Jul M

Oi

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Em Maus Lençóis!-- Cap.2 -- A Pequena Nifeta!

A PEQUENA NINFETA...

Rose saiu para o hospital no horário de sempre, às 16h30min. Nessie estava tão eufórica que saiu junto com a mãe, ela foi levando uma mala que pelo conteúdo e peso, mais parecia que ela iria viajar e que passaria umas cinco semanas fora. Durante todo o tempo em que a minha família estava em casa, Isabella não fez nenhuma piadinha ou comentários com duplo sentido, e muito menos ficou se insinuando para mim. Ela mais parecia uma menininha recatada e normal que iria passar a noite na casa de um estranho, por assim dizer, ela estava tentando manter a índole de boa garota. Mas eu sabia a verdade, eu já tivera muitas provas do seu comportamento depravado, e eu sabia que a minha noite seria bem pior, muito mais que a madrugada dos mortos vivos...
Jantamos em silêncio, ela estava muito quieta e isso não estava me agradando em nada, eu sabia que aquela menina quando menos esperasse, iria aprontar algo, eu não confiava nela, bem como eu não confiavam nem um pouco em mim mesmo. Após o jantar, ela se retirou... Rose a deixou ficar no quarto de Reneesme, já que a minha filha não estaria em casa, não fazia sentindo a colocar no quarto de hóspedes, o quarto de Nessie era no final do corredor e o meu e de Rose bem no começo, tendo uma vista direcionada para o jardim do vizinho, nesse caso, para o jardim dos Swan e o que era pior, a janela do meu quarto dava de frente para a janela do quarto de Isabella.
Recolhi as louças suja e coloquei na máquina de lavar e depois fui para o meu escritório tentado me distrair com o meu novo livro e tentando não pensar na doce, sonsa e gostosa Isabella...
Sabe aquele filme o perigo mora ao lado? Pois era exatamente assim que eu estava me sentindo. Eu sabia que Isabella estava em minha casa, eu não tinha idéia do quê ela estaria fazendo naquele exato momento, mas eu estava deveras ansioso. Eu não sei, talvez eu quisesse que ela me provocasse, como sempre fez, mas por outro lado, eu sabia que sem ninguém para nos impedir, seria difícil parar e o fato dela ter idade para ser a minha filha era o que mais me deixava nervoso e me sentindo sujo...
Já era quase meia noite, tudo o que eu consegui escrever foi duas linhas do meu livro novo. A porta fora aberta abruptamente chamando a minha atenção e fazendo com que o meu coração congelasse no peito. Isabella estava parada em minha porta completamente nua, o meu coração só faltou sair pela boca e nem vou dizer que o meu pau ficou duro só com aquela visão dos demônios... 

Ela tinha nas mãos um pênis de borracha rosa e o rosto totalmente corado. Engoli em seco e minha respiração mudou completamente...
-- Por mais que o meu vibrador me faça gozar, eu não consigo parar de imaginar o seu pau dentro de mim! - Isabella sussurrou fazendo a sua melhor cara de safadinha...
Eu sabia que aquela garota do mal, estava aprontando algo, eu sabia que ela estava quieta demais e com certeza estava armado maquiavelicamente alguma coisa e agora ali estava ela completamente nua, caminhando em minha direção e eu sequer conseguia ter uma reação adequada, apenas admirava o corpo perfeito e gostoso para cacete da ninfeta demoníaca.
-- Eu estou louca para sentar no seu pau Senhor Cullen! - Ela sussurrou de maneira provocante – O Senhor deixaria que eu gozasse no seu pau, Senhor Cullen?
Merda, merda mil vezes, merda! Esse capetinha tinha a voz sexy pra cacete e estava me deixando louco de tesão...
-- Isabella! - Eu consigo achar a minha voz...
-- Relaxa Senhor Cullen! - Ela diz e a boca pecaminosa dela estava bem próxima a minha orelha, eu conseguia sentir o calor ardente vindo de sua boca em meu pau desejoso... — Eu sei que você quer, eu também quero, por que não juntarmos o útil ao agradável? Você me faz gozar gostoso e eu te farei gozar de uma maneira nunca antes imaginada...
-- Isso é errado! - Digo ofegante e a mãozinha provocadora da menina safada já estava na minha calça, abrindo-a para então a ninfetinha tirar o meu pau para fora — Você tem idade para ser a minha filha! - Tentei argumentar, mas a minha voz saiu tão franca quanto a minha vontade.
-- Então, dá leitinho para mim, vai!? - Ela diz ao mesmo tempo em que morde a ponta da minha orelha — A minha buceta está pingando de tesão, Senhor Cullen! - Ela aperta o meu pau entre as suas mãos macias — E veja só, o seu pau está tão duro que seria um desperdício deixar ele assim tão carente...

-- Você é uma putinha mesmo!
É como dizem por aí, já que está no inferno, abraça o capeta... E era exatamente isso o que eu iria fazer, eu sabia que pela manhã a culpa recairia sobre a minha cabeça, mas o amanhã ainda não havia chegado... 

Eu puxei Isabella para o meu colo, atacando o seu pescoço com mordidas e chupões, que com certeza, deixariam marcas nela, pois ela tem uma pele clara e macia, o seu gosto é simplesmente maravilhoso, as minhas mãos foram para os seus seios pequenos que couberam perfeitamente dentro delas.

 Eu sabia que Isabella era  um verdadeiro tesão, mas tê-la em minhas mãos desse jeito era bem melhor do que só ver. Com um movimento rápido, guiado pelo mais puro desejo carnal a coloquei sobre a mesa e abri bem as suas pernas, tendo a bela visão da sua buceta rosada e gostosinha... Ela tinha razão, a buceta dela estava babando por meu pau e chegava a brilhar de tanto tesão. Passei a língua pelos meus lábios e caí de boca naquela delicia rosada. 


Provando-a com a minha boca, a chupando, a provocando com a minha língua, Isabella gemia tão gostoso, totalmente diferente da minha mulher Rose, os gemido de Isabella eram mais vivos, mais prazerosos e me deixavam ainda mais duro e com muito mais tesão, se é que isso era possível...

Sim, eu chupei, mordi e penetrei com a minha língua aquela buceta rosada que não parava de pedir por meu pau duro e forte dentro dela. Isabella gritava de prazer  e me deixou doido quando gozou gritando o meu nome, que dizer, ela gritava “Senhor Cullen”... Sim era o Senhor Cullen aqui, que a fazia gozar intensamente, eu a chupei até a última gota e levantei tendo uma visão maravilhosa de Isabella espalhada em minha mesa com a face corada, ela estava ofegante, descabelada e com os lábios inchados...
-- Você tem uma buceta linda menina! - Digo passando a língua pelos meus lábios.
-- O Senhor também tem um pau bem bonito Senhor Cullen! - Ela disse mordendo os lábios e olhando para o meu pau que estava exposto, porque ela havia aberto a minha calça e colocado ele para fora – Eu quero sentir o seu gosto também!
Isabella não se comparava com uma menininha inexperiente, ela parecia ter conhecimento do que estava fazendo, antes que eu me desse conta, ela já estava com o meu pau na boca, o chupando e o sugando com força...

-- Merda! – Eu não conseguia controlar os meus gemidos causados por aquela pequena meretriz que me fazia um oral dos deuses...

Eu sentia os dentes de Isabella arranhando o meu pau, quando não, a sua língua em volta dele, me deixando ainda mais inchado e duro em sua boca. Antes que eu pudesse gozar na boca dela, eu a puxei e a virei, empurrando-a para sobre a mesa de costas para mim. Sem perda de tempo, eu a penetrei com tudo, enfiando o meu pau de uma vez naquela boceta molhadinha e deliciosa...


-- Oh! Senhor Cullen! - Ela gemeu quando o meu pau já estava todo dentro dela.
-- Puta merda você é muito apertada! – Eu sussurrei, e o meu pau estava sendo espremido pela buceta quente dela de tão apertada.
Deixei que Isabella se acostumasse com a minha invasão e depois de um tempinho eu comecei a me mexer com vontade, entrando e saindo de dentro daquela buceta extasiante, Isabella gemia baixinho, eu quase não conseguia ouvi-la, mas quando comecei a meter nela com força, os seus gritos vieram com tudo...


-- Oh caramba! - Isabella gemeu alto — Isso Senhor Cullen, me faça gozar gostoso e insanamente!
As palavras dela só me deixaram com mais tesão, ela reagia a cada estimulo meu, eu puxei as suas mãos e as prendi em suas costas com uma de minhas mãos, já com a minha outra mão, eu puxei os seus cabelos, enquanto eu enfiava o meu pau ainda mais fundo nela...

-- Oh, que pau gostoso Senhor Cullen! - Ela gemia e eu rebolava fazendo a sua boceta engolir o meu pau mais profundamente.
-- Você é uma ninfetinha provocadora!
-- Sou mesmo, Senhor Cullen! Eu sou a ninfetinha que vai gozar no seu pau bem gostoso! - Ela gritava  e gemia ainda mais...
Eu continuava metendo nela profundamente e forte, Isabella gritava e dizia coisas obscenas, me deixando com um tesao ainda maior, a boca dela era suja durante o sexo, e as palavras proferidas por ela só me incentivavam a meter ainda com mais vontade e força dentro nela. Eu senti quando a boceta dela começou a apertar o meu pau, deixando-a ainda mais arrochada e então Isabella gritou o meu nome, avisando que estava gozando. Eu meti nela mais duas vezes e me retirei de dentro dela agitando o meu pau em minhas mãos até gozar prazerosamente melando o rosto e os seios de Isabella com o meu prazer... Eu estava ofegante, Isabella estava corada, mas tinha um sorriso safado de satisfação em sua cara. Afastei-me e fechei a minha calça, guardando o meu pau dentro dela...
-- Wow Senhor Cullen! - Ela disse sorrindo abobalhada.
-- Você é uma peste garota! - Digo me tocando da merda que acabei de fazer.
-- Eu sei, e você gosta disso! - Ela afirmou se sentando e passando os seus dedos pelos seus seios, espalhando o meu néctar neles — Confesse Senhor Cullen, o Senhor estava doidinho para me comer, assim como eu estava louca para ser comida pelo Senhor, não é?
-- Você tem idade para ser a minha filha!
-- Ainda bem que não sou! - Ela disse saindo de cima da mesa — Porque isso seria incesto, mas seria gostoso, sabia? - Ela fez cara de safada — Por falar nisso, só em pensar nesta possibilidade, eu já fiquei com tesão...
-- Isabella! - Digo vendo que ela não tinha o menor pudor...
-- Não seja tão careta Senhor Cullen, o  mais difícil o Senhor já fez! - Ela disse rindo — Você já me comeu, agora vamos fazer isso direito encima de uma cama e de preferência, comigo rebolando encima do seu pau...
 Continua...

Em MausLençóis-- Cap.1-- O Começo

O COMEÇO...

Todo ser humano tem que carregar a sua própria cruz, pelo menos era assim que eu pensava, a minha cruz tinha até nome e sobrenome atendia pelo acunha de Isabella Swan, a menina com grandes olhos cor de chocolate e lábios rosados que sempre pareciam estar pedindo beijos molhados. A pele pálida como a porcelana mais fina do mundo e o sorriso doce e inocente emoldurados pelo rosto de menina que transpirava inocência...


Mas Isabella só tinha uma carinha de inocente, na verdade a garota era uma peste e era o meu pior pesadelo...  Eu e a minha família nos mudamos para casa ao lado da dela, o pai da menina era cardiologista e trabalhava no mesmo hospital que a minha esposa, ele era viúvo há mais de cinco anos. Isabella acabou virando a melhor amiga de minha filha Reneesme,  o que acabou facilitando o seu acesso a minha casa. Isabella tanto fez que conseguiu cativar o carinho de minha mulher Rose, que adorava a menina e sempre a tratava bem, e claro, obteve o meu apresso, até eu saber quais eram as reais intenções da pestinha...
A doce menina inocente volta e meia estava em minha casa, ela procurava ir para lá, em especial quando Rose não estava... Rose, a minha mulher, era medica e passava a maior parte do tempo no Hospital da pequena Forks, já eu, como escritor, trabalhava em casa e esse fora um dos motivos de eu ter vindo morar em Forks, um lugar calmo e tranqüilo para que eu pudesse trabalhar em paz. Isso até a doce Isabella entrar na minha vida. A garota sempre dava um jeito de ir à minha casa quando eu estava só, ela vivia me perguntando sobre o que eu escrevia, e claro, ela fazia perguntas indiscretas e às vezes até maliciosas, ainda tinha a cara de pau de corar fingindo uma falsa inocência... E eu, caindo como um patinho...
De fato as coisas só foram piorando, Nessie, a minha filha querida, arrumou um namorado, o que lhe deixava mais tempo fora de casa, do que em casa. O rapaz era um cara legal, eu o conheci um dia deste, ele era filho de Billy Black, um homem muito popular pelas bandas daqui. O rapaz era respeitador, ainda bem, porque senão ele estaria morto a essa altura. Com a minha filha fora de casa, Isabella vinha me visitar ainda mais vezes, no começou achei que era coisa da minha cabeça,  afinal qual é o homem que nunca fantasiou com uma Lolita, ainda mais sendo essa ninfeta a “inocente” Isabella. A diaba fazia questão de vir a minha casa vestindo aquele maldito uniforme da Escola, aquela saia de pregas que mal cobria a sua bunda e a camisa branca amarrada, mostrando a metade de sua barriga plana. 

Não vou negar que Isabella me deixava de pau duro, e como deixava, mas eu tinha idade para ser o pai dela e era isso que ainda me deixava sóbrio em relação às investidas inconseqüentes da guria.
E quando eu achava que as coisas não podiam ficar piores, eis que a menina me surpreende ainda mais, em uma bela tarde, quando eu estava sozinho em casa, ela adentrou em meu escritório com a desculpa de que estava sozinha em casa e que não queria ficar lá abandonada. Até aí, tudo bem, ela fazia isso o tempo todo, mas eu nunca esperei que ela fosse me fazer perguntas sobre sexo, ao ponto de me deixar até que meio constrangido. A menina que não era tão menina assim, ela estava usando a porra daquele uniforme de novo e eu ficava me perguntando sobre as melhores posições para transar com ela em um carro, na sala, no escritório ou no raio que a parta... Quando a raiva veio à tona, eu acabei gritando com ela, e a mandando ir para casa dela.
Eu até fiquei com pena da ninfeta depois, mas francamente, ou eu fazia aquilo ou eu iria acabar fazendo uma merda grande... Como se já não bastasse, as perguntas indiscretas dela, para a minha total desgraça e insanidade, a diabinha maquiavélica se mudou para o quarto de frente para o meu quarto e da minha mulher. Rose sempre saia cedo e chegava tarde, Isabella fazia questão de ficar andando nua em frente à sua janela, deixando o seu belo corpo  juvenil à amostra, e ainda, deixando claro para mim, que ela estava ciente de que eu, uma hora ou outra, acabaria vendo ela nua pela janela do meu quarto, ela sabia muito bem o que fazia e não era à toa que eu acabei vendo a inocente donzela se trocar, e lógico, tendo a plena certeza de que aquele era um ato intencional da parte dela...

O fato é que Isabella estava jogando cada vez mais sujo e Rose, minha mulher, estava começando a achar que eu estava ficando louco, porque eu vivia estressando a nossa filha, sem nem ao menos notar. Por sua vez, Nessie estava envolvida demais com o namorado para notar que o pai estava quase enfiando o pau na  buceta de sua melhor amiga. Sim, eu estava perdendo a cabeça e a culpada disso tudo seria unicamente Isabella, era ela quem sempre estava provocando, instigando para que algo acontecesse entre a gente. Acabei proibindo a entrada de Isabella em minha casa quando eu estivesse sozinho, claro que Rose não ficou sabendo, foi apenas um acordo entre mim e Isabella. Nós ficamos assim, ela não teria permissão de vir a minha casa, caso eu estivesse sozinho no local, afinal ela era amiga da minha filha, e não minha amiga ou conhecida minha, e fora que ela era apenas uma menininha...
Foi apenas uma semana de paz, uma semana sem sinal de Isabella, tempo em que eu consegui fazer amor com a minha mulher sem imaginar que era Isabella, ou melhor, sem ver o seu rosto no lugar do de Rose. A minha vida parecia estar voltando ao normal, até que um dia o meu celular tocou dando sinal de mensagem, assim que abri, vi a foto de Isabella nua em frente ao espelho. 


Na mesma hora eu corri até a janela do meu quarto, mas a janela da casa ao lado estava fechada. Eu sabia que a pestinha estava lá e para variar sozinha... E não parou por aí, Isabella passou a me mandar mensagens dizendo o que estava fazendo ou pensando e na maioria das vezes era safadeza, sim safadeza pura, ela dizia se imaginar transando comigo...  Aí já viu, né?  Como era possível fugir da tentação, sendo que ela estava bem ao meu lado? Isabella só me colocava em fria...
....
-- Oi tio! - Isabella me disse quando eu cheguei à sala, eu vinha de meu quarto!
-- Isabella! - Digo por educação.
-- Pai! - Nessie falou serelepe – Bells vai dormir aqui hoje!
-- Como? - Digo já sabendo que isso não era um bom sinal.
-- O Sr. Swan precisará passar a noite fora! Ele irá visitar um parente que está internado em um hospital em Port Angeles! - Nessie me informa – A mamãe sugeriu ao pai dela, que a deixasse ficar aqui conosco!
-- Sua mãe o quê? - Pergunto quase engasgando.
-- Ela sugeriu ao pai de Bella que a deixasse aqui, para que ela não se sentisse sozinha no período em que o Sr. Swan estará fora. Ele é colega de trabalho da mamãe! Bells iria ficar em casa sozinha, e a mamãe achou meio perigoso!
-- Com certeza!
Meus olhos estavam em Isabella o tempo todo, tudo que ela demonstrou foi um sorriso safado que disfarçou muito bem quando Rose entrou na sala.
-- Edward! - Rose me chamou — Isabella vai passar a noite aqui! - Ela me comunica algo que eu já sabia e não havia gostado nada — Eu terei plantão hoje, então você terá que tomar conta das meninas.
-- Na verdade papai, você só terá que tomar conta de Isabella! - Nessie retruca.
-- Como assim? - Pergunto meio alarmado.
-- Oh sim, é verdade! - Rose diz pensativa — Hoje é o aniversario do pai de Jacob e Nessie foi convida para a comemoração, e como a festa vai terminar tarde, ela dormirá lá.
Ótimo, porque não tinha como ficar pior o meu dia.  Já não era fácil me controlar perto das provocações daquela ninfetinha e agora eu teria que dormir com ela debaixo do mesmo teto, ainda mais sozinho com ela... Que a Santa Maria me ajude ou eu vou acabar fazendo uma grande burrada...
 Continua...

EM MAUS LENÇÓIS!


EM MAUS LENÇÓIS!

Edward era um escritor famoso e conhecido mundialmente. Casado com uma linda mulher e pai de uma jovem adolescente de 15 anos. Edward se casou muito cedo com sua namoradinha de infância, Rose que logo engravidou de Reneesme. Nessie como era chamada por todos. Rose era uma renomada médica ginecologista de trinta anos, enquanto Edward já contava trinta e um anos. Rose passava a maior parte do seu tempo no hospital em que trabalhava, deixando o marido em casa com seus escritos e a filha amada.
Todos vêm a suas vidas mudar, quando Rose é transferida para um hospital na cidade de Forks, para Edward a mudança seria benéfica, visto que os seus pais moravam naquele lugar, lá seria ótimo para ele exercer a sua atividade, visto que o lugar era calmo e sem muita agitação.
Estava tudo perfeito até que a sua filha Nessie se tornou melhor amiga da vizinha ao lado... Isabella Swan, uma jovem com o rosto angelical e o corpo do demônio, filha do cardiologista viúvo Emmet Swan, que também trabalhava no hospital de Forks. Bella estava disposta a tudo para enlouquecer o pacato e fiel Senhor Cullen...

domingo, 28 de julho de 2013

O Casamento-- O Novo Contrato-- Capitulo 37


"Para termos chance no futuro, eu tinha que fazer as pazes com o passado.
E para isso eu precisava de tempo."
                  ---Frase Do Filme Ironia Do Amor!
PEQUENOS ERROS...

 A noite passou como um assombro para todos os Cullen, Tânia não entrou em contato com eles novamente, Marcus e a sua equipe continuavam acampados na sala de estar de Isabella, a jovem dormiu sobre o efeito de remédios, mas isso não a impediu de acordar algumas vezes, durante a madrugada, gritando assustada por pesadelos. O sol estava alto no céu quando ela levantou, ela tomou um banho rápido e vestiu uma calça jeans surrada, uma camiseta regata branca e colocou um casaco  preto com capuz, a sua cara estava inchada e ela tinha grandes olheiras, mesmo sobre o efeito de remédios ela não dormira quase nada em volta a pesadelos e medo...
-- Você está bem? - Edward perguntou assim que a viu descendo as escadas.
 -- Alguma notícia? - Ela perguntou rapidamente.
-- Nada ainda! - Edward disse frustrado.
-- Sr. Cullen acho que essa é a hora de começar a entrar em contato com o seu Banco! - Marcus pontuou fazendo Isabella estreitar os olhos para ele – É melhor estarmos preparados...
-- O que você quer dizer com isso? - Isabella perguntou já alterada — Que a minha irmã poderá machucar o meu filho? Eu não vejo você fazer nada em relação a toda essa situação, você não passa de um parasita que fica parado apenas acusando um ou outro, esperando que o culpado se apresente em uma bandeja de prata!
-- Isabella! - Charlie a acalmou ao ver o olhar feio que Marcus deu à jovem.
-- Sra. Cullen, eu sei que a senhora está deveras nervosa, por isso eu irei relevar o seu comentário! - Marcus articulou ao se afastar.
Isabella estava inquieta com a presença de Marcus em sua casa, por algum motivo este fato a estava deixando eufórica, mas não no bom sentido e sim no pior sentido imaginável...
-- Você tem que se acalmar! - Edward lhe pediu --- Estamos todos nervosos, mas não podemos perder a cabeça agora! – Edward a beija rápido nos lábios e sussurra — Eu também não gosto nada desse cara, no entanto, no momento temos que aceitar!
 A manhã passou angustiante, Charlie continuou com eles. Renée havia voltado para a sua casa ainda na noite anterior, ela estava ainda sem dizer nada e sem acreditar que a sua filha querida havia feito algo tão abominável... Isabella demonstrava olhos de águia para cima de Marcus, por algum motivo ela achava que aquele homem não era confiável e a cada segundo que se passava ela tinha mais certeza, pois ele não fazia absolutamente nada para resolver a situação... O telefone tocou, Edward chegou primeiro ao aparelho e o atendeu.
-- Alô! - Ele disse.
-- Olá cunhadinho! - Tânia respondeu assim que reconheceu a voz de Edward, que logo colocou o telefone no modo viva voz.
-- Cadê o meu filho?
-- Calminha aí! - Tânia argüiu — Cadê a minha irmãzinha?
-- Tânia eu quero ouvir a voz do meu filho.
-- O meu jogo, as minhas regras! - Ela gritou — O seu filho está bem e é só isso que vai saber! - Ela disse friamente — É o seguinte Cullen, eu já sei que policia está na jogada e eu não tenho a menor intenção de ir para a cadeia. Nós vamos fazer do meu jeito agora!
-- Se você machucar o meu filho eu acabou com a sua raça! - Edward rugiu furioso.
-- Você não está em posição de fazer ameaças, queridinho! - Tania disse sorrindo — Agora preste bem atenção as minhas novas regras  - Edward olhou para Isabella — Eu quero cinco milhões em espécie, já disse!
-- E qual é a garantia que eu vou ter de sua parte, de que o meu filho vai ser entregue?
-- Eu não quero o seu filho, eu quero o seu dinheiro. Você vai ter que confiar em mim! - Tânia retrucou entre dentes - Amanhã de manhã esteja com o dinheiro, ao meio dia, eu direi aonde deixar a grana e aonde pegar o seu filho. E Cullen, sem a polícia, e eu exijo que Isabella esteja no local da entrega! Que ela esteja lá ou o seu filho vai nadar com os peixes!
-- Tânia... - Edward gritou mais ela desligou.
-- Sr. não conseguimos rastrear o sinal! - Um dos homens de Marcus informa.
-- Tentaremos na próxima! - Marcus diz com muita calma — Eu vou precisar ir até a delegacia! Eu voltarei a tempo do próximo chamado! – Ele avisa.
Isabella vê Marcus saindo pela porta da frente e mais uma vez ela estreita os olhos para o homem, o seu Santo não batia com o de Marcus e ela não sabia dizer por quê...
-- Eu vou ligar para o Banco! - Edward informa — Papai, eu vou precisar da sua ajuda nisso!
-- Claro! - Carlisle aquiesci.
-- Como está Esme? - Isabella pergunta.
-- Melhor! Ela se sente culpada, mas está bem melhor!
-- Vai ficar tudo bem! - Edward a conforta — Vamos ter o nosso menino de volta muito em breve!
.................
Isabella estava sentada no sofá da varanda que ficava de fundos para o quintal da casa, local onde havia a casa da árvore de Tony, onde ele guardava todos os seus brinquedos... Ela estava chorando em silêncio segurando uma camisa do menino nas mãos, ela estava sentido o cheiro gostoso do filho o que lhe propiciava um pouco de conforto...
-- Vai ficar tudo bem! - Edward sussurrou se sentando ao lado dela — Tânia deve ter perdido o controle depois da briga com o seu pai!
-- Não é ao meu pai que ela quer atingir! - Bella afirma — É a mim, sempre foi... Ela nunca gostou de mim!
-- Por que diz isso? - Edward  a questiona.
-- Ela foi a primeira a ficar sabendo sobre Mike! - Bella sussurrou — Ela disse que eu tinha sorte de alguém se sentir atraindo por mim, que eu deveria agradecer porque eu era sem graça e sem sal!
-- Ela só poderia ser louca! - Edward diz entre dentes.
-- Ela sempre me dizia que eu nunca seria  tão bonita quanto ela, que ela teria todos os homens que ela desejasse!
-- Ela não tem a mim! - Edward diz — Ela tem ciúmes de você! Você é bonita, muita mais bonita do que ela, muito mais doce, mais sensível... Você é perfeita minha querida! - Edward expõe e a beija — Eu nunca vou me arrepender de ter dado um fora nela, aquela vadia barata...
O corpo de Isabella tremeu todo ao ouvir o que ele disse. Ela nunca soube que ele havia dado um fora em sua irmã, e tão pouco sabia que Tania havia se insinuado para ele... Como se tivesse levado um choque, Bella virou pálida para o marido.
-- Você disse não a Tânia?
-- Quando a gente terminou! - Edward disse — Ela veio para cima de mim e eu disse não!
-- Claro! - Isabella disse como se tudo fizesse sentido — É por isso que ela estava com raiva de mim!
-- Do que você está falando? – Edward pergunta confuso.
-- Quando você disse não para Tânia, você fez o que ninguém tinha feito!
-- Dar um fora nela? - Edward diz sem entender.
-- Não! Trocar ela por mim! - Isabella explica — Tânia sempre me mostrava que era melhor do que eu, e por mais que alguém se interessasse por mim, ela sempre dava um jeito de chamar atenção para ela!
-- Acha que ela ficou com raiva de mim? E agora ela está tentando descontar em Tony?
-- Não! - Ela proferiu — É em mim que ela quer chegar!
Isabella ficou de pé e começou a andar de um lado para o outro,  Edward levantou sem entender o que se passava.
-- Bella, eu não estou entendendo! - Edward articula.
Emmett apareceu na porta que dava para sacada e não entendeu o que acontecia ali, o olhar dele foi para o amigo e depois para a esposa do amigo, que continuava andando de um lado para o outro como se tentasse achar algo ou quem sabe, cavar um buraco no chão...
-- O que ela disse? - Bella indaga.
-- Como assim?
-- O que ela disse que faria com Tony, caso você não seguisse as regras dela? - Bella pergunta.
-- Ela disse que Tony iria nadar com os peixes! - Edward diz tão confuso quanto o amigo Emmmet.
-- Ela está no lago! - Isabella informa.
-- O quê?! - Edward e Emmett interpelam ao mesmo tempo.
-- Quando éramos criança... - Isabella para de andar e olha para Edward e Emmett — Papai levava a gente para a casa do lago, lá nós passávamos todos os dias das nossas férias escolares...
-- E por que você acha que ela está lá? - Emmett pergunta.
-- Eu caí no lago uma vez e quase me afoguei! - Bella diz — Estávamos somente eu e Tânia no pier perto dos barcos quando eu caí, Tânia não fez nada para me ajudar, eu só tinha sete anos!
-- Ela iria deixar você morrer! - Edward diz chocado.
-- Um moço que estava por perto viu tudo e me ajudo! - Ela olha para os dois que estavam chocados - Tânia disse que ficou em choque e por isso não me ajudou, ela me pediu para não dizer a ninguém e eu assenti!
-- Vamos avisar Marcus! - Edward diz.
-- Não! - Isabella grita — Eu não confio nele, Edward.
-- Ela tem razão! - Emmett pondera — Nem eu confio!
-- Muito menos eu! - Edward concorda — O que vamos fazer, então?
-- O que você sempre faz! - Isabella diz — Reúna a sua equipe de seguranças e monte um esquema, eu vou imprimir o mapa do local, teremos que ser discretos.
-- Claro! Emmett é com você! - Edward diz e entra juntamente com Isabella.
...............
Edward e Emmett fizeram o que  foi combinado. Emmett reuniu a equipe de seguranças. Edward foi para o escritório e Isabella foi para o quarto e conseguiu o mapa da área. Todos se dirigiram para o escritório, Charlie não deixou de notar o comportamento estranho do grupo, mas permaneceu na sala juntamente com Carlisle!
-- Aqui! - Isabella apontou para área no mapa — E bem aqui que fica a casa!
-- Acha que ela pode estar nessa casa? - Pergunta Emmett.
-- Claro! Essa era a casa da nossa avó! - Isabella informa - Papai a vendeu para pagar algumas dividas, mas os novos donos quase nunca estão por lá. Eles só vêem no final do ano. Tânia tem que estar lá.
-- Então vamos lá! - Emmett disse.
-- Há uma entrada pela mata! - Ela diz — Bem aqui!
Depois de todo o plano discutido, eles saem do escritório. Edward estava indo juntamente com Emmett e os outros seguranças.
-- Aonde vão? - Pergunta Charlie.
-- Vamos tentar ver se achamos alguma pista no local onde Tânia seqüestrou Tony! - Edward mentiu descaradamente.
-- Eu vou com vocês! - Charlie diz — E não tente me impedir! -Avisou olhando para Isabella.
-- Tudo bem! - Edward diz – Você vem comigo no meu carro!
-- Tome cuidado! - Isabella sussurrou.
-- Vou para o hospital! - Carlisle diz — Esme sairá de lá agora à noite!
-- Marcus ainda não voltou? - Edward pergunta para um dos homens da equipe do Detetive.
-- Ainda não Senhor!
- Tome cuidado, por favor! – Bella pediu ao marido.
-- Vamos tomar cuidado! - Edward assentiu — Eu te amo! – Ele diz e a beija nos lábios antes de sair.
.................
 A casa ficou praticamente deserta, apenas com Isabella, o segurança da entrada e os dois homens de Marcus. Isabella estava sentada no sofá quando o telefone de um dos homens de Marcus tocou.
-- Sim Senhor, estamos indo! - Diz o homem que Isabella descobriu se chamar Luan.
-- Sra. Cullen! - Ele a chama — Nós estamos sendo convocados a nos apresentar na delegacia. Apareceu uma nova pista e teremos que investigar!
-- Uma pista? Como assim?
-- Ainda não sabemos! - Ele diz — Nós lhe manteremos informada. Uma nova equipe será enviada, por favor, não saia de casa!
-- Claro!
......................
Edward, Emmett e os seguranças chegaram ao local indicado por Isabella, Charlie ficou chocado com a história que Edward lhe contou sobre Tânia não haver ajudado a salvar Bella quando a filha menor caiu no lago na época em que era apenas uma criança de 7 anos... Eles chegarem ao local previsto, lá eles encontraram tudo em silêncio, apenas uma luz estava ligada e Charles informou que era a luz da sala, eles cercaram  a casa e entraram pelos fundos. Tudo continuava no mais absoluto silencio, quando de repente Edward ouviu um choro, que ele logo identificou com sendo o de seu filho.
-- Ai meu Deus! - Edward correu em direção a Tony.
O menino estava amarado em uma cadeira no meio da sala com a boca amordaçada. Os homens de Edward estavam todos armados, eles começaram a procurar alguma pista do paradeiro de Tânia. Edward correu para libertar o seu filho que chorava bastante em seus braços.
-- Está tudo bem, tudo bem, papai está aqui! - Ele disse chorado, abraçando o menino e o beijando — Nunca mais eu vou tirar os olhos de você meu querido.
-- Edward não tem ninguém na casa! - Emmett informa.
-- Nenhum sinal de Tânia? - Ele pergunta — Será que ela viu a gente chegando e fugiu?
-- Chefe! - Tyler entrou na sala — Achamos esse celular!
 Tyler entregou o celular para Edward que enrugou a testa olhando para o aparelho, afinal, não fazia sentido algum Tânia fugir e deixar o celular para trás.
-- Tem algo errado aqui! - Edward diz - Nada está fazendo sentido! - Tony ainda estava em seus braços – Vamos levar Tony para casa, Bella precisa vê-lo!
Estavam todos saindo da casa quando o celular esquecido vibrou no bolso de Edward, assim que ele pegou o aparelho ele viu que havia uma mensagem, ele abriu a mensagem e ficou pálido...
                                               “Um passo a sua frente sempre...”


 Continua…

sábado, 27 de julho de 2013

Slave Of Pleasure-- Escrava Do Prazer--Capitulo 21

PERIGO RONDANDO...

POV NARRATIVA

Rose faltou a Escola novamente, o seu humor andava tão para baixo que a única coisa que lhe deixou um pouco mais animada naquela manhã, foi saber que encontraria Emmett na casa dele mais tarde naquele mesmo dia. Ela chegou à residência do rapaz no horário combinado com ele, por algum motivo que a própria Rose desconhecia, Emmett a fazia bem, claro que todas as vezes que se encontravam acabavam transado sem controle, mas ainda assim, ela se sentia totalmente à vontade com ele. Quando Rose chegou, Emmett estava na academia que havia na casa dele, era um local simples, mas completo para os exercícios físicos matinais do maior. Ela ficou apenas observando ele malhar por algum tempo... ...ele levantava peso, fazia abdominais, pulava corda e ia ficando cada vez mais suado a cada esforço físico que ele executava. Tudo que Emmett fazia, parecia mandar um sinal direito para o meio das pernas de Rose, ela já mordia os lábios quando a sua mente pervertida teve uma brilhante idéia...
Emmett estava trocando um peso do alteres, quando Rose começou a tirar a roupa, ficando completamente nua, Rose se sentou em um caixote o qual Emmett usava para guardar pequenos pesos. Emmett só faltou babar quando ele percebeu Rose deitada sobre o caixote, totalmente pelada, tocando a boceta molhadinha, lhe dando muito prazer com aquela visão...

 Foi à gota da água para Emmett, ele largou o que estava fazendo e foi rapidamente ao encontro de Rose.
Rose não perdeu tempo, ela se livrou das roupas de Emmett em menos de meio segundo, quando ele já estava totalmente nu, a jovem caiu de boca no membro do fortão, o chupando e o lambendo, provocando o jovem ao máximo... 

Ela olhava para ele com cara de safada, o devorando literalmente até que Emmett gozou na boca da loura.

Depois de recuperado e pronto para outra, Emmett deitou Rose na esteira e sem aviso algum, ele a penetrou com força. Rose gemeu prazerosamente com a invasão imprevista.Emmett metia com força, fazendo com que Rose gemesse cada vez mais alto. Emmett segurava as pernas de Rose, deixando-a ainda mais aberta, enquanto ele metia cada vez mais fundo dentro nela.

Rose gemia sem parar com as investidas fortes de Emmett, com as mãos livres, Rose começou a massagear os seus próprios seios, puxando os mamilos e gemendo ainda mais de prazer.

Emmett os mudou de posição, fazendo com que Rose ficasse por cima dele, a jovem não perdeu tempo e começou a rebolar no pau do grandão, o engolindo cada vez  mais  com a sua boceta encharcada, os gemidos de prazer dos dois já tomavam conta da pequena academia, Rose não sem importava nem um pouco, caso fosse descoberta trepando com um homem comprometido... Naquele momento tudo o que ela mais queria era gozar junto com ele.

As mãos de Emmett foram para a bunda de Rose, a ajudando a mover-se sobre ele, o ritmo da transa foi ficando ainda mais intenso, mais rápido, e forte, até que ambos gritaram gozando prazerosamente. Rose caiu sobre o peito de Emmett, ela estava ofegante e suada, mas muito satisfeita...

-- Você ainda vai me matar loura! - Emmett comentou beijando os ombros suados da amante — Vem, vamos tomar um banho e comer alguma coisa!
.........................
Felix passou a manhã toda ligando para Rose, que a seu ver, insistia em não atender ao telefone. Ele tinha um trabalhinho para ela e a jovem estava o fazendo perder a  paciência e dinheiro. Quando Felix viu que Rose não atenderia o celular de jeito nenhum, ele ligou para Lauren ir fazer o trabalho no lugar de Rose.
Felix estava puto com Rose por ela tê-lo feito perder dinheiro, o cliente a queria e não a Lauren. Como Rose não compareceu, o preço do programa caiu para abaixo da metade do combinado. O que deixou Felix fulo de raiva com a loura.
-- Jane querida! - Felix disse para a loura que estava parada à sua porta.
-- Felix! - Jane disse adentrando o apartamento do homem — Eu espero que o motivo seja muito bom para eu ter feito vindo até aqui!
-- É sempre bom minha querida! - Felix afirma e beija a jovem nos lábios — Você continua linda como sempre!
-- Eu sei disso! - Ela diz sem nenhuma modéstia — O que você quer de mim? Eu sei muito bem que não é sexo!
Felix sorri para Jane enquanto caminha até o pequeno bar no canto da sala do seu apartamento.
-- Eu tenho uma garota nova! - Felix diz e os olhos de Jane brilham assim como um sorriso aparece em seus lábios — Ela me deu um prejuízo grande hoje!
-- Sério!? - Ela comenta com sarcasmos.
-- Sim! - Felix diz e entrega um copo de uísque para Jane — Eu quero que você a pegue, e a castigue do seu jeito, assim ela vai aprender quem manda!
-- Tem certeza disso? - Jane diz divertida.
-- Certeza? - Felix ri — Eu quero que essa vadia aprenda que quem manda nela sou eu!
-- Ah Felix, não seja tão mau com a menina! - Jane diz fingindo certa inocência que não existe — Mas como você está me pedindo com tanto jeitinho, eu vou fazer isso por você!
-- Sim você vai! - Felix retruca — E não é porque eu estou pedido é porque você gosta do que faz Jane.
-- Claro que gosto! - Jane sorri — Eu gosto muito!
-- Oh querida, você está sempre disposta a me ajudar! - Felix diz com mais sarcasmos ainda — Venha, eu tenho um presente para você no meu quarto!
...................
Jane era lésbica assumida e quando conheceu Felix em uma festa, há cinco anos, tronaram-se amigos, e desde então, sempre que Felix precisava colocar uma das suas putas no lugar, ele apelava para Jane, devido aos métodos que ela usava para que isso ficasse bem claro! Jane foi em direção ao quarto de Felix, sendo seguida por ele, a jovem não se importava em brincar a três, contanto que quem a comesse fosse à garota...
Assim que a porta do quarto fora aberta, Jane vislumbrou encima da cama uma das meninas de Felix. Jessica estava completamente nua e na mesinha de cabeceira ao lado da cama, havia vários brinquedos eróticos.

-- Ela é toda sua querida! - Felix diz e beija o pescoço da mulher — Não poderei ficar, mas você já é de casa!
Felix partiu deixando Jane em companhia de Jessica. Ambas já se conheciam, Jane deu um jeitinho em Jessica quando ela começou a dar trabalho para Felix.
-- Olá querida! - Jane disse sorrindo — Eu vejo que continua ainda muito mais gostosa!
Jane entrou no quarto fechando a porta atrás de si, a cada passo que ela dava, Jessica ficava bem atenta, pois conhecia Jane e sabia que ela ficava bem agressiva quando contrariada. Uma típica garota mimada. Jane tirou o vestido e o deixou sobre a poltrona ao lado da cama, depois tirou a calcinha e o sutiã, os jogando no chão mesmo e se sentou na cama não muito próximo a Jessica, mas os seus olhos estavam nela...
-- Você já sabe o que eu quero, então faça querida! - Jane ordena — É bom que tenha aprendido, senão já sabe...
Jessica não demorou a fazer o que Jane queria, ela tinha medo da jovem, isso era fato! Jessica caiu de boca em Jane, ela chupava e lambia a buceta da loura, enfiando a língua dentro da outra...

-- Oh delicia de boca menina! - Jane disse gemendo.
Jessica chupou Jane até ela gozar em sua boca, Jane estava sorridente quando isso aconteceu.
-- Boa menina! - Jane elogiou — Agora venha cá!
Jessica tinha tanto medo de Jane que ela mal terminou de falar e Jessica já estava lá, que nem um cachorrinho ao pé do dono. Jane abriu as pernas de Jessica e caiu de boca na buceta dela, ela a chupava, lambia e mordia com força, fazendo Jessica gritar bem alto, não de prazer, mas de dor. 

Porém ninguém poderia negar que o corpo reagia a certos estímulos e do jeito que Jane era especialista naquilo, ela conseguiu fazer a jovem gozar ainda que fosse contra a sua vontade.
-- Boa garota! - Jane disse passando a língua pelos lábios — Me dê aquele consolo ali! - Jane apontou para um duplo pênis, que poderia ser usado em duas pessoas ao mesmo tempo — Abra as pernas querida! - Ela disse quando Jessica entregou o artefato erótico para ela.
Jane começou a enfiar aquilo em Jessica e o movimentar dentro da jovem que não soltava nenhum gemido sequer. Jane olhou para garota e acertou uma tapa em cheio em sua cara.
-- É para você gemer, sua puta! 

Jessica começou a gemer, mas por medo do que por prazer, Jane continuou a sua tortura até e que colocou o outro lado do pênis dentro dela própria.
-- Você vai se mexer junto comigo e só vai parar quando eu gozar! - Jane disse.

Jane e Jessica se mexiam juntas em quase uma perfeita sintonia, Jessica uma vez ou outra deixava um gemido escapar de seus lábios, ficaram nisso por um bom tempo, até que Jane gritou gozando. Jane ficou espalhada na cama por um tempo, até que retirou o consolo duplo de dentro das duas.
-- Vire de costas e fique de quatro! - Jane ordenou.
Jessica fez isso e sentiu uma tapa em sua bunda, deferida com bastante força por Jane.
-- Adoro você assim sua puta! - Ela disse.
Jane usava uma cinta com um pênis nela e se colocou atrás de Jessica, enfiando o pênis de borracha com tudo dentro da jovem que gritou de dor.

-- Isso benzinho, agora eu vou fazer você gozar.

Jane não era nada gentil em seus movimentos, ela era brusca e enfiava forte aquela coisa dentro de Jessica sem o menor dó ou cuidado. Jane puxava os cabelos da menina com brutalidade e batia nela sempre que acha por bem, ela ficou repetindo os atos até que Jessica fingiu o seu próprio orgasmo caindo sobre a cama. Jane sorriu ao sair de cima  dela e tirar a cinta que estava presa a sua cintura.
-- Você é uma puta muito fingida! - Jane disse rindo — Mas seu sei como cuidar de você!
Antes que Jessica se apercebesse, a primeira lapada fora diferida bem no meio de suas costas.
-- Não, pare! - Jessica gritou...
...............
Rose entrou que nem uma bala assim que a porta fora aberta por Sue. Sem dirigir uma única palavra para a empregada, Rose subiu em direção ao quarto de Isabella. O único pensamento que Rose tinha na cabeça era que precisava falar com alguém e esperava realmente que Isabella não estivesse trepando com Edward.
-- Bella! - Rose disse ao abrir a porta — Eu preciso falar com você!
Continua...