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Oi

domingo, 26 de maio de 2013

Slave Of Pleasure -- Escrava Do Prazer -- Capitulo 12

A FESTA...

Rose estava radiante naquela manhã, não foi preciso muito para eu saber que ela tinha dado para Emmett, que por incrível que pareça não estava à mesa tomando café. Esme aceitou o pedido de Rose, eu estaria livre para ir à festa de aniversario de casamento dos pais dela.  Quando eu e Rose já estávamos nos levantando da mesa, Edward e Emmett entram na sala de jantar. Eu passei por eles sem dizer uma única palavra, imaginando que Edward ainda estivesse deveras furioso comigo...
-- Então? - Rose perguntou quando entramos em meu quarto.
-- O quê? - Não entendi a sua pergunta.
-- Como foi lá com Cullen? - Rose era bem direta.
-- Huum! - Digo entendendo o que ela queria saber — Foi legal, só acho que ele está furioso comigo.
-- Ele gozou? - Rose perguntou direta como sempre, faço que sim com a cabeça — Então relaxa, se ele gozou, ele não está com raiva...
-- Ele disse que quando me agarrasse, eu ficaria sem sentar por dias! - Digo com a minha voz bem baixa
-- Que hilário! - Rose diz rindo de mim — Vamos pegue as suas coisas.
...
Sabe quando você percebe que vem confusão pela frente? Pois bem, eu sabia que seria isso que estava vindo pela frente. A festa dos Halle estava linda, o jardim da casa estava perfeitamente arrumando para o evento de gala, assim como todos os convidados. Eu estava usando um vestido longo que Rose me emprestou, era prata e muito justo ao meu corpo. Fiquei surpresa em perceber que cabia em mim perfeitamente bem, Rose tinha mais corpo do que eu e principalmente mais seios. Porém, Rose sempre comprava roupas um numero menor que o seu para deixar bem visíveis as suas curvas. Os pais de Rose nem deram muita importância para mim, pareciam perdidos em seu mundinho. Rose estava eufórica, parecia que estava esperando algo, e de fato estava, quando já eram onze horas da noite, Rose saiu me arrastando para a garagem da casa, não adiantaria perguntar para onde estávamos indo, ela não diria, até que entramos no carro. Ela foi logo me dando instruções...
A primeira coisa que Rose me disse foi que íamos a uma festa  e que para aquela festa teríamos que usar máscara. Até aí, estava tudo bem, a meu ver era apenas uma festa onde as pessoas usariam máscaras. Então Rose continuou a falar,  dizendo que a festa a qual iríamos não era como essas festas comuns, e que tudo que eu visse  lá, teria que ficar lá. E se por acaso eu não quisesse ficar na festa, era só eu sair e pegar um taxi de volta para casa. Ao dizer isso ela me deu  uma carteira em que dentro havia dinheiro. Quando Rose disse isso, foi bem aí que comecei a me preocupar com o tipo de festa a qual estaríamos indo. Depois que Rose viu a minha cara de pânico, ela veio tentar me acalmar, dizendo que eu não era obrigada a fazer nada, era apenas para eu olhar e se eu quisesse, como ela mesma já havia dito, eu poderia simplesmente sair a qualquer momento.
Eu estava tão perdida em meus pensamentos que não vi à hora em que Rose entrou em uma casa onde no jardim estavam vários carros estacionados de vários modelos e marcas diferentes, alguns carros de luxo, outros, esportivos e caros, mas todos os carros eram de pessoas ricas sem sombra de  duvida. Rose parou o seu carro e me entregou uma máscara prata com alguns enfeites.
-- Coloque! - Rose disse — Você está vindo como minha convidada!
-- Que lugar é esse Rose? – Perguntei, pois ainda estava com muito medo.
-- Bella relaxa! - Rose diz — Ninguém vai fazer nada com você. Há não ser que você queira! - Ela me dá um sorriso safado — E como já te disse, você pode sair a hora que quiser.
Honestamente as palavras de Rose não estavam ajudando em nada, o que me deixava ainda mais preocupada, afinal o que tinha demais naquela festa?
Assim que estávamos com as máscaras, eu e Rose saímos do carro, Rose repassou tudo comigo e finalizou dizendo para eu fingir que não estava vendo nada, e se por acaso reconhecesse alguém, ignorasse como se nunca o tivesse visto. Depois Rose começou a ri e disse...
--- Ninguém saberá quem é você Bella, você estará de máscara.
Talvez ela estivesse vendo pânico em meu rosto, por isso tenha dito aquilo para me fazer relaxar. Mas não teve efeito algum sobre mim, eu continuava tensa e curiosa para saber o que tinha nessa tal festa para que Rose me desse tantas instruções.
Assim que passamos pelo portão de entrada, já dava para se ouvir a música. Havia uma pequena sala antes da entrada para o grande salão, de onde vinha a música bem alta. Assim que passamos pela porta de vidro, dava para ver tudo o que acontecia naquele ambiente. Havia varias pessoas, algumas usando máscaras como eu e Rose, e outras sem máscaras, sem a menor vergonha de mostrar a sua face. Havia pessoas dançando de modo provocante e sexy, ao mesmo tempo em que outras dançavam de forma até vulgar. Foi bem aí que os meus olhos pararam, havia garotas dançando de modo provocante e outras simplesmente nuas se esfregando e trocando caricias em meio à multidão que ali estavam.

Merda! Foi bem aí que a minha ficha caiu! Era uma festa de orgias, as pessoas se agarravam na frente umas das outras, sem se importar com quem estava por perto... Procurei por Rose e para a minha tristeza ela já tinha sumindo. Resolvi ir atrás dela, afinal eu precisa dar o fora dali o mais rápido possível. Comecei a andar pelo grande salão, senti algumas mãos tentando me puxar, mas eu me esquivava rapidamente, até que cheguei a outro corredor. Lá havia um tipo de salas que pareciam menores, era tudo mais calmo e a música que tocava ali era mais lenta, ou algo assim, contudo não mudava o que acontecia, o padrão era o mesmo... Havia pessoas naquelas salas transando, sem se importar com nada que acontecia a sua volta. 

Eu sempre desconfie que Rose tivesse um parafuso solto, mas agora eu tinha certeza, era difícil acreditar que ela freqüentava festas assim. Porém, o que eu poderia esperar dela? Alguém que vive dando para o professor só poderia ser louca de pedra mesmo...
Andei mais adiante tentando achar uma saída daquelas salas, mas não pude deixar de ver uma cena que me chamou atenção, em um canto de uma daquelas salas, havia algumas pessoas sentadas no sofá, na verdade a cena era essa, havia uma mulher completamente nua sentada encima de um homem completamente pelado e essa mesma mulher estava sendo penetrada por trás por outro homem. Ela estava transando com dois em público e parecia nem se importar. E do lado dela havia outra mulher, essa estava em pé na beirada do sofá sendo penetrada por trás por outro homem. 

A mulher me pegou olhando a cena dela e essa foi a minha deixa para sair dali. Entrei em outro corredor, mal sabia eu aonde esse iria me levar, a casa era enorme e tinha vários corredores, isso eu já tinha notado. Entrei em uma sala onde estava à maior gritaria, o pior não era isso, era chamar atenção por estar usando um vestido longo. Ainda bem que a máscara cobria o meu rosto. A sala em que entrei parecia ser de jovens adolescentes, sei lá, era uma grande gritaria, eu não sabia o porquê, até que vi o motivo, em um sofá bem no canto perto das janelas de vidro, havia três casais, várias pessoas em volta dos casais, eles estavam transando, eram três garotas e três garotos, apenas uma eu reconheci. Era ninguém mais, ninguém menos que Jessica Stanley, a Srta. Certinha, era quem estava rebolando feito uma puta encima do pau de um cara que eu nem fazia idéia de quem pudesse ser.

Só então, eu me dei conta do porque de Rose ter dito que poderíamos encontrar alguém conhecido... Fiquei chocada ao ver Jessica ali, ela quem vivia metendo pau em Rose, por Rose ser do jeito que era, e Jessica estava em uma festa dessas? Ainda mais desse jeito, se exibindo para um monte de gente, enquanto transava com um cara estranho. Caminhei para sair dali e ainda me deparei com uma cena parecida em outro corredor, só que nesse, havia pouca gente, mas ainda existiam pessoas transando ao redor... 

Saí dali e entrei em alguns corredores, havia sempre pessoas ou se chupando e ou transando, sem se importar se tinha ou não alguém vendo. Em uma das salas em que eu adentrei, me deparei com mulheres, umas chupando as outras e se comendo do jeito delas. 

Algumas até tinha pênis de borracha entre outras merdas. 

Eu só sei que quanto mais eu via, mais chocada eu ficava. O pior era saber que todas as pessoas que estavam ali, em sua maioria, faziam parte da sociedade rica de Manhattan. Continuei andando até me deparar com uma cena que me chamou atenção, e por algum motivo eu conhecia a pessoa, eu não sabia dizer de onde, eu não conseguia ver o rosto dela, mas depois sim, eu a reconheci... Era meio que uma sala reservada, a porta estava meio aberta, foi por isso que entrei. Era uma espécie de quarto, havia uma cama, encima da cama havia um casal transando e no chão outro casal, a mulher chupava o homem que usava máscara.

 Minha boca foi ao chão e voltou quando reconheci as duas mulheres, uma era Irina e a outra era Tânia,  ambas namoradas dos irmãos Cullen. Tentei olhar o rosto dos dois homens, mas todos dois usavam máscaras. É claro que, quem Tânia estava chupando não era Edward, eu reconheceria o corpo dele há quilômetros de distância... Antes que eu fosse pega ali, eu saí o mais rápido que pude... Corri feito um furacão pelos corredores daquele lugar, fui atrás de Rose, eu queria ir embora e como eu queria... Eu não estava me sentindo bem ali, eu estava sentindo nojo de tudo aquilo...
Deparei-me com uma sala quieta, não havia nem um barulho ali, eu achei que estava vazia, mas para a minha surpresa era ali que a festa acontecia. Havia varias pessoas ali, todas transando, algumas seminuas, outras totalmente nuas, não foi difícil achar Rose, ela estava chupando um cara, que tinha outra mulher praticamente sentada encima de sua cara, fazendo ele assim chupar a boceta dela. 

Meu estomago começou a embrulhar e a vontade de vomitar estava ficando cada vez mais forte. Não demorou muito para Rose sentar no pau do cara e começar a rebolar, do lado dela tinha um casal transando, a mulher estava de quatro e o homem desconhecido para mim, comia ela com vontade... 

No outro canto, havia mulheres se comendo se chupando e vice e versa... homens comendo elas, era tudo misturando por ali. 

Estava ficando ainda maior a minha ânsia de vômito. Voltei a olhar para Rose e para o meu total enjôo, ela já estava sentada encima de outro cara, rebolando encima do pau dele, e do lado dela havia duas mulheres uma de pernas abertas, entanto a outra a chupava com gosto. 

Levei minha mão à boca sentindo que iria vomitar, então, eu sai dali, mas não antes de ver quatro mulheres ajoelhadas em frente a um homem  que espirrava o gozo dele na cara delas, sai correndo... 

Não sei como, mas só sei que me dei conta que estava no lugar errado, quando já era tarde demais...

Eu sentia um vento suave em meu rosto, eu estava no jardim da casa, tudo era enorme ali, eu me sentei no chão mesmo e com a cabeça entre as minhas pernas comecei a tremer, eu não estava me sentindo bem. Puxei o meu celular que estava preso em minha sandália de salto alto, não tinha mais jeito, a única pessoa que poderia me tirar dali era ELE, além do que, o único número que havia em meu celular era o DELE, e para a minha tristeza, eu havia perdido a carteira de Rose em meio a minha fuga. Disquei o número que por incrível que pareça, atendeu ao primeiro toque.
-- Isabella!
-- Vem me buscar, por favor! - Digo sentindo as lágrimas rolarem pelo meu rosto.
-- Onde você está?
-- Eu não sei! - Digo soluçando - Eu vim com Rose, eu não faço idéia de que lugar é esse, só me tira daqui! Por favor...
-- Estou chegando aí!
Foi tudo o que ele disse antes de desligar o celular, se passaram uns vinte minutos até que eu vi o carro prata entrando no jardim da casa cantando pneus. Levantei a cabeça  no mesmo momento em que Edward saiu do carro. Ele usava um smoking, ele deveria estar em alguma festa importante quando eu liguei.
-- Que porra você estava pensando? - Edward diz me puxando para os seus braços, só então percebo que estou tremendo muito — Me diga que ninguém tocou em você?
-- Não! - Digo tremendo — Me tira daqui!
-- Vem, vamos embora!
Edward me conduziu até o seu Volvo prata, me ajudando a entrar, mas não demorou muito para sairmos daquele local...
.....
Estava tudo em silêncio quando chegamos a casa, Edward não disse nada  o caminho todo. Ele me acompanhou até o meu quarto, por um momento eu achei que ele iria entrar, mas tudo o que ele fez foi me desejar boa noite e beijar a minha testa, ele saiu me deixando assim, sozinha com os meus pensamentos e angustias.
Tomei um banho que mais pareceu ter durado anos, mas na verdade não chegou a durar nem uma hora... Quando saí do banheiro, eu vesti o meu pijama e me sentei na cama para escovar os meus cabelos, então, tudo começou a fazer sentindo... Como um estalo bem lá dentro de mim tudo fez sentindo. O modo e jeito que Edward falava comigo, tudo agora fazia sentindo. Edward andava monitorando o meu computador, com toda certeza, todas as coisas que ele me mostrou, tudo que ele me fez experimentar, era apenas para me fazer voltar a mim. Cair na real e ver o caminho que eu estava me metendo. E hoje à noite, naquele lugar, tudo o que senti não foi prazer, foi nojo e enjôo. Ele não estava sendo grosso comigo, ele só queria me fazer ver a besteira que eu estava fazendo. Claro, como eu pude ser tão burra. Os vídeos que eu via eram parecidos com todas as minhas experiências em suas mãos. A cena na casa do lago onde Jacob e a prima dele estavam fazendo sexo a três. Depois aquela loucura com Jane e por ultimo  espiar Emmett e Rose... ...foi depois daí que ele se afastou... Mas que merda!!! Como eu não notei isso antes, no final ele só estava tentando evitar que eu fizesse alguma besteira e só agora eu sabia disso...

 Continua…

O Casamento-- O Novo Contrato -- Capitulo 27


"É preciso muita audácia para enfrentarmos os nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos os nossos amigos." – Frase Do Filme Harry Potter
Com outros olhos...
Isabella teve muitos pesadelos naquela noite, à lembrança  do seu passado acabou voltando à tona e todas as vezes em que a jovem acordava, ela estava aos gritos e chorava compulsivamente em volta de uma tremedeira sem fim... Edward não dormiu nada, ele passou a madrugada toda velando o sono da mulher que pouco conseguiu dormir. Ele ficou feliz pelo dia seguinte ser sábado e ela não ter que trabalhar, ele sabia que teria que conversar com ela sobre ela continua trabalhando com James, ainda mais depois do que ele mandou fazer com o homem... Seria deveras complicado para ele, pois ele estaria sempre preocupado com segurança da jovem.
-- Não, não, não me toque! - Isabella gritou se debatendo na cama, o que fez com que Edward saísse do banheiro correndo.
-- Bella, Bella amor acorde! - Edward disse tentando acordar a jovem — É só mais um pesadelo, é só um pesadelo...
A jovem abriu os olhos, ela estava completamente assustada, os lábios dela estavam inchados, ela deveria ter os mordido em seus devaneios e medo. Ela estava pálida e ofegante, como se tivesse corrido uma maratona completa.
- Ele, ele...
-- Shiii... tá tudo bem, foi só um pesadelo, eu estou aqui! - Edward disse baixinho a puxando para os seus braços — Eu estive aqui o tempo todo...

Isabella não disse nada, ela apenas deixou que as lágrimas caíssem, ela estava se sentindo culpada, agora que Edward tinha tantos problemas, ele ainda teria que lidar com o seu ataque de histeria e lembrança do seu passado. Nada disso teria acontecido se ela não tivesse visto o que James fazia com Victoria... Aquelas lembranças ruins, não teriam voltado  a noite passada e elas não estariam a perturbando tanto como estão naquele momento...
-- Você precisa de um banho e de um bom café da manhã! - Edward diz beijando a cabeça da amada – Eu vou preparar o seu banho! - Ele se levanta a deixando deitada na cama — Já voltarei querida!
Edward encheu a banheira e jogou alguns sais relaxantes dentro, Isabella parecia cansada. Assim como ele, ela não dormira quase nada na noite anterior. Depois que tudo estava feito, Edward voltou para o quarto, Isabella estava encolhida na cama feito uma bola, sem dizer nada, Edward pegou a jovem no colo e a levou para o banheiro, ela ainda chorava, ele a sentou em um banco que havia no banheiro, depois, removeu as roupas da jovem, deixando-a completamente nua. Edward colocou Isabella dentro da banheira e se afastou tentando dar espaço para jovem...
-- Fica! - Ela sussurrou — Não me deixe sozinha!
-- Tudo bem!
Sem dizer mais nada, Edward tirou a sua roupa e entrou com ela na banheira, no começo Bella ainda estava um tanto quanto melancólica, em decorrência de tantos pesadelos, mas depois ela foi relaxando sobre os cuidados das mãos experientes de seu jovem marido, aos poucos ela já estava mais relaxada e não chorava mais. Havia muita espuma cobrindo o corpo dos dois, Edward estava sentando por trás de Isabella, seria um momento perfeito para uma rodada de sexo se não fosse o estado macambúzio da jovem.

-- Eu preciso ver Victoria! - Ela sussurra.
--- Não hoje! - Edward diz — Vamos pegar Tony na casa do meu pai e vamos para casa ao lado da dele! - Edward explica — Ficaremos fora de Manhattan, acho que nós dois precisamos disso, de um pouco de paz!
-- Sim! - Sussurra a jovem.
-- Quando voltarmos você poderá ver Victoria! - Edward diz — Bella, eu não quero mais você trabalhando com James...
A jovem virou ofegante e assustada, ela não poderia deixar Victoria sozinha com James, ele poderia fazer coisas piores do que as que, já havia feito...
-- Mas...
-- Vamos conversar com calma, mas em outro momento! - Edward não deixa Bella falar, calando a jovem com um dedo — Vamos terminar nosso banho e pedirei o seu café, as malas já estão arrumadas, assim que terminarmos, nós partiremos.
-- Tudo bem!
......
A residência ao lado da casa de Carlisle era simples por assim dizer, tinha três quartos, uma grande varanda, um lago que dava de frente para o jardim e de fundo para a varanda do quarto principal. Uma sala de estar, uma sala de jantar, uma sala de jogos com uma lareira, a cozinha enorme e a pequena biblioteca, era simples perto do luxo da casa grande do Cullen. Tony estava correndo pelo jardim, brincando com a sua nova bicicleta,  Edward estava sentado junto de Isabella de baixo de uma cerejeira, a qual possuía um balanço pendurado em seus galhos.

-- Eu não posso deixar ela sozinha! - Isabella disse voltando a falar de Victoria.
-- Bella, você não está me deixando escolha querida! - Ele diz.
-- Edward, Vic acha que James a ama e nós sabemos que não é verdade! - Ela diz mordendo os lábios — James fez com que Vic pense que ele a ama só para poder maltratá-la. Ela nunca recebeu carinho de seus pais e o cretino bagunçou a cabeça dela fazendo com que ela acreditasse que ele se importava com ela, que ele a amava...
-- Bella, eu compreendo... Mas... - Ele diz — Você melhor do que ninguém sabe... você viveu isso na pele e eu odeio saber disso... Não quero que corra riscos...
-- Lion estará comigo Edward!
-- Eu sei! - Edward diz frustrado — Ele vai ficar mais atento em você, se James chegar perto ou tentar algo com você, eu juro que sou capaz de matá-lo.
Bella sentiu o medo de Edward em seus olhos, ele falou a sério, ela sabia que não havia duvidas nas palavras dele, ele seria capaz de matar James se ele ao menos tocasse nela...
-- E sobre Victoria... - Edward diz relaxando um pouco — Já mandei Emmett  ficar de olho nela. Nós não vamos correr mais riscos...
-- Você fez isso? - Bella diz surpresa — Oh, obrigada meu amor! - Ela disse se jogando encima dele e enchendo o seu rosto de beijos.
-- Faço por você! - Edward diz passando os braços em volta dela – Apenas por você minha querida.
E dizendo isso, Edward toma a boca de Isabella em um beijo profundo e cheio de ternura.

....
Emmett foi à casa de Victoria, a jovem morava em uma parte simples do Brooklin, era vivia em um apartamento conjugado, ela residia na parte de cima. Depois que ela saiu da casa dos pais, ela passou a morar sozinha, no começo James ajudava, mas com o tempo deixou de mão e passou a ser essa pessoa violenta que era agora. A jovem acreditava que ele a amava, ele fora o único a ser carinhoso com ela e foi com ele que ela perdeu a sua tão preciosa virgindade.  Victoria era completamente apaixonada por James, já o homem jamais deixaria a sua abastada esposa para viver uma vida simples com Victoria, a jovem era um delicioso passatempo, apenas isso, e era útil para ele quando estava com raiva, era em Victoria  que ele descontava as suas frustrações, já que na esposa rica e mimada ele jamais poderia encostar um dedo se quer.
Victoria estava enrolada em um cobertor no sofá, seus lábios estavam vermelhos e inchados, James havia espancado a jovem com muita força. Depois que Isabella saiu correndo, James perdeu a cabeça ainda mais, ele não gostou nada de ver Victoria chorando e soluçando, ele voltou a bater nela, mas dessa vez com um cinto que o homem tinha em volta de suas calças, ele bateu tanto em Victoria, que a jovem desmaiou. James fora mais miserável ainda, quando apenas afastou o corpo nu da jovem do chão de sua sala para colocar do lado de fora, no corredor vazio e escuro, para depois simplesmente sair deixando a jovem trancada na livraria naquele estado. Sorte que Victoria tinha a chave e quando voltou a si, ela recolheu as suas roupas que estava ao seu lado e as vestiu, saindo imediatamente em direção a sua casa. E agora, ela estava toda marcada, o seu corpo dolorido, a sua pele branca estava cheia de hematomas. Duas batidas na porta fizeram o coração da jovem bater mais rápido, ela ficou com medo de que fosse James... Ela não queria que ele a visse naquele estado, ela estava dolente e ela não suportaria mais ser maltratada...
-- Srta. Collin  abra a porta! - Emmett diz — Por favor, eu vim a mando da Sra. Cullen.  
Sra. Cullen, ela já tinha ouvido esse nome em algum lugar, mas não sabia dizer onde, ela não se recordava. Com medo ela caminhou até a porta e abriu uma pequena brecha na porta e viu uma montanha de músculos, porém se deparou com um rosto angelical com uma aparência de menino...
-- Permita-me entrar! - Emmett disse — Só quero ajudar.
Vic afastou-se da porta dando espaço para o jovem entrar. Emmett tinha nas mãos sacolas com compras e medicamentos para os machucados da jovem, ele ficou feliz de ter passado um tempo na área médica do exercito, onde aprendeu muitas coisas e sabia muito bem como cuidar de ferimentos. Seus olhos ficaram tristes ao se deparar com a situação da jovem, uma jovem tão bonita e estava toda machucada. Lábios inchados, pele marcada por hematomas, não era assim que uma moça tão linda deveria ser tratada, pensou Emmett, sem conseguir disfarçar o olhar de pena em direção a jovem.
-- Isabella me mandou! - Emmett diz — Isso é para você e aqui estão os medicamentos.
-- Eu não preciso de nada disso! - Vic disse se sentido ofendida por sua amiga estar querendo ajudar, ela se sentia humilhada — Leve isso embora...
-- Não posso! - Emmett diz — Recebi ordens diretas para cuidar de você e vou fazer isso você querendo ou não.
-- Quem você pensa que é para invadir a minha casa desse jeito e me dar ordens?
-- Em primeiro lugar eu não invadi! - Emmett diz — Você abriu a porta, em  segundo lugar, eu não estou dando ordens, eu estou lhe oferecendo ajuda e você deveria aceitar!
Vic suspira e as lágrimas caem de seus olhos, o primeiro ato de Emmett foi deixar as compras de lado e abraçar a jovem, ele não sabia lidar com mulheres que choravam, ele nunca aprendeu. A única coisa que poderia fazer era abraçar Victoria e esperar que ela ficasse mais calma.
....
Tony brincou a tarde toda, quando já era noite, ele estava cansado ao ponto de não conseguir manter os olhos abertos, ele apenas jantou e logo adormeceu. Isabella colocou o menino na cama e beijou os seus cabelos antes de sair sorrindo e fechar a porta do quarto onde o menino dormia calmamente. Ela sentira saudades de fazer isso, Tony estava na casa do avô devido à invasão da impressa a sua casa, os abutres estavam acampados na frente, esperando um vacilo para terem as fotos de Edward saindo preso de seu lar... Ela voltou para a sala de jogos onde Edward estava assistindo um filme  no sofá, era um filme antigo, mas parecia chamar a atenção dele, ela não fez barulho, só fora notada quando ela se sentou em seu colo, passando os braços em volta dele e descansando a cabeça em seu peito.
-- Que filme é esse? - Ela pergunta tentando reconhecer.
-- O Conde de Monte Cristo! - Ele diz e Isabella sente os dedos do jovem em suas costas, subindo e descendo, fazendo um carinho gostoso — E o nosso menino?
-- Dormindo com um príncipe! - ela diz rindo.
-- Que bom! - Edward diz sorrindo e beija o seu pescoço — E você como se sente?
-- Bem melhor! - Diz — Obrigada por tudo...
-- Para você tudo minha querida!
-- Eu te amo! - Ela sussurra contra o seu peito
-- Assim como eu te amo!
Sem dizer mais nada Isabella se deixou levar pelos dedos em suas costas,  deixou que Edward tomasse conta dela. Uma duvida veio a sua cabeça, como um homem tão carinho com Edward chegou um dia a ser uma criatura tão fria?

Continua..


domingo, 19 de maio de 2013

O Casamento -- O Novo Contrato -- Capitulo 26


"Se eu escolher ficar com ele, sabendo dos riscos, tudo o que eu posso fazer é dar amor e respeito, e ver como a história vai acabar..."( Frase do Filme ironia do amor)



AUMENTANDO AS DÚVIDAS...
Isabella tinha um sorriso bobo nos lábios naquela manhã. Ela estava radiante, o dia anterior tinha sido maravilhoso.  Ela sabia que Edward possuía um físico de grande resistência, ainda mais quando o assunto era sexo... Sempre achou que não conseguiria acompanhar esse lado dele, mas ficou surpresa ao ver que estava errada e como estava errada... Depois de agarrar o marido na sala, eles foram para o quarto e passaram o resto do dia na cama, apenas parando para comer e recuperar o fôlego quando era preciso... Isabella não podia se culpar, afinal ela gostou de cada momento em que esteve naquele quarto com ele. Edward conhecia bem mais sobre sexo do que Isabella, o que a deixo surpresa em alguns momentos, pois Edward manuseava o seu corpo como uma marionete, mudando as posições, a acariciando, idolatrando-a... Não houve um único canto do quarto ou da cama em que Edward não tenha transado com Isabella. As posições foram as mais variadas e por sorte Isabella era bem flexível e não teve problemas para acompanhar a maratona imposta por Edward. Algumas vezes ela se sentiu meio envergonhada, mas esquecia tudo quando Edward estava dentro dela, fazendo-a gemer intensamente...


De lado...

Papai e mamãe...



Com as pernas para cima em forma de “V”...



De quatro...



Em pé...



Isabella cavalgando por cima...



Isabella cavalgando de costas para ele...



No chão do quarto...


Apoiada na cama...
Eles se amaram de todas as maneiras possíveis e tudo que vinha a cabeça de Edward, eles testavam... Ele manuseava o corpo da jovem ao seu favor, algo que foi prazeroso para os dois, ao final do dia, quando o céu estava coberto de estrelas, o que era raro em Manhattan, especialmente em pleno outono,

Edward fez amor com Isabela de um jeito lento e calmo, fazendo um se perder dentro do outro, ao ponto de esquecerem seus próprios nomes. Eles estavam na varanda, Bella estava em seu colo, usando a sua camisa, enquanto eles jantavam algo leve, um pouco depois, Isabella acabou dormindo nos braços do amado. Foi um dia mais que perfeito e sem lembranças ruins para Isabella, um dia em que ela teve tudo o que mais deseja do único homem que realmente amava.
-- Você parecer ótima! - Vic comentou.
-- Eu tive um dia ótimo, ontem!
-- Você não estava doente? - Vic perguntou desconfiada, Isabella tinha ligado dizendo que não iria trabalhar porque estava doente.
-- Estava! - Ela diz corando — Mas Edward ficou comigo o dia todo! - Ela sorriu ao ver Victoria sorri.
-- Entendi! - Vic diz – Marido carinho romântico, ele perfeito!
-- Com certeza! - Bella diz.
Na mesma hora um rapaz com uma cesta de flores, entrou na livraria, caminhando em direção ao balcão onde ambas se encontravam.
-- Sra. Cullen? – O jovem perguntou e Isabella sorriu.
-- Aqui!
-- Por favor, assine aqui! - Ele entregou uma prancheta para Isabella assinar e depois entregou o cesto com flores para ela — Tenha bom dia Senhora!
Tulipas Holandesas nas cores rosa com amarelo, uma combinação meio estranha, mas linda de qualquer maneira. Isabella sorriu ao ver o cartão junto às flores e o pegou para ler.
“Para que o seu dia fique ainda melhor...
Flores para outra flor”
E.C
Isabela sabia que Edward seria o único que mandaria flores para ela no meio do dia. E claro, a sua assinatura o entregou não deixando duvidas para ela...
-- É romântico! - Vic disse sorrindo — Me empresta ele só por um dia?
As duas sorriram, Isabella negou com a cabeça, fazendo ambas rirem novamente.  Bella tirou o celular do bolso e ficou em duvida se mandava uma mensagem ou um email, ela resolveu enviar um email, já que Edward estaria passando mais tempo ao computador do que com celular ligado, além do que, e ela queria fazer algo diferente, ela sempre mandava mensagens de texto ou telefonava... Hoje ela queria inovar, ela estava deveras feliz com as flores que recebeu.
De: Bella Cullen
11 de agosto de 2013
Para: Edward Cullen                          
Assunto: Flores sempre são especiais...
Querido marido, acabo de receber uma linda cesta de flores e algo me diz que isso é obra sua...
PS: Elas são lindas, eu estou olhando para elas agora e só consigo pensar em você...
Bella envia o email e não demorou muito para vir uma resposta.
De: Edward Cullen
11 de agosto de 2013
Para: Isabella Cullen
Assunto: Você é tão linda quantos essas flores... Não, você é muito mais...
Você tem toda razão, fui eu quem as enviou especialmente para você. É uma pena, mas você tão perto delas, chama muito mais atenção para você do que para elas...
PS: A intenção era justamente essa, que você pensasse em mim todo o tempo...
Isabella sorria não se contendo de tanta felicidade, ela digita rápido e envia outro email para o marido.
De: Isabella Cullen
11 de agosto 2013
Para: Edward Cullen
Por mais que isso seja incrível e eu adore ficar trocando emails com você, estou trabalhando, me deixe em paz... (rs)
PS: Recompenso você quando chegar a nossa casa, para cada flor em minha cesta darei um beijo em você, ou quem sabe, algo mais...
Não se passou nem cinco minutos e a resposta veio intensa.
De: Edward Cullen
11 de agosto de 2013
Para: Isabella Cullen
Assunto: Beijos sempre são bem vindos... Algo mais também...
Adorei a sua proposta, vou cobrar em breve. Ah, eu escolho onde quero todos esses beijos, deixo o ALGO MAIS, com você...
Seu E.C
Isabella sorriu e guardou o celular em seu bolso detrás e voltou ao trabalho.
....
Já era quase final da tarde quando Isabella foi mandada por James para arrumar o estoque, ele estava com um humor do cão. Isabella até achou bom isso, pois no estoque não precisaria ficar olhando ou falando com James. Era quase seis horas quando Isabella ouviu um baque mudo, o estoque ficava perto da sala da gerencia, ou seja, a sala de James. Atraída mais pela curiosidade, Isabella subiu as escadas e caminhou em direção a sala de James, ela não sabia se foi sorte sua ou descuido de James, mas a porta estava novamente só encostada, as janelas estavam fechadas e os gritos abafados vinham do lado de dentro da sala, Isabella sabia que só poderia ser Victoria, ela e Isabella eram as ultimas a sair da loja. Isabella chegou ainda mais perto da porta para pode ver melhor o que se passava do lado de dentro da sala. Ficou boquiaberta quando viu Victoria totalmente nua, o  seu rosto estava vermelho como se tivesse apanhado na cara, o corpo estava cheio de marcas de dedos, como se alguém tivesse a segurado com força ou até mesmo batido nela, para Isabella não havia duvida que fosse James o culpado, não depois do que ela descobriu. James parecia estava furioso e Isabela não sabia o que fazer,  ela  nem deveria estar lá para começar, em especial, ela nem deveria estar espiado os dois, mas era inevitável...

James puxou Victoria pelos cabelos a jogando encima do sofá de couro da sua sala, sem perder tempo, ele a colocou sobre o seu colo e começou a bater em sua bunda, a cada novo tapa que ele lhe dava, ela gritava e parecia que isso o deixa mais louco ainda, então, como reflexo ele batia com mais força ainda, deixando a bunda dela vermelha...

Enquanto isso, Victoria somente gemia de dor e chorava, James parecia ter se dado por satisfeito, jogando ela sobre o sofá ele começou a  tirar as suas roupas, ficado completamente nu e sem muita delonga enfiou o seu membro, já duro e rígido em Victoria. E não era só isso, ele metia com tanta força que Isabella poderia jurar que Victoria não estava sentindo nem um prazer nisso, ela estava sendo violada, isso era o que estava acontecendo e ficou ainda pior quando James começou a foder a jovem amante e bater com força na cara dela.

Vic tentou empurrar James, o que o deixou ainda mais furioso e ele passo a realmente agredir a jovem, quando James gozou, ele saiu de Victoria a deixando sobre o sofá com vários hematomas e com o seu gozo escorrendo entre suas pernas.

Como se nada tivesse feito, James se vestiu e por algum motivo Isabella continuava parada olhando. James caminhou em direção a sua mesa e pegando um cigarro, caminhou em direção a janela e simplesmente ignorou Victoria em sua sala. Com muito esforço Isabella saiu dali, ela caminhou direto para a saída, pegando apenas a sua bolsa no percurso, ela queria bater em James, consolar Victoria, mas ela sabia como era isso, já tinha passado por isso tudo com Mike, mesmo ele não tendo sido tão cruel quanto James, mas ainda assim... Ele a violentou, o que fazia dele um bárbaro.
Lion saiu do carro assim que viu  Isabella sair aos prantos da livraria.
-- Senhora, você está bem? - Lion seu segurança perguntou.
-- Me leve para casa agora Lion!
-- Claro!
...
Isabella passou pela porta como se fosse um fantasma, por sorte Edward estava na sala junto com Emmett que tinha ido levar um novo relatório para o amigo sobre o seu caso.
-- Oi amor! - Edward disse se levantando e ficando em pé para cumprimentá-la, Isabella sempre dava um beijo nele quando chegava a casa, mas dessa vez ela se jogou em seus braços e soltou todas as lagrimas que estava prendendo – Bella! Amor o que aconteceu? Edward não entendia o que se passava — Emmett, Lion deve estar lá fora, pergunte o que aconteceu.
-- Claro! - Emmett saiu da sala deixando ambos sozinhos.
-- Eu tô aqui! - Edward diz em meio aos soluços dela — Eu nunca vou deixar você, eu estou com você querida!
Tudo o que Isabella fazia era chorar, Edward a pegou no colo e a levou para o quarto. Sue ainda estava na casa e ficou preocupada com o estado emocional da jovem e por um momento ficou feliz pelo menino Tony não estar em casa, pois isso seria difícil para ele entender.
No quarto, Isabella estava deitada com a cabeça no peito do marido, já não soluçava mais, porém ainda chorava silenciosamente, deixando molhada a camisa do marido.
-- Bella, amor! - Edward sussurrava fazendo carinhos em suas costas — O que aconteceu? Conte-me, por favor.
Fora preciso Isabella se acalmar por completo, para que ela pudesse contar o que aconteceu. Ela detalhou em meio a lagrimas e soluços o que tinha visto e como James fora cruel com a amiga, o maxilar de Edward ficou tenso, só em pensar que Isabella presenciou aquilo tudo. Com muito cuidado Edward ajudou Isabella a trocar de roupa e a tomar um banho. Ele sabia que Emmett ainda estava lá embaixo esperando por ele, mas a sua esposa precisava dele agora. Depois que ela já tinha tomado banho e mudado de roupa Edward se juntou a Isabella na cama, apenas para não deixar a jovem sozinha, ele sabia que a cabeça dela deveria estar a mil, ele ficou com ela até que a jovem adormeceu, assim que ele teve certeza que ela dormia, Edward saiu do quarto e foi ao encontro de Emmett.
-- Quero que você dê uma surra em James! - Edward diz sem demora e nem rodeios — E veja como ficou o estado de Victoria Collin.
-- Ele voltou a bater nela? - Emmett perguntou.
-- Sim! - Edward disse seco — E Isabella viu tudo! Eu realmente espero que isso não venha a trazer nenhum dando a minha mulher, senão eu seria capaz de matar aquele verme.
-- Vamos manter a calma! - Emmett diz — Vou cuidar de James e depois vou ver Victoria!
--- Emmett! - Edward chama o amigo antes de ele sair — Tome cuidado, não deixe rastro.
-- Claro! Não é a primeira vez que faço isso chefinho! - Ele disse e saiu.
 Edward seria capaz de tudo para proteger Isabella e talvez ele não fosse tão inocente quanto à jovem imaginava... Edward ainda tem um passado em que pouco fala, um passado que faz dele alguém perigoso em certos momentos...
Continua...