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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Em MausLençóis-- Cap.1-- O Começo

O COMEÇO...

Todo ser humano tem que carregar a sua própria cruz, pelo menos era assim que eu pensava, a minha cruz tinha até nome e sobrenome atendia pelo acunha de Isabella Swan, a menina com grandes olhos cor de chocolate e lábios rosados que sempre pareciam estar pedindo beijos molhados. A pele pálida como a porcelana mais fina do mundo e o sorriso doce e inocente emoldurados pelo rosto de menina que transpirava inocência...


Mas Isabella só tinha uma carinha de inocente, na verdade a garota era uma peste e era o meu pior pesadelo...  Eu e a minha família nos mudamos para casa ao lado da dela, o pai da menina era cardiologista e trabalhava no mesmo hospital que a minha esposa, ele era viúvo há mais de cinco anos. Isabella acabou virando a melhor amiga de minha filha Reneesme,  o que acabou facilitando o seu acesso a minha casa. Isabella tanto fez que conseguiu cativar o carinho de minha mulher Rose, que adorava a menina e sempre a tratava bem, e claro, obteve o meu apresso, até eu saber quais eram as reais intenções da pestinha...
A doce menina inocente volta e meia estava em minha casa, ela procurava ir para lá, em especial quando Rose não estava... Rose, a minha mulher, era medica e passava a maior parte do tempo no Hospital da pequena Forks, já eu, como escritor, trabalhava em casa e esse fora um dos motivos de eu ter vindo morar em Forks, um lugar calmo e tranqüilo para que eu pudesse trabalhar em paz. Isso até a doce Isabella entrar na minha vida. A garota sempre dava um jeito de ir à minha casa quando eu estava só, ela vivia me perguntando sobre o que eu escrevia, e claro, ela fazia perguntas indiscretas e às vezes até maliciosas, ainda tinha a cara de pau de corar fingindo uma falsa inocência... E eu, caindo como um patinho...
De fato as coisas só foram piorando, Nessie, a minha filha querida, arrumou um namorado, o que lhe deixava mais tempo fora de casa, do que em casa. O rapaz era um cara legal, eu o conheci um dia deste, ele era filho de Billy Black, um homem muito popular pelas bandas daqui. O rapaz era respeitador, ainda bem, porque senão ele estaria morto a essa altura. Com a minha filha fora de casa, Isabella vinha me visitar ainda mais vezes, no começou achei que era coisa da minha cabeça,  afinal qual é o homem que nunca fantasiou com uma Lolita, ainda mais sendo essa ninfeta a “inocente” Isabella. A diaba fazia questão de vir a minha casa vestindo aquele maldito uniforme da Escola, aquela saia de pregas que mal cobria a sua bunda e a camisa branca amarrada, mostrando a metade de sua barriga plana. 

Não vou negar que Isabella me deixava de pau duro, e como deixava, mas eu tinha idade para ser o pai dela e era isso que ainda me deixava sóbrio em relação às investidas inconseqüentes da guria.
E quando eu achava que as coisas não podiam ficar piores, eis que a menina me surpreende ainda mais, em uma bela tarde, quando eu estava sozinho em casa, ela adentrou em meu escritório com a desculpa de que estava sozinha em casa e que não queria ficar lá abandonada. Até aí, tudo bem, ela fazia isso o tempo todo, mas eu nunca esperei que ela fosse me fazer perguntas sobre sexo, ao ponto de me deixar até que meio constrangido. A menina que não era tão menina assim, ela estava usando a porra daquele uniforme de novo e eu ficava me perguntando sobre as melhores posições para transar com ela em um carro, na sala, no escritório ou no raio que a parta... Quando a raiva veio à tona, eu acabei gritando com ela, e a mandando ir para casa dela.
Eu até fiquei com pena da ninfeta depois, mas francamente, ou eu fazia aquilo ou eu iria acabar fazendo uma merda grande... Como se já não bastasse, as perguntas indiscretas dela, para a minha total desgraça e insanidade, a diabinha maquiavélica se mudou para o quarto de frente para o meu quarto e da minha mulher. Rose sempre saia cedo e chegava tarde, Isabella fazia questão de ficar andando nua em frente à sua janela, deixando o seu belo corpo  juvenil à amostra, e ainda, deixando claro para mim, que ela estava ciente de que eu, uma hora ou outra, acabaria vendo ela nua pela janela do meu quarto, ela sabia muito bem o que fazia e não era à toa que eu acabei vendo a inocente donzela se trocar, e lógico, tendo a plena certeza de que aquele era um ato intencional da parte dela...

O fato é que Isabella estava jogando cada vez mais sujo e Rose, minha mulher, estava começando a achar que eu estava ficando louco, porque eu vivia estressando a nossa filha, sem nem ao menos notar. Por sua vez, Nessie estava envolvida demais com o namorado para notar que o pai estava quase enfiando o pau na  buceta de sua melhor amiga. Sim, eu estava perdendo a cabeça e a culpada disso tudo seria unicamente Isabella, era ela quem sempre estava provocando, instigando para que algo acontecesse entre a gente. Acabei proibindo a entrada de Isabella em minha casa quando eu estivesse sozinho, claro que Rose não ficou sabendo, foi apenas um acordo entre mim e Isabella. Nós ficamos assim, ela não teria permissão de vir a minha casa, caso eu estivesse sozinho no local, afinal ela era amiga da minha filha, e não minha amiga ou conhecida minha, e fora que ela era apenas uma menininha...
Foi apenas uma semana de paz, uma semana sem sinal de Isabella, tempo em que eu consegui fazer amor com a minha mulher sem imaginar que era Isabella, ou melhor, sem ver o seu rosto no lugar do de Rose. A minha vida parecia estar voltando ao normal, até que um dia o meu celular tocou dando sinal de mensagem, assim que abri, vi a foto de Isabella nua em frente ao espelho. 


Na mesma hora eu corri até a janela do meu quarto, mas a janela da casa ao lado estava fechada. Eu sabia que a pestinha estava lá e para variar sozinha... E não parou por aí, Isabella passou a me mandar mensagens dizendo o que estava fazendo ou pensando e na maioria das vezes era safadeza, sim safadeza pura, ela dizia se imaginar transando comigo...  Aí já viu, né?  Como era possível fugir da tentação, sendo que ela estava bem ao meu lado? Isabella só me colocava em fria...
....
-- Oi tio! - Isabella me disse quando eu cheguei à sala, eu vinha de meu quarto!
-- Isabella! - Digo por educação.
-- Pai! - Nessie falou serelepe – Bells vai dormir aqui hoje!
-- Como? - Digo já sabendo que isso não era um bom sinal.
-- O Sr. Swan precisará passar a noite fora! Ele irá visitar um parente que está internado em um hospital em Port Angeles! - Nessie me informa – A mamãe sugeriu ao pai dela, que a deixasse ficar aqui conosco!
-- Sua mãe o quê? - Pergunto quase engasgando.
-- Ela sugeriu ao pai de Bella que a deixasse aqui, para que ela não se sentisse sozinha no período em que o Sr. Swan estará fora. Ele é colega de trabalho da mamãe! Bells iria ficar em casa sozinha, e a mamãe achou meio perigoso!
-- Com certeza!
Meus olhos estavam em Isabella o tempo todo, tudo que ela demonstrou foi um sorriso safado que disfarçou muito bem quando Rose entrou na sala.
-- Edward! - Rose me chamou — Isabella vai passar a noite aqui! - Ela me comunica algo que eu já sabia e não havia gostado nada — Eu terei plantão hoje, então você terá que tomar conta das meninas.
-- Na verdade papai, você só terá que tomar conta de Isabella! - Nessie retruca.
-- Como assim? - Pergunto meio alarmado.
-- Oh sim, é verdade! - Rose diz pensativa — Hoje é o aniversario do pai de Jacob e Nessie foi convida para a comemoração, e como a festa vai terminar tarde, ela dormirá lá.
Ótimo, porque não tinha como ficar pior o meu dia.  Já não era fácil me controlar perto das provocações daquela ninfetinha e agora eu teria que dormir com ela debaixo do mesmo teto, ainda mais sozinho com ela... Que a Santa Maria me ajude ou eu vou acabar fazendo uma grande burrada...
 Continua...

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