Jul M

Oi

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Slave Of Pleasure-- Escrava do prazer. cap 36

MUDANÇAS E SURPRESAS...
Edward passou horas olhando pela janela de seu quarto. Quando o sol já estava se pondo, ele resolveu tomar um banho. Demorou longas horas dentro do banheiro, quando saiu encontrou Esme sentada em sua cama o esperando...
-- Por que não bateu à porta? – Questionou — Por que está aqui?
-- Por que me trata assim? - Esme o interpela — Eu ainda sou a sua mãe, você deve ao menos, me respeitar.
-- Você destruiu todo o respeito que eu tinha por você e já faz tempo!
-- Mesmo assim, eu ainda sou a sua mãe! - Esme afirmou com raiva
-- Não por minha escolha! - Ele retrucou seco — Agora me diga o que te trouxe aqui?
-- A empregada não soube dizer se você estava em casa ou não... - Esme tentou justificar.
Mais antes que Esme pudesse terminar, o celular de Edward tocou encima do criado mudo ao lado de sua cama. Edward virou de costas, ele estava com uma toalha em volta de sua cintura e outra em volta doe seu pescoço, a que ele usou para secar os seus cabelos. Edward sorriu quando viu o nome de Isabella na tela. Não fora burro, ele salvara o numero da morena quando ela ligou da última vez.
-- Oi! - Ele disse seco, mas estava vibrando de contentamento por dentro.
-- Quais são os seus planos para hoje noite?
Edward estranhou a pergunta, Isabella nunca fora tão direta assim, já havia se passado quase três dias desde a última vez em que a vira, talvez ela tivesse mudado os seus conceitos a respeito dele...
-- Até o presente momento, eu não tenho planos ainda! - Ele respondeu casualmente
-- Quer sair comigo ou prefere outra companhia? – Ela foi bem incisiva.
-- Para onde? - Edward perguntou cheio de alegria, apesar de não demonstrar.
-- Não sei... Qualquer lugar, você escolhe! - Ela sugeriu — A sua companhia é o que realmente importa...
-- Eu tenho uma sugestão, então! - Edward disse misterioso — Acredito que vá gostar...
Esme não deixou de observar a conversa do filho ao telefone, ela o fitava com bastante atenção, apesar de ele estar de costas para ela. As mãos da mulher estavam fechadas em volta de seu corpo, ela respirava com força com se buscasse por ar com urgência, ela estava começando a ficar vermelha, porém não era de emoção, mas sim de raiva.
-- Aonde poderei ir buscar você?
-- N...Não - Ela disse rápido demais — Me encontre no café perto daí... – Ele pediu em um fôlego só.
-- Onde? - Ele perguntou com se não tivesse entendido.
-- No café, no final da sua rua, perto de sua casa!
-- Mas eu posso ir buscar você em sua casa! - Ele argumentou  não entendendo o porquê de ela não querer que ele soubesse onde ela morava.
-- Edward no café, por favor!
-- Como você quiser então! - Ele disse soltando o ar frustradamente — A que horas? Ás oito? Pode ser? - Ele questionou.
-- Sim, tudo bem...
-- Não se atrase, por favor. Eu odeio esperar!
-- Claro!
Edward desligou o celular e respirou fundo, ele estava tentando controlar a sua alegria, em contraposto com a raiva que estava sentindo. Feliz por Isabella está querendo sair com ele, mas odiando o fato de ela não o deixar ir buscá-la em sua casa, mesmo porque, ela deve ter uma casa, mas ele percebeu que ela não queria que ele descobrisse onde seria. Essa era a sua maior agonia, ao mesmo tempo em que ela o matinha perto, o mantinha longe...
-- Não ficará para o jantar? - Esme protestou entre dentes — Você quase não fica mais em casa!
-- Eu não tenho o porquê de ficar! - Ele assoalhou — E com certeza, não ficarei...
-- Nunca mais tivemos um jantar em família! - Esme contestou em forma de lamento.
-- Você realmente se importa? - Edward argumentou cinicamente -  Eu não vou mais fazer parte dessa farsa! Você e papai não existem!
-- Edward... - Ela disse entre dentes.
--- Ele nunca perdoou você e tão pouco eu te perdoei! - Ele cuspiu as palavras na cara da mulher com amargura — Você vive de manter as aparecias, mas você não consegue nem controlar a sua própria doença. Não compartilharei dessa farsa nunca mais! Nós não somos uma família feliz e nunca seremos. E se um dia nós o fomos, você conseguiu destruir tudo com o seu egoísmo...
Esme ficou olhando abismada para o filho, que não se importou em deixá-la sozinha enquanto entrava em seu closet para escolher uma roupa. Assim que voltou, já devidamente vestido, Esme não se encontrava mais em seu quarto. Edward terminou de se arrumar e saiu do quarto em direção ao encontro com Isabella, já era quase sete e quarenta e ele não levaria mais do que cinco minutos para chegar ao tal café.
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Isabella estava linda em um vestido negro como a noite. Rose havia feito uma maquiagem na morena que ressaltou ainda mais a sua beleza, fazendo jus a admiração de todos que a encontrava. A jovem não acreditava que havia tido coragem de telefonar para Edward, ela nunca fora assim antes, ela nunca havia convidado um homem para sair antes, e, simplesmente acabara de executar tal proeza. Rose, claro, montou um pequeno texto para que a jovem repetisse, o que ela o fez como uma verdade atriz, sem deixar falhas. O sapato  que calçava era de salto muito alto. Isabella não estava acostumada com aquilo, ainda mais que ela passava o dia correndo atrás de seus meninos, com toda certeza, ela não conseguiria seguir o pique das crianças com aqueles saltos.
-- Sue, por favor, qualquer coisa me ligue! - Ela suplicou — Qualquer coisa o meu celular estará ligado o tempo todo, não hesite em me telefonar, ok?
-- Tudo bem! - Sue a tranqüilizou — A menina Rose também ficará aqui!
Isabella olhou para Rose que lhe sorriu, Rose era a sua melhor amiga, mas ela não confiava na loira o bastante para deixar os seus filhos sozinhos com apenas ela. Por isso Sue ficaria aquela noite para dormir com as crianças.
-- Eu não quero saber de Emmett aqui Rose! - Ela disse bem séria para a amiga — A minha casa é uma casa de respeito!
-- Claro! - Rose disse dando um sorriso cínico.
-- Sue os meninos já estão na cama! - Ela comunicou a mulher -  Eu acredito que não acordarão mais por hoje, mas de qualquer forma, a babá eletrônica estará ligada por toda a noite, e, por favor, me ligue, caso precise...
-- Nós já sabemos! Rose disse matreira — Quanto a você, se divirta bastante ou pelo menos tente!
-- Vou ver...
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Isabella preferiu ir andando até o café, afinal o local era bem perto mesmo. A morena achava incrível nunca ter esbarrado com Esme ou até mesmo com Edward pela vizinhança, durante o curto período em que morava pelas redondezas. Edward estava a esperando do lado de fora do café, ele marcou às oito horas e a moça chegou às nove. O atraso deixou o ruivo bem irritado, ele odiava ficar esperando, mas assim que os seus olhos encontraram os de Isabella, tudo fora esquecido, ela estava linda, completamente linda, algo que só Isabella conseguia ser, por mais simples que fosse a sua roupa ou a sua maquiagem, ela ainda estaria simplesmente deslumbrante para ele, sempre fora assim.
-- Desculpe-me pela demora, eu tive um contra tempo! - Ela disse dando o seu melhor sorriso inocente e Edward se derreteu todo, mesmo procurando não demonstrar o quanto ela o afetava.
-- Acho que foi até perdoável! - Ele comentou entregue a presença da jovem.
-- E por que não seria? - Ela disse dando um olhar malicioso — Você já me deixou esperando por bem mais tempo...
Assim que as palavras saíram de sua boca, ela se arrependeu, pois não deveria ter dito aquilo, mas já era tarde, as palavras já haviam sido ditas e não havia como retomá-las sem causa maiores danos...
-- Acho que tem razão! - Disse ele e sorriu — Vamos?
-- Sim, vamos! - Ela disse já caminhando em direção ao carro dele — Você ainda não me disse para onde iremos!
-- Você vai gostar, acredite! - Ele falou e abriu a porta do carro para que ela entrasse — Eu tenho plena certeza de que nunca fostes a esse lugar!
-- Eu nunca fui a muitos lugares! - Ela disse já dentro do carro.
-- Eu espero então, poder lhe acompanhar a esses lugares desconhecidos!  - Edward argumentou.
Ele se sentia inseguro, Edward parecia até um adolescente desesperado, ele não queria ter dito aquilo, mas saiu de sua boca tão espontaneamente que quando percebeu já era... Ele tinha  medo em seus olhos, ele sabia que a qualquer momento tudo poderia ruir e Isabella sumir de sua frente como uma luz que se apaga. O caminho fora um tortura para ambos, em silencio Isabella torcia os dedos sobre o seu colo e Edward apertava com tanta força o volante do carro que parecia que ele queria o arrancar. Edward estacionou o carro e deu as chaves para o manobrista, só então seguiu para ajudar Isabella a sair do carro.
-- Que lugar é esse? - Ela perguntou admirada, ele um local bem diferente, sem contar que havia uma fila enorme do lado de fora.
-- Uma boate! - Edward disse — A melhor da cidade!
Ele segurou a mão dela e ambos caminharam lado a lado em direção a entrada, é claro que não foi preciso entrar na fila, afinal ele era Edward Cullen e jamais enfrentaria uma fila daquelas, o seu prestígio o colocava em qualquer lugar sem esforço. Edward literalmente colou em Isabella, ele não queria que ninguém chegasse próximo a ela ou tivesse alguma liberdade com a morena. Eles foram em direção a área VIP, então Isabella percebeu que ele já era bem conhecido no local.
Na área vip havia alguns sofás enormes, al- m de pequenas mesas de centro espalhadas estrategicamente. Edward se sentou em um reservado e  puxou Isabella para junto de si.
-- Quer beber alguma coisa? – Ele perguntou solicito, mesmo com o barulho da musica, ela conseguira o ouvir perfeitamente.
-- Não! - Ela respondeu educadamente — Eu não tenho o hábito de beber!
--- Só uma taça de champanhe, que tal? - Edward ofereceu já chamando o garçom – Gostastes do lugar?
-- Eu nunca estive em um lugar desses antes!
-- Eu imaginava! - Ele articulou dando um sorriso.
Isabella olhou em volta e percebeu que o lugar era muito bonito, todo o ambiente era decorado em um tom laranja e preto, havia  espelhos espalhados pela pista. O garçom voltou com os copos e uma garrafa de champanhe.
-- A nós! - Ele disse e sentiu vontade de se socar, era a segunda mancada que ele dava naquela noite, ele não poderia se mostrar tão empolgado...
-- A nós! - Ela assentiu dando um sorriso tímido e bebendo em seguida
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Edward fez com que Isabella dançasse agarradinha a ele, além de incentivar que ela bebesse bem mais do que deveria, a menina era fraca para bebidas, pois não tinha o habito de beber regularmente como ele, claro que depois da segunda taça, ela já sorria com as paredes da boate, dançava de modo provocante e chamava a atenção de Edward. O moço gostou de vê-la tão solta, feliz e até alegre. Mesmo que fosse devido ao álcool, era a sua Isabella quem estava ali, os mesmos olhos, os mesmo lábios e o mesmo sorriso tímido, que o assombrava nestes últimos dois anos.
-- Venha, vamos sentar! - Edward disse — Eu vou pedir um pouco de água para você.
-- Por que não mais champanhe? - Ela disse fazendo um beicinho e a sua face ficando muito corada.
-- Porque você já bebeu demais! — Ele lhe explicou.
Edward estava sorrindo, Isabella também, ouvir as piadas sem sentido contadas pela jovem não tinha a menor graça, mas Edward ria do mesmo jeito. Era Isabella ali, a sua Isabella e só em poder estar com ela naquele momento, ele já sentia ter ganhado o mundo.
Edward ficou rígido, porém, Isabella não percebeu, pois estava com a cabeça baixa ainda rindo de suas próprias piadas, à sua frente estava à ruiva por quem um dia Edward já foi apaixonado, ou pelo menos ele achou que fosse. Victoria estava trajando um vestido vermelho daqueles que sempre gostava de usar, ao seu lado estava James. Isabella levantou o rosto e mesmo estando bêbada reconheceu a mulher a sua frente, ela sentia odeio daquela vadia, mesmo sem a conhecer direito, a raiva que sentia era motivada por Victoria te machucado Edward no passado e isso não só deixava a morena triste, como também com ódio daquela mulher.
-- Então é verdade! — Victoria disse sarcástica — Você está saindo agora com menininhas.
-- Como se isso fosse da sua conta! — Edward reagiu, mesmo estando rígido e tenso — Saia daqui Victoria, você não é bem vinda aqui.
-- Por que tanto desprezo? Já compartilhamos tantos momentos juntos!
-- Eu não compartilho nada com você! - Ele respondeu ríspido.
-- Em outros tempos...
-- Em outros tempos, eu era apenas um garoto que você usou e abusou! Agora saia daqui, a sua companhia não é bem vinda no mesmo local em que eu esteja! — Edward disse interrompendo a jovem
-- Eu salvei você! — Ela disse — Se não fosse... - Ela se calou — Uma criança, é com ela que você se deita agora?
Isabella não sabia se gritava com a mulher a sua frente, se arrancava fio por fio da cabeleira ruiva dela ou se a estapeava. E também ela não entendia o porquê do cara que estava com Victoria não fazer ou dizer nada. Ele apenas assistia tudo como um mero telespectador.
--- Nunca foi homem forte para mim! — Victoria disse enraivecida - E agora se deitas com uma menina que mal saiu das fraldas.
Os olhos de Victoria se arregalaram quando sentiu a mão que voou para o seu rosto o deixando ardendo. Isabella estava ofegante e a marca de sua mão estava, naquele momento, tatuada na cara de Victoria, a menina havia lhe dado uma bela tapa, com tanta força que até a sua mão doía.
-- Isabella... — Ela disse quando Victoria olhou para ela furiosa, mas não moveu um único músculo para atacá-la — O meu nome é Isabella, e não “menina que mal saiu das fraldas”... Mas se você continuar a me chamar assim, eu vou lhe enfiar a mão na cara novamente, então é melhor que SAIA DAQUI AGORA! - Bella gritou no final.
Claro que o álcool que corria em seu corpo era o principal culpado por toda aquela loucura, mas quem faria ao contrario? Afinal, aquela diaba de vermelho veio estragar a sua noite e queria o quê? Que ela sorrisse e aplaudisse, enquanto a ruiva azeda tripudiava e torturava o seu acompanhante? Não Isabella, não Isabella bêbada e valente, talvez Isabella sem álcool no corpo sim, mas essa que Victoria encontrou não  era uma Isabella medrosa.
-- Pelo visto é uma ferinha com garras! — James disse puxando os braços de Victoria — Vamos minha querida, não quero que o seu lindo rosto ganhe mais marcas de dedos — James olhou para Edward e Isabella com um brilho diferente nos olhos, Edward conhecia bem o que era aquilo, porque já tinha visto esse mesmo tipo de brilho no passado — Melhor conter a sua cadelinha Edward ou deixarei com que a minha estraçalhe a sua...
-- Duvido muito que a sua consiga algo! - Edward disse tomando a frente de Isabella, colocando-a por trás dele, intuindo tirar os olhos de James de sua menina — Ah, só para lhe lembrar, a sua cadela está velha e sem forças, enquanto a minha está na flor da juventude.
-- Não provoque! — James ameaçou — É bom tomar cuidado, já que eu te roubei uma cadela uma vez, posso muito bem te roubar novamente.
Edward abriu um sorriso ameaçador e os seus olhos eram mortais em direção a James, outra pessoa teria saído dali correndo e nem olhado para trás, mas James gostava de um bom jogo e de uma boa aposta, além de possuir um super ego que não o permitia que perdesse algo que quisesse, um de seus lemas era “não importa como, apenas vença.”
-- Ela nunca será sua! - Edward disse apenas para James ouvir — E se chega perto não sobreviverá para aproveitar.
-- Até a próxima Masen! — James se despediu levando Victoria junto — Essa você ganhou, mas veremos a próxima...
Edward esperou James e Victoria sumirem para só então relaxar a guarda, virou-se em direção de Isabella com cuidado, ele a segurou pela cintura, passando o seu braço esquerdo em volta dela e usando o direito para segurar o seu rosto, para assim poder olhá-la em seus olhos.
-- Me desculpe por toda essa confusão! — Ela sussurrou e Edward sorriu — Eu não sei o que deu em mim, eu não deveria...
-- Shiiii! — Ele a calou com um dedo — Você estava mais do que em seu direito! — Ele afirmou — Eu sou quem peço desculpas.
-- Por quê? Por ter uma ex maluca! — Ela disse sorrindo — Todos têm um passado, ele pode até ser bom ou ruim, mas e daí? É tudo passado mesmo!
Sim, Edward sabia que era o efeito álcool, Isabella não levaria  as coisas com tanta naturalidade se não fosse o bom e velho álcool em seu organismo, mexendo com o seu juízo.  Ou talvez, a mais pura verdade seja que ele nunca havia percebido o que estava em sua frente o tempo todo.
Já era mais de meia noite quando Edward e Isabella saíram da boate, Isabella arrastou Edward para a pista de dança,  a menina estava livre, viva, sorridente e única aos olhos de Edward, talvez ele devesse dar um pouco mais de álcool para ela agora e das próximas vezes em que estivessem juntos, só para vê-la assim.
-- Para onde vamos? — Ela perguntou, o vidro da janela estava baixo e o vento estava de contra ao seu rosto.
-- Ao meu apartamento! — Ele disse sem olhá-la, ele queria chegar o mais rápido possível ao lugar.
-- Eu preciso ir para casa Edward! — Ela disse ainda sobre o efeito do álcool  em seu corpo, os seus lábios estavam vermelhos e a sua face levemente corada.
-- Eu posso deixar você lá! — Ele disse dando um sorriso torto que fez com que Isabella suspirasse — Mas aí, você vai ter que me convidar para dormir em sua casa!
-- Não tem lugar para você! — Ela disse sem se dar conta das palavras, o álcool a deixou mais solta e isso era bem visível — Rose está no quarto de hóspedes.
-- Eu durmo em seu quarto! — Ele disse e ela gargalhou virando o rosto para ele.
-- Está mesmo querendo dormir comigo? — Ela perguntou — Logo você que não divide a sua cama com ninguém?
-- Abro algumas exceções, que dizer só para você...
-- Muito nobre de sua parte! — Ela disse rindo — Vamos para a sua casa!
Edward sabia que  ela não  confiaria nele assim tão facilmente, mas Bella estava com ele agora e ele aproveitaria cada segundo disso. Ele passou dois longos anos sonhando com ela, desejando-a, sentindo vontade dela. A imagem da morena o perturbava sempre ao se levantar, ao dormir, a risada doce dela ecoava em suas lembranças, ele sempre se recordava dela. Essa era a sua Isabella  e ela estava com ele de novo.
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Edward fez uma nota mental de dar mais vinho para Isabella da próxima vez, se era efeito do álcool ele não saberia dizer, mas Isabella estava mais solta, mais ardente... Edward  beijou Isabella assim que entraram no apartamento dele, a calcinha da menina tinha sido arrancada por ele assim que entraram no elevador.

 As mãos de Edward levantaram o vestido negro que Isabella usava ao mesmo tempo em que se beijavam, as mãos de Edward apertavam um lado da bunda de Isabella fazendo-a gemer sofregamente de prazer.
As roupas ficaram pelo caminho, o paletó de Edward caiu em algum lugar do corredor, o vestido de Isabella ficou jogado no chão no meio do quarto, a  boca da menina devorava a do jovem, as mãos de ambos não saiam do corpo um do outro. Ela respirou fundo ofegando quando Edward a jogou na cama a posicionando embaixo dele.

O tesão e o desejo eram tanto, que Edward não perdeu tempo com preliminares, ele a penetrou imediatamente com vigor e paixão.

 Isabella soltou um gemido alto, quando sentiu o jovem todo dentro dela. Dois segundos fora o tempo máximo para que ambos se acostumarem, então Edward passou a se movimentar com força e precisão dentro da menina. As mãos de Edward estavam  apoiadas ao lado do corpo de Isabella, dando a ele  a devida ajuda para se mover sobre ela entrando e saindo com rapidez e malicia.



 As mãos da menina  estavam em volta da cintura do homem, as pernas de Isabella estavam bem abertas, facilitando assim os movimentos do maior de entrar e sair de dentro dela. A boca da menina estava entreaberta e de lá escapavam gemidos e palavras as quais Edward não conseguia entender.

Isabella estava de quatro na cama, Edward estava por detrás dela, praticamente em pé... Enquanto ele a penetrava com força, ela gemia desvairadamente. As mãos do jovem seguravam forte a cintura dela, penetrando com o seu membro, bem fundo na cavidade molhada da jovem.
Edward estava em pé fora da cama, Isabella tinha a parte da frente de seu corpo sobre a cama e os seus quadris estavam fora do leito, Edward a penetrava por trás com bastante força e com mais determinação do que de costume, a buceta de Isabella já o apertava, os gemidos da jovem eram mais para gritos e suplicas por mais.



 Edward segurava Isabella pelos cabelos, à menina gemia a cada nova investida, até que ela gritou atingindo o seu limite máximo de prazer, ela gozou forte, fazendo o seu corpo todo tremer, enquanto estava estendida sobre a cama. Edward a penetrou, mas algumas vezes, até gozar gemendo o nome dela e caindo sobre a menina, ambos respiravam de forma ofegante...
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Isabella estava deitada em estilo conchinha com Edward, as mãos do jovem em volta do corpo da menina, assim como o seu rosto estava na curva do pescoço dela. Edward fazia carinho na barrigada da amada com a ponta dos dedos.
-- Fique essa noite! - Ele pediu mal sabendo que Isabella já estava quase dormindo.
-- Fico! - Ela sussurrou em meio a um bocejo.
-- Durma minha querida! - Ele disse beijando o pescoço da amante — Eu estarei aqui para você quando acordar!
CONTINUA...

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Gifs e Frase



"Embora o amor seja comunicado de diversas maneiras, nossas palavras podem refletir a condição do nosso coração."
                   -- A prova de fogo







"É difícil demonstrar amor quando você não sente motivação. Mas, amor no sentido mais verdadeiro, não é baseado em sensações, mas na determinação de agir com consideração, mesmo quando parece não haver recompensa."
 --- A Prova De Fogo

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Slave Of Pleasure-- Escrava Do Prazer-- cap 35

ESCOLHAS, ESCOLHAS...
De certo que Isabella tinha um plano ou uma ideia cuidadosamente arquitetada quando resolveu marcar um encontro a sós com Edward. Tudo bem, ela compreendia que se arriscaria alto demais, quando ligou para ele...
Bella conseguiu o número do rapaz através de Rose, que por sua vez, roubou a informação do celular de Emmett. Claro que a ideia primeira era confrontá-lo, exigir que ele, lhe dê respostas para as dúvidas do passado, que nunca foram esclarecidas... A morena precisava saber qual seria o problema que influía tão negativamente na vida do ruivo, o porquê dele ser e agir daquele jeito... Ela tinha certeza que havia acontecido algo por de mais grave na infância ou pré-adolescência do rapaz. Isabella não saberia explicar as suas suspeitas, mas ela sabia que algo de sombrio se escondia por trás das atitudes de Edward, algo que talvez até a ele mesmo fosse impossível de controlar ou acaroar... Ela já não era mais a menininha imatura e ingênua de 17 anos de idade, que Edward havia conhecido há dois anos, hoje, ela era a mãe de duas crianças lindas o que de fato, fez com que ela amadurecesse e se tornasse uma mulher responsável. Bella aprendeu a lutar, correr atrás dos objetivos que almejava e de um futuro melhor para os filhos, pois ela queria dar aos pimpolhos tudo o que ela não teve, mesmo porque, os pais da morena, nunca tiveram dinheiro o suficiente para bancar coisas supérfluas, no entanto, Bella foi deveras feliz com eles, pois seus pais lhe proporcionaram muito amor e a segurança que só os pais conseguem dar a uma filha...
Ela tinha consciência de que algumas coisas não funcionavam bem como ela queria. Quando ela estava perto de Edward, por exemplo, a sua força de vontade para ficar longe dele era quase que inexistente. Edward tinha o poder de atraí-la para ele, algo que nem mesmo Isabella conseguia entender, por mais que ela o odiasse e sentisse muita raiva dele, pelo que ele fez com ela no passado, bastava um olhar do ruivo, ou um simples toque em sua pele, para que ela se perdesse completamente naquele homem.
Também não foi diferente dessa vez, Bella não conseguiu deixar de se render aos encantos dele... Ela sabia que não era uma boa ideia ir ao apartamento do jovem, mas ela também, não poderia levá-lo a sua casa, os meninos estavam lá e seria muita coisa para explicar em uma primeira conversa. Conversa essa que nem chegou a acontecer, já que Edward agarrou a morena assim que ela entrou em seu apartamento, tomando a boca da jovem em um beijo urgente e cheio de desejo...

 ...depois daí, todo o resto se perdeu em beijos, toque e carícias...
As roupas de ambos ficaram caídas no caminho para o quarto, Isabella estava em pé enfrente a cama, Edward estava por trás dela, de todas as coisas que poderia ser classificado aquele momento, amor seria a última... Estava longe de ser amor o que eles estavam fazendo, aquilo era sexo, o mais puro sexo, o desejo em busca do prazer e da luxuria. Edward tinha as mãos sobre os seios de Isabella, ele os apertava ao mesmo tempo em que a penetrava com vigor. 

Isabella movimentava os seus quadris no mesmo ritmo que Edward, ambos gemiam alto e a satisfação era nítida nos olhos e no corpo dos dois.
Edward mudou a posição de ambos, Isabella estava de quatro na cama, enquanto ele a penetrava por trás. A bunda da morena estava bem empinada em direção ao ruivo que se movimentava com precisão, em oscilações certeiras, fazendo a jovem gritar e gemer o nome do rapaz cada vez que o pau dele se afundava na buceta molhada dela.

 Isabella puxou os lençóis da cama, os apertando entre os dedos com tanta força que chegavam a ficar brancos.
Edward sabia que Isabella ainda demonstrava certa timidez em algumas performances na hora do sexo, mesmo estando com ela  há pouco tempo, desde que eles se reencontraram novamente, o ruivo percebeu que ela ainda ficava vermelha quando estava completamente nua a sua frente. Contudo, ainda assim, ele mudou a posição em que eles se encontravam, ele os girou na cama, deixando-a por cima. Os movimentos da menina eram lentos e leves,  as mãos de Edward estavam entre a cintura e a coxa dela.

 A menor se movia vagarosamente e o rosto dela estava bem corado. Ela ainda se sentia acanhada, porém ela não deixaria o desejo morrer, pelo contrário, Bella foi através de sua plenitude e orgasmo, então, ela passou a se mover com um pouco mais de rapidez.

Isabella tinha as mãos sobre o peito de Edward, ela as usava com apoio para se mover com mais precisão sobre ele. Bella subia e descia sobre o membro rígido do rapaz, o fazendo ir cada vez mais fundo dentro dela. Perpetrando ambos a gemerem vigorosamente. Edward manteve as mãos sobre a cama, não querendo atrapalhar o comando da morena. Para ele, a prática daquele ato com ela, seria sempre como se fosse à primeira vez... Nunca era o bastante, ele nunca teria o suficiente dela, ele sempre ficaria desejoso por mais...

Isabella se curvou um pouco para cima quando Edward a puxou para um beijo profano. Ele passou a mover o seu quadril rapidamente, dando fortes investidas, fazendo o seu membro deslizar mais rápido e mais profundamente dentro da jovem. Isabella soltava pequenos gemidos na boca do rapaz, na verdade, ambo gemiam um na boca do outro, os sons exóticos tomavam conta do quarto e o cheiro de sexo se impregnava por todo o ambiente. O suor começava a brotar no corpo dos amantes, mas nenhum dos dois pareciam se importar e em nenhum momento tiveram a intensão de parar...
Edward estava com as mãos passeando e apertando todo o corpo de Isabella, a jovem tinha a boca entreaberta. Os movimentos dos quadris do dois era uma sincronia só, eles continuavam mais rápidos e mais rápidos. Isabella levantou o seu corpo e Edward deixou cair às mãos que se encontravam nos seios dela, local em que ele apertava com força e puxava os mamilos rosados entre os dedos.

 Isabella usou as mãos novamente para se apoiar no peito do ruivo. Ela se movimentava sobre ele um pouco mais rápido e gritou o nome do maior quando gozou forte e violentamente enfiada pelo membro gostoso do rapaz. O corpo dela  passou a ter fortes tremores. 

Edward passou os braços em volta da cintura dela, girando-a na cama, ficando totalmente por cima dela, então, ele investiu mais algumas vezes dentro do órgão pulsante da garota, e, quando ele estava prestes a gozar, ele retirou o seu pau de dentro dela e gozou sobre a barriga da mulher.

Ambos estavam caídos na cama, ofegantes e suados, o quarto cheirava ao mais puro sexo...  ...sexo que os dois acabaram de fazer, o rosto dela estava corado e os lábios entreabertos. A mente da garota estava vazia e naquele momento, ela poderia dizer que havia paz entre eles os dois.
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Rose estava sentada na varanda ao lado de Isabella, os meninos estão correndo pelo jardim, eles estavam cobertos de neve, as festa de final de ano estavam chegando e os meninos gostavam de ficar brincando na neve. É claro que Isabella os agasalhava muito bem para prevenir qualquer tipo de doença ou até mesmo um simples resfriado.
-- Deixe-me ver se eu entendi! - Rose disse depois de alguns minutos em silêncio — Você marcou um encontro com Edward, e acabou indo parar na cama dele. É isso?
-- Nosso, do jeito que você falou, pareceu  mais vulgar do que a realidade dos fatos! - Isabella argumentou.
-- Onde cargas d’água você estava com a cabeça, Isabella? Onde já se viu... Marcar um encontro com Edward para botar tudo em pratos limpos, bem no apartamento dele? - Rose replica ferina — Você estava mesmo pedindo para ser fudida, não é?
Isabella olhou feio para Rose, a amiga nunca tinha controle sobre a sua boca suja e às vezes falava demais...
-- Olhe, eu tinha plano... - Isabella começou a dizer.
-- E você acabou na cama dele gemendo, ou melhor, gritando o nome dele envolta ao tesão! Ótimo plano, Isabella! Qual é o próximo? - Rose arrematou com sarcasmo.
-- Rose você não entende?! - Ela diz rapidamente — Ele queria vir aqui em casa. EM MINHA CASA!!! - Ela repetiu dando ênfase em sua colocação — Nick e Thomas estão aqui! Eu não quero Edward por perto dos meninos até que as coisas sejam totalmente esclarecidas.
-- Qual a parte que você quer esclarecer? - Rose perguntou danosa — A parte em que você não consegue resistir a ele ou parte em que ele consegue te comer quando bem quiser?
-- Rose! - Bella grita injuriada — Você não está ajudando!
-- Quem não está ajudando é você, Isabella! - Rose retrucou — Aceite o fato, você é louca por esse cara! Louca, maluca de pedra! Você o deseja e não é só por uma noite é pelo resto de sua vida... - Elas se olharam em uma disputa muda - Aceite o fato que ele tem mais controle sobre você e o seu corpo do que você mesma.
Por fim, Isabella suspirou se rendendo ao que a amiga dissera, mas o problema era ter que aceitar aquela verdade. Ela queria ser mais forte do que tudo o que ela sentia por ele. Queria poder arrancar aquele amor de seu peito, mas como odiar o único homem que ela  já amara? Ainda mais, sendo ele o responsável por lhe dar às duas coisas mais importantes de sua vida, os seus filhos, os seus gêmeos...
-- Eu preciso encontrar outro jeito! - Ela disse mais para si mesma do que para Rose — Eu não acho que eu vá conseguir resistir a ele algum dia, mas eu preciso saber a verdade...
-- Continuar fugindo, não é a solução...
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A voz rouca e grossa de Emmett ecoou na varando, o rapaz havia acabado de chegar e pegou uma parte da conversa entre as duas, ainda bem que fora só o final, pois ele sempre fazia piada sobre a vida intima de Isabella e ouvir da boca da própria que ela caíra na  cama do irmão mais uma vez, não seria fácil, ele não perdoaria e faria chacota com a situação. Ele poderia ser um bom tio, um ótimo amigo quando era necessário, mas ainda assim, ele era Emmett Cullen, vulgo Senhor indiscreto pra caralho...
-- O meu irmão quase pirou, novamente, quando acordou no dia seguinte e você não estava! - Emmett disse dando um sorriso sacana que só ele era capaz, objetivando fazer Isabella corar de vergonha — O meu irmão gosta de você demais, e até acredito, que ele goste mais de você do que um dia ele já tenha gostado de Victoria, a respeito disso, eu não tenho nenhuma duvida - Emmett olhou para Isabella — Mas há coisas as quais você não pode arrancar dele de uma hora para outra... 
-- O que você quer dizer com isso, Emmett? - Isabella perguntou.
-- Edward é um dominador, Isabella. Isso já é um fato inerente à personalidade dele! - Emmett pontuou — Se quiser ficar com ele, você terá que fazer escolhas, aceitar procedimentos... Ele pode parar se desejar, mas isso não quer dizer que ele esteja pronto para isso! É uma via de mão dupla, você terá que confiar nele primeiro para ele que possa confiar em você depois...
--- Eu já confiei uma vez e me arrebentei toda, Emmett! - Ela disse árida.
-- Balela! - Ele disse — Você gosta do meu irmão e não diga que não, pois eu vejo isso sempre que você ouve o nome dele... Eu sei que você faz perguntas sobre ele para Rose e para o meu pai! - Emmett a acusa — Edward sempre esteve na defensiva e não vai mudar agora, só porque te ama. Ele confiou em Victoria e deu no que deu... Ele não vai arriscar o coração dele de novo!
-- E eu... ...eu posso arriscar o meu, não é? - Ela gritou furiosa.
-- Você o quer? - Emmett retrucou — Então lute por ele! Edward já foi ferido bem mais do que você imagina, Isabella. Eu não estou defendo o meu irmão, mas ele tem os seus motivos para ser como é! Você o deixou quando ele mais precisou de você... Você foi fraca e covarde!
-- Ele foi quem me deixou! - Ela gritou para Emmett.
-- E você aceitou! - Ele rebateu com fúria — Que amor é esse que você deixa de mão na primeira briga, na primeira adversidade? Você não saber o que é amar, se pensa desse jeito...
Isabella ficou olhando fixamente para Emmett, ela tinha um olhar meio que assassino e a sua respiração estava ofegante, ele nunca tinha falado assim com ela, mas hoje ele estava diferente.
-- Olhe Isabella, eu gosto de você! - Emmett disse — E juro que está sendo divertido ver o meu irmão perder a linha  e todo o seu autocontrole, mas esse joguinho não vai muito longe, ele vai se trancar em seu mundo novamente! - Emmett olhou circunspecto para a menina — Você terá que entrar no mundo dele, e você sabe muito bem o que isso quer dizer... Bem, eu não sei, eu juro que eu não sei o que aconteceu com Edward no passado. Ele nunca falou sobre isso com ninguém, mas eu sei que algo aconteceu... Você foi à única, depois de Victoria, que conseguiu o fazer demonstrar um pouco de humanidade e eu não espero que faça milagres, mas que você não pare agora! Você se importa com ele, Isabella! Eu sei que você gosta dele, então faça o que for certo e traga o meu irmão de volta... Por favor... Eu estou te implorando isso...
Isabella nada disse... ...Rose muito mesmo... Isabella sempre soube que uma hora ou outra, ela teria que fazer uma escolha, até mesmo antes de a coisa tomar rumo, naquela noite em que ele a domou de um jeito que o seu corpo todo tremeu, só de imaginar, ela sabia que queria mais, ela o queria... Edward já convivia com aquele estilo de vida há muito tempo, ela tinha ciência disso. Não seria fácil abandonar tudo de uma vez, Emmett tinha razão, ela teria que entrar naquele mundo para só então tirar Edward de lá. Quer dizer, ela não desejava que ele deixasse de ser um dominador, mas deseja que ele fosse somente o dominador dela... Ela queria que ele voltasse a sorrir e que a sombra negra que o cercava sumisse de uma vez por todas da vida dele...
CONTINUA...
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Notas Finais!
O que acharam meninas?
Demorou mais saiu!
Vamos la quero saber de vocês o que acharam 
Vamos comentando
Foi mau demora mais ta complicando um pouco por meu lado.
Mais não vou deixa vocês nas mãos!
Espero que gostem desse cap.
Eu gostei muito e acho que Tuca também
Tenho quase certeza que ela se diverte bastante Revisando meus rascunhos.
Bom o  ano começou bem assim espero que siga.
Nao deixem de comenta meninas
Saber como e preciso saber como anda fic e assim que sei ,
Bla bla bla.. vocês  sabem de todo resto.
Agora Eu tenho que dizer que adorei comentários de vocês
 tanto em Maus lençóis  como no cap de casamento.
Não conseguir responde todos mais vou tira dia so pra fazer.
Mais eu li todos comentários todos.
Obrigado meninas  de verdade e bom saber que vocês estão gostando e mesmo com toda essa loucura que deu no Nyah você continuam aqui comigo.
Valeu mesmo.
Não deixem de recomenda  eu vejo todas recomendações.
Beijos beijos 
Jul M de volta.