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segunda-feira, 30 de junho de 2014

O Casamento -- Para Todo Sempre -- cap 19


O PASSADO PEDE CARONA AO DESESPERO...

Isabella estava terminando de dar banho em Nessie, o pequeno Anthony já estava arrumando e pronto para ir à Escola. Edward estava na sala falando com alguns dos seus novos associados. Eles eram uma família feliz, verdadeiramente feliz, Edward sorriu quando viu Isabella trazendo a pequena Nessie em seus braços e Tony vinha ao lado da morena sorrindo.
-- Bom dia! - Ele os cumprimentou e ela caminhou até o ruivo dando-lhe um beijo carinhoso.
-- Bom dia amor! - Ela sorriu — Rosa querida! - Ela chamou.
A boa Senhora apareceu sorrindo e feliz, era uma mulher encantadora e levava muito jeito com as crianças.
-- Bom dia, Bella! - Ela saldou a jovem, já pegando Nessie dos braços de sua patroa. Rosa não chama Isabella de senhora, no começo, ela até tentou, mas Isabela sempre pedia que a chamasse apenas de Bella ou de Isabella.
-- Bom dia! - Ela retrucou novamente — Hoje voltarei para casa mais cedo, matriculei Nessie na natação, é algo que planejei para mãe e filha - Ela piscou de olho, explicando o fato com um largo sorrindo.
-- Eita garotão, nós também precisaremos arrumar algo só para nós dois! - Edward redarguiu bagunçando os cabelos de Tony
-- Nada mais justo! - Isabella assentiu sorrindo — Já pegando o filho que não era mais tão bebê assim, no colo! - Amo-te meu pequeno!
-- Também te amo mamãe! - Ela sorriu para ele — Vamos, amor?
-- Sim, vamos! - Edward lhe respondeu.
Nos últimos dias, Isabella andava agitada, depois da carta anônima que havia recebido, ela sabia que a segurança estava redobra em sua casa, apenas não comentou nada com o marido. Depois do julgamento de Felix, ela iria conversar sobre aquilo, as palavras dele ainda perturbava a cabeça dela.
-- Bom dia, Jasper! - Ela o saudou ao entrar na sala do rapaz, mas não era ele quem estava lá, e sim Alice!
-- O meu marido não está! - Alice se posicionou — Deseja algo?
-- Na verdade, eu estou trabalhando com Jasper em uma nova campanha! - Bella esclareceu — Eu não acredito que você possa me ajuda!
-- Por quê? Só porque não sou formada em publicidade, como vocês? - Alice retrucou azeda — Na verdade, você também não é formada, até onde eu tenha conhecimento, ganhou esse cargo dormindo com o seu chefe e depois casando com ele.
-- Alice! - Bella lhe repreendeu bem séria — Eu não aceito que fale assim comigo!
-- Ah claro! Você não aceita! - Ela tripudiou cinicamente – A grande Isabella Cullen não aceita! Logo você que não passa de uma puta!
-- Alice! - Jasper gritou ao entrar — Bella, você se importaria se conversássemos depois? Eu acho que precisarei ter uma conversa com a minha mulher em particular!
-- Ok Jasper! - Ela assentiu e se virou em direção a porta
-- Sr. Halle para você vadia! - Alice gritou antes que Bella saísse.
-- Ficou louca?! - Japer indagou — Por que esta tratando Isabella assim? O que ela te fez, Alice?
-- O que ela me fez? O que ela me fez? Ela nasceu Jasper, foi isso que ela me fez.
Alice pegou uma bolsa que estava sobre a mesa do marido e caminhou em direção à saída, Jasper segurou o braço dela, impedindo-a de sair.
-- O que está havendo Alice? - Ele perguntou irritado.
-- Você é um idiota! - Ela disse — Me solte, agora!
-- Claro! - Ele disse — Como eu não notei isso antes?
-- Do que você está falando?- Alice perguntou.
-- Como eu fui tão idiota! - Ele gritou e a empurrou contra o sofá de sua sala — Você é apaixonada por ele! Como eu não vi isso, antes! - Ele gritou — Você sempre perguntava por ele, sempre quis saber, como ele estava. Vocês não foram só amigos de Escola, você sempre o amou, a final quem não se apaixonaria por Edward Cullen, não é?
-- Você está louco! - Ela disse ficando novamente de pé.
-- Me diga na minha cara, olhando em meus olhos, que você não ama Edward? - Jasper a desafiou.
-- Eu... - ela começou — Eu preciso ir!
Jasper não disse nada, ele apenas deixou que ela passasse por ele, seguindo a passos rápidos rumo à porta e quando ele ouviu o click da porta sendo aberta ele urrou...
-- Eu quero o Divórcio! – Então ele saiu antes na esposa, batendo a porta com força.
Ele não notou aquela realidade triste, porque antes Alice conseguia disfarçar melhor. Ela conseguia fingir que o amava. Jasper sempre soube que Alice foi uma das poucas amigas que Edward teve na época de Escola, só que ele nunca soube do nível de amizade entre eles. Depois que eles se formaram no Ensino Médio, eles perderam o contato entre si, só foram se reencontrar novamente, depois que Jasper passou a namorá-la. Contudo, não havia mais aquela amizade entre eles. Edward havia mudado, ele estava bonito, era rico e charmoso, poderia ter mulher que quisesse e quando desejasse. O problema foi que Jasper não percebeu a devoção de Alice por Edward, o modo como ela o venerava no passado. Jasper se esqueceu disso, mesmo quando Alice perguntava tantas e tantas vezes pelo seu primo, entretanto ela sempre desfaçava depois, com outra conversa ou simplesmente o beijando, todavia agora, tudo veio à tona.
Ninguém ofenderia Isabella sem motivo, Jasper bem sabia disso, pois Bella era uma pessoa boa e digna de confiança, ela era pura e boa demais para fazer mal a alguém. Alice tinha raiva dela porque achava que ela tinha lhe roubado o único amor que ela realmente teve... Edward.
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Isabella entrou na sala que dividia com marido e ficou feliz por ele não estar lá, não queria ter que lhe explicar o que aconteceu entre ela e Alice. Ela respirou profundamente várias vezes, então levantou a cabeça e sorriu, quando a porta foi aberta e o marido entrou.
-- Já acabou reunião? - Ele perguntou sorrindo.
-- Não! - Ela disse – Apenas deixamos para mais tarde!
-- Você terá natação com Nessie daqui a pouco, não é? - Ele disse a lembrando do fato.
-- Sim, daqui a pouquinho sairei! - Ela respondeu sorrindo — Amanhã passarei na Livraria, eu quero ver como as coisas estão indo, tenho planos de inaugurá-la ainda esse mês!
-- Eu achei que havia desistido de trabalhar lá! - Ele retrucou incomodado — Eu pensei que ficaria aqui comigo!
-- Edward, nós não vamos começar com isso agora! - Ela avisou — Você já sabia que eu só estaria aqui por enquanto. E não me venha pensar que resolveremos essa contenta com uma boa foda e você acabará me convencendo! Eu quero o meu próprio espaço e você sabia disso! Além do que, igualmente a você eu sou também teimosa e cabeça dura.
-- Epa, pelo visto... - Ele replicou - ...você está de mau humor.
-- Talvez! – Ela retrucou.
-- Ok! - Ele assentiu – Eu vou sair, terei uma reunião daqui a vinte minutos com um grupo de italianos. Deseje-me sorte amor!
-- Boa sorte! - ela disse ficando de pé e foi nesse momento que Edward a puxou e a beijou de forma urgente, algo de se de tirar o fôlego.
-- Agora sim, eu terei sorte! - Ele disse sorrindo — Ficarei na empresa, sendo assim, Erick estará a sua disposição para levá-la para casa, Sra. Cullen!
-- Você, você, você é um tratante Edward Cullen! - Ela gritou e ele sorriu
-- Você precisa ser mais rápida, querida! - Ele piscou para ela e sorriu mandando lhe um beijo voador.
Ela sabia que Edward não era o tipo de homem que se rendia fácil, mas também sabia que ele nunca a deixaria sem proteção, não depois de tudo o que houve no passado.
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Isabella estava voltando do almoço, Mary não estava em sua mesa, e ela nem fazia questão de encontrá-la, não queria fingir gentileza onde não havia. Mary a odiava, então elas estão empatadas, pois Isabella também não gostava nada daquela mulher. Queria mais era que Mary sumisse de sua vida. Bella entrou na sala e Edward ainda não havia retornado, ela foi rumo a sua mesa e sobre ela encontrou um envelope, mas uma vez, sem remetentes e sem endereço. Ela pegou o abridor de cartas que estava ali e cuidadosamente o rasgou em pontos chaves, então puxou o conteúdo para fora.
Seu rosto logo ficou pálido, a sua boca seca, as suas mãos trêmulas, os seus olhos se encheram de lágrimas, a dor no seu peito veio com força. As fotos caíram de suas mãos, e um soluço alto escapou de seus lábios. As lágrimas já molhavam o seu rosto, e para piorar, a porta fora aberta.
-- Claro! - Edward disse para Emmett que estava do lado de fora — Eu te encontro em dois minu...
As palavras dele morreram no mesmo instante em que ele olhou para esposa, que estava em uma espécie de estado de choque, ele correu e Emmett veio logo atrás dele, adentrando apressado na sala.
-- Bella! - Ele chamou antes de chegar, de fato, perto dela. — Bella, amor!
Edward congelou ao seu lado, os seus olhos estavam sobre as fotos que estavam caídas sobre a mesa. Os seus olhos se estreitaram, as sua mãos se fecharam em punho e o seu ar saia mais forte do que o normal. Ele parecia um touro bufando de raiva.
-- Eu vou matá-lo! - Edward disse entre dentes.
Levou algum tempo para que Isabella entendesse o que Edward queria dizer com aquilo, então piscando os olhos algumas vezes, ela conseguiu achar a sua voz a tempo.
-- Emmett, não o deixe sair!
Emmett não entendeu nada, mas bateu a porta com força, Edward foi para cima do amigo, tentando tirá-lo de lá.
-- Saia do meu caminho! - Ele urrou — Eu vou arrancar a cabeça daquele filho da puta!
-- Edward se controle! - Emmett exigiu — Fique calmo!
As palavras ditas por Emmett pareceu ter efeito sobre ele, porque ele parou e voltou os olhos para o rosto do amigo, e então, girou em direção à Isabella, que estava chorando em pé, próxima a mesa do ruivo. Edward caminhou até ela. Abraçando-a com força contra o seu corpo, e foi nessa hora, que ela desabou em soluços.
-- Eu sinto muito, eu sinto muito! - Ela repetia entre lágrimas.
-- Shi, shi, shi... Você não teve culpa! - Ele tentava acalmá-la — Ele que foi um demente, um monstro, um doente!
Emmett caminhou em direção ao amigo e quando chegou perto, ele viu sobre a mesa as fotos, só então entendeu a situação. Não era novidade para ele que Isabella tinha sofrido abuso sexual quando mais nova, porém ele nunca imaginou que ela tivesse ficado tão traumatizada pelo abuso causado por Mike e seus amigos babacas.
-- Pegue essas fotos! - Edward ordenou — Daremos um jeito nele depois. Sem expor a minha esposa, claro!
-- Pensarei em algo! - Emmett argumentou – É melhor analisar se neste envelope existe alguma digital!
-- Faça isso agora! - Edward demandou — Eu quero quem fez isso preso, ou juro que o mato com as minhas próprias mãos.
-- Vamos encontrá-lo Edward! - Emmett prometeu — E vamos fazer ele pagar por isso.
Emmett saiu levando as fotos. Edward mantinha Isabella em seus braços, tentando lhe passar o máximo de conforto possível. Ele sabia que o resto do dia estava perdido, não teria mais como trabalhar tendo a esposa naquele estado de torpor. Ele também duvidava que algum dia conseguisse tirar aquelas imagens de sua cabeça. Ele nunca, em toda a sua vida, fez algo daquele tipo, e olha que ele já havia aprontado poucas e boas, apenas para se vingar de algumas pessoas que lhe ferraram no passado, mas nunca, pensou que alguém seria capaz de fazer o que ele viu naquelas fotos, Isabella completamente exposta e humilhada...
Ela havia sido amarrada em uma árvore, estava suja de sangue, provavelmente, de algum animal, tinha um pano enfiado na boca e na sua testa estava escrito “eu sou um lixo humano” com um marcador preto. Apenas alguém sem coração e sem decência teria feito aquilo, a única pessoa que ele conhecia que poderia tê-lo feito era Mike. Ele foi o culpado por boa parte dos traumas de Isabella, e logo depois, a irmã dela, Tânia que ainda estava presa, além, é claro, de Renée que sempre negou proteção à filha.
-- Vamos para casa! - Ele comunicou com carinho — Não há a mínima possibilidade de você continuar trabalhando hoje.
-- Eu posso ir com Erick! - Ela disse entre soluços.
-- Oh minha querida! - Ele disse sorrindo e tocando com carinho o rosto pequeno de sua amada mulher — Nem em sonhos, eu deixaria você sozinha, nesse momento.
Edward pegou as suas coisas e recolheu as de Isabella, partiu com ela ao seu lado. Isabella ficou feliz por Mary ainda não ter voltado do almoço, não queria que a morena a visse naquele estado, não seria nada legal.

Os dois voltaram para casa. Isabella estava deitada na cama com Edward ao seu lado, quando o telefone tocou, era Emmett, ele viu o nome do amigo no visor e atendeu a ligação.
-- Descobriu algo? - Ele perguntou, Isabella estava com a cabeça encostada em seu peito, ela tinha os olhos fechados, provavelmente dormindo.
-- Sim! - Emmett anuiu — E ficará surpreso com o que eu descobri...

Contínua...

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Em Maus Lençóis -- cap 27

A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE SERVE FRIO...

Rose voltou ao hospital depois de alguns dias, ninguém sabia para onde ela havia ido, nem mesmo Nessie, a sua filha. O divórcio com Edward já havia sido assinado, antes mesmo de ela vir, a saber, que o Escritor estava tendo um caso com Isabella. A loira não sabia lidar muito bem com a rejeição, ela não tinha traquejo, suficiente, para lidar com muitas coisas, ou melhor, ela nunca havia escutado um sonoro NÃO, antes. Rose usava a sua beleza e o sexo para conseguir tudo o que queria. E sempre foi assim, casou-se com Edward dando o golpe da barriga, fez com que ele e toda a sua família, acreditassem que a pequena Nessie era filha do Cullen, quando na verdade, ela era filha de Benjamin, o filho do motorista dos Cullen. Rose usou o dinheiro dos Cullen para ajudar Benjamin a se formar em medicina, e quando ele conseguiu a sua tão sonha posição, ele foi embora, deixando Rose e a filha para trás. Rose nunca amou Edward, contudo, com Benjamin era algo forte, diferente, intenso, não que a loira o amasse também, mas ela gostava do sexo com ele, para a mulher, aquilo era melhor coisa que ela já tivera na vida. Benjamin fazia com Rose coisas que Edward nunca pensaria em faz.
Foi Benjamin quem convenceu Rose, pela primeira vez, em deixar outras pessoas participarem de suas transas. Primeiro, eles começaram a prática com mulheres, mulheres bonitas, por quem Benjamin tinha uma quedinha ou apenas as achava bonitas e gostosas. Normalmente essas mulheres nunca eram chupadas por Rose, ela não era lésbica e nem bissexual, pelo menos era assim que ela se considerava, mas nunca disse não, quando uma dessas mulheres lhe chupava, ela gostava, ao ponto dela gozar fazendo muito barulho.
Depois de ter mulheres em suas transas, Benjamin conseguiu levar Rose a uma dessas casa, na qual as pessoas transam em público mesmo e até trocam de casais. As mulheres fudia até com mais de um homem ao mesmo tempo, no começou, Rose ficou chocada, mas aos poucos Benjamin a convenceu em aceitar aquela novidade. A primeira vez em que Rose teve dois homens lhe fudendo, foi como se ela estivesse tendo múltiplos orgasmos. Ela urrava implorando e pedindo por mais, a loira tinha mesmo um espírito de puta, ela adorou a sensação de submissão em ter dois paus lhe fudendo com força, em ter duas bocas lhe chupando e quatro mãos a tocando em todos os lugares. Ela gostava daquilo, gostava de ser adorada, gostava de ser o centro das atenções. O que para alguns poderia ser considerado uma doença, para Rose Halle, como era chamada agora, após o divorcio, era a plenitude do prazer. Já não poderia mais usar o sobrenome Cullen e nem queria. Ela sabia que não seria jovem para sempre e só em ponderar isso, já a deixava assustada, ela gostava de tudo ou qualquer coisa que elevasse o seu ego, bem egocêntrico.
Depois dessa primeira vez, ela sempre quis mais, Benjamin a atendia sempre, de fato, Benjamin nunca amou Rose, assim como ela nunca o amou, era apenas sexo e ambos sabiam disso. Com ele, a Médica podia fazer o que quisesse e não era criticada... Quantas e quantas vezes, ela voltou para casa depois de uma noite a fora, fudendo com caras desconhecidos, e depois de tomar um bom banho se juntava a cama com o marido. Rose nunca foi santa, e Benjamin conhecia bem essa faceta dela, ele mesmo viu Rose ser fudia por cinco caras e todos gozarem bem na cara da loira, deixando-a caída no chão de uma das muitas boates de troca de casais que eles freqüentavam. Tudo o que ele fazia depois dela ser bem usada, era colocar o seu pau para fora e mandá-la o chupar gostoso.
Mesmo Rose gostando de controlar as coisas, ela tinha um forte espírito submisso em suas entranhas, Benjamin bem sabia disso, ele conhecia aquele lado da loira também, ela era facilmente manipulável, e ele usava isso ao seu favor, e desse jeito, ele conseguiu afundar Rose ainda mais naquela vida profana de muita putaria.
Todavia agora, nada disso fazia sentido para a loira, ela havia encontrado Emmett, ele gostava das mesmas coisas que ela, ele gostava dela do jeito que ela era. E o rapaz sabia bem como ela era... Havia bem mais do que sexo entre ele e Rose, e ambos sabiam bem disso e tinham medo daquilo que estava se formando entre eles.
Ela saiu da cidade, não porque queria distância de Emmett, mas sim, porque precisava da ajuda de uma pessoa, para poder destruir esse romance de merda do ex-marido. O ego da loira estava ferido, ela nunca imaginou ser trocada por uma reles ninfeta como Isabella, mas agora que a realidade estava batendo à sua porta, Rose se deu conta de que já não era tão jovem assim, e que o seu ex-marido estava fudendo uma menininha com duas vezes menos a sua idade.
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Rose andou pelos corredores, o seu corpo estava pegando fogo e todas aquelas parede brancas não a estavam lhe deixando mais calma. Ela rodou e rodou, mas não achou quem ela realmente queria encontrar. Tentou mais uma vez o celular de Emmett, porém a ligação ia diretamente para a caixa postal. Ela sabia que havia algo de errado ali, ela mandou uma mensagem para ele ontem à noite, lhe dizendo que estava de volta e com muitas saudades, que iria visitá-lo hoje pela manhã em sua sala. Porém, quando ela chegou à sala dele, o lugar estava vazio e a enfermeira Joana havia lhe dito que o Dr. Swan não estava de serviço naquele dia.
Rose respirou fundo e voltou para a sua sala, começou a atender as pessoas, esperando pacientemente até a hora do almoço, para então poder sair dali e não voltar mais, pelo menos não, naquele dia.
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Emmett estava na piscina naquela manhã, ele olhou para casa ao lado, o local em que a sua única filha morava agora e percebeu que lá estava tudo em silêncio. Ele viu quando Isabella saiu junto com Nessie para Escola, Edward saiu mais tarde, vestindo um terno cinza e todo engravatado, ele deveria estar indo para a sua empresa, já que ele era o dono de uma Editora.
Emmett não levava mesmo jeito para ser pai, mas tentou dar o seu máximo para cuidar de Isabella, contudo, era difícil, ele nuca soube como lidar com ela, o moço sempre a deixou fazer o que quisesse e não foi à toa que ela se meteu em uma confusão pior do que a outra. E agora, a menina estava envolvida com um cara bem mais velho que ela, e que até poderia ser o seu pai. O fato de Emmett saber que Edward era um cara mais velho e andava comendo a sua filha, o incomodava muito, porque o homem era um idoso se comparado a idade de sua menina.
O sol estava forte naquela manhã, ele aproveitou o seu dia de folga para tomar um banho de piscina e sol. Ele sabia que não demoraria muito para a loira espetacular aparecer em sua casa, implorando para ser fudida. Ele sorriu com aquele pensamento, ele ouviu todas as 45 vezes que Rose ligou e leu todas as mensagens que ela deixou, a loira estava ficando desesperada e disso Emmett gostava, e muito. Ele havia planejado algo bem interessante para aquela tarde, e se Rose realmente desse ar de sua graça, na casa dele, essa seria à hora perfeita para colocar as coisas em prática e deixar claro para loira, que ele era quem mandava naquela porra toda.
Parecia que ele sabia, era por volta das duas da tarde quando Rose apareceu na casa de Emmett, a loira estava vestindo uma blusa branca e calça da mesma cor. A empregada abriu a porta e a loira abusada foi logo entrando. Ela perguntou pelo Médico, como sempre, com muita arrogância para com os criados, sempre se achando a melhor. A pobre moça disse que o Dr. Swan estava na piscina. A loira chegou parando a frente dele, impedindo o sol de beijar a pele máscula de Emmett, que estava sem camisa e usando apenas uma bermuda esportiva.
-- Você não me atendeu! - Ela simplesmente berrou raivosa — Que merda! Você estava fazendo o quê não viu as minhas ligações?
Emmett olhou para loira por cima dos óculos de sol, então sorriu cruzando os braços.
-- Por acaso, eu marquei algo com você? - Ele perguntou com toda a sua arrogância e cinismo.
-- Seu...Seu..! - Rose disse com raiva — Idiota! - Ela gritou novamente — Eu mandei vários SMS para você dizendo que estaria de volta hoje pela manhã.
-- Engraçado, não me lembro de você ter me avisado que estaria indo viajar! - Ele revidou — Por que mesmo teria que me avisar que estava volta? Para não achar outra em minha cama?
-- Babaca! Filho da puta! - Ela gritou partindo para cima dele, batendo contra o seu peito másculo. — Você é um cretino!
Emmett gargalhou e segurou as mãos de Rose, acabando assim com a agressão da loira. Emmett era mais forte e bem mais rápido do que a loira, ele a girou sobre a espreguiçadeira e deixando a jovem por baixo dele.
-- Agora que eu tenho a sua atenção! - Emmett comunicou sorrindo com malicia — O que você realmente quer aqui em minha casa?
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Não foi preciso muito, pois Emmett bem conhecia o motivo dela estar ali, apenas queria ouvi-la dizer, só que ele fez pior ainda, ele fez à loira se humilhar e implorar por ficar aqui. Depois que ele se divertiu com a humilhação que provocou a loira, ele mandou com que ela tirasse a calça branca que ela vestia, assim como os sapatos de saltos. Depois demandou que ela retirasse a calcinha e ordenou que ela ficasse de joelhos. Rose se posicionou tipo um cachorrinho fiel, no caso dela, uma fiel cadelinha... Ela seguiu todas as ordens de Emmett, quando ficou de joelhos no chão, ele a mandou ficar de quatro. Enquanto a loira estava de quatro, Emmett removeu a sua bermuda e a sunga de banho que usava, liberando, por fim, o seu membro rígido e já ansioso por se enterrar naquela buceta.
-- Você vai me chupar! - Ele comandou — E não finja que não quer, porque eu sei que você gosta muito disso sua cadela.
Emmett ficou mais próximo da loira, que passou a língua por todo o seu comprimento, antes de engoli-lo por completo. Rose sabia chupar um pau como ninguém, Emmett bem o sabia, ela sugava tão bem que era difícil conter os gemidos.

A loira chupava e engolia o pau de Emmett, ele levou a mão aos cabelos da loira, movendo a cabeça dela, fazendo com que o seu pau entrasse e saísse daquela boca gostosa com mais precisão, Rose engolia o mastro de Emmett por completo. Com a outra mão, Emmett escorregava pelas costas dela, indo parar na bunda da loira, onde ele passou a descer ainda mais, até tocar a entrada dela com os dedos longos.
-- Eu vou te fuder no teu cuzinho, minha cadelinha! - Ele disse apertando o clitóris inchado dela com os dedos — Fique de joelhos naquela cadeira.
Não havia nada de romântico nas palavras dele, mas Rose gostava mesmo assim. Rose gostava ainda mais do modo como Emmett sempre conseguia dominá-la, fazendo-a se esquecer até mesmo de sua raiva. Ela ficou de joelhos no chão, o seu corpo apoiado na cadeira, Emmett se posicionou atrás dela e sem muito cuidado, enterrou todo o seu membro dentro do cu de Rose. A Médica gritou com a brusca invasão.
-- Delícia de bunda! - Emmett elogiou.
Emmett passou a entrar e sair do rabo de Rose com bastante força, a loira gemia e implorava por mais, para que ele metesse com mais vigor.

 Ela queria ser fudida com brutalidade, porém Emmett mantinha o ritmo lento, torturando a loira ainda mais, mal sabia Rose o que a esperava. Emmett segurou a loira pela cintura e manteve aquele mesmo ritmo, até que ela explodiu em um gozo real e ele um pouco depois, enchendo o rabo dela com o seu prazer.
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Emmett e Rose caminharam para dentro da casa. Rose estava usando apenas a sua blusa branca e Emmett estava completamente nu. Dentro do lar, a empregada não estava mais, ela havia recebido ordens expressas, para ir embora depois que Rose chegasse. Já dentro do imóvel, na sala, Rose se deparou com uma nova figura.
-- Emmett! - Ela sussurrou — Quem é ele?
Havia um homem na sala, ele estava semi-vestido, já que a camisa dele estava aberta, mas a bermuda branca, mesmo abotoada, estava com um volume extra. Rose não sentiu vergonha por estar quase nua na frente daquele estranho, pelo contrário, ela gostou de perceber os olhares de desejo que ele demonstrava por ela, olhando para o seu corpo de cima a baixo.
-- Desculpe! - Emmett disse sorrindo por trás dela — Eu não ter lhe apresentado antes! Rose querida, esse é Lucke, um velho amigo meu!
Rose olhou para Emmett ainda posicionado atrás dela. Emmett tinha as mãos na cintura de Rose, quer dizer, uma das mãos, a outra ele escorregou pela barriga dela e os seus dedos tocaram a buceta já molhada da loira, para logo em seguida, ele brincar com o clitóris dela.
-- Ele está hospedado em minha casa! - Emmett disse continuando a torturá-la com os seus dedos — Seja gentil com ele...
Aquelas palavras eram cheias de malícia e Rose sabia disso, o corpo da mulher já dava sinais claros de excitação. Ela olhou para Lucke que já tinha aberto a bermuda e colocado o pau para fora. Ele segurava o seu mastro entre as mãos, o movimentando levemente. Ele não era feio, Rose notou, o pau do rapaz era favorável, nada comparado com o de Emmett, ela até duvida que fosse possível alguém ter um pau igual ao dele. Lucke não era dos piores, e Rose sabia bem que ganharia muitos orgasmos se topasse aquela foda à três.
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Como Emmett desconfia, não foi difícil convencer Rose, não demorou muito para loira estar de joelho em frente à Lucke, a sua língua passava pelo pau do homem, o provocando e deixando-o ainda mais duro. Rose lambeu todo o pau do cara antes de colocá-lo dentro da boca e começar a chupá-lo.

Lucke parecia um homem das cavernas, que há mais de mil anos não comia uma mulher. Não demorou muito para ele colocar Rose de joelhos no sofá e se livrar de suas roupas. Com Rose de quatro, sobre o sofá, Lucke a penetrou por trás com calma e devagar.

 Rose gemeu e olhou em direção a Emmett que estava sentando no outro sofá, vendo tudo o que acontecia. Lucke passou a fuder Rose, entrando e saindo com força, dando tapas na bunda da loira, deixando vermelho e marcado aquele local.
-- Oh, merda! - Lucke gemeu olhando para Emmett — Essa puta é boa mesmo! Eu vou arregaçar o cuzinho dela, também!
Emmett sorriu e olhou para Rose que gemeu alto, quando Lucke voltou a entrar nela com força.
-- Pode arregaçar! - Emmett disse — Essa cadela adora dar à bunda!
Lucke colocou Rose de frente para ele, e mandou-a chupá-lo novamente. Ele segurava os cabelos da mulher, enquanto movia a cabeça dela para frente e para trás, assim fudendo a boca da vadia. Lucke usou a própria excitação de Rose e começou a lambuzar o cuzinho da loira, alargando ainda mais aquela entrada para que o seu pau entrasse ali, ele ia enfiando os dedos lá dentro, enquanto a loira o chupava deliciosamente.

Lucke fez com que Rose se deitasse no sofá, e começou a fudê-la. A loira gemia e gritava cada vez que o pau do rapaz se enterrava dentro do rabo dela. Rose apertava o estofamento do sofá e movia a sua bunda em direção a Lucke. Ela, uma vez ou outra, olhava para Emmett, que tinha o pau duro nas mãos.

-- Oh! Isso! - Ela gemeu olhando para Emmett — Me fode gostoso Lucke.
Rose não podia negar que estava gostando daquilo, ela adorava ver a cara de prazer no rosto de Emmett, ela sabia que logo, logo ele estaria ali com ela e Lucke, fudendo-a, fazendo-a gemer intensamente.
......................

Lucke gozou dentro de Rose e ambos caíram exaustos no sofá, ela cheirava a sexo e a sua blusa já havia sumido de seu corpo, já fazia tempo. Emmett tinha os olhos nos seios dela, já Rose estava com os olhos bem fechados.
-- Você gostou querida? - A voz de Emmett fez com que Rose abrisse os olhos e olhasse para ele.
-- Gostei! - Ela disse sorrindo.
-- Que bom! - Emmett assentiu ficando de pé — Porque agora é que a brincadeira vai realmente começar!
.................................
Rose estava sentada em cima de Lucke, ele tinha o seu pau todo enterrado na buceta dela, enquanto Emmett tinha todo o seu mastro dentro do cu dela. Ambos fudiam a loira, que ainda se movia junto com eles, gritando e gemendo alto. Uma das mãos de Emmett segurava um braço de Rose, a mão da loira a ajudava com os movimentos conjunto aos deles.

-- Oh, isso! Me fode! Me fooodeeeee! - Ela gemia alucinada.
Emmett segurava Rose pelos cabelos, enquanto entrava e saia de dentro dela, Lucke fazia o mesmo, ele fudia Rose com força, ao mesmo tempo em que Emmett preenchia a loira completamente.

-- Oh, delicia! Adoro dois paus me fudendo! - Rose gemeu.
-- Delicia de puta! - Lucke confirmou --- Toda gostosa essa vadia! Engole o meu pau, vai cadela...
-- Oh merda! - Emmett gemeu puxando com força os cabelos de Rose — Eu disse que essa puta era boa, você não acreditou!
-- O bom é que ela gosta de uma boa rola! - Lucke gemeu.
-- Oh! Sim gosto, e gosto muito! - Rose urrou — Fodam-me, vou me arregaçar toda com esses cacetes gostosos. — Rose disse aos gritos — Eu vou gozar muitoooo nesses cacetes.
Emmett mudou a posição deles. Rose estava de costas para Lucke, que agora a fudia no rabo, enquanto Emmett fudia a buceta da loira, as pernas de Rose estavam para cima e Emmett a segurava enquanto a fudia em sincronia com Lucke.

-- Oh, sim, sim, mais forte! - Ela simplesmente berrava — Eu vou gozar no seu pau Emmett, e depois, chupá-lo todinho!
Rose estava fora de controle, já fazia bastante tempo que ela não era fudida daquele jeito e agora estava em êxtase. Lucke se animou ainda mais com os gemidos da loira e passou a entrar mais rápido e com mais seiva dentro dela.

-- Oooh! Delicia! Eu vou colocar essa vadia para gozar pelo cu! - Lucke gruiu.
Emmett e Lucke seguiram fudendo a jovem até que Rose gritou gozando. Emmett meteu com mais força nela e gozou em seguida... Assim como Lucke que gozou mais uma vez dentro do rabo de Rose, fazendo com que os três caíssem no sofá, cansados e suados de tanto fuder.
E essa foi só a primeira transa deles três naquela tarde. Eles transaram muito, Emmett ainda fudeu Rose no quarto em todas as posições possíveis, assim como Lucke também. Antes de Rose ir embora, os dois votaram a fudê-la contra a porta do quarto, enterrando fundo e com vigor, literalmente, arrombando a loira até que todos gozassem.
Mal sabia Rose que Emmett tinha mais coisas planejadas para ela. A vingança do rapaz, por assim dizer, seria longa e prazerosa, ele ainda iria humilhá-la de todas as formas admissíveis ou não... Mas o que ele não sabia, era se isso iria realmente funcionar...
.....................
Nessie estava dentro do carro com Jacob, já era noite e bem tarde. Ela e Jacob tinham acabado de transar dentro do veiculo, quando, de repente, ela avistou o carro de sua mãe saindo da casa do Swan. Ela não entendeu nada, primeiro, por que a sua mãe estaria ali? Segundo, por que tão tarde da noite? E terceiro e último, além de mais importante, por que ela estava com uma cara de quem acabara de ser bem fudida?
Talvez Nessie devesse passar algum tempo com a mãe, para saber o que realmente acontecia ali...
CONTÍNUA...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Em Mau Lençóis -- Cap 26

MOMENTOS DE SEXO E COMPANHEIRISMO...

Não era mais novidade para ninguém naquela cidade, que o filho do médico mais renomado do lugar, estava de caso com uma ninfeta. Carlisle não gostava nada daquele assunto. Ele ficou surpreso quando Rose invadiu a sua sala para dizer que o seu filho era um grande bastado. Carlisle conversou com loira e disse que assim como a ex-nora, ele também não aceitava aquele suposto romance. Rose era uma cobra vestida de querubim, sem sombra de dúvidas, ela aproveitou aquele momento para envenenar ainda mais o seu ex-sogro contra a jovem Swan. Se Carlisle já não ia muito com a cara de Isabella Swan, depois do que Rose lhe dissera sobre a garota, à simpatia que ele poderia vir ter um dia por Bella, simplesmente morreu.
Rose saiu da sala do médico, de alma lavada, mas ainda assim, continuava se sentindo humilhada. Edward era um idiota por trocá-la por aquela fedelha. Rose era uma mulher feita e muito gostosa, já aquela menininha mal havia saído das fraldas. Bella, provavelmente, nem sabia fuder direito e tão pouco chupar um pau. Bem, pelo menos era assim que Rose mentia para si mesma. A loira estava morrendo de ciúmes, tanto ciúme que poderia matar Isabella com as próprias mãos.
Enquanto a loira se contorcia de ira e despeito, Isabella e Edward levavam a vida normalmente. Já havia se passado duas semanas depois do ocorrido, o problema de Nessie, de algum modo era quase ignorado, quase, porque Edward ainda não aceitava aquilo, nem um pouquinho. Porém perto da filha, ele nunca tocava no assunto. James havia sumido da cidade, Isabella sabia bem o porquê daquilo... Como Jacob havia, literalmente, quebrado a cara daquele babaca, James sabia que o pai da menina viria para cima dele, assim, a melhor coisa a fazer era dar um tempo fora da cidade.
O namoro de Jacob e Nessie era a única coisa que mantinha a menina lúcida. Edward no começou, não gostava muito da atitude de Jacob, entrando e saindo de sua casa, mas ele percebeu que a sua filha só ficava bem quando estava ao lado do namorado. De alguma maneira, Jacob estava sendo a base do restabelecimento total de Nessie, ele fazia com que a moça ficasse feliz e isso deixava, de certo modo, Edward mais calmo.
Na Escola as pessoas ainda olhavam torto para Isabella. Victoria nada falava sobre Nessie ou Isabella, com medo de apanhar da morena, novamente e como James, não estava na cidade, não seria tão bom assim para ela ficar provocando.
Alguns Professores olhavam feio para Isabella, outros faziam piadinhas maldosas como a jovem, algo que ela sempre respondia com dedo do meio em pé. No final da aula, ela sempre voltava sozinha para casa. Nessie passava mais tempo na casa de Jake do que em sua própria casa dela. Isabella sabia o porquê, Nessie ainda não aceitava o fato de que, ela que foi a sua melhor amiga, estar dormindo com o seu pai.
Isabella sabia que o problema de Nessie não era ela estar namorando o seu pai, era saber que praticamente todas as noites, eles estavam “trepando”... Essas foram às palavras da menina, quando Isabella perguntou o que realmente estava incomodando a jovem.
Então, na maioria do tempo, a casa ficava vazia, o lugar era praticamente habitado por tão somente Edward e Isabella. Nessie ficava grande parte do tempo fora, a vida deles seguia naturalmente ou quase...
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Isabella estava curvada sobre a escrivaninha de Edward, no escritório que ele tinha em casa. A morena estava nua, usando apenas um par de meias, longas e pretas, os seus olhos estavam fechados e a sua língua passeava por todo o seu lábio seco.

 Edward estava atrás de Isabella, não era a primeira rodada deles, e sim, a terceira... Eles já haviam transando no sofá da sala e na cadeira por trás da mesa... Agora Edward estava comendo o rabinho apertado de sua ninfa, depois de uma série de jogos de provocação por parte da menina.
Isabella se apoiava sobre os seus cotovelos, enquanto Edward entrava e saía de sua bunda, sem a menor piedade, uma das pernas do rapaz estava sobre a mesa e outra apoiada no chão. Edward metia com vontade dentro dela, fazendo ambos gemerem satisfeitos.

-- Isso, Sr. Cullen! — Ela gritava quando o pau do maior entrava mais uma vez, totalmente naquele buraco pequeno. — Oh, eu vou goza desse jeito! — Ela gemia insana.
-- Eu vou encher o seu cuzinho de porra, Isabella! - Ele sussurrou no ouvido da menor e depois mordeu a orelha dela.
-- Aaah! — Ela gemia descontroladamente, empinando mais a sua bunda em direção ao mastro dele --- Me fode gostoso Sr. Cullen, a sua cachorrinha está no cio!
Edward grunhiu e voltou a entrar dentro dela, com fome e muita força, o seu pau entrava e saía daquele buraco pequeno com maestria, fazendo ambos se deleitar de prazer e fazendo Isabella dizer muitas coisas provocantes e chulas.

-- Quero que me foda contra a porta depois, Sr. Cullen! — Ela gemeu quando o pau dele entrou, novamente, dentro dela. — Oh! Isso está tão gostoso! — Ela gemeu — Eu quero que gozer dentro da minha boquinha. Eu vou tomar tudo e te chupar todo, também!
-- Merda Isabella! — Ele gemeu puxando os cabelos dela e enterrando o seu pau todo no rabo de sua ninfa — Eu vou arrombar você toda, minha cadela!
-- Oh! Sim, isso Sr. Cullen, faça! — Ela gritou.
Edward passou entrar e sair com mais força dentro dela, entrando e saindo, saindo e entrando... Mantendo o mesmo ritmo rápido, fazendo a menina gritar a cada investia dele naquele lugar apertado.

-- Sim, sim Sr. Cullen! — Ela gritou – Me come vai! Oh delícia! Adoro o seu pau! — Ela então gritou ainda mais alto.

Edward seguiu metendo cada vez mais, Isabella se virava como podia, para se manter segura sobre a mesa. Edward só aumentava o ritmo ainda mais, o seu pau entrava todo dentro dela... Ela conseguia senti-lo por completo, ele a preenchendo e lhe deixando ainda mais aberta para ele.

-- Oh, Sr. Cullen eu vou gozar no seu pau! — Ela gritou.
-- Não, putinha! — Ele disse em seu ouvido — Você vai gozar, mas não em meu pau! — Ele enfiou novamente o seu pau dentro dela. – Eu vou gozar bem gostoso nessa bundinha deliciosa que só você tem.
-- Oh, sim, goza! — Ela gemeu apertando o pau de seu amado — Goza pra mim Sr Cullen.
Ele manteve o ritmo esfuziante. Ele ouviu quando Isabella gritou e viu o gozo dela melar a mesa, ele meteu mais algumas vezes, antes de encher o rabinho dela com a sua porra, como ele mesmo havia prometido. E então, deixou o seu corpo cair sobre o dela.

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Era sexta-feira, Isabella voltava da Escola. Nessie mais uma vez, não iria voltar para casa, Jacob a chamou para acampar naquele final de semana. Foi preciso Isabella conversar com Edward para que ele deixasse à jovem ir. Isabella saiu do carro, estacionando na garagem do Cullen, ela olhou para a sua ex-casa, que estava, como de costume, vazia. Ela seguiu e entrou em casa, estava tudo em silencio, ela chamou duas vezes pelo nome de Edward, sem obter resposta...
As coisas aconteceram muito rapidamente, Isabella sabia que iria ter volta, ela passou a manhã toda mandando mensagem de texto, provocantes e cheias de safadezas para Edward, o homem disse que se vingaria em breve, só que Isabella não imaginava que ele fosse levar aquilo tão a sério. Então quando Edward a surpreendeu, completamente, agarrando-a por trás e curvando o corpo dela sobre sofá, arrancando a calcinha da amada e abrindo a sua blusa do uniforme com seiva, fazendo alguns botões voarem pela sala. Só assim, Isabella se deu conta como ele falava a sério...
Edward estava atrás de Isabella, à jovem estava de joelhos sobre o sofá, os seios da menina estavam à mostra, devido a sua blusa estar aberta e o sutiã que ela vestia, lhe fora tirado brutalmente. Edward a segurava pela cintura com uma mão e com a outra, segurava os cabelos dela. Ele metia com força e o seu pau entrava e saía dela, fazendo ambos gemerem. Isabella movia os quadris de encontro aos dele, seguindo assim os movimentos impostos pelo maior...

-- Isso! Oh sim, me fode Edward! — Isabella gemia descontrolada, quando Edward a penetrou, fazendo todo o seu comprimento entrar até o talo dentro dela.
O corpo de Isabella tombou para frente, os seus quadris ficaram empinados, Edward segurava a menina pela cintura sem parar os movimentos, ele continuava penetrando-a, o som que ecoava na sala, era dos dois corpos se chocando, a buceta molhada de Isabella pingava ainda mais e já começava apertar o pau de Edward. 

Dificultando assim, a entrada do rapaz com os seus movimentos e reboladas exóticas. Edward metia sem piedade, arrancando gemidos da menina que tinha a boca aberta em forma de “O”
-- Mais forte! — Ela gemeu — Eu quero o seu pau com mais força, Sr. Cullen.
-- Merda Isabella! — Edward gemeu.
Ele voltou a sair e a entrar, enterrando com tanta força o seu pau dentro dela que a menina arfou. Isabella gritou e gozou apertando o pau do amante, mais duas investidas e ele gozou dentro dela. Caindo por cima do pequeno corpo de sua ninfeta.
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Sábado pela manhã, Isabella acordou sozinha na cama. Eles haviam passado boa parte da noite anterior ocupados... Depois do ataque de surpresa dele, ambos tomaram banho juntos e antes de sair do banheiro, Isabella lhe deu um belo boquete, fazendo com que Edward enchesse a sua boca com o néctar dos deuses que só ele tinha...
Eles jantaram e ficaram assistindo um pouco de televisão, Isabella foi para o quarto primeiro e quando Edward se juntou a ela na cama, eles acabaram transando novamente, e de novo, antes deles realmente dormirem.
A menina se espreguiçou na cama e levantou, Isabella vestiu apenas uma calcinha de renda rosa e a camisa de Edward, que ela achou no chão do quarto. Ao lado cama tinha um bilhete dele, que dizia que ele havia precisado ir até a Editora e que Nessie só retornaria para casa no domingo a noite. Isabella foi até o banheiro, lavou o rosto e escovou os dentes, depois foi para cozinha preparou o seu café da manhã e se sentou no sofá da sala para assistir algum desenho. A menina não viu às horas passarem, apenas se divertia assistindo as peripécias do Bob Esponja e comendo “crock” um biscoito de chocolates saboroso.
Isabella não percebeu e nem ouviu o ruído da porta da frente sendo aberta, era quase onze horas da manhã, quando Edward, finalmente, chegou a sua casa. Ele estava cansado e também parecia muito estressado, o maior havia discutiu novamente com Carlisle, o motivo, era Isabella, como sempre. Carlisle deixou bem clara a sua posição sobre aquele romance inconseqüente. Ele jogou a pasta que trazia consigo no sofá da sala, chamou por Isabella, mas não houve resposta, ele escutou um barulho vindo da sala de vídeo, seguiu para lá, encontrando Isabella deitada no sofá de barriga para baixo, usando apenas a sua camisa e de pernas para ar.
Era uma bela visão e ele sabia disso, tanto que removeu o blazer que usava e o deixou cair no chão mesmo, seguiu até o sofá e se sentou no lado oposto de onde Bella estava deitada, só então, foi que a jovem o viu.
-- Olá Sr. Cullen! - Ela disse já dando o seu radiante sorriso para ele
-- Olá meu amor!
--- O que você tem? - Ela perguntou enrugando a testa, Edward estava meio cabisbaixo.
-- Apenas estresse! - Ele disse — Coisas do trabalho!
A menina o fitou fixamente, ele se levantou indo em sua direção e ficando entre as pernas dela. Edward estava sentando no braço do sofá de modo que Isabella ficou a sua altura.
-- Quer uma massagem? - Ela lhe perguntou solicita. A menor realmente não gostava do que via nos olhos dele. Ela conseguia perceber duvida neles, e de forma alguma ela não queria isso, não agora, não depois de tudo o que eles passaram para poder ficar juntos – Eu posso te fazer uma massagem, se desejar, Sr. Cullen!
-- Ah, isso seria ótimo! - Ele disse passando as mãos pelas pernas da menina.
-- O seu pedido é uma ordem, Sr. Cullen! - Ela brincou e sorriu.
Isabella removeu a camisa dele, deixando-a cair no chão. Edward passou os olhos por todo o corpo da menina, notando que ela vestia, apenas, uma minúscula calcinha.
-- Você é linda! - Ele sussurrou com as mãos em volta da cintura dela — Muito linda, mesmo!
-- Você também é lindo! - Ela disse sorrindo e passando os dedos pelo rosto másculo de seu homem — Muito lindo mesmo, Sr Cullen.
-- Você não perde a chance de me provocar, não é minha menina? - Ele disse sorrindo, enquanto as suas mãos subiam e desciam pelas costas de sua garotinha.
-- Nunca!
Ambos sorriram da resposta da menina, as mãos de Edward desceram pelas costas da ninfa, indo parar em sua bunda redonda e durinha, local em que ele apertou com força... Edward amava tocar naquela carne branca e macia que o possibilitava tanto prazer...

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A ninfeta estava de costas para Edward, ambos estavam pelados. O jovem segurava Isabella pela cintura, Bella tinha uma de suas pernas apoiada sobre o sofá, assim como as mãos agarradas firmemente no encosto do móvel. Edward metia com força dentro dela. A menina tinha os olhos fechados e a boca aberta, por onde escapavam gemidos eróticos.

Ela sabia, sempre soube, desde o primeiro momento em que começou a se envolver com Edward, que algumas vezes, ele usava o sexo para extravasar a raiva ou a frustração, por algo que tenha acontecido e naquele momento, enquanto o pau dele entrava e saia de dentro dela, com força, fazendo ambos gemerem, ele precisava se acalmar... Ele apertava a cintura dela com seiva, cada vez que ele se enterrava em sua cavidade receptiva e quente. Ela sabia que algo o incomodava...
Edward mudou a posição deles, colocando Isabella curvada sobre o braço do sofá, ele voltou a fudê-la com veemência por trás, ele segurava a cintura dela com energia e empurrava todo o seu comprimento dentro da menina, fazendo-a gritar. Isabella tinha a boca aberta e os seus gemidos eram altos e implorativos.

-- Quem é o seu dono, Isabella? - Edward demandou saber, enquanto entrava nela com muita força – Vamos me diga ou pararei de te fuder!
-- Ah! - Ela gemeu quando ele retirou todo o seu comprimento deixando apenas a cabecinha dentro dela — Você! - Ela gritou e ele entrou novamente nela, dessa vez, com TUDO! — Você, você, VOCÊ!!!!! - Ela repetiu várias vezes, enquanto ele a fudia com mais eficácia ainda.
Edward mudou, mais uma vez a posição dos dois, ele colocou Isabella de joelhos no chão da sala, com a parte da frente do corpo dela, deitada sobre o sofá. Edward pressionava o corpo da jovem contra o sofá, enquanto entrava e saia da buceta calorosa da jovem com o seu mastro rígido.

Isabella gemia, porém o seu gemido era abafado, pois ela era fortemente pressionada ao estofado do móvel... Edward aumentou o ritmo de suas estocadas, a buceta da menina começava a pingar e apertar o seu pau duro. Ela arfou alto, quando ele entrou com força, de uma só vez, dentro dela. Todo o corpo da garota tremeu e ela gozou chamando o nome do Escritor. Edward meteu mais duas vezes, por fim, se libertando dentro dela e deixando o corpo o cair sobre o da sua pequena gostosa.
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Eles estavam deitados e abraçados no sofá. Isabella estava nua, assim como ele. Edward a tinha em volta de seus braços e a sua cabeça na curva do pescoço dela. Isabella estava com os olhos bem fechados. Edward nunca se sentiu tão possessivo com alguém, como se sentia em relação à Isabella, nem mesmo com Rose, com quem ele foi casado por um longo tempo. Ele nunca se sentiu assim, nunca cobrou de Rose nada durante o sexo, nem mesmo que ela gemesse o seu nome ou tão pouco que ela dissesse que ele era o seu dono. Mas com Isabella era diferente, ele poderia passar o dia todo fudendo a ninfeta ou simplesmente falando com ela, que o seu dia seria perfeito!
Bella era sempre divertida e animada, gostava de coisa simples, porém também apreciava o luxo, mas não era escrava dele. Ela era encantadora quando queria e uma peste quando desejava ser, ele sabia disso tudo e ainda assim, não conseguia não sentir medo de perdê-la, afinal de contas, ele sempre seria o mais velho da relação, bem mais velho na verdade, e isso o deixava receoso de perdê-la...
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Emmett não gostou nada de saber do sumiço de Rose. A loira gostosa tirou alguns dias de folga do hospital, ela simplesmente desapareceu de suas vistas. Não deixou nenhuma pista de onde estivesse, nada mesmo, nenhum recado, nem um aviso, nada... Ela simplesmente o descartou, como se ele fosse o brinquedinho dela. Só o que Rose não sabia era que Emmett não era o tipo de homem que se deixasse brincar e depois fosse descartado. Ele normalmente era quem fazia isso com as mulheres. Mesmo não demonstrando tanto zelo por Rose, o Doutor estava gostando daquela mulher egoísta. Ele nunca havia encontrado uma mulher como Rose antes, que gostasse das mesmas coisas que ele e que se desse tão bem na cama, como eles se davam... Ele gostava de vê-la se humilhar para ele, implorar por receber o seu pau dentro dela. Ele gostava de ver o modo como ela se contorcia quando gozava embaixo dele, gritando o nome dele. Só que mesmo gostando de tudo aquilo, Emmett Swan era um homem vingativo e estava apenas esperando o momento certo para fazer com que Rose se arrependesse amargamente por esse sumiço sem explicações.

CONTÍNUA...