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terça-feira, 27 de maio de 2014

Em Maus Lençóis -- Cap 25

NÃO ERA MAIS SÓ SEXO...

A noite foi bem agitada na casa dos Cullen, para começar, Nessie voltou para a casa do pai. O quarto dela foi reformado e havia novas peças na decoração, tornando o ambiente mais aconchegante e confortável. Enquanto Nessie desfazia as malas, Isabella fez questão de deixar bem claro que nada havia acontecido entre ela e o pai da jovem. Bella salientou que deste que ela se mudara para a casa de Edward, ela não dividira o mesmo quarto que ele. Ela explicou ainda, que as coisas não andavam muito bem entre eles, não que eles estivessem brigando, não era isso, mas pelo fato de que o seu próprio pai meio que a tenha colocado para fora de casa, deixava as coisas estranhas e ela tentava se adaptar a sua nova situação de vida.
-- Eu não aceito o relacionamento de vocês! - Nessie disse séria e fria.
-- Infelizmente, você não tem que aceitar! - Isabella disse já de pé e pronta para sair do quarto da garota — Contanto que ele aceite, a sua opinião e a das outras pessoas, não me importa. – Ela fitou a amiga que tinha um olhar triste — Eu o amo Nessie! Eu sei que não sou a melhor escolha para ele. Sei que se você ou o seu avô pudessem optar, seria outra pessoa, ou até mesmo Rose... O fato é que ele me quer e eu o quero do mesmo jeito e com a mesma intensidade, vocês aceitando ou não, nada mudará entre nós dois... 
-- Você poderia ser a filha dele! - Ela apelou.
-- Mas eu não sou! - Ela rebateu — Você é quem é a filha dele, você deveria dar força a ele. Existem algumas coisas que se você as soubesse, com certeza, você ficaria bem mais revoltada... - Nessie olhou para Isabella sem entender, mas a menina sabia muito bem do que ela falava — Eu só acho que você está revoltada com a pessoa errada, se existe uma vitima nessa historia toda, essa vitima é o seu pai.
Isabella não esperou por uma resposta de Nessie, ela saiu do quarto da menina e foi em direção ao aposento no qual ela dormiria de agora em diante, o mesmo de Edward. O quarto que ele dividiu um dia com Rose. Ela sabia que tudo no lugar fora mudado, ela vira quando Edward trocou tudo ali, até mesmo à cama, mas ainda assim, era estranho saber que ele dormiu com a então esposa naquele lugar durante algum tempo...
Isabella entrou no quarto e estava vazio, ela olho pela janela e viu o jardim da casa ao lado, estava tudo escuro, sinal de que o seu pai ainda não estava em casa. Isabella sabia muito bem com quem ele estava, e isso não lhe deixava muito feliz, ela não confiava em Rose, nunca confiou e não seria agora que confiaria, ela sempre achou que a loira perfeita escondia muita coisa.
Ela se dirigiu ao banheiro do aposento e começou a remover as suas roupas, tirou, primeiramente, a calça jeans que vestia depois os tênis. Isabella estava em frente ao grande espelho que havia ali, usando apenas uma camiseta azul e uma calcinha de rendas, quando Edward entrou e logo parou atrás dela.
-- Passei no quarto de Nessie! - Edward disse enquanto observava Isabela através da imagem refletida no espelho — Ela já estava dormindo.
-- Ela vai fica bem Edward! — Bella indicou e deu um sorriso doce para o maior.
Edward nada disse, apenas beijou o pescoço da menina, beijo esse que ativou todo o sistema nervoso da jovem.

 O contato que começou no pescoço foi descendo pelos ombros... Para Isabella, que estava no deserto há dias sem os toques mágicos do maior, aquilo foi como achar água em meio ao nada, ela se deixou levar pelas sensações causadas pelos beijos dele, deixou a cabeça pender para trás, se apoiou nos ombros do amado, e por fim, deixou os olhos se fecharem em um pélago de desejo alucinante.


A boca de Edward subiu para a orelha de Isabella, as mãos que estavam em volta da cintura da jovem, passaram a subir por sua barriga, retirando assim a camiseta que ela vestia e indo parar nos seios da menina, os quais ele apertou e os massageou, fazendo a menina ofegar, a boca dele estava ao ouvido de Isabella, provocando mordiscando, aquele lugar que era um ponto sensível do corpo ela.
As mãos de Edward deixaram os seios da menina para voltar a descer pela barriga macia e ir direto para a minúscula calcinha dela, Isabella gemeu quando sentiu os dedos de Edward aumentando a sua excitação.

-- Edward! - Ela gemeu quando ele beliscou o seu clitóris.
E então, do nada, Edward se afastou passando um das mãos pelos cabelos, logo depois levou a outra ao rosto e discretamente chupou os seus dedos melado com excitação da menina.
-- Nessie esta em casa! - Ele disse nervoso — Desculpe-me querida, mas não podemos fazer isso hoje.
-- Nessie vai morar aqui, Edward! - Isabella disse com raiva demonstrando toda a sua frustração.
-- Eu sei! - Ele anuiu.
-- O que você quer dizer com isso? - Isabella questionou — Que não vai mais me tocar enquanto ela estiver aqui?
-- Bella, é a primeira noite de Nessie aqui em casa! - Edward disse olhando para ela — Por favor, é só isso, vamos esperar mais um pouco, tudo bem?
Não, nada estava bem, e Isabella começava a entender aquilo agora.
.......................
Algumas pessoas se acham espertas demais para serem enganadas ou passadas para trás. Rose era uma pessoa assim, ela sempre achou que Edward a amava e por isso sempre o teria nas mãos. Quando ele pediu o divorcio, ela primeiro fora pega de surpresa, mas Rose não via aquilo como o fim do mundo, ela apenas achou que dali por diante estaria livre. Afinal, Edward era um homem pegajoso e ruim de cama, e ela ainda levaria uma boa grana dele, mesmo porque o único motivo de ter casado com ele foi pelo dinheiro que ele possuía. Agora, ela tinha Emmett Swan em sua cama, ela odiava se sentir assim tão dependente de um homem, como estava dele, todavia ela não conseguia ficar longe, ela tentava e como tentava, porém sempre voltava e implorava por ele ao seu lado. Emmett era cruel com ela, ele fazia a loira magnífica implorar, rastejar e pedir por mais, sempre... Ele não era romântico com ela, era dominante e mandão e ela parecia uma cadelinha, em uma relação em que ele era o DOM e ela simplesmente uma cadela, na verdade ela sempre foi assim, só que agora ela queria apenas ele como o seu DONO...
Rose se lembrava muito bem como começou a sua manhã naquele dia, ela estava de joelhos no chão do quarto, usava um sutiã e um short curtinho, além de ter o pau de Emmett na boca, ela o chupava com muito tesão.

 Já o homem a quem ela já não conseguia mais dizer um NÃO sequer, estava deitando na cama, usando apenas uma camisa e com as mãos atrás da cabeça, enquanto a loira lhe pagava um ótimo boquete. Não demorou muito para que toda a roupa sumisse de seus corpos, a loira já estava sentada no pau dele, rebolando, gemendo e montando o homem.

-- Isso gostosa! Engole o meu pau todo! - Emmett disse enquanto olhava para Rose encima dele, rebolando com o pau do médico dentro da cavidade espaçosa o suficiente para abrigar o membro dele.
Rose mesmo mudou a posição em que eles se encontravam, ela sentou no pau do grandão de costas para ele, dando uma bela visão de sua bunda e mostrando a sua buceta engolindo o pau dele. Rose era uma perfeita vadia, se não fosse médica seria uma ótima prostituta, até porque ela levava jeito para a coisa toda.

Emmett mudou a posição deles, colocando Rose deitada na cama, então ele passou a fudê-la por trás. Rose movimentava os quadris, os empurrando junto aos de Emmett, ele sentia o seu pau todo se enterrar dentro dela.

 A vadia gemia e pedia por mais, Emmett, claro, atendeu ao pedido da loira. Ele passou a meter dentro dela com mais força e vigor, segurando-a pela cintura. Emmett só faltava enfiar as bolas dentro da buceta quente dela.

 A loira gritava em plenos pulmões o nome do doutor Swan, não demorou muito para que Rose gozasse fazendo o maior barulho, chamando nomes feios e palavrões eróticos, então Emmett mandou que ela ficasse de joelho e gozou na boca da mulher safada.

A manhã de Rose não poderia ter começado melhor, ela saiu na noite anterior com Emmett, assim que soube que Nessie, a sua filha chatinha estava voltando a morar com o pai. Agora ela poderia levar Emmett para o seu apartamento sem se preocupar com a menina. Ela tinha que manter a posse de boa mãe perante a menina, mas claro, que pelas costas, ela era o que poucas pessoas conheciam dela, uma verdadeira vadia.
Rose nunca soube o porquê de Nessie ter ido morar com ela, ela sabia que Edward já estava envolvido com outra mulher, mas não sabia quem fosse, não até aquela manhã, quando entrou em seu consultório e ouviu duas enfermeiras fofoqueiras conversando.
-- Eu sempre disse que essa menina não valia nada! - A enfermeira Joana cuspiu — O Doutor Swan sempre deixou ela solta demais, agora tá aí, uma verdadeira piranha, roubando o marido dos outros.
-- Tudo bem que não gosto dessa garota! - Catherine se dirigiu a outra enfermeira — Mas me acredite, dar até para sentir um gostinho de vingança, ah isso dá...
-- É verdade! - Joanna retrucou — Eu acho que ela deve estar morrendo de raiva e de vergonha, ainda mais ela que sempre se achou o máximo por ser a esposa do filho do dono do hospital.
-- Rose não passa de uma grande corna! - Catherine se divertiu com o próprio comentário — E o pior, é que o marido dela, lhe traía com a melhor amiga de sua filha. Isabella Swan não vale nada, essa é a verdade, ela não respeitou nem mesmo o pai de sua melhor amiga.
Ambas riam alto, e riam muito, enquanto conversavam não se deram conta de que Rose estava ali ouvindo tudo.
-- Segundo comentários, Isabella até transava com ele na cama em que ele dividia com Rose! - Joana atiçou.
-- Olha, até eu que sou casada, juro que se ele me desse mole, eu pegava! - Catherine declarou — Esse tal de Edward Cullen é um gato. Nossa, imagine esse homem na minha cama, não é a toa que a putinha da Isabella andava fudendo com ele. Alguma coisa ele deve ter de bom e com certeza é na cama...
-- Ele poderia até ser ruim de cama! - Joana confabulou — Mas tem dinheiro, tu achas mesmo que Isabella está com ele só por causa do sexo, ela quer é o dinheiro do homem. Afinal quem não gostaria de ter o sobrenome Cullen?
Rose saiu dali cuspindo fogo pelas ventas, ela estava vendo tudo vermelho a sua frente, ela iria matar Isabella e acabar com Edward. Nem uma das enfermeiras vira Rose, mas a loira ouviu o que lhe interessava naquela conversa. Ela saiu do hospital sem dar muitas explicações e foi bater direto na casa de Edward, aquela em que morava antes. Ela entrou sem bater, ainda tinha as chaves de lá e sabia que Edward não havia trocado as fechaduras ainda.
-- Cretino! - Ela gritou ao invadir o escritório em que Edward trabalhava — Você é um filho de uma puta, miserável! - Ela voltou a gritar.
-- Rose! - Edward disse estreitando os olhos para ex-mulher — Acho melhor você diminuir esse tom.
-- Diminuir o meu tom? - Ela gritou— Eu vou e acabar com a vida daquela puta!
Então tudo fez sentindo, Edward achou estranho Rose não ter vindo ali reclamar e dizer algumas verdades em sua cara por estar com Isabella, antes. O problema era que Rose não sabia quem era a mulher com quem ele estava até aquela manhã.
-- Ela tem idade para ser a sua filha! - Rose gritou — Seu infeliz, olhe para mim! - Ela berrou alto desta vez — Eu sou uma mulher feita, mil vezes melhor do que aquela vadia de quinta que acha que saber fuder.
-- Rose! - Edward gritou em alerta — Eu estou em minha casa, não aceito que fale assim comigo e nem mal de Isabella.
-- Eu falo do jeito que eu quiser! - Ela disse com raiva — Aquela puta barata vivia aqui em casa, claro, como não notei isso! Ela vivia aqui porque queria você, aquela desclassificada.
-- Não tanto quanto você! - A voz de Isabella ecoou atrás da loira.
Edward viu o modo como Rose estava olhando para Isabella, e Isabella por sua vez estava vermelha de raiva, deveria ter ouvido toda a discussão deles.
-- Veja só! - Rose disse sarcástica — A grande vadia do ano!
Rose levantou a mão e bateu com força na face de Isabella, fazendo com que o rosto da menina virasse com brutalidade para o lado oposto.
-- Isso sua piranha, é por ter se enfiando em minha casa! - Rose gritou levantando a mão novamente para bater da garota, mas dessa vez, Edward a segurou pelo pulso — Me solta, Edward! Eu vou dar nessa menina a surra que a mãe dela deveria ter dado quanto ela era menor.
-- Pare! - Edward ordenou com raiva e frio — Você está em minha casa, você não vai bater em ninguém em minha casa, ainda mais em Isabella.
-- Claro! - Rose disse com cinismo — Você anda fudendo a fedelha!
-- Isso não é de sua conta! - Edward disse apertando-a e a sacudindo pelos ombros — Saia de minha casa Rose, você não é bem vinda aqui, não estamos mais juntos e o divórcio já está em tramites, simplesmente esqueça que eu existo.
-- Esquecer? - Rose deu uma risada irônica — Agora que eu vou fazer o favor de lembra você que eu existo, Edward. Ou você acha mesmo que vou ficar com a fama de corna na cidade toda, enquanto você fode essa piranha barata?
-- Vadia de merda! - Isabella disse cuspindo as palavras entre os dentes. — Você não tem moral para falar de mim, sua puta.
-- Ora sua...
Rose foi para cima de Isabella, mas Edward a puxou com força, se colocando entre as duas.
-- Eu já disse, você não vai bater em Isabella! - Edward disse sério — Isabella suba, vá para o quarto e espere por mim lá. Tenho que ter uma conversa definitiva com Rose.
Isabella saiu e Edward fechou a porta atrás de si, então caminhou em direção a sua cadeira e apontou para cadeira em sua frente, para que Rose se sentasse, mas a loira permaneceu em pé.
-- Os seus pais já sabem disso? - Rose perguntou.
-- Isso não diz respeito a você! - Ele foi direito— Mas se a informação vai deixar você fora do meu caminho, sim o meu pai já sabe de tudo, já a minha mãe logo saberá também.
-- Você não entende! - Rose esbravejou — Você está namorando... ou melhor, fudendo uma ninfeta de merda!
-- Rose, a minha paciência tem limite.
-- E a minha também! - Ela gritou — Olhe para você, já é um velho, Edward. Isabella é jovem e bonita, você acha mesmo que ela vai querer passar o resto da vida com você? Ela tem muita coisa a viver, acha mesmo que será com você? E se por acaso isso acontecer, ela vai te trair com gatos e até com cachorros.
-- Cale a boca! - Ele gritou e Rose sentiu medo pela primeira vez — Você vai sair de minha casa, você já vai ter o que quer, vou lhe dar uma boa mesada para ficar longe. Não quero ouvir você falar e nem sonhar que você falou mal de Isabella, e só para você saber, Isabella é problema meu. Agora saia de minha casa.
-- Cadê a minha filha? - Rose perguntou.
-- Agora você se lembrou de que é mãe Rose? - Ele foi irônico — Nessie está com Jacob, o namorado dela, se por acaso você ainda se lembra deste fato.
-- Eles haviam terminado!
-- Sim, eles tinham mais voltaram! - Edward falou ríspido — Direi para ela que você veio aqui.
-- Ela aceitou isso? Assim tão fácil?
-- Se ela aceitou ou não já não é algo que ela possa mudar! – Edward disse incisivo – Eu estou com Isabella, Rose. E ninguém irá me fazer mudar de idéia quanto a isso.
-- Isso até o juiz prender você! - Rose ameaçou — Isso se chama pedofilia, Edward.
-- Isabella não é uma criança! - Ele rebateu — Ela já foi emancipada pelo pai há algum tempo! Nada impede que ela possa ficar comigo, ela é legalmente responsável pelos seus atos.
-- Uma cadela é isso o que ela é! - Rose debochou — Isso não vai ficar assim, Edward. Eu vou te mostrar que não!
Rose saiu batendo a porta, ela caminhou para saída esbaforida, Edward se manteve onde estava em sua cadeira. Rose ficou surpresa quando se deparou com Isabella, a menina estava encostada ao carro da mulher, ela fitava a loira com um sorriso irônico e bem debochado.
-- Olá tia Rose! - Ela disse.
-- Vadia! - Rose gruiu dando dois passos em sua direção.
-- Se me bater será pior! - Isabella afirmou — Eu direi que você me atacou, Edward dirá que é verdade, porque ele viu quando você me bateu, e você estará envolvida em um escândalo sem tamanho.
-- Sua ordinária! - Ela murmurou entre os dentes — Saia do meu caminho, e não pense você que está com a partida ganha! Eu ainda não perdi.
-- Hey, eu mal comecei a jogar! - Isabella provocou — Mas se serve de consolo, não cruze o meu caminho tia Rose, eu não costumo ser gentil com alguém que tenta me ferrar.
-- O quê? Você está me ameaçando, sua fedelha? - Rose perguntou incrédula — Escute bem... - Ela começou — Não pense você que Edward vai ficar contigo, ele vai se cansar, ele precisa de uma mulher, não de uma criança para fuder. Ele gosta de coisas que você não pode lhe dar... Você é só uma menina e sempre será assim, mesmo quando estiver mais velha, ele será ainda mais velho que você e todos vão falar que está com ele por dinheiro e nunca acreditaram que você o ama, nem eu mesma acredito nessa hipótese. Já vi garotas como você que fazem de tudo para se dar bem.
-- Isso foi o que você fez? - Isabella disse e se virou voltando para casa — Dê lembranças minha para o meu pai...
Rose não entendeu na hora o que a menina queria dizer com aquilo, ela ainda estava com raiva, então ela não percebeu a ironia presente na voz de Isabella. Ela entrou no carro e foi embora. 
Isabella foi em direção a escritório de Edward. Assim que abriu a porta, ela viu um homem cabisbaixo, com as mãos na cabeça, ele não percebeu quando ela entrou, mas sentiu as suas mãos pequenas em seus ombros.
-- Ela mentiu! - Isabella disse - Em tudo o que ela disse!
-- Não! - Ele retrucou — Ela não mentiu
-- Edward...
-- Isabella você é jovem! - Ele refletiu — Não tem o porquê de se prender a mim, não tem o porquê de passar por isso tudo. - Ele tirou as mãos da menina que estavam em seus ombros — Sempre pensarão que eu sou o seu pai... Essa á a verdade, você tem idade para ser a minha filha, você é jovem, inteligente, bonita e tem a vida inteira pela frente... Viva-a, eu serei apenas...
-- Você não sabe o que diz! - Ela disse saindo de trás dele, puxando a cadeira e fazendo com que ele a encarasse — Eu não dou a mínima para o que eles dizem... Você não é o meu pai e a sua mulher é uma puta, que dizer, a sua ex-mulher, não aceito que você pense no que ela disse, eu nunca dei motivos para isso e olhe para mim quando falo com você — Ela gritou e puxou o rosto dele para si — Eu amo você Edward, amo de verdade! É com você que estar, é com você que quero fazer amor, é o seu nome que grito quando gozo. É você quem fica comigo quando estou triste, é você que quero comigo, não entende isso? Não quero saber do amanhã, ele ainda não chegou e nem sei se chegará... Eu quero saber do agora e quero isso com você... Se amanhã tudo mudar e você descobrir que não me quer, eu enfrentarei tudo e todos só para te conquistar mais uma vez... Eu farei tudo de novo, e de novo, e de novo e quantas vezes forem necessárias... — Ela respirou fundo — Agora pare com isso! Ninguém pode falar por mim a não ser eu mesma, e eu estou dizendo que EU TE AMO, EDWARD CULLEN! Enfie isso em sua cabeça de uma vez por todas...
Isabella não deu tempo de Edward pensar ou retrucar as suas palavras de há pouco, ela simplesmente o beijou... Um beijo cheio de desejo e paixão, um beijo que só ela poderia lhe dar e ele sabia disso. As mãos do rapaz tomaram conta dos cabelos da menina, e logo o beijo se fazia mais urgente e cheio do desejo reprimido dos últimos dias. A boca de Edward foi diretamente para o pescoço dela, as mãos dela foram para os cabelos dele, deixando-os mais rebelde ainda.
-- Eu quero que me foda! - Ela gemeu — Que me faça sua, que me pegue por trás, que me faça gemer e gritar o seu nome... - Edward gemeu com as palavras dela e as mãos dele apertaram a bunda da menina — Eu quero que me faça sua do jeito que somente você saber fazer Edward. - Ela levou a boca ao ouvido dele e sussurrou bem sexy — Me coma Senhor Cullen, me foda gostoso com o seu pau delicioso... Eu estou lhe implorando...
................

Isabella estava completamente nua, parte da frente de seu corpo estava debruçado sobre a mesa de Edward, os objetos que estavam ali encima, já perduravam no chão. Edward tinha as mãos apoiada nas costas da menina, pressionado-a contra a mesa, enquanto ele entrava e saia de dentro dela. Isabella gemia o nome dele cada vez que ele entrava fundo dentro dela.

-- Oh, Sr. Cullen, eu sou sua, só sua!
Isabella levou a mão para a bunda, afastando as bandas dando assim uma visão perfeita para maior, de como o pau dele entrava em sua buceta encharcada, cada vez mais fundo e fundo, fazendo ambos gemerem em êxtase.

-- Oh mais forte Sr. Cullen, me faz gozar!
Edward segurava a bunda de Isabella, enquanto entra e saia da buceta cremosa, cada vez mais apertada. Isabella era sempre Isabella e a sua boca sempre seria suja na hora do sexo... Ela o provocava falando coisas obscenas, coisa que só Isabella diria, enquanto estava sendo devidamente fudida por ele.

--- Oh isso Sr. Cullen! - Ela gemia afoita — Faça a sua putinha gozar em seu pau duro e prazeroso!
Edward a fudia ainda mais rápido. A ninfeta estava apoiada com as mãos sobre a quina da mesa, a bunda dela estava mais empinada ainda, enquanto o pau dele entrava e saia de sua buceta melada... 

--Vai Edward... Oh Edward! Sr. Cullen eu vou gozar!
Isabella gritou na mesma hora em que Edward enfiou o seu pau todo dentro dela, o corpo da menina tremeu e o seu gemido de prazer ecoou pela sala.

 Edward ainda meteu com força dentro dela umas três vezes, antes de gozar no interior da buceta da amada e só então, deixar o seu corpo relaxar por cima do dela.
-- Agora você já sabe que eu não sou a sua filha! - Isabella sussurrou enquanto estava no colo dele. — Eu sou a sua mulher, Edward.
-- Minha! - Ele disse – Só minha...
Ele beijou os lábios dela, que automaticamente foi mudando de um leve beijo para proporções maiores, os deixando enredados e assim voltando a transar de novo, dessa vez com mais calma, não era sexo ali, era amor... Eles fizeram amor no chão do escritório dele...

CONTÍNUA...

domingo, 25 de maio de 2014

Slave Of Pleasure -- Epílogo

EPÍLOGO
A celebração de casamento de Emmett e Rose foi prefeita, do jeitinho que a loira sempre desejou. Rose entrou na igreja deslumbrante, a sua barriga ainda nem começava a dar sinal de crescimento, a loira estava perfeitamente linda, em um vestido branco com vários detalhes, algo que somente Rose poderia ter querer. Emmett estava feliz, ele parecia um bobo, e claro, completamente realizado.

Tudo mudou na vida deles, Alice e Jasper foram viver em Paris assim que ela se formou na Faculdade. Emmett e Rose tiveram uma linda menina, muito fofa mesmo, eles deram a ela o nome de Amanda, a menina era bem travessa.

Carlisle voltou a se apaixonar, desta vez por Mary, uma mulher doce que havia conseguido chamar a atenção do médico. O homem conheceu Mary quando ela deu entrada no hospital com uma fratura exposta na perna, no decorrer do tratamento, ela acabou por encantar o doutor, além de muito bonita e inteligente, ela se mostrou uma pessoa madura e carinhosa. Mary estava se formando em medicina o que deixou Carlisle ainda mais enamorado pela moça, o fato de ela ser quase quinze anos mais jovem do que o médico, não pareceu incomodá-lo em nada e nem tão pouco a bela morena. Apenas fez com que ela se interessasse por ele ainda mais, já que Mary sempre deixou claro que preferia os homens mais velhos. Depois de cair nas garras da jovem, o doutor nunca mais conseguiu sair.
Isabella teve uma menina, Edward acompanhou toda a gravidez da morena com interesse e dedicação.

 Ele nunca faltou às consultas de pré-natal dela, fazia questão de participar de tudo que envolvesse a vida do futuro rebento. Isabella ficava possessa com tantos cuidados dele para com ela. Parecia que ela era a coisa mais frágil do mundo e não que estivesse simplesmente grávida. Até o sexo entre os dois, era cuidadoso, ele procurava ter um grande autocontrole na cama, pois segundo ele, não queria correr o risco de machucar o bebê, até o lado dominante do rapaz fora esquecido por completo, pelo menos durante todo o período da gravidez e até o pós-parto de Isabella.

A criança nasceu com os cabelos iguais aos do pai, os olhos, porém, pareciam com os da mãe. Ela recebeu o nome de Reneesme, a junção do nome dasmães de Edward e de Isabella. A criança ganhou um apelido carinhoso dos irmãos, eles a chamavam simplesmente de Nessie, eles tinham muito ciúmes da irmãzinha, os meninos queria sempre estar por perto dela para não perder a atenção dos pais. Isabella teve que trabalhar a adaptação dos filhos ao novo membro da família. A princípio foi difícil para eles compreenderem que teriam que dividir a mamãe e o papai com mais um ser pequenino.

 Foi preciso muita atenção, diálogo e muita demonstração de amor para que os meninos entendessem que teriam papai e mamãe para todos os três. Com o passar dos meses, os filhos se apaixonaram rapidamente pela irmãzinha.
Levou alguns meses para Edward voltar a tocar em Isabella, primeiro veio o período de resguardo, o qual ele mesmo fez questão de cuidar para que ela não o quebrasse. Por ela, já havia quebrado algumas regras mesmo durante a gravidez. E depois, claro, tinham os filhos que sempre invadiam o quarto dos pais, correndo e gritando no meio da noite, por ter tido um pesadelo ou por medo do escuro. O fato é que Isabella só conseguiu ter um orgasmo muito intenso, quando em uma noite, em meio a uma briga entre os filhos, ela os colocou de castigo no quarto deles, eles já dormiam profundamente e ela sabia que seria impossível eles acordarem depois da bronca que levaram. As crianças brigaram por uma coisa boba, quando ela voltou para o quarto do casal, Edward tentou defender os filhos, ela gritou e em um momento de loucura ou raiva, jogou um vaso de vidro, cheio de flores, contra o marido, se o reflexo do Cullen não fosse bom e rápido, ele teria ficado com um galo enorme na cabeça e provavelmente com alguns pontos também. Edward estava próximo a porta de entrada, o que facilitou muito para ele a trancasse imediatamente.

A primeira coisa que sumiu foi às roupas de Isabella, depois as de Edward. Ele bateu duas vezes na bunda da mulher, antes deles irem ao chão. O corpo de Isabella estava de lado e Edward estava atrás da jovem quando a penetrou com força e sem cuidado algum, fazendo o seu membro rígido entrar sem piedade dentro daquela cavidade apertada e quente. Edward gemeu com aquele contato, a mulher continuava tão apertada quanto à primeira vez em que se enterrou dentro dela. Ter tido mais uma filha, não mudou em nada e não afetou a elasticidade da buceta de sua amada, talvez porque que todas as gravidezes tenha sido cesarianas...


Edward metia com força, os braços de Isabella estavam por trás da cabeça dela e a única coisa que saia da boca da jovem, era gemidos e pedidos por mais. Conhecendo Edward como Isabella o conhecia tão bem, ainda mais na cama, ela sabia que ele não iria manter aquela posição por muito tempo e ele não manteve, começou a dar tapas forte na bunda dela e depois ele ordenou...
-- Me monta! E rebola essa buceta gostosa no meu pau!
Se Isabella já estava excitada, as coisas ficaram piores com aquele comando maldito, ou melhor, BENDITO! Ela não perdeu tempo em sentar novamente no pau dele e gemer quando ele entrou a todo vapor dentro dela. Edward segurou a cintura da esposa e colocou a morena para sentar definitivamente em seu pau, ele movia os quadris, se enterrando com força dentro da buceta melada de sua mulher, arrancando gemidos dos dois, novamente. As palavras chulas e provocativas que Isabella tanto conhecia, mas que só saiam da boca de Edward na cama. Porque fora dela, ele era o homem mais perfeito do mundo e jamais a ofenderia.


Colocar Isabella de quatro no chão foi rápido para ele... Então ele voltou a se enterrar dentro da buceta dela, ela estava completamente melada facilitando a entrada abrupta dele, ela, na verdade, pingava de tanto tesão pelo ruivo. 


Isabella gemia e implorava por mais, Edward inseria o seu pau até o talo naquela cavidade receptiva, ele xingava e dizia palavras obscenas. Ele puxou os cabelos de Isabella, mantendo as costas dela eretas, enquanto ele se afundava mais ainda dentro da mulher. 



Palavras como “cachorra”, “putinha” e “vadia” saiam muito da boca do homem, enquanto ele fudia a esposa, de um jeito que há muito tempo não fazia. Quando as mãos de Edward saíram da cintura dela, elas foram diretamente para os seios macios de Isabella, ele os apertou sem cuidado, a menina gritou gozando e melando o pau do amado com o seu néctar.

 Edward ainda meteu mais algumas vezes, até puxar o seu pau para fora, colocando Isabella de joelhos em sua frente e segurando a cabeça dela, então ele ordenou que ela abrisse a boca e gozou dentro da boca da mulher.

Isabella sabia que aquela seria a primeira de muitas fodas selvagens em que Edward se mostraria como o seu DOM. Ele sempre estaria no controle e ela vibrava com aquela expectativa, por mais que ela adorasse fazer amor com Edward, ela também amava quando ele a fudia com força e precisão, lhe dando ordens... Era a sua natureza Submissa que gritava e aceitava tudo dele. Edward havia conversado com ela uma vez sobre aquilo, ele estava preocupado, ele queria saber o que ela sentia quando ele fazia aquelas coisas com ela, se a mulher realmente gostava ou estava tentando apenas lhe agradar.
A resposta da esposa foi o que mais satisfez o homem, ao ouvir da boca de Isabella que ela gostava de ser domada e que sentia falta daquilo em sua vida, permitiu que Edward tivesse a mais completa e total liberdade detreinar Isabella para que ela fosse a sua melhor Submissa, não que ele estivesse querendo outra mulher que não fosse ela, mas ele sabia que com Isabella ele poderia unir tudo o que ele mais gostava, as coisas que mais lhe davam tesão, ser um DOM e ser o marido de Isabella.
As lições de Isabella foram duplamente prazerosas, ela aprendia tudo muito rápido, Edward sabia bem disso, não havia um só osso no corpo de Isabella que não fosse Submisso, deixando-a cada vez mais a mercê do rapaz.
A primeira surra que Edward deu em Isabella foi após uma festa, na qual ela teve uma breve crise de ciúmes. Edward era um famoso escritor, ele havia lançado um livro, no qual ele dissertava sobre o abuso infantil, pedofilia e descaso das autoridades competentes. Atrocidades eram narradas na obra. Essas barbaridades tinham, muitas das vezes, inicio no seio familiar. Aqueles que mais deveriam proteger as crianças eram os maiores abusadores. O livro foi um dos mais vendidos e amplamente recomendando por psicólogos a famílias que tivessem este tipo de problema entre os seus membros.
Lógico que ele não relatou a sua experiência pessoal, ele ainda não estava preparado para aquilo, uma revelação daquelas poderia expor toda a sua família e isso ele não queria.
Edward não disse nada durante todo o caminho de volta para casa, apenas observava Isabella de canto de olho, assim que eles chegaram, ele não fez alarde, mas já tinha planejado tudo como seria e onde seria. Quando ambos já estavam no quarto do casal, ele fechou a porta e deu ordem para que ela se deitasse na cama. Isabella ainda estava com o seu lindo vestido preto e saltos altos. Edward lhe ajudou a se deitar na cama, então segurou a jovem pelos cabelos e com a sua outra mão, subiu o vestido dela e abaixou a calcinha da esposa.

 Quando ela estava do jeito que ele queria, ele começou a espancá-la com palmadas certeiras na bunda. Foi, ao todo, cinco palmadas, firmes e fortes que fizeram a moça lacrimejar, deixando a buceta dela parecendo um rio de tão encharcada.
Naquela noite, Edward não a fudeu como ele desejava, ele deixou a menina com tesão, mesmo ele também estando, morto de vontade de fudê-la... Era o castigo imposto a ela por ter ciúmes de mulheres que nem sequer poderiam sem comparadas a ela. Ainda mais, por ele nunca ter dado motivos para ciúmes.
A segunda surra veio depois de outra briga entre eles. Isabella vestiu uma roupa de colegial na tentativa de seduzi-lo, já estavam sem se falar a quase dois dias, e isso estava a matando internamente. Ela tentou fazer as pazes o levando para cama, mas o que ela conseguiu foi uma bela surra.

 Edward a curvou sobre um banco estofado que havia no quarto do casal e sem tirar a roupa dela, nem mesmo a calcinha, ele bateu, espalmando a bunda da moça, dessa vez, foi dez palmadas fortes, depois disso, ele a fudeu com força, fazendo ambos gozarem intensamente, e claro, ameaçou a menina de bater nela novamente, caso eles brigasse de novo por bobagem.
A última surra que ela levou, aconteceu no apartamento de Edward, ele fez questão de manter aquele imóvel, o transformando em um quarto de jogos deles. Quando eles queriam ficar sozinhos, era para lá que eles se dirigiam. Edward a agarrou próximo a escada, quando Isabella tentava fugir, tudo começou como uma brincadeira, provocações e insinuações, a menina, como sempre, perdeu... Edward algemou as mãos dela e a curvou para frente, então espancou a bunda macia da morena, deixando o local com um tom vermelho brilhante.

Depois daí, os jogos entre os dois, passaram a evoluir mais ainda, Edward sabia que Isabella conseguia suportar uma boa surra o que o deixava todo orgulhoso da esposa, que não choramingava, e sim, gozava quando apanhava e isso desde a primeira vez...

O chicote estava nas mãos dele, ela estava deitada sobre a cama que ficava no quarto de jogos, ele usou um chicote de montaria para se deleitar com ela, foram cincos chicotadas, a menina gozou gritando o nome de seu DOM, a última delas, acertou bem em cheio no clitóris inchado da morena.
Logo após a luxúria erótica das chicotadas, Edward amarrou Isabella pela primeira vez em uma cama, a primeira vez, com ela já sendo a sua Submissa.

 Isabella estava com os braços abertos e presos na cabeceira da cama, a sua bunda estava empinada e ela estava de quatro, Edward brincou com o seu corpo daquele jeito que somente ele podia, fazendo a menina gozar em seus dedos talentosos.
Também, foi à primeira vez que Edward usou um chicote de pontas com ela, o moço fez com que a sua própria Sub, fosse buscar o apetrecho. 

O motivo para tal castigo foi que ela havia quebrado uma regra ditada por ele... O ruivo tinha proibido a morena de falar e assim que ela entrou no quarto de jogos, ela quebrou aquela regra. Isabella pegou o chicote e se ajoelho na frente dele, logo abaixando a cabeça, a menina usava sapatos de saltos e uma calcinha preta, essas eram as suas únicas vestimentas permitidas naquele local...
Edward amordaçou a boca de Bella, depois prendeu as mãos dela em um gancho suspenso. Presa, Isabella só conseguia ficar em pé sobre as pontas dos dedos dos pés. Edward ainda usou uma máscara negra, que cobria totalmente o seu rosto, ele realmente havia incorporando o DOM que existia dentro dele, algo que só ele poderia ser com Isabella e então a chicoteou, deixando a bunda dela em uma espécie de vermelho carmim.

 A segunda vez em que fez aquilo foi para ensinar boas maneiras a Isabella, que havia proferiu um baita palavrão. Edward colocou a menina totalmente pelada para segurar uns três livros em cada mão, mantendo a jovem em uma posiçãoinerte, pois só assim e que ela aprenderia, foi uma boa aula de etiqueta perva... Quando ela já estava do jeito que ele queria, ele a chicoteou novamente.

Isabella sabia que nunca, em toda a sua vida, imaginou que seria tão prazeroso obedecer e receber ordens de alguém, ainda mais na cama, porém ela sabia que era porque tudo advinha de Edward Cullen, que a controlava... lhe dava ordens... e que a fazia gozar sempre.
Ela se lembrou da primeira tortura que Edward a submeteu. Edward a prendeu em uma cadeira de madeira, ela estava completamente nua e para piorar a situação, ele colocou um vibrador dentro da buceta dela, a menina passou a noite toda sentada ali, gozando horrores com aquele vibrador, e claro, Edward assistindo tudo, observando a morena implorar para que ele parasse, e em meio a tanto gozo, implorar pelo pau dele dentro dela.

Edward gostava de tortura Isabella, só para ter o prazer de ouvi-la implorar por ele, cada vez mais e mais.

 Ele passou a amarrá-la mais constantemente, pelo pulso, às vezes na cama, com ela nua, às vezes suspensa do chão, usando roupas de couro, botas de cano longo... 

Ele variava muito as suas formas de torturar, deixava que ela ficasse assim até por horas, até que nem ele e nem ela conseguissem controlar mais o tesão, então ele a fudida forte e profundamente.
Edward a fudia com as mãos amaradas no espelho da cama... Às vezes, ele vestia terno, o que deixava Isabella mais molhada do que nunca, ela sempre achou que ele ficava delicioso em ternos caros.

 Às vezes, ele a fudia na cama mesmo, amordaçava a boca da menina com a sua gravata para que ela não fizesse barulho e fazia-a gozar em seu pau. 

Quando ele queria torturá-la de verdade, ele vendava os olhos, amarrava as mãos e pernas da jovem na cama, Isabella sempre reclamava, mas também, sempre adorava a perversidade do marido...

-- Eu não consigo ver!
-- Não é para você ver! - Ele dizia deliciado — E para você sentir, querida.
Ele começava a fudê-la devagar, lentamente a torturando, provocando cada célula do corpo da amada, então, quando se cansava daquele jogo, ele passava a fudê-la com força e vontade, até que a menina gritasse gozando, choramingando o nome dele. 

Isabella sabia que sempre teria orgasmos fortes e intensos com Edward e só o simples fato de saber disso, deixava-a em êxtase, em especial quando ele ficava tempo demais sem jogar, isso só a mantinha sobre alerta de que ele estaria planejando algo novo...
Sempre que ele a levava para o quarto de jogos, ele planejava tudo detalhadamente antes. Naquela noite, eles já tinham feito sexo anal algumas vezes, Edward sempre fora carinhoso com ela nessa parte, e naquela noite, não fora diferente, quer dizer, fora porque ele amarrou as pernas dela, deixando pouco espaço entre as cordas que a mantinham atada. Ele por fim, colocou algumas pinças nos mamilos saborosos dela, as pinças que escolheu, eram diferentes das anteriores, estas era com uma espécie de reguladores, que se envolvia na corretes. Ele passou a corrente em volta das cordas que amarravam os pés dela, mantendo as pernas da menina para cima, ela estava deitada de costas na cama. Sempre que Isabella tentava abaixar as pernas, os seus mamilos eram puxados, lhe causando uma pequena dor prazerosa. Isabella tinha os olhos atentos sobre Edward e salivou ao ver o membro do rapaz duro e pronto para ela...

Ele preparouo buraquinho apertado da morena o deixando bem molhado, por isso, brincou ainda mais com o clitóris dela, usado os seus dedos como incentivo. Edward penetrou o ânus de Bella com cuidado, com sempre fazia, e enquanto a penetrava, os olhos de Isabella estavam nele, ele entrava e sair dela devagar, fazendo com que ela se acostumasse aos pouco com a invasão do ruivo naquele buraco apertado.

Edward aumentou o ritmo das investidas, entrando e saindo do rabinho de Isabella, fazendo ele e ela gemerem ao mesmo tempo... O polegar do rapaz continuava no clitóris dela, fazendo a menina gemer e deixando-a ainda mais quente e molhada.


-- Edward, eu quero o seu pau aqui na frente, também! - Ela gritou implorando.
-- Logo terá querida! - Ele disse mantendo a tortura — Primeiro, vou gozar nesse rabinho lindo que você tem!
Isabella sabia que, na cama, Edward só faria o que ele mesmo queria e ela sempre soube disso... Ele manteve a tortura e seguiu a fudendo daquele jeito, até que gozou bem dentro do rabinho dela, como havia prometido anteriormente. Depois, ele virou Isabella na cama deixando-a de quatro, a fudendo novamente, só que na buceta, como ela desejava e só então, fazendo a menina gozar vergonhosamente.
As fodas no quarto de jogar nunca eram iguais, Edward sempre variava e Isabella gostava daquilo, ela nunca sabia o que esperar daquele homem gostoso, nunca sabia mesmo o que esperar, quando o seu amado DOM estava ela no quarto de jogos...
Uma vez, Edward a amarrou em um cavalete diferente, no qual os braços e pernas dela ficaram atados, ela ficou com a bunda de fora, posição que a mantinha, tecnicamente, de quatro para ele. Edward a fudeu como a uma cadela no cio, a menina quando gozou, foi o nome dele que chamou.

 De outra vez, ele amarrou o braço dela em uma cadeira e quando passou a fudê-la, ele levantou os quadris da menina, tirando-a da cadeira e a fudendo com força até que ambos gozassem.

A vida com Edward e seus filhos era muito boa, Isabella conseguiu um emprego emuma Escola próximo de onde morava. Ela se graduou em Língua e Literatura Inglesa. A festa de sua formatura reuniu toda a família, e claro, que Edward comemorou de seu jeito todo Dom de ser, após a festança, depois que todos foram embora. Edward mesmo despiu a menina e amarrou os seios dela com a sua gravada. Removeu a camisa dele e ficou apenas de calças, amarrou Isabella na cama, aquela era a sua diversão predileta e o seu prazer maior e foi o que ele fez, atou a menina pelos braços e deixou as pernas dela abertas. Ela estava pronta, como sempre, para ser muito bem fudida.

Edward abriu as calças calmamente, enquanto Isabella se contorcia na cama. Ele a penetrou devagar, começou com movimentos leves de entrar e sair daquela cavidade quente que ela tinha, a menina gemeu com a invasão bem vinda.


 E quando o ritmo estava quase morrendo, Edward passou a fuder a menina com força, entrando e saindo com firmeza e gemendo no ouvindo dela, enquanto ela estava aos gritos.
-- Mais forte Senhor! - Ela gritou — Estou quase lá Mestre!
Aspalavras dela eram mera provocação, mas Edward atendeu ao pedido da mulher, a fudendo com mais força e observando a sua adorável mulher explodir em um gozo imenso, bem a sua frente.

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Já havia se passado dois anos, a vida de Isabella continuava perfeita, lógico que ela e o marido tinham briguinhas aqui e ali, pequenas querelas aconteceram ao longo daquele tempo, porém sempre faziam as pazes em grande estilo, afinal, eles se amavam muito, essa era a mais absoluta verdade. Os filhos cresciam cada vez mais espertos e a pequena menina era uma sapeca de marca maior, e xodó da família toda.
Eles estavam comemorando dois anos de casados, Edward deixou as instruções sobre a cama para que Isabella as seguisse a risca. A menina usava apenas meias pretas do tipo cinta-liga e calcinha. Edward estava sentando e pronto, quando a sua bela esposa entrou no quarto, a gravata desfeita e o terno já jogado em um canto qualquer da alcova, ele vestia apenas calças preta e uma camisa social de mangas longas.


-- Curve-se! - Edward ordenou — No balcão aoseu lado.



Isabella sabia ser provocadora quando queria, ela se curvou de uma maneira bem ousada e muito sexy, deixando o jovem ciente das belas curvas e da bunda perfeita da mulher. Edward se posicionou atrás da esposa, ele passou as mãos pelas suas costas, as acariciando ao mesmo tempo em que as empurrava. As mãos dele corriam todo o dorso dela. Edward amarrou as mãos da menina e depois ele vedou os olhos de Bella.


 Pegou um vidro de óleo corporal e despejou nas costas macias da esposa, após remover a calcinha de sua morena, Edward observava o óleo escorrer pela bunda dela, passando pelas dobras perfeitas da buceta da morena.




Edward queria torturá-la. Ele pegou o consolo que havia comprado, especialmente para aquele dia e passou a esfregá-lo na buceta melada da esposa. 


Isabella gemeu com o primeiro toque do objeto ali, e a partir daí sempre mais e mais... Ele esfregou para baixo e quando voltou no caminho inverso, ele a penetrou com o apetrecho, Isabella gemeu com a invasão e ofegou.

 Edward entrava e saia de dentro de Isabella com o consolo nas mãos, a menina passou a empurrar os quadris na direção do homem e de suas mãos. 




Edward começou a realmente a fuder a morena, entrando e saindo de dentro da sua buceta dela em um ritmo frenético e luxuriante, tanto que em pouco tempo, ela gozou. Edward manteve o ritmo e curvou o seu corpo, levando a sua boca para perto do ouvido dela e sussurrou...
-- Logo, logo será o meu pau nessa buceta!
A provocação fez com que Isabella gemesse alto, mas em nenhum momento, Edward parou, ele continuava a falar safadezas no pé da orelha da amada, enquanto fazia isso, ele penetrava cada vez mais fundo o seu brinquedinho novo naquela cavidade gostosa. Fazendo Isabella gemer ainda mais com os movimentos que ele impunha.
Edward colocou Isabella sentada sobre o balcão, mantendo-a com as pernas abertas, então ele passou os braços em volta dela e voltou a enfiar o seu brinquedinho dentro dela, com a outra mão livre, ele passou a torturar o clitóris necessitado da moça.

A buceta dela já pingava de tão molhada de tesão, ela estava vermelha e implorava por sua libertação. Ela estava perto de gozar, Edward sabia. Ele manteve o ritmo e balbuciava mais palavras sujas e provocativas no ouvido dela. Aquilo estava a levando a loucura. Ele enterrava profundamente o seu brinquedo nela, fazendo com que o corpo de Isabella tombasse para o lado cada vez mais, até explodir em um gozo ensandecido...

Ela estava com Edward na cama, o casal havia feito amor e não simplesmente fudido, depois do “aperitivo” com o consolo oferecido pelo marido, ele queria amá-la e foi o que ele fez.
-- Feliz aniversario, amor! - Ele disse ao seu ouvido.
-- Eu amo você! - Ela retrucou satisfeita — Bem mais do que ontem, e bem menos do que amanhã... Eu te amarei para sempre...
-- Eu desejo você e te amo muito! - Ele confessou romanticamente — Bem mais do que a primeira vez, e será para sempre! - Ele a beijou no pescoço — Porque eu te adoro e sempre será somente você!


The End