniforme levantada, enquanto Edward me dava umas boas palmadas, fazendo-me gemer e implorar por mais.

Foi uma das noites mais intensa que tivemos, neste dia, acabamos os dois na sala, ele usando apenas uma de suas camisas brancas e sem nada mais... Eu subia e descia sobre o seu colo, o beijando com carinho, o desejando com uma vontade infindável.

 Ele era só meu e ninguém poderia tirá-lo de mim, ele era o meu mundo, a minha vida... Eu era realmente uma pessoa de sorte.
A vida com Edward nunca seria chata ou entediante. A minha rotina na Faculdade era boa, eu tinha até um “Professor particular” que me ajuda nas atividades acadêmicas, claro que Edward adorava ser o meu Professor, mas a parte na qual eu perdia a cabeça e abria as suas calças, caindo de boca nele, quando já estava de saco cheio de suas aulas, era o melhor momento para mim.
Ele nunca me pediu para mudar, ele ainda adorava a minha boca suja e ficava ainda mais maluco quando eu falava coisas que lhe deixava duro.
Meu pai aparecia sempre no verão, ele nunca ficava tempo o suficiente para matarmos a saudade, mas ele sempre dava sinal de vida. Continuava tocando para frente a vida dele. Agora ele se mostrava mais preocupado comigo, a última vez que o vi, foi antes de voltamos de Paris. Ele havia estado lá com Tânia, a bela loira. Ele estava fazendo um enorme esforço para ser um cara melhor, ou talvez não, talvez a morte de Rose tenha lhe trago a vida, mas a vida real, não a vida de mentirinha que ele criou para fugir desse mundo... Talvez ele ainda faça tudo o que fazia com Rose, só que agora com Tânia, mas o que realmente importava era que ele havia se tornado mais humano, e agora, ele se transformou em meu pai de fato e de direito.
Nessie passou para a Faculdade da Transilvânia, o que me deixou muito intriga, pois Jacob também passou para o mesmo lugar, claro que os dois planejaram aquilo perfeitamente. E ninguém poderia culpá-los, já que ambos estavam juntos a um bom tempo e seria cruel separá-los agora.
A vida seguia o seu curso normalmente, Eu era feliz, estava fazendo Faculdade, ninguém sabia do meu passado ou do de Edward aqui... Ninguém ligava para o que fazíamos, pois éramos casados, e isso pesava muito na sociedade, e o melhor de tudo era que nós éramos felizes.
-- Está pronta, Sra. Cullen? - Edward perguntou do andar de baixo, era Halloween e eu e Edward íamos para uma festa de uma das Fraternidades da Faculdade.
-- Estou quase! - Gritei só terminando de passar o meu batom.
Saí do quarto, seguindo para as escadas e parei quando o vi de costas, ele vestia uma capa preta com detalhes em vermelho, um chapéu dos anos 20 e segurava uma bengala. Edward estava deslumbrante como vampiro, sim, ele era um lindo vampiro e poderia me morder quando quisesse, eu deixaria sem a menor culpa. Ele virou ao ouvir os meus saltos na escada, e então, sorriu segurando o seu copo de uísque. Ele me olhou de cima a baixo, parece que engoliu em seco, e então, sorriu novamente para mim.
-- Você está linda! - Ele disse com devoção.
-- Tenho que dizer o mesmo de você! – Retribui o elogio sorrindo e chegando perto dele — Você está um tesão de vampiro, pode me morder quando quiser.
-- Pode deixar! Eu vou me lembrar disso mais tarde! - Ele disse colocando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha — E você está linda como Chapeuzinho Vermelho, eu vou adorar comer você depois...
-- Edward! – O advirto sorrindo em seguida - Desse jeito nem vamos sair de casa!
-- Oh baby, a minha intenção não é mesmo sair com você... - Ele disse safado — Não depois de vê-la assim, a minha mente quer você e quero você sobre a mesa de meu escritório!
-- É mesmo, Sr. Cullen! - Digo passando os braços em volta de seu pescoço — E por que isso agora?
-- Comprei uma câmera de vídeo nova! - Ele disse cheio de malicia — Já que você quebrou a outra da última vez, achei que devíamos fazer um vídeo de nós dois hoje noite! - Ele mordeu a minha orelha, mandando um sinal direto para a minha buceta.
-- E que vídeo seria esse? – A minha voz saiu falha e ofegante.
-- De um vampiro gostosão comendo a chapeuzinho! - Ele disse cheio de malicia — Um filme pornô, cheio de tesão, o que acha?
-- Acho que quero assistir e ainda quero o seu pau... - Digo gemendo quando ele morde o meu pescoço — E quero agora...
-- Com todo prazer, Sra. Cullen!
Definitivamente, eu nunca me cansaria desse homem, dessa vida e das nossas loucuras. Porque no final, Edward sempre soube que estava se enfiando em “maus lençóis” comigo...

FIM

Resumo Final

Bella se formou em Literatura Inglesa e começou a trabalhar com Edward em sua editora.
Edward lançou um livro para adultos, no qual ele contava de uma forma nada discreta e com outros personagens, a história quente de amor dele e de Bella.
Nessie se formou em Medicina, assim como Jacob. No dia da formatura dela, Jacob a pediu em casamento.
Bella engravidou de um menino, que foi chamado de Edward Junior, porque ela e Edward não conseguiam chegar a uma escolha.
Nessie engravidou três anos mais tarde, dando a luz a lindas gêmeas, as quais ela batizou de Anna e Clarisse. Ambas as meninas puxaram para o pai.
Emmett se casou com Tânia, mas nunca quiseram ter filhos, porque ele ainda não estava pronto de fato, para ser pai novamente.
Carlisle aprendeu a gostar de Isabella.
E a verdade sobre Nessie nunca foi revelada, porque no final não importava mesmo. Já que o único pai que ela conheceu foi Edward Cullen
Edward & Bella, estavam planejando voltar para casa deles em Forks e ter mais um filho.
A vida sexual dos dois continuava igual, mesmo com o passar dos anos, eles ainda eram puro fogo...
Jul M autora...

Tuca Beta...

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Em Maus Lençóis-- Cap 33

FIM TRÁGICO, MAS MERECIDO!

O que dizer aos homens quem amam demais? Que o amor é cego e que a loucura sempre os acompanha? Acho que todos já sabem disso, mas Emmett Swan não sabia, ou pelo menos, não acreditava nisso. Ele odiava a idéia de se prender a alguém de alguma maneira, pois temia que aquilo o deixasse indefesso, que o deixasse sem chão.
A mera idéia de alguém poder lhe machucar, ou destruir o seu pobre coração o deixava em pânico... Contudo Rosie virou o seu mundo de ponta cabeça desde a primeira vez, ela sempre foi diferente de todas as outras, até mesmo de sua falecida esposa, mas ele nunca chegou de fato a comparar as duas, mesmo porque, Rosie sairia, de longe, como vencedora.
O que dizer do destino, quando ele resolvia por si só, demonstrar que as coisas não seguiriam o rumo que planejado... Mais uma vez, o destino destroçou Emmett, primeiro lhe concedendo o que mais desejava, ou seja, uma mulher perfeita e que fosse, de certo modo, igual a ele, livre e sem pudor. Rosie era assim, praticava as mesmas coisas que ele, gostava de sexo igualmente a ele e não se importava muito com o resto do mundo, tinha um espírito liberto e sem preconceitos, desde que obtivesse prazer em um lance qualquer, estaria ótimo para a loira.
Ela, aos poucos, foi lhe roubando o coração, foi levando a sanidade daquele homem e quando ele se deu conta, já era tarde, ele estava mais do que envolvido, estava amando aquela mulher maluca, amando-a verdadeiramente...
Algumas horas antes...

Isabella corria apressada pela casa, ela vestia apenas uma camisa branca de Edward. Já era quase final de tarde e eles haviam acabado de transar no quarto dele. A menina parecia uma criança que acabara de ganhar o seu presente de natal e de fato, ela havia ganhado... Bella ganhara um belo diamante em seu dedo anelar e um singelo pedido de casamento, acompanhado de juras de amor eterno. Edward havia feito o pedido, como ele mesmo havia dito ao seu pai que o faria. Ela, por sua vez, dissera sim, mesmo porque, não haveria outra resposta a dar, já que Isabella era completamente apaixonada pelo ruivo, nunca em toda a sua vida, ela se sentira assim, tão feliz, ela o amava de corpo e alma.
O que eles não esperavam, era que Nessie fosse entrar naquele momento na casa, como se tivesse acabado de sofrer um acidente. A menina, de cabelos acobreados e de grandes olhos, estava vermelha de raiva, ela parou e olhou para o pai que estava estático próximo a escada, já Isabella estava ao lado do sofá da sala.
-- Ela é uma vadia barata! - Nessie gritou para o pai com a voz choroso e os olhos bem vermelhos.
-- Nessie! - Edward disse com cautela, não sabendo o que esperar de sua filha. — O que aconteceu? - Ele por fim perguntou.
-- Rosie! - Ela gritou com ódio o nome da mãe — Aquela puta, filha de uma égua, estava dando encima de meu namorado!
Edward ficou pálido e Isabella estreitou os olhos em direção ao então noivo. Claro que Isabella tinha as suas desconfianças sobre Rosie, mas esperava que ela tentasse pelo menos respeitar a filha.
-- O que aconteceu Nessie? - Edward mais vez perguntou — O que Rosie fez?
-- Jacob dormiu comigo na casa dela! - Nessie disse e o seu rosto ficou corado, ela estava com vergonha — Então, hoje pela manhã, quando acordei, Jacob estava na cozinha, assim eu pensei, e de fato, ele estava, mas Rosie estava se insinuando para ele pai... A minha própria mãe, dando encima de meu namorado! - Ela gritou com raiva — E quando eu reclamei a confrontando, ela simplesmente me disse: “Qual é o problema? Não vejo problema algum em você e eu, bem, nós duas nos divertimos um pouco com o seu namoradinho!”... Pai ela perdeu completamente o juízo.
-- Eu não acredito que ela tenha chegado a esse ponto! - Edward disse aos gritos — Eu vou matar aquela mulher!
-- Edward, por favor! - Isabella disse caminhando em sua direção — Rosie não é problema seu! Que dizer, você vai ter que falar com ela, afinal, eu duvido muito que ela vá para aí!
-- Ela não vai! - Edward disse olhando para Isabella — Nessie, suba e tome um banho. Descanse um pouco, eu vou falar com a sua mãe!
-- Onde está Jacob? - Isabella perguntou.
-- Ele foi para casa! - Nessie respondeu cabisbaixa — Ele estava com raiva!
-- imagino que sim! - Bella anuiu — Vá descansar minha querida, depois ele virá aqui e vocês conversarão!
-- Ela me chamou de vadia, pai! - Nessie disse corando um pouco mais — Ela disse que eu era igualzinha a ela, que o que aconteceu comigo e... e ...e o garoto lá, foi por minha total culpa, porque eu queria aquilo! - Ela estava chorando e gaguejando
-- Suba Nessie! - Edward disse — De sua mãe, cuidarei eu!
Nessie passou pelo pai sem se dar ao trabalho de notar o modo como Isabella estava vestida. Edward tinha um olhar raivoso e Isabella sabia que ele seria capaz de matar Rose se colocasse as mãos em nela.
-- Ligue para ela! – Isabella pediu – Peça para que ela venha até aqui! Você não vai lá, Edward! Você não está em condições de ir lá, não assim com tanta raiva...
-- Ela disse aquilo tudo para a própria filha! - Edward grunhiu — Ela é uma doente Isabella, como eu não notei isso durante esse tempo todo.
-- Porque algumas pessoas usam máscara, Edward! E poucas são as vezes que elas as deixam cair! - Bella pontuou — Não se culpe pelos erros de Rosie, você não era obrigado a saber a verdade sobre ela, ela mentiu, bem, ela soube levar toda a mentira a escondendo durante anos, não foi culpa sua, ela é uma doente...
-- Veja se Nessie precisa de alguma coisa! - Ele pediu — Eu vou ligar para ela...
Edward não esperou resposta por parte de Isabella, ele apenas passou por ela, dando-lhe um beijo na testa e sussurrou baixinho ao seu ouvido que ela a amava. Já em seu escritório, ele discou o número da ex-mulher e a ligação foi diretamente para a caixa de mensagem, na qual se ouvia apenas uma breve mensagem...
“Aqui é Rose, já sabe o que fazer!”
-- Precisamos conversar! - Edward disse em um tom deveras frio — Você passou dos limites com Nessie, e eu não vou aceitar isso!
Ele findou a ligação ainda com muita raiva. Edward passou ainda, algumas horas, trancado no escritório, vendo antigas fotos no computador, fotos de Nessie quando era criança, foto de sua família com Rosie ainda presente... Havia ainda fotos de Isabella... Fotos que nem ele sabia que existiam ali, Bella, com certeza, devia tê-las colocado ali... Foto de Bella sorrindo, fazendo careta, mandando beijos, fotos dela com ele deitando na cama, ele dormindo... Fotos simples e inocentes, mas de momentos bons e felizes na vida dele.
-- Já é tarde! - Isabella disse encostada na porta e Edward fitou-a longamente, ela vestia uma camisola vermelha curta, a qual deixava o corpo juvenil cheio de curvas bem visíveis... — Você não vem para cama?
-- Eu vou sim! - Ele disse desligando o computador e caminhando em sua direção — Adorei as fotos! - Ele disse quando chegando perto dela.
-- Que bom que gostou!
Edward passou um braço em volta da cintura dela e puxou a menina para um beijo, um beijo calmo e sem presa, com ternura e doçura, coisa que nunca aconteceu entre Rosie e ele, porque naquela relação nunca existiu amor.
Momento atual...

A chuva caia forte no cemitério, as pessoas usavam guarda-chuvas para se protegerem da tempestade, que parecia não querer cessar. O Padre terminava a cerimônia de adeus, ninguém de fato, sabe o dia em que vai morrer, porque se soubesse, as pessoas poderiam até tentar evitar o fim trágico, contudo, como dizem por aí, para se morrer, basta estar vivo, e Rosie estava viva...

Naquela noite, sem que esperasse, bem na flor da idade, ela se foi... Mas a morte chega para todos, não é mesmo? Não importando a idade, cor ou sexo, ela nos pegará um dia, cedo ou tarde... Rosie tinha brigado com Nessie, a filha não aceitara muito bem, a idéia da loira em querer dividir o namorado, depois da briga com a menina, Rose ligou para Emmett que estava em uma casa noturna, na qual rolava algum tipo de troca de casais. Se a loira tivesse esperado, se tivesse ficando e esfriado a cabeça, talvez não houvesse tanto um “se”... Ela poderia estar viva agora, mas ela não esperou, ela queria se livrar da raiva que sentia no peito... Ao mesmo tempo em que ela disse coisas duras e grossas para Nessie, a menina também dissera grosserias para ela, na verdade, a menina poderia ter dito qualquer coisa, e nada teria causado tanto estrago como as palavras finais dela...
“Agora, eu entendo porque o meu pai te trocou pela Isabella! Pelo menos ela é uma mulher de verdade para ele, coisa que você nunca foi...”
Qualquer tapa teria doido menos do que aquelas palavras, e foi com elas na cabeça que Rose entrou no carro e saiu dirigindo feita uma louca pelas ruas da cidade... Ao ter que fazer um cruzamento proibido, juntamente a uma ultrapassagem não permitida, o carro de Rosie capotou várias vezes até parar... A loira estava toda suja de sangue, e o seu pescoço quebrou na batida do acidente, ela não teve a menor chance de socorro ou de sair daquele sinistro com vida.
Nessie estava ao lado pai, assim como Isabella estava lá também, alguns amigos da família, além de amigos da loira perfeita. Tânia estava lá, assim como a sua mãe e sua irmã. Era para ser algo discreto, todos sabiam do fim do casamento dela com o Cullen, mas o que ninguém sabia, era que a bela mulher, que segundo os olhos de todos, era apenas um vítima da cruel Isabella, já estava de caso com o bom Doutor Swan e isso, era o que Isabella tentava esconder de todos ali.
Emmett estava lá, vestindo um terno preto e óculos escuros, ele não quis ficar debaixo do guarda-chuva, ele apenas acompanhava todo o enterro ao longe, como se tudo que visse ali não fosse verdade... Como se a médica perfeita fosse se levantar e sair dali andando e debochando da cara de todos, como ela sempre fazia, mas ele tinha que enfrentar a dura verdade, ele havia a perdido, havia perdido a única mulher que, de um modo muito estranho, havia lhe feito feliz, havia lhe completado... Aquela mulher já não existia mais, ela havia morrido...
No final todos morrem! Esse foi o pensamento de Isabella quando todos começaram a jogar as flores e a areia sobre o caixão da médica, então, a terra começou a cobrir o caixão. Aos poucos, o cemitério foi ficando vazio e todos se foram, ficando apenas a família, que logo depois também partiu, assim que prestou uma última homenagem a morta, e desejou condolências a filha da falecida... No final, só restou Isabella, Edward, Jacob e Nessie.
-- Você vai para casa? - Edward perguntou para a filha.
-- Eu vou ficar com Jake! - Ela disse com uma voz chorosa.
-- Tudo bem! - Ele assentiu — Amanhã à tarde será feito a leitura do testamento de sua mãe! - Edward a lembrou — Eu sei que não há nada lá pra mim, mas, por favor, esteja lá, você é a única herdeira dela, querida.
-- Estarei lá! - Nessie confirmou — Ligarei para você mais tarde!
Edward apenas beijou a menina na testa e a deixou ir Jacob. O rapaz estava ao lado dela, ele seria o apoio da jovem, agora e talvez para sempre, eles estavam cada vez mais unidos, mais próximos, era como se fossem feitos um para o outro... Edward acreditava que isso fosse verdade, porque por algum motivo, ele também sentia o mesmo em relação à Isabella.
E então, a família se foi deixando o lugar onde os mortos descansam, sem ninguém, supostamente por perto, apenas a chuva caindo e molhando a grama verdinha que havia ali. Foi quando não existia mais ninguém da família, que Emmett se aproximou do túmulo, colocando apenas uma flor branca sobre a lápide, ele ficou em pé vendo o nome dela e a escrita ali feita.

“Rose Halle...
Médica incrível”
Não havia menção sobre a mãe, nem a respeito da esposa ideal, como havia em outras escrituras de lápides em túmulos. Talvez, pelo o fato de ela não ter realmente marcado a vida deles...
-- Eu amei você Rose! - Emmett sussurrou para o vazio e o silêncio. - Eu queria ter dito isso antes, enquanto você podia ainda me ouvir, mais tive medo, guardei isso durante todo o tempo em que estivemos juntos, só você conseguiu tocar o meu coração, me fazer mais humano... Eu levei um tempinho para entender o que eu sentia por você... - Ele suspirou e deu um leve sorriso — Seriamos um casal perfeito, não só na cama, mas também fora dela... Você foi uma ótima companheira! Duvido muito que viesse a chegar o dia em que eu fosse me cansar de você, mas se isso acontecesse, eu sei que você acharia um jeito de me reconquistar... Foi bom e você me fez feliz durante todo esse tempo que ficamos juntos. Eu te amei Rosie! E queria ter te conhecido há bem mais tempo...
-- Talvez ela também te amasse! - Uma voz rouca e feminina ecoou atrás dele, fazendo com que ele se virasse rapidamente e visse uma bela loira ali — Desculpe-me! Não queria assustar você, mas também vim lhe dar, as minhas condolências! - Emmett manteve os olhos sobre a loira muito bem vestida e linda - Tânia Denali, eu era a prima dela!
-- Emmett Swan! - Ele replicou meio atordoado — Acho que era namorado dela!
-- Eu entendo! - Tânia assentiu — Conhecia muito bem a minha prima, e sabia muito bem a vida que ela levava! - Tânia disse sem o menor pudor e isso não passou despercebido por Emmett — Já estive com ela em algumas dessas “diversões prazerosas”...
-- Entendo! - Emmett disse analisando a moça de cima a baixo, ela era bonita, tinha alguns traço da loira perfeita, mas ainda assim, não era Rosie, pois a Médica sempre seria a sua predileta...
-- Vamos sair da chuva? - Tânia perguntou — Acho que está na hora de deixar os mortos descansarem.
-- Vamos, sim!
Emmett foi ao lado da loira e ambos seguiram em silêncio pelo caminho até a saída do cemitério.
.........................
A noite passou voando, Edward estava com Nessie na leitura do testamento da mãe da menina. Bella aproveitou para visitar o pai, ela sabia que ele estava envolvido com Rosie, mas só não sabia até que ponto a morte dela o havia afetado. Isabella não bateu na porta, ela entrou e logo encontrou algumas malas no pé da escada, ela então chamou por ele.
-- Pai! - Ela tentou a primeira vez — Pai, você está em casa?
-- Isabella?! - Ele disse aparecendo na escada, já descendo com outra mala — Aconteceu alguma coisa? - Ele perguntou.
-- Não! - Ela disse não entendendo a preocupação repentina dele — Eu vim saber como você está... Sei que você e Rosie estavam juntos, acredito que...
-- Eu a amava! - Emmett disse colocando a mala no chão — Demorou algum tempo para que eu entendesse isso, mas eu a amava!
-- Sinto muito! - Ela sussurrou.
-- Eu também! - Ele disse e pela primeira vez, ela sabia que ele dizia a verdade — Eu entendo você agora, entendo a sua ânsia por Edward, entendo muitas coisas agora! - Isabella não disse nada, apenas o ouviu — Eu nunca amei a sua mãe, acho que isso você sempre soube, nunca fui um bom pai para você... Eu acho que nunca tentei mesmo ser, Isabella... Eu poderia até lhe pedir desculpas, mas não saberia por onde começar, e honestamente, as minhas desculpas não mudariam o passado...
-- Não mesmo! - Isabella confirmou.
-- Eu quero que seja feliz! - Ele disse — Entendo que você ame Edward. E que ele a faz feliz, e realmente, eu espero que ele faça você feliz! - Emmett disse com uma atitude de pai, pela primeira vez — Porém se não dê certo, se não for como você sonhou, eu estarei aqui para você... E prometo tentar, a partir de hoje ser o melhor pai para você, talvez, eu ainda erre um pouco, ainda sou um marinheiro de primeira viagem, mas quero o seu melhor, minha querida!
-- Obrigada pai! - Ela disse realmente grata por aquilo — Eu lamento que tenha sido assim, eu também quero você feliz.
-- Não acho que seja assim tão fácil! - Ele disse dando um sorriso triste para ela — Estou indo viajar! - Ele a avisa mudando assunto — Já tinha planos para isso, eu pensava em levar Rosie comigo, mas bem, acho que será melhor assim... Agora, eu preciso de um tempo para mim mesmo, esquecer tudo talvez...
-- Eu espero que esteja de volta para o meu casamento! - A menina disse mostrando o seu anel — Ele me pediu na mesma noite em que Rosie sofreu o acidente. - Eu sei que pode ser cruel, o fato de eu estar feliz, mas eu estou! Eu sei que será difícil para você, mas eu gostaria que entrasse comigo na igreja no dia de meu casamento! Eu só tenho você de pai, Charlie é o meu avô, não o meu pai... Eu prefiro você para me levar ao altar...
-- Prometo que estarei de volta para ouvir você dizer sim! - Emmett disse abraçando a menina — Que ele te faça feliz, porque você merece muito, minha menina.
Eles não falaram mais nada, apenas ficaram curtindo o momento... Isabella nunca imaginou que um dia fosse experimentar aquela sensação de amor paternal novamente, mas ali estava ela, nos braços de seu pai... A última vez em que ele havia abraçado-a daquela forma foi quando ela tinha apenas seis anos, ela havia caído ao andar de bicicleta, e ele a pegou no colo, abraçou-a como se ela fosse à coisa mais frágil do mundo... Ele a amava, apenas não sabia como expressar aquele amor. Mas agora ele entendia tudo perfeitamente, porque ele havia sentido o amor pulsar em seu peito e em seu coração...

CONTÍNUA...

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

De Olhos Bem Fechados -- Cap 15

DESEJO & TESÃO...

A noite passada havia sido incrível! Isabella tinha que reconhecer, ela havia dançado com Edward na imensa pista de dança com vários olhares cravados neles. Ela se sentiu como uma verdadeira princesa. Claro que Edward ajudou para que aquilo acontecesse da forma inesquecível que o foi... Ele era um verdadeiro lorde quando queria, mas Isabella também gostava do lado descarado e cafajeste dele, uma combinação perfeita que só se encontrava em Edward Cullen.
No final da festa, Edward levou Isabella até a casa da moça, ele entrou no apartamento dela, e como sempre faziam, ambos acabaram no sofá dando bons amassos, com ele assim o havia prometido.
Quando tudo já estava quente demais, Isabella o empurrou argumentando que o Motorista dele já o esperava há bastante tempo. Um tanto quanto a contragosto, Edward se foi, mas antes disse que no dia seguinte voltaria ali e a levaria para passear com ele.
Quando Isabella acordou naquela manhã, Ângela estava lá para variar, ela entrou na casa da amiga e já foi logo invadindo o espaço, como sempre fazia. Ângela olhou para a amiga ainda deitada e jogou jornal de domingo em seu colo.
-- NAMORADA?! - Ela ressaltou em alto e bom tom — Você é oficialmente a nova conquista do Cullen, com um detalhe apenas, e muito importante por sinal, o de que você é a única a ter sido assumida publicamente!
Isabella olhou a notícia de capa de um dos jornais mais importantes da cidade, e lá estava a foto dela, ao lado de Edward, assim que chegavam à festa na noite anterior, bem embaixo da foto se lia: “Edward Cullen e namorada”... No discorrer da matéria, é claro, que haveria algo assim ressaltado em negrito: “O solteiro mais cobiçado da cidade foi fisgado por uma bela morena misteriosa”.
Isabella sentiu vontade de sorrir, ela não era nada misteriosa, apenas era discreta. No contexto do artigo de fofocas, eles se perguntavam onde seria que Edward havia encontrado aquela mulher tão bela, dentre outros comentários, nos quais se referiam a sua beleza e ao final da matéria, havia uma interrogação sobre quem seria a bela morena que havia roubado o coração do milionário...
-- Eles estão exagerando! - Isabella disse saindo da cama — Não houve nada demais... Edward é um homem como qualquer outro...
-- Lamento lhe informar, mas ele tem vários zeros a mais em sua conta bancaria! - Ângela a lembrou — E isso faz dele um homem nada normal!
Isabella não disse nada, apenas seguiu para o banheiro deixando Ângela sentada na beirada da cama, ao final, quando saiu do banheiro, Ângela ainda estava a sua espera no mesmo local, e sabendo que não teria escolha, Isabella falou sobre a festa, pulando alguns detalhes, então suspirou frustrada se jogando no sofá.
-- Tá, mas mesmo assim, eu ainda não entendi... - Ângela disse se juntando a ela — Se foi tudo tão perfeito e se Edward Gostoso Cullen foi um verdadeiro lorde com você, por que está com essa cara de quem comeu e não gostou?
Ângela era sua melhor amiga de longa data, contudo, Isabella ainda ficava meio sem jeito de falar sobre certas coisas com ela, tipo, como explicar para a sua melhor amiga que ela sentia um enorme tesão pelo namorado, mas ainda não se sentia pronta para transar com ele? Bem, ela não tinha mais ninguém para conversar sobre isso, pois se ela ligasse para o seu pai, ele com toda certeza lhe daria uma bronca daquelas, então ela respirou fundo e decidiu que conversaria mesmo com Ângela.
-- Eu não sei como agir com Edward! - Ela disse frustrada e de olhos fechado.
-- Agir? Como assim agir? - Ângela perguntou.
-- Sexo, Ângela... Eu estou falando sobre sexo! - Ela disse mais frustrada ainda por ter que detalhar tudo — Eu sou virgem, esqueceu? Eu não faço a menor idéia de como satisfazer uma cara, que dizer, eu já li sobre isso, mas não seria a mesma coisa de fazê-lo, não é? A teoria não é igual à prática... Mesmo que na prática venhamos a cometer erros... Afinal o que eu tenho de experiência? Simplesmente nada vezes nada! Nem mesmo sexo oral eu sei fazer. Mike vivia jogando isso na minha cara, desde o dia que a gente tentou isso e eu me engasguei, então eu não quis mais outra tentativa...
Ângela ouvia atentamente o que a amiga lhe contava, Bella parecia bem nervosa em relação aquilo tudo. Então, ela esperou que Isabella abrisse os olhos para poder falar algo.
-- Primeiro, a teoria é realmente diferente da prática, principalmente para quem está iniciando nisso tudo! - Ângela explicou dando o seu melhor sorriso — É outra coisa, você tem que querer Isabella, tipo, transar com alguém só porque está sendo pressionada, não tem nada a ver, pois o que vai acontecer é que vai fingir um orgasmo!
-- Mas eu quero! - Ela replicou – Quer dizer, eu não sei, Edward e eu... Bem, eu não sei o que fazer.
-- Espera! - Ângela disse tentando entender tudo — Você quer transar com Edward, certo? - Isabella acenou que sim com cabeça — Mas você acha que ainda não estar pronta para isso, certo? - Mais um assentimento positivo da morena — Por que não tenta algo diferente?
-- Tipo o quê? Amor desculpa, eu quero mais ainda não estou pronta?
-- Não Isabella! - Ângela retrucou - Vocês podem fazer joguinhos...
Isabella olhou para amiga sem entender, e então esperou que ela explicasse mais sobre aquilo, Ângela continuou calada.
-- Como assim? - Isabella perguntou — Fazer que tipo de joguinhos?
-- Seria melhor dizer preliminares... - Ângela acentuou — Sexo oral, você disse que fez com Mike, mas não gostou! - Ângela não deixou de fazer uma careta ao pronunciar o nome do ex de Isabella. — Por que mesmo você não gostou?
-- Ele ficava empurrando a minha cabeça! - Ela disse corando forte — Eu me engasguei e achei que iria morrer com falta de ar!
-- Você tentou depois novamente? - Ângela perguntou.
-- Não! - Ela disse virando o rosto e olhando para longe – Eu acho que foi aí, que ele começou a comer a vadia da Jessica!
-- Bem, nesse caso... - Ângela sugeriu — ...você poderá usar as mãos!
-- Como? - Isabella disse virando e olhando para amiga.
-- As mãos, Isabella! - Ela mostrou a mãos para a amiga — Masturbar o pau de Edward com as mãos ou os pés... Já que você é novata no assunto, melhor começar com as mãos... Inicie acariciado o membro dele e depois vá aumentando o ritmo aos poucos, então, quando você estiver mais segura de si, poderá dar um leve aperto na pontinha do membro dele, juntamente com um casto beijinho e uma lambida de leve, sem que você tenha que enfiá-lo na boca.
-- E isso vai ser bom? - Isabella perguntou e os seus olhos estavam arregalados.
-- Claro que vai! - Ângela garantiu sorrindo com malicia — Amiga, eu preciso te apresentar alguns sites pornôs, tipo, algumas coisas lá são nojentas mesmos, mas até que dá para tirar umas idéias boas de tudo o que se ver...
-- Ângela!? - Ela gritou chocada com amiga.
-- Nem vem! - Ângela a advertiu — Todo mundo, uma vez na vida pelo menos, entra em site pornô, nem que seja por simples curiosidade, só para saber o que se pode achar por lá. Livre arbítrio, minha cara!
Ângela tinha toda razão, cada uma faz o que quer, quando está na frente de um computador. E ela não seria diferente, nesse caso.
-- Vem, vamos pegar o seu computador pessoal e fazer uma busca acelerada! - Ângela sugeriu - Ficará mais fácil se eu te mostrar do que se eu apenas te explicar, assim você poderá também fazer uma busca rápida e ver se encontra algumas boas idéias...
.....................
Ângela mostrou para Isabella alguns vídeos de masturbação feita por mulheres. Isabella tentou não parecer tão interessada, mas foi impossível... Ela só se perguntava se Edward realmente iria gostar daquilo, por algum motivo desconhecido, Isabella realmente queria agradar aquele homem, não por medo de perdê-lo, mas porque o desejo por ele era maior do que ela conseguisse colocar em palavras.
Depois de verem alguns vídeo e Isabella ficar devidamente molhada, ao ponto de a sua calcinha ficar encharcada ao se imaginar naquelas situações com o Cullen, Ângela explanou alguns pontos técnicos, e então as duas voltaram a conversar sobre sexo oral.
-- É simples! – Ela argumentou — Primeiramente você precisa querer! Segundo, você precisa relaxar a garganta e então chupá-lo com prazer! - Ângela sorriu maliciosa — O que não vai ser muito difícil para você, não acha?
-- Ângela! - Isabella a repreendeu corando muito.
-- Tente não ficar com vergonha, isso atrapalharia pra caramba! - Ângela aconselhou — Eu fiquei constrangida, na primeira vez que Ben pediu para eu fazer isso nele, quase tirei um pedaço do pau dele, mas depois foi ficando mais fácil, tudo era só uma questão de relaxar e me concentrar nos gemidos dele. Foi bem mais fácil assim!
-- E se eu não conseguir? E se eu me engasgar? - Isabella perguntou não acreditando que estava tendo mesmo um curso intensivo de sexo oral com a sua melhor amiga.
-- Vamos fazer assim... - Ângela ponderou — Tente apenas masturbá-lo e então, quando estiver bem segura, passe para o oral! - Ela olhou para Isabella e riu de leve. — Enquanto isso, você poderá treinar com uma banana... É fácil, basta você imaginar que a fruta é o pau de Edward. – Bella corou novamente.
-- Só tenho mais uma pergunta! - Isabella disse antes de finalizar tudo.
-- Manda ver!
-- E se por acaso, as coisas fugirem do controle... ...e digamos assim, eu acabe meio que nua e com ele na cama?
-- Bem, nesse caso... - Ângela disse sorrindo, enquanto a sua amiga estava mais vermelha do que um pimentão – É melhor relaxar e deixar rolar! - Ela aconselhou — Ele sabe que você é virgem... Tenho certeza de que ele será deveras cuidadoso com você. Afinal, ele não vai querer te machucar. E além do mais Isabella, se você pretende “brincar” com ele, será bem provável que ele queria “brincar” com você também, então amiga, relaxe e goze! Ou então, deixe claro que ainda não estar pronta para ação, mas que deseja tentar coisas novas... Afinal, querida, Edward Cullen é muito QUENTE!!!!
Isabella corou ainda mais e deu um sorriso de canto, dava para perceber a animação na voz de Ângela, dava até para cogitar que Ângela quisesse pelo menos uma noite do mais puro sexo com Edward. Isabella chegou até a sentir ciúmes, mas ela era orgulhosa demais para demonstrar, além de agradecer aos céus por ele querer somente a ela...
..........................
Ângela partiu depois do almoço e Isabella foi tomar um banho relaxante. O dia estava realmente quente, ela demorou no chuveiro e não ouviu quando a porta da frente foi aberta. Na verdade, ela geralmente deixava a porta destrancada, pois Ângela vivia entrando e saindo de sua casa. Bella não sabia que Edward estava lá, então, ela não se deu ao trabalho de levar uma toalha para o banheiro, como pensou estar em casa sozinha ficou bem à vontade...
Quando Isabella saiu do banho, deixou que as gotas de água caíssem de seu corpo naturalmente, ela torceu os cabelos molhados antes de sair do box, logo após de retirar o excesso de água do corpo com as mãos, então, ela se encaminhou para fora do cômodo, indo direto para o seu quarto, no qual tinha uma toalha sobre a cama e lá também, ela havia deixado um short, uma camiseta, e claro, uma calcinha. Quando ela entrou no quarto, os seus olhos, que já eram grandes, ficaram ainda maiores e o seu rosto parecia que iria pegar fogo.
Ela gritou e usou uma das mãos para cobrir os seios e a outra para cobrir a sua buceta.
-- Como entrou? - Ela perguntou pulando de um pé para outro, na fracassada tentativa de se cobrir.
-- Pela porta! - Edward disse com os olhos vidrado no corpo molhada da morena — A porta estava aberta...
-- Não me olhe assim! - Ela gritou sacudindo a cabeça e ele fechou os olhos, mesmo querendo mantê-los abertos. — Me dê àquela toalha, por favor!
-- Para que eu peque a toalha, vou ter que abrir os meus olhos! - Ele disse dando um sorriso de canto.
-- Tudo bem! - Ela disse corando ainda mais — Não abra os olhos, eu mesmo pegarei!
Isabella caminhou rapidamente até a cama, local em que a toalha estava e por sinal, bem ao lado de Edward. Ela tentou puxar a toalha, mas Edward a segurou pelas mãos e a puxou para ele, girando o corpo dela rapidamente, ele ficou por cima dela, ambos deitados na cama.
-- Edward! - Isabella disse ofegante, encarando aquele par de olhos verdes – O quê está fazendo?
-- Relaxa vai! - Ele disse dando um beijo singelo nos lábios dela — Não vou lhe forçar a nada, apenas relaxe!
A palavra relaxar, saindo da boca de Edward, não era uma combinação que Isabella confiasse muito. Talvez, porque se tratasse de Edward, o cara por quem ela queimasse, só em pensar de transar com ele...
-- Você é linda! - Ele disse bem perto do ouvido dela, antes que ele mordesse a ponta da orelha da morena pelada — Muito linda por sinal!
As mãos de Edward vagaram para o corpo de Isabella, passeando de cima para baixo e de baixo para cima, tocando, delicadamente, a lateral do corpo desejado, causando doces arrepios na morena, que ainda estava literalmente molhada e agora, a buceta dela, começava a encharcar também. Edward depositou um beijo no rosto dela, chupando as pequenas gotas de água da pele doce, descendo com a boca para o pescoço cheiroso, onde ele fez o mesmo e logo desceu, indo em direção aos ombros dela.
-- Eu preciso... - Ele disse sôfrego e ao mesmo tempo tenso, ela ainda poderia dizer não e ele sabia disso — Sentir... - Ele balbuciou cuidadosamente — O seu sabor...
Isabella estava ofegante demais quando, de repente, ela ouviu aquelas palavras... Ela até pensou em dizer não, contudo, Edward seguia beijando o seu corpo, passando deliciosamente pelo seu pescoço, ombro e colo, não dando a atenção devida, aos seios, mas descendo com a boca pela sua barriga, indo mais para baixo, até que ele já se encontrasse com a cabeça no meio de suas pernas...
-- Não quero nada além de provar o seu gosto! - Ele disse num sussurro para que ela se acalmasse — Apenas me deixe sentir o seu sabor em meus lábios...
Edward passou a ponta da língua pelo clitóris de Isabella, então circulou o local, o que fez com que a menina soltasse um gemido alto e deveras prazeroso, depois ele a segurou pela cintura para que ela não saísse do lugar... Com cuidado, e muita delicadeza, ele passou a esfregar a língua por toda a buceta dela. E quando Isabella pensou que aquilo não poderia ficar melhor, Edward passou a chupá-la, como se ela fosse uma uva bem doce... O rapaz segurou-a pelas pernas, colocando-a em cima da cama e deixando-a bem mais aberta para ele, à língua safada do homem, cobria de lado a lado a buceta molhada da menina, deixando-a ainda mais exposta e excitada.

 Isabella gemia ainda mais alto, segurando firmemente os lençóis da cama, então, Edward a penetrou com a língua, fazendo com que todo o corpo dela se contorcesse sobre o dele e explodisse em mil pedaços, ela ficou em migalhas pela cama
Edward chupou cada gota do gozo da morena, e quando não havia mais nada ali, ele afastou a sua cabeça do meio das pernas dela e então admirou a sua obra prima, espalhada pela cama... Isabella não cobriu os seios, como fez quando o viu antes e nem mesmo, tentou se esconder dele...
Ela estava linda, irremediavelmente presa a uma bagunça de prazer que ele lhe havia proporcionado. O rosto dela levemente corado, os lábios entre abertos e os olhos com aquele brilho de quem teve o melhor orgasmo de sua vida. É claro, que Edward estava todo orgulhoso por ter sido ele o primeiro a lhe proporcionar aquela experiência incrível, em especial, por ele saber que ninguém mais a teve daquele jeito, a não ser ele... Naquele momento, ele jurou para si que seria o primeiro e o único homem na vida dela...


CONTÍNUA...