Jul M

Oi

quarta-feira, 26 de março de 2014

De Olhos Bem Fechados --- Cap 4

CLIMA ESTRANHO...

Segunda chegou e como de costume, Isabella estava em seu posto ao pé da escada esperando a pequena Angel para ir a Escola.
--Bom dia Srta. Swan! - Carmem disse descendo as escadas — A menina Angel está se sentindo indisposta hoje, então ela não irá a aula!
--O quê ela tem?
--Fora a manha de sempre? - Carmem disse com desdenho — Apenas mais uma de suas mentiras para chamar a atenção do pai!
--Ela pode está realmente doente! - Isabella disse preocupada, mesmo Angel sendo uma peste quando desejava ser, ela era apenas uma criança arteira.
--Se você acredita nisso! - Carmem disse dando de ombros — Então suba e fique com ela. Você é a tutora dela, não eu!
Isabella viu Carmem sumir no corredor e ouviu passos vindos da escada, só se virou para ver quem era quando ouviu a voz da pessoa.
--Srta. Swan! - Edward disse, e claro, notou que a jovem corou fortemente —Sente-se bem? - Perguntou assim que ela nada respondeu.
--Claro! - Ela disse se chutando mentalmente por dizer apenas isso novamente.
--Angel não está se sentido muito bem para ir a Escola! - Edward a comunicou —Por favor, fique de olho nela se não for lhe pedir muito.
--Claro! - Ela respondeu rapidamente – Eu vou ver como a menina está!
--Fique a vontade!
Claro que Edward notou que a voz da moça estava meio trêmula, além de ela estar ligeiramente corada e tímida perante a sua presença. Seria que ela tivesse o visto observando-a na noite de sábado? Claro que isso estaria fora de cogitação, já que a boate era bastante escura e não seria possível ver tanta coisa assim de onde ele estava.
.....................
Angel estava na cama coberta da cabeça aos pés. Isabella entrou, a criança apenas olhou para tutora e continuou deitada.
--Saia daqui! - Ela ordenou.
--Seu pai me disse que você estava se sentindo indisposta! - Isabella falou já caminhava em direção a menina — Eu vou ficar aqui com você!
Isabella se sentou na cama, encostando-se na cabeceira. Angel apenas a olhou sobre a coberta e voltou a enfiar a cara no travesseiro
--Por que esta sendo legal comigo? - Angel perguntou — Eu não sou legal com você!
--Não você não é! - Isabella retrucou para a menina, passando as mãos pelos cabelos dela que estavam do lado de fora do cobertor — Mas você é apenas uma criança e de certo modo eu até entendo você!
--Como entende? - Angel quis saber — Eu não tenho amigos, o meu pai nunca está em casa, à minha vovó é muito chata às vezes, já o meu avô, bem, ele trabalha demais, igualmente ao papai. Eles são legais, mas ninguém liga para mim.
--Eu estou aqui Angel!
--Você é pega para ficar comigo! - Ela se rebelou — Se não fosse por isso, você não estaria aqui!
Angel não era boba e nem ignorante, ela tinha somente cinco anos, mas isso não queria dizer que não percebesse o que acontecia no mundo ao seu redor. Angel, que sempre viveu cercada de adultos, forçando-a a amadurecer cedo demais.
--Você pode até ter razão! - Isabella disse olhando para a menina que havia tirado o cobertor do rosto — Mas o fato de seu pai me pagar um salário para ficar com você, não quer dizer que eu não possa gostar de você de verdade Angel! - A menina ficou olhando fixamente para Isabella — Você não deixa ninguém chegar perto de você, praticamente você afasta todas as pessoas que tentam se aproximar...
--Eu não quero ter que me apegar a alguém para depois vê-la partir! -Angel disse com os olhos cheios de lágrimas —A mamãe sempre vai embora, ela nunca fica!
Isabella ficou chocada com o que a criança lhe dissera, ela nunca tinha ouvido falar da mãe da menina, ninguém nunca falava sobre aquele assunto. Isabella não sabia o que fazer, pois era a primeira vez que Angel chorava em sua frente e por mais endiabrada que a menina o fosse, Angel era apenas uma criança que merecia atenção, carinho e amor. A sua primeira reação foi pegar a pequena no colo e abraçá-la fortemente, aninhando-a em seus braços e acariciando os cabelos da menina. Angel chorou e soluçou no colo de sua tutora, até que as lágrimas secaram...
--Você não precisa fazer isso! - Ela disse fazendo bico no final.
--Mas eu quero! - Isabella disse sorrindo — Se você deixar, poderemos ser amigas.
--E daí, você vai embora depois! - Ela disse seca, porém tristonha.
-Prometo ficar!
--Não acredito em você! - Ela disse fazendo um beicinho de criança mimada.
--Ok! - Isabella disse se levantando — Eu vou trazer o seu café da manhã e depois vamos fazer algo diferente, já que você não vai para Escola hoje.
--Eu estou doente! - Ela disse.
--Não, você não está doente! - Isabella disse e sorriu — Você está fazendo manha! Mas tudo bem, vamos tomar um gostoso café!
Angel olhou para a tutora que parecia nem se importar com a sua cara feia, apenas saiu do quarto deixando a menina sozinha, enquanto iria buscar o café da manhã para a criança.
.......................
Angel aceitou sair com Isabella, mesmo porque ela não teve muita escolha. Isabella levou a menina ao Central Park, lugar em que Angel nunca tinha ido antes. Bella levou também, uma pequena cesta de piquenique, para que as duas comessem na hora do almoço. Angel nunca estivera em um local tão aberto e lindo, mesmo sendo uma menina muito esperta para a sua tenra idade, ela era bastante limitada em seu lazer, devido a sua vida cheia de regras e obrigações. Ela se divertiu bastante, até alugaram duas bicicletas para passearem mais a vontade, além de comprarem ingressos para um passeio de pedalo aquático, no lago. Elas fizeram atividades divertidas, coisas que todas as crianças deveriam fazer, mas que Angel poucas vezes aproveitou isso. Isabella passou boa parte do dia com a menina no parque, quando voltaram para casa, o circo estava armado.
--Sua irresponsável! - Esme fora a primeira a gritar quando ela passou pela porta com a criança no colo — Como se atreveu a tirar a minha neta de casa, sabendo que ela estava doente!
Esme fora grossa, puxou Angel dos braços de Isabella, por pouco ela não machucou a neta.
--Liguei para Edward, diga-lhe que a filha já está em casa, Carmem! - Esme gritou para a governanta — E você, mocinha, está demitida!
--Não! - Angel gritou — Eu quero que Isabella fique!
A menina disse empurrando a avó e correndo em direção a tutora — Você disse que não iria me deixar, você disse! - Ela já chorava.
--Angel... - Isabella tentou dizer.
--Você mentiu! Você mentiu! - Ela gritou e correu escada acima, na mesma hora em que Edward entrou na casa.
--Por que Angel grita?
--Essa mocinha! - Esme disse furiosa — Ela tirou Angel de casa mesmo sabendo que ela estava doente!
--Onde está Angel? - Ele perguntou.
--Ela acabou de subir para o quarto! - Isabella disse — Angel não estava doente, estava fazendo manha!
--Que petulância! - Esme gritou — A minha neta estava doente e quem é você para dizer ao contrário?
--Angel não estava doente! - Edward disse — Ela queria apenas que eu ficasse em casa e brincasse com ela. Como eu disse não, ela simplesmente fingiu uma de suas crises como sempre faz quando dizemos não para ela.
--Mesmo assim! - Esme gritou — Ela não tinha o direito de retirar a minha neta de casa! Santo Deus sabe-se lá para onde ela levou a menina. Edward Angel estava suja de terra.
--Ela foi para o Central Park comigo! - Isabella disse ríspida — Ela foi se divertir e passear, algo que toda criança faz. Eu a levei ao parque, ela estava brincando como uma criança normal. Angel só tem cinco anos e todos a tratam como se ela tivesse vinte! Ela é só uma criança, deveria fazer coisas de crianças...
--Agora você quer ensinar-me como educar a minha neta? - Esme gritou novamente.
--Você a educa como se fosse mandá-la para uma espécie de corte. Ela é penas uma criança.
--Sua desclassificada, quem é você para falar comigo assim? - Esme quase urrava de raiva – Você está demitida, eu já disse, arrume as suas coisas e saia desta casa!
--Angel vai odiá-la por isso! Se ela já não a odeia! - Isabella disse.
--Já chega! - Edward gritou assustando as duas mulheres que estavam quase para sair às tapas. — Você, suba e vá para o seu quarto, espere as minhas ordens. Não ouse sair dessa casa antes que eu fale com você — Ele disse sério e Isabella sentiu medo daquele homem tão dominante — E você, mamãe, já chega! Esta é a minha casa, eu resolverei isso, por favor, contenha-se! Vou falar com Angel, depois de conversar com ela, falarei com você Isabella. Espere-me em seus aposentos.
Isabella enrugou a testa, as palavras usadas eram tão medievais quando alguns quadros daquela casa enorme. Edward subiu as escadas e Isabella fora para o seu cômodo naquele local.
Angel estava sentada próxima a janela, em um divã cor de rosa, que ficava ali. Ela ouviu a porta sendo aberta e não se deu ao trabalho de olhar quem poderia ser.
--Saia daqui! - Ela disse contrafeita – Eu não quero ver ninguém!
--Nem mesmo eu? - Edward perguntou fazendo a menina se virar.
--Papai! - Ela disse saindo correndo e se jogando nos braços dele — A vovó mandou Isabella embora, ela não pode fazer isso!
--Por que não?
--Porque ela não fez nada! - A menina disse com os olhos cheios de lágrimas.
--Quer me contar o que fizeram hoje? - Ele pediu.
A menina resumiu o seu dia para o pai. Ela contava tudo com tanto entusiasmo que ele não conseguiu não rir da menina e da sua historia, no final, ela ficou triste porque não veria Isabella novamente, depois de um dia tão bom.
--Papai ela só me levou para brincar! – Angel disse — Ela cuidou de mim o tempo todo.
--Eu sei! - Ele concordou com a filha — Você precisa tomar um banho. Está suja de terra e fedendo a suor! - Edward disse apertando o nariz da filha — Vá tomar o seu banho e deixe que eu cuide de todo o resto...
.......................
Esme não gostou nada do fato de Edward querer recontratar Isabella, que segundo ela, seria um grande problema. E disse mais, que a tutora acabaria por acostumar Angel muito mal. Quando Esme foi embora, ela estava muito furiosa. Edward foi conversar com Isabella. Claro que ele não bateu à porta, a final, a casa era dele e ela ali era apenas mais uma empregada por assim dizer.
--Srta. Swan! - Ele disse e Isabella já estava com as malas prontas — Angel me contou o que aconteceu! - Isabella não gostou muito, Angel não era a pessoa mais confiável e no começou tentou a todo custo mandá-la embora. - Bem, Angel está feliz e animada! - Ele disse — Há muito tempo não a vejo assim. Edward ficou pensativo. — Só a vejo assim, quando a mãe resolve aparecer. - Edward olhou para Isabella — Ela gosta de você e pelo visto você também gosta dela.
--Ela é uma boa menina! - Isabella disse com sinceridade.
--Sim ela é! - Edward olhou para Isabella — Bem, Srta. Swan eu, no seu lugar, das próximas vezes que levar a minha filha a qualquer local que seja, avise-me e leve o motorista junto, certo?
--Claro! Isso quer dizer que eu vou pode ficar e cuidar de Angel?
--Sim! - Edward disse — Angel quer assim e se ela quer, terá! Lembre-se disso!
--Sr. Cullen! - Isabella o chamou antes que ele saísse — Por que ninguém falar da mãe da Angel? A menina sente a falta da mãe...
--Se detenha apenas em cuidar de Angel, Srta. Swan!
Edward saiu e Isabella soube naquele momento que o assunto “mãe da Angel” não era um assunto a ser tratado naquela casa...
...............
Isabella decidiu ficar para dormir, já que era tarde e todo aquele alvoroço que foi causado por um simples passeio no parque, deixou a casa bem agitada. Ela cuidou de Angel a noite, mesmo sabendo fazia parte de suas obrigações, pois o seu horário de trabalho já havia acabado às seis horas. Ela ajudou Angel com a comida e com os deveres de casa atrasados, já que algumas vezes, Angel desobedecia às ordens de Isabella e deixava as atividades sem serem feitas só para a tutora ser chamada atenção. Quando acabaram as tarefas, Isabella levou a menina para o quarto e lhe contou a história de Apolo o deus da beleza e do sol. Angel gostava de história da mitologia grega e aquela era a sua preferida. Quando Edward entrou no quarto para dar boa noite para a filha, ela já dormia e Isabella estava terminando de ajeitá-la na cama a cobrindo com os lençóis.
--Ela dormiu! - A tutora disse dando um sorriso meigo.
--Normalmente, ela só dorme quando eu a coloco na cama! - Ele disse pensativo — Bem, Srta. Swan já pode se recolher, até acho que já fez bem mais do que o necessário, do que as suas obrigações exigem...
--Claro! - Ela disse seca, pois odiava o fato dele sempre deixar claro que ela não passava de uma empregada, a babá da filha dele. — Tenha uma boa noite!
--Para você também! - Ele disse andando até a cama de Angel — E, por favor, Angel terá aula amanhã, não a deixe chegar atrasada...
..................
Isabella estava no quarto, ela tinha trocado de roupa, usava uma camisa de beisebol e uma calcinha tipo cueca. Ela ouviu quando o carro fora ligado, ela olhou pela janela e viu Edward saindo de casa. Edward nunca passava a noite em casa, ele sempre ganhava a noite, às vezes, com velhos amigos, e às vezes, com as suas amantes, nunca a mesma, sempre mulheres diferente, todas as noite.
Isabella pegou o seu livro preferido para ler, já o tinha lido tantas e tantas vezes, o livro “Sonho de uma noite de verão” era um de seus prediletos, ela nunca se cansava de ler as belas confusões de amor relatadas no romance. Quando dormiu deixou o livro cair ao lado da cama.
...............

Isabella estava deitada na cama, a sua boca estava aberta em formato de O, os seus olhos estavam bem abertos, ela estava ofegante e as suas mãos se fechavam em punhos, os gemidos saiam de sua boca sem permissão. A jovem levantou os braços, um em cada lado de sua cabeça, a boca continuava aberta, era por onde saíam os seus gemidos. 

O seu rosto refletia um enorme prazer, a menina se contorcia na cama. Edward tinha as pernas de Isabela levantadas e a sua boca dentro da buceta da jovem, chupando-a... Isabella tinha as mãos nos cabelos e de sua boca escapava suspiros prazerosos.

 O homem parecia saber muito bem o que fazia, ele a chupava como se a buceta de Isabella fosse uma uva bem doce e saborosa. Isabella tinha as mãos em volta do pescoço de Edward, as pernas estavam apoiadas nas costas do maior.

 Edward enfiava o dedo dentro da buceta de Isabella, fudendo a menina com os seus dedos longos, para logo depois voltar a chupar o clitóris dela.Edward passou a fuder a menina com os dedos, ao mesmo tempo em que chupava o clitóris inchado da moça, levando Isabella à loucura, fazendo a menina berrar e gozar na boca do rapaz.

Quando o corpo de Isabella estava em pleno êxtase, ela gritou gozando, a menina despertou ofegante e suada. Passando as mãos pelo rosto como se quisesse espantar o sono, ela levantou o lençol e se deu conta que havia gozando com aquele sonho erótico.
--Mas que merda! - Ela disse atordoada...
.........................
O sol nasceu bem brilhante naquela manhã. Isabella levou Angel para Escola, mas antes a ajudou a se arrumar. Angel parecia bem mais animada naquele dia, do que esteve em tantos outros. Quando voltou a casa, Isabella trouxe consigo duas sacolas, com conteúdos diferentes, uma com brinquedos educativos e outra com brinquedos normais para a idade de Angel. A criança tinha muitos brinquedos, mas eram todos de cunho tecnológicos e nada de brinquedos antigos, tradicionais e que toda menina gostaria de ter.
--Srta. Swan! - Carmem a chamou e parecia assustada — Por favor, me ajude.
--Aconteceu alguma coisa?- Isabella disse apreensiva.
--O Sr. Cullen! - Ele está trancando no banheiro desde a hora em que você e Angel saíram para a Escola.
--Carmem ele deve estar tomando banho!
--Ele chegou muito bêbado! - Carmem segredou — Ele pode ter se afogando na banheira, no estado em que ele estava, é bem provável...
--Tudo bem! Vamos até lá!
Isabella abriu o quarto, havia muitas coisas espalhadas pelo chão. Ele deveria ter derrubado ou tropeçado em algo, sem sentir, em conseqüência da bebedeira. Ela bateu na porta umas cinco vezes e não obteve resposta, então saiu correndo e pediu para o motorista arrombar a porta, assim que o rapaz o fez, ela viu o patrão caído no chão, completamente desmaiado pelo efeito do álcool. Juntamente com Carmem, Isabella conseguiu colocar o chefe no chuveiro, despertando o homem que resmungou muito com o banho de água gelada. Depois do banho, ele foi levado para o quarto e Carmem desceu para pegar um café amargo e forte para ele.
--Você não deveria beber tanto! - Isabella comentou, tentando fazer com que ele ficasse na cama, mas ele ainda estava muito bêbado.
--E você deveria estar nua na minha cama, me fazendo gozar! - Ele disse com a voz entrecortada e sorrindo como um bêbado glutão.
--Ótimo, ficou tarado! - Ela rosnou — Fique na cama! - Ela lhe ordenou.
--Só se você ficar comigo! - Ele disse malicioso.
Isabella conseguiu empurrá-lo de volta para cama, mas Edward a puxou junto, a girando e ficando por cima da morena. Ele segurou os pulsos dela, os prendendo a cima de sua cabeça, Isabella tentou empurrá-lo mais uma vez, contudo, Edward era mais forte. O homem enfiou o nariz no pescoço da menina, sentindo o cheiro avassalador da moça.
--Você cheira bem! - Ele disse dando uma mordida no pescoço da morena — Muito melhor do que a vadia da Victoria.
--Sr. Cullen! - Ela disse tentando afastar o seu rosto do dele — Me solte!
--Por quê? Eu sei que gosta! - Ele mordeu o pescoço dela novamente, só que dessa vez com cuidado, para não machucar, mas sim para fazer Isabella gemer – Os seus mamilos estão duros, eu aposto que a sua buceta já esteja pingando...
As mãos de Edward desceram pela lateral do corpo de Isabella, abrindo espaço para que ele as deslizasse pela barriga da menina, puxando um pouco a blusa dela e então escorregou por dentro da saia da tutora. Porque justamente naquele dia, Isabella estava usando uma saia, fugindo do tradicional uniforme de calças que Esme tanto fez questão de deixar claro que ela sempre teria que vestir. Edward subiu a saia e por fim encontrou o que mais desejava... ...a calcinha e a buceta da menina. Ele a tocou com as pontas dos dedos, mesmo por cima da calcinha de rendas, para depois puxá-la e apertar o clitóris da menor, fazendo com que ela gemesse em baixo dele.

---Molhadinha! - Ele disse ao seu ouvido — Eu me pergunto como será o seu gosto...
Isabella estava ofegante, se ela fosse seguir o seu instinto, ela cederia agora mesmo ao seu corpo traiçoeiro que parecia gostar muito das mãos de Edward, tocando-a. Mas havia Carmem, havia Angel, ela não poderia arriscar. Com muito esforço, ela conseguiu empurrá-lo para o lado da cama e conseguiu escorregar para fora do leito, então ela correu em direção à porta, justamente quando Carmem entrava...
--Eu vou lá para baixo! - Isabella disse, ela tinha a face vermelha e estava ofegante.
--Tudo bem! Deixe que eu cuide disso! - Carmem disse olhando e analisando cada detalhe de Isabella.

CONTÍNUA...

domingo, 16 de março de 2014

De Olhos Bem Fechados -- Cap 3

CONTRA ATAQUE E ALGO MAIS?
Uma semana se passou e Isabella estava, literalmente, para matar Angel, a menina realmente não facilitou em nada a vida da tutora. A única vontade que ela teve foi a de estrangular a criança e enterrar o corpo no jardim, sem que ninguém nunca a descobrisse lá. Na frente do pai, a menina era um verdadeiro anjo, mas por trás ela mostrava os seus horrendos chifrinhos.
Mais uma segunda feira chegou e ela estava esperando Angel ao pé da escada. Quando a porta foi aberta, Edward entrou. Com toda certeza, ele deveria estar chegando de alguma grande farra. Os cabelos estavam uma bagunça, a gravata completamente torta, a camisa amarrotada dentre outros detalhes...
-- Srta. Swan!
-- Sr. Cullen! - Ela disse por educação, até mesmo daquele jeito todo descabelado ele era lindo.
-- Angel, onde está?
-- Carmem está terminando de arrumá-la para ir a Escola!
-- Isso não é seu trabalho? - Ele perguntou de forma arrogante.
-- O meu trabalho é educá-la a ajudando com o aprimoramento de seu bom comportamento e a realização de suas tarefas escolares! - Isabella replicou disfarçando a raiva que sentiu naquele momento — Eu não sou a babá de sua filha, apenas a tutoro em seus afazeres cognitivos e desempenho disciplinar, caso realmente deseje uma babá para Angel, o Senhor, infelizmente, terá que contratar outra pessoa. Não há como confundir as tarefas e funções das duas diferentes profissões...
Sem esperar por uma resposta, Isabella subiu as escadas em direção ao quarto da menina. Edward ficou chocado com a atitude da jovem, ninguém jamais o havia desafiado antes, nem mesmo os seus sócios ou possíveis negociadores. Edward nunca fora contestado, ninguém jamais fora tão petulante para desafiá-lo. Ele subia às escadas a procura da tutora, a qual apareceu no alto da escadaria, então, ele a puxou pelos braços de uma forma um tanto quando brusca.
-- Quem você pensa que é para falar daquele jeito comigo? - Ele grunhiu com os dentes serrados.
-- Me solte! - Ela disse sentindo dor no local em que ele agarrava — Apenas lhe dei a resposta que merecia ouvir, se você não gostou da mesma, paciência, me processe!
-- Ora sua... - Ele parou a sentença na metade por perceber, finalmente, o erro em sua atitude, além do olhar furioso da jovem, então ele soltou a tutora — Fedelha! Você não sabe com quem está lidando, acha mesmo que essa sua carinha de anjo vai me convencer? Se eu desejar, você irá para a rua por justa causa!
-- Não seria por justa causa! - Ela retrucou — Seria por justa ignorância! Agora me solte ou gritarei!
Isabella puxou o seu braço, já o massageando e caminhou em direção ao quarto de Angel, Edward estreitou os olhos para a moça, que já havia lhe dado as costas. Ninguém, em toda a sua vida, havia lhe tratado assim, nem mesmo o seu pai, que poderia ter motivos, devido a sua rebeldia o fez, mas aquela menina, que mal saiu das fraldas, ousou querer lhe dar aula de bons modos. Oh, isso não iria prestar mesmo!
.............................
Emmett notou a inquietação de Edward, o seu chefe estava estranho naquela manhã, tudo bem que o humor do homem nunca foi um dos melhores às segundas feiras, mas particularmente, naquele dia ele estava cuspido abelhas de fogo para todo lado, caso o ferrão alcançasse alguém, com certeza, seria um grande estrago. Edward atacou primeiramente Sue, lhe dando respostas atravessadas quando Sue lhe perguntou se desejava algo. Depois que sentiu o quão grosseiro havia sido com a sua funcionaria, ele até pediu desculpa, algo que raramente fazia. Dera duas grandes patadas em seu primo Emmett, em menos de cinco minutos. O rapaz ainda foi bem corajoso de continuar tentando ter uma conversa civilizada com o chefe.
-- Já chega! - Emmett explodiu finalmente — Não sou saco de pancadas para ficar levando as suas patadas!
Edward olhou, pela primeira vez, naquela manhã, para o rosto assisado do primo e soltou os documentos que analisava sobre a mesa.
-- Sinto muito! - Ele disse meio contra a vontade, era a segunda vez que se desculpava com alguém em um mesmo dia...
-- O que aconteceu? - Emmett sabia que quando ele estava daquele jeito, seria porque havido acontecido algo bem adverso.
-- A tutora da Angel! - Ele disse — Uma garota irritante! Isso é o que ela é!
Emmett enrugou as sobrancelhas, não entendendo bem aonde aquilo iria dar. Edward nunca se importou com alguém, quer dizer, alguém do sexo oposto. Apenas uma pessoa conseguia o tirar do sério, e mesmo assim, porque tirava as calças dele junto, essa pessoa era a mãe da Angel, mas Emmett sabia que havia um bom tempo que eles não se encontravam...
-- O que a pobre coitada fez para ganhar a sua ira? - Havia sarcasmos na voz de Emmmett, muito sarcasmos por sinal.
-- Acredita que aquela petulante teve a cara de pau de me enfrentar?
-- Acredito! Estou vendo você puto da vida agora! - Emmett comentou -- Mas o que ela fez de tão grave?
-- Disse que não era a babá de minha filha, que se eu quisesse uma babá que contratasse uma! - Edward bufou — E depois, quando eu fui confrontá-la e a lembrar com quem ela estava falando... - Edward se calou...
-- O quê mais Edward?
-- Eu lhe ameacei ser demitida por justa causa! - Edward disse encolhendo os ombros como se estivesse com vergonha — Então ela disse que não seria por justa causa e sim por justa ignorância!
Emmett não se conteve, o rapaz soltou uma baita gargalhada, era a primeira vez que ele ouvia falar de uma mulher que não cedeu ao charme do primo e não fizesse tudo que ele mandasse como um cachorrinho.
-- Você está rindo! - Edward disse alarmado — Ela me tratou como um idiota... Aquela fedelha!
-- Ela simplesmente não sucumbiu ao seu chame... O que já é incrível! - Emmett disse — Normalmente todas caem aos seus pés.
-- É só uma menininha! - Edward disse — Ela é até bonitinha, não reparei muito, mas não passa de uma fedelha!
-- Ah, agora está explicado o porquê desse seu mau humor! - Ele disse sorrindo para o primo — Esfria a cabeça Edward, você terá uma reunião importante daqui a pouco...
-- Eu sei!
-- Não deixe uma mera menininha lhe tirar toda a razão! - Emmett já estava de pé — Porém creio que ela já tirou! – O advogado gargalhou novamente.
-- O quê? Nunca! Ela é só a tutora de Angel!
-- Isso nunca impediu você de comer as antigas tutoras dela e depois as mandar embora!
Emmett tinha razão, aquilo não impediu que Edward comesse Irina, por exemplo, e depois mandá-la embora. Afinal a filha não gostava mesmo dela. Ele, por sua vez, não tinha o menor carinho pela mulher, Irina até tinha um belo corpo, cheio de curvas, mas não possuía o menor jeito com a criança, ela só aceitou o emprego para poder ir parar na cama de Edward e nada mais. Só não esperava ser demitida na manhã seguinte, com abonos é claro, todavia, ainda assim demitida.
.................................
Esme ficou chocada ao encontrar a cama da neta molhada, Angel havia parado de fazer xixi na cama há tanto tempo que ela ficou chocada mesmo.
-- Angel! - Ela exclamou — Você não tem mais idade para fazer isso! - Esme argumentou — Se voltar a fazer xixi na cama, eu terei que lhe levar a um psicólogo. Isso não é normal. Você não tem mais idade para isso, minha querida.
Esme nem tentou ouvir o que a neta tinha a lhe dizer. Angel tentou de todo jeito lhe dizer que não fora ela quem urinou na cama. Ela já era uma mocinha e não fazia mais isso. Isabella estava em pé ao lado da porta quando Esme saiu deixando Angel para trás, a menina olhou para tutora que mordia os lábios para não rir.
-- Foi você! - Ela disse entre os dentes com raiva — Ah, sua cruel! Eu vou contar tudo para o meu pai!
-- Sério? - Isabella disse marota — E em quem ele vai acreditar? Em mim que já sou uma adulta ou em uma menina de cinco anos que ainda faz xixi na cama?
Angel sabia que Isabella tinha razão, a criança não era burra, muito pelo contrário, ela era até esperta demais, inteligente demais até para o seu próprio bem. Angel era na verdade, uma peste que ninguém notava.
-- Isso não vai ficar assim! - Ela disse com uma voz firme.
-- Não mesmo! - Isabella retrucou sorrindo — Se você continuar me sabotando, vai ficar bem pior, pode acreditar!
Os olhos de Angel se arregalaram, Isabella continuava sorrindo para a criança, Angel sabia que não havia nenhum pingo de medo nos olhos de Isabella e as palavras da tutora eram sérias.
-- Você não precisa gosta de mim e nem eu de você! - Isabella ponderou — Apenas temos que nos dar bem e nos respeitar, só isso! Você não entra no meu caminho e eu não entro no seu. Eu faço o meu trabalho com você e você aprende algo para variar e assim ficaremos todos felizes!
-- Se eu não aceitar? - Ela inquiriu tão petulante quanto o pai, pensou Isabella.
-- As coisas podem ficar bem complicadas para o seu lado, não acha? - Ela levantou uma sobrancelha para menina.
-- Tudo bem! - Ela disse rápido — Eu não vou mais aprontar com você!
-- Ótimo! Então temos um acordo?
-- Temos!
Isabella saiu do quarto deixando Angel sozinha. Ela não acreditou na menina, mas esperaria para ver. Ficou chocada por Angel não agir como uma criança, quer dizer, ela agia como uma criança, porém apenas na frente do pai e dos avos. Por trás, quando eles não estavam vendo, ela parecia uma mocinha do mal, melhor, uma adolescente tramando para derrubar a sua tutora.
...........................
Edward não entendeu o porquê de ter saído da empresa mais cedo, não havia nada para ele fazer em sua casa, a não ser ficar um pouco com Angel. Porém ao chegar a sua casa, naquele horário, ele teria que encontrar a tutora da filha e isso não lhe agradava muito...
Edward entrou em casa e encontrou Angel com Isabella na biblioteca, a jovem lia o livro do Pequeno Príncipe para a menina, a filha parecia gostar. Isabella estava sentada no chão, enquanto Angel estava deitada no sofá. Isabella narrava os fatos do livro para a pequena. Nenhuma das duas notou a sua presença ali, de tão distraídas que estavam. Edward parecia admirado ao ver Isabella com Angel, nunca vira Angel se dar tão bem com nenhuma outra de suas tutoras antes, contudo, Isabella parecia mandar bem no que fazia, pensou ele.
-- Papai! - Gritou Angel saindo correndo e pulando em seus braços — Você já chegou!
-- Sim! - Ele disse beijando a filha no rosto — E a minha linda princesa, como está?
-- Tô bem! - Ela disse animada — A Srta. Swan estava lendo para mim!
-- Eu notei isso ao chegar! - Ele disse inculcado — Qual é o livro?
Ele sabia, pois reconhecera as falas ao longe, sempre fora apaixonado por aquele livro quando criança, ele conhecia muito bem cada trecho daquela obra.
-- O Pequeno Príncipe! - A menina disse animada.
-- Está gostando? Não é um livro muito maduro para a sua pouca idade?
-- Eu entendo tudo o que Srta. Swan ler. Ela é muito boa no que faz! - Disse a menina sorrindo.
E de fato, Angel conseguia acompanhar o que lhe era lido e Isabella sabia disso muito bem, tanto que escolheu aquele livro em especial para a menina. Enquanto Edward conversava com a filha, Isabella se colocou de pé olhando para o relógio.
-- Angel, nós continuaremos amanhã! - Ela proclamou — Já está em minha hora, amanhã continuaremos de onde paramos. Ok?
-- Tudo bem Srta. Swan! - A menina deu um sorriso.
Isabella passou por ele rapidamente e saiu em direção ao seu quarto. Lá, ela trocou de roupa ligeiro, então ela pegou a sua bolsa e caminhou para fora do quarto. Mas para a sua tristeza, Edward estava lá, encostado contra a parede do corredor esperando apenas ela sair.
-- Srta. Swan! - Ele disse – Dê-me apenas um minuto, por favor?
-- Claro! - Isabella estava suando frio, ele com toda certeza, iria demiti-la agora.
-- Sobre hoje pela manhã! - Ele começou passivo — Eu acho que fui um tanto grosseiro e confundi as funções. Creio que já estou ciente do que seria o seu dever!
-- Eu...
-- Ainda não acabei! - Ele disse a interrompendo – Eu entendo que me excedi com você, mas a senhorita também fez o mesmo... Eu espero que controle a sua boca inteligente a partir de agora ou teremos sérios problemas!
A menina apenas enrugou a testa e Edward a ignorou. Ele sabia que ela teria uma ótima resposta para lhe dar, mas seria educada para agir com grosseria. Nem mesmo quando ele mereceu uma resposta atravessada ela lhe deu.
-- Claro Sr.! - Ela disse compassiva — Era apenas isso ou deseja me comunicar mais alguma coisa? - Todo sarcasmos que ela poderia transmitir naquela frase, estava sabiamente camuflado.
-- Não! Pode se retirar agora! Tenha uma boa noite.
-- Igualmente...
...................................
Isabella passou horas falando com Ângela sobre o seu novo chefe. A amiga morava no andar abaixo do seu, mas passava mais tempo com o namorando Ben, então Isabella preferia sempre lhe ligar para evitar os atrapalhar. Ela só reclamou e disse que tinha vontade de mandar o Sr. Cullen tomar onde ninguém precisa saber... Todavia o dinheiro era bom e a ajudaria muito, ela sabia que aquele era o único motivo para não mandá-lo realmente tomar no --!
Depois de passarem horas reclamando dos seus respectivos chefes, elas combinaram de sair na sexta-feira à noite juntas. Uma nova boate seria inaugurada na cidade, uma boate de luxo na verdade, Ben, namorando de Ângela, conseguira quatro entradas para a área vip com um amigo dele.
Isabella findou a sua conversa com Ângela e ligou para o seu pai, trocaram meia dúzia de palavras e desligaram. Isabella foi para cama dormir depois de um banho demorando em seu minúsculo banheiro, e assim que acabou o banho, vestiu uma camisola comprida e confortável, pôs uma calcinha e caiu na cama...
.......................
A semana passou voando para todos. Edward não saiu em nenhuma noite durante aquela semana, ele estava precisando esfriar a cabeça, e claro, aceitou o convite do primo para ir a uma boate a qual Rose, a adorável esposa do primo, havia projetado. Rose era arquiteta e montou toda a estrutura de uma nova boate de luxo.
A boate era incrível, Edward tinha que admitir, Rose tinha se superado daquela vez, as paredes eram em vermelho e preto, tudo de muito bom gosto e muito luxo. O ambiente era perfeito a pista de dança era emoldurada por um grande globo espelhado. A área VIP era incrível, quem ali ficasse, teria uma visão privilegiada do todo da boate.
-- Tenho que admitir, você fez um ótimo trabalho Rozita! - Edward disse para provocá-la.
-- Obrigada, prefiro ignorar a última parte!
Edward e Emmett seguiram bebendo o melhor uísque do lugar, Rose preferiu beber coquetéis com champanhe. Como o previsto por Edward, havia muitas mulheres bonitas, seria uma ótima oportunidade para tirar o atraso da semana. Mas quem seria a sua vitima? Olhou em volta buscando alguém que pudesse lhe agradar aos olhos.
Do outro lado da boate, Isabella estava com Ângela, Ben e Erick, um amigo de Ben. Isabella não bebia nada a não ser água, ela era fraca demais para bebidas, então se matinha longe delas! O seu lema sempre fora, se fosse para fazer alguma besteira que o fizesse sóbria. A conversa entre eles iam muito animada, ela sabia que Erick estava na esperança de poder ficar com ela naquela noite. Mesmo ele sendo legal, Isabella não estava a fim de se envolver, o seu ultimo relacionamento tinha sido uma droga e não queria arriscar assim tão cedo, ainda mais, com um cara que ela acabara de conhecer. Nunca fez o estilo ficar por ficar, sempre se envolveu por gostar da pessoa. Mesmo tento tido alguns problemas em seus relacionamentos...
-- Vamos dançar? - Ângela convidou, mas o seu namorado negou — Venha Isa, vamos dançar!
Isabella não teve tempo de responder, quando viu já estava na pista com a amiga. Ângela se balançava ao ritmo das músicas eletrônicas, apenas batidas sem letra.
- Ben vem já atrás... - Ângela segredou se referindo ao namorado — Ele não gosta quando danço assim, ele acha que os outros caras vão dar encima!
-- Acho que ele tem razão! - Isabella disse rindo — Eles estão olhando!
-- Tenho certeza que não é só para mim! - Ela disse e piscou para a amiga.
Isabella usava um vestido preto sem alças, apenas um top com detalhes brilhantes, sapatos de saltos e os seus cabelos estavam soltos.
-- Você deveria sair mais Bells. Você passa tempo demais, trancada em casa!
-- Eu ando cansada demais até para respirar! - Ela disse sorrindo — A pestinha me consome por inteira.
-- Por que não sai de lá? Já disse, aquela menina vai te matar!
Isabella sorriu e achou melhor acabar com aquele papo. Ela começou a dançar de acordo com o ritmo da música.
.................................
Edward não acreditava no que os seus olhos viam, não podia ser! Ainda mais ali, duvidava muito que ela estivesse na listra de VIPs, todavia como explicar a presença de Isabella naquela área seleta da boate, a mais cara da cidade, e ainda mais, no dia de sua inauguração. Edward observou com mais atenção, a menina dançava muito bem, o corpo dela parecia um imã para ele, chamando a sua atenção, o modo como ela se movia, era como assistir de camarote a cena mais erótica do mundo...
--- MERDA! - Pensou alto! ele sabia que o seu pau começava a dar sinal de vida dentro de suas calças -- Não, não e não!- Repetiu em bom tom! Afinal,ela era a tutora de sua filha e a jovem mal havia saído das fraldas, nem deveria saber fazer uma boquete direito!A mente do rapaz gritava aquilo para ele! – Tire já os olhos dela e procure outra para você comer!– Ele conversava alto consigo mesmo - Como se isso fosse fácil! – Ele grunhiu alto.
Edward se obrigou a desviar os olhos da pista, Emmett que estava perto do primo podia sentir a tensão do chefe em relação a algo, então buscou saber o que o primo tanto observava.
-- Bela morena! - Ele disse chamando a atenção de Edward.
-- O quê?
-- A sua vitima da noite! - Ele disse sorrindo — É muito bonita a garota! Mas você não acha que ela é muito nova? Você nunca foi papa anjo.
-- E não serei! - Ele disse rápido.
-- Entendo! - Emmett finge acreditar — Por que então está olhando tanto para ela?
-- Aquela é a Srta. Swan, a tutora de minha filha!
-- Minha Nossa! - Emmett disse embasbacado — Você deve estar xingando até o sétimo céu, por ela não ser mais velha, hein?
-- Vá se ferrar! - Ele disse revirando os olhos.
....................................
Isabella estava entediada ali, Erick tentava de todo jeito beijá-la, a jovem usou a desculpa de ter que ir ao banheiro para se livrar dele. Isabella saiu pela saída de emergência da boate e mandou uma mensagem para a amiga dizendo que já estava a caminho de casa. Ela pegou um taxi e seguiu para casa, assim que chegou lá, ela tomou um banho rápido e se jogou na cama apenas de calcinha.
...........................................................
Estava tudo muito escuro, alguma coisa estava errada, Isabella ouviu passos e tentou se mexer. Ela puxou as pernas, mas elas estavam presas à cama. Tentou puxar os braços, porém ambos estavam amarrados à cabeceira do móvel, só então se deu conta de que estava presa em uma cama enorme, seminua... Contudo, para ela, era o mesmo que estar completamente nua, já que vestia apenas uma minúscula calcinha.
-- Quem está aí? - Ela perguntou ouviu uma pequena risada e nada mais — Por favor, quem está aí? - Implorou pela segunda vez.
-- Menininha, menininha não deveria brincar com fogo!
O coração de Isabella parou por dois segundos, para só então voltar a bater com força total... Ela sentia os seus lábios secos, então os umedeceu com a língua. Ela conhecia aquela voz, ela sabia muito bem de quem era a voz... Só não entendia o que se passava ali. Os passos ficaram mais altos e mais próximos, então ela viu o dono da voz, Edward Cullen em pessoa, em toda a sua gloria e beleza e sem camisa, ele vestia apenas calças jeans.
-- Você foi uma menina muito travessa! - Ele disse e o coração de Isabella só faltou saltar pela boca — E toda menina travessa precisa ser castigada...
Isabella nunca viu tanta malicia em uma única frase. Quanto ela tentava entender o que acontecia... ...tudo mudou, Edward estava com a cabeça no meio das pernas da morena, chupando com força e vigor a buceta dela... Fazendo Isabella gritar e se contorcer na cama de tanto prazer.

 O corpo dela tremia e a sua boca estava cada vez mais seca, ela não sabia o que era aquilo, tudo era estranho e desconhecido para ela. Até que o seu corpo explodiu em mil pedacinhos. E ela acordou gritando...
Ela levou algum tempo para que os seus olhos se acostumassem com a escuridão de seu quarto. Ela estava ofegante, suada e tinha acabado de gozar na calcinha, como resultado do sonho erótico que tivera com o seu chefe...
Isabella fez uma careta para o escuro e passou as mãos pelo rosto retirando os fios de cabelos que por ali estavam grudados.
-- Isso é um péssimo sinal! - Ela sussurrou...

CONTINUA...