Jul M

Oi

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Slave Of Pleasure -- Escrava Do Prazer -- Capitulo 5


AULAS ORAIS!

Não consegui jantar, as palavras dele ainda estavam martelando em minha cabeça. Edward era o filho preferido de Esme, era visível o modo como ela o mimava  e cuidava dele, era palpável ver que ela tinha uma admiração especial por ele, algo tão grande que era impossível não se notar, em especial quando ela falava dele. Carlisle era mais contido tinha alguns problemas com o filho, não apoiava o modo como ele vivia, mesmo tendo o seu próprio dinheiro era difícil para Carlisle aceitar as suas opções. Edward com certeza tinha algum problema, ele vivia em casa e quase nunca saia. Era o dono da Editora Masen e um grande escritor contemporâneo, mas já fazia um bom tempo que ele não publicava nada, nem mesmo um livro de contos se quer. E agora, para o meu maior pesadelo e a sua diversão, ele resolveu se divertir justamente comigo e o pior é que tudo o que ele dissera era verdade... No final não tem ninguém que vá olhar por mim, porém por ele há várias pessoas...
-- Querida está se sentido bem? - Esme me pergunta.
-- Não estou com fome! - Digo afastando o meu prato, eu sei que é a isso que ela está se referindo, eu não toquei em quase nada do meu jantar.
-- Entendo! Não se sinta obrigada a comer querida! - Ela diz de um jeito gentil.
-- Obrigada! – Digo em agradecimento — Vou para o meu quarto! - Informo já me levantando.
-- Qualquer coisa querida, você pode me chamar, não tenha vergonha! - Ela diz carinhosa.
-- Obrigada! - Sussurro e fujo para o meu quarto, subo as escadas correndo e assim que entro em meu quarto tranco a porta. Começo a andar de um lado para o outro, preciso achar uma saída sem ter que me colocar em perigo. Tinha que rever as minhas parcas opções, se bem que Edward não me deu opção alguma. Suspiro passando as mãos pelos meus cabelos.
-- Ele disse que vai ser prazeroso! - Sussurro para mim mesma.
 O quão prazeroso isso pode ser? Afinal, do que ele está falando... Lógico que sei do que ele está falando, mas será que eu quero isso? Bem, eu não sei, ele é bonito e me atrair muito, eu não irei mentir, ele me chama atenção é bem desejável. E sem falar que é mais velho do que eu, deve ter muita experiência no assunto... “acorda Isabella, esse cara quer só fuder com você”, meu consciente grita para mim...
 Claro que ele quer, ele deixou isso bem claro quando me agarrou na sala de vídeo.  O que fazer, esse é o meu dilema, eu não sei o que fazer... Se eu aceitar essa loucura, eu vou acabar na cama dele. Talvez não seja tão ruim assim. Afinal qual seria a minha outra chance de ter um cara como ele? E se for só sexo? Bem, todo mundo um dia  vai saber o que é isso... Já ouvir as minha amigas falarem e eu era a única a ficar de fora, eu não tinha namorado e não tinha como saber muito sobre isso. Respiro fundo e entro no banheiro, eu preciso de um bom banho, só então vou pensar em o que fazer...

....
 Respiro fundo  bato à porta do seu quarto. Minha escolha já tinha sido feita e não haveria mais como voltar atrás, eu estava ali parada à frente da porta do quarto dele,  já era dez horas da noite e agora tudo o que eu sei e que não faço a mínima ideia do que me esperava lá dentro. Tudo que desejo e que ele vá com calma comigo...
-- Você veio! - Ele diz dando um sorriso e me olhando de cima a baixo — Entre boneca!
Caminho a passos lentos adentrando no covil do leão... Não há melhor expressão para descrever esse momento, eu estou dentro da cova do leão. Meus olhos passaram pelo corpo de Edward, ele usava a calça do seu pijama e nada mais, os cabelos estavam naturalmente bagunçados e os olhos brilhavam de animação. O quarto dele não estava diferente, havia uma estante de livro na parede e do outro lado outra estante de CDs, ambas as estantes começavam do teto e iam até o chão. Uma cama espaçosa bem perto da janela e havia uma cadeira do lado de fora da varanda. Uma mesa de escrivaninha no canto esquerdo com um notebook branco e alguns objetos sobre mesa. Do lado direito, mais próximo a porta, havia um confortável sofá de um acento e uma porta que dava direto para o banheiro, havia um tapete felpudo no chão. A porta do banheiro estava meio entre aberta.
-- Com medo! - Ele  me pergunta caminhando em minha direção — Não precisa ficar querida. Já disse que vai ser prazeroso.
Os dedos de Edward passavam pelo meu pescoço indo até o decote da blusa regata que eu estava usando, que para a minha sorte não era um decote tão grande.
-- Você saber o que eu vou fazer com você? - Edward me pergunta.
-- Eu...
-- Você! - Ele desenha círculos em meu  colo — Você o quê?
-- Eu não sei...
-- Oh não sabe? - Ele diz irônico — Eu vou fuder você querida! Naquela cama...
Edward mordeu os meus lábios e o meu corpo traidor reage ao seu toque no ato...
-- Quantos? - Edward pergunta e eu não entendo — Quantos Isabella? - Ele volta a perguntar e agora o seu corpo está atrás do meu, uma de suas mãos afastando os meus cabelos e a outra pousava em meu seio esquerdo, o apertando por cima da blusa.

-- Aah! - Grito com a tapa que ele dá em minha bunda.
-- Eu perguntei com quantos homens você já dormiu? - Ele puxa os meus cabelos...
-- Eu nunca! - Digo ofegante...
-- Nunca transou menina? - Edward perguntou surpreso — Você é virgem?
Apenas confirmou com cabeça! Edward me solta e passa para a minha frente me olhando direto nos olhos. Era difícil dizer o que se passava na cabeça dele, ele estava tão sério e pensativo.
-- Por que nunca falou? - Edward perguntou em um tom seco.
O quê? Esse cara é louco! Só pode, ele me obrigada a vir para cá... Tudo bem, ele não me obrigou, mas me intimou... Agora ele quer saber o porquê de eu não ter lhe falando que eu nunca havia transado? Ah, francamente...
-- Responda Isabella.
-- O quê? - Inquiro ofegante e nervosa.
-- Por que não falou? Você sabia desde o começo o que eu queria! Por que não disse nada! - Ele aumentou o seu tom mais ainda...
-- Eu-eu não-não... - Me perco em minhas palavras.
-- O quê Isabella? - Ele exora.
--Você nunca perguntou! - respondo — Eu não vejo o porquê de eu ter dito! Você foi quem me intimou para estar aqui! Eu não vim porque quis! - Digo e os olhos dele se estreitam para mim
-- Até aonde eu sei, você veio com as suas próprias pernas! - Edward diz tomando cuidado com as palavras.
-- Você me ameaçou! – Sussurro, eu estou com medo, mas o meu corpo não se move do lugar.
-- Sério? Eu usei o quê para isso Isabella? - Edward está com raiva, o seu rosto está assisado.
-- Vo-cê ...vo-cê ...você..
-- Já chega! - Edward diz - Você veio e isso é o que importa! - Ele enruga a testa — Apenas terei que mudar os meus planos!
-- Você... você...
-- Sim Isabella, eu ainda quero você na minha cama! - Edward diz sem o menor pudor — Só terei que mudar os meus planos, em vez de fuder você direto, eu vou ter que preparar você...
Meus olhos se arregalam e Edward dá um sorriso torto mostrando que não vai mudar nada em seus planos.
-- O que vai fazer comigo? - Pergunto ofegante e minhas pernas começaram a tremer.
-- Oh minha querida, nós vamos brinca! - Edward diz e eu sinto os seus dedos tocarem o meu rosto — Bem, eu ainda quero comer Você! - Ele diz e meus olhos se arregalaram mais ainda — Mas acho que você é muito inocente nessa área... — Os dedos dele tocam os meus lábios — Acho que podemos começar fudendo essa sua boquinha linda!
Meu coração deu um pulo em meu peito, minha pulsação ficou mais acelerara. Será que os meus ouvidos ouviram certo o que ele havia dito? Era difícil acreditar que era verdade. Ele queria fuder a minha boca? Era isso que ele queria fazer? Caramba, o que eu faço agora? Será que consigo correr até a porta.
-- Não me olhe assim! - Edward reclama — Você sabe muito bem que não será a primeira vez que faz isso! - Ele lembrou, só pode ter lembrado — Sabe, eu demorei um pouco a recordar, mas tinha algo em você que me atraia e não era só o seu corpo gostoso! - Engulo em seco — Naquela noite minha mãe tinha ido visitar a sua mãe em Forks.
-- Eu não sei do que você esta falando! - Digo rápido.
-- A você sabe! - Edward me diz — Você estava no bar com uma turma que deveria ser seus amigos! - Edward diz — Você me atacou no banheiro, eu estava meio bêbeda. Está lembrando...
Nunca me esqueci daquela noite, achei que nunca mais iriam vê-lo. Fora uma aposta que eu perdi. Essa era a verdade, eu perdi e tive que pagar. Joana escolheu um cara no bar, porém, eu deveria estar em casa com a minha mãe, ela achava que eu estava estudando com a Joana, minha amiga de Escola. Foi quando Edward entrou no bar, ele parecia chateado com algo e bebeu bastante e eu já estava meio bêbeda. Edward estava mais sóbrio, eu estava solta na pista, Joana escolheu ele para que eu fizesse nele o meu primeiro boquete, um cara estranho, nunca eu o tinha visto em toda a minha vida, mas que era muito gostoso...
-- Vejo que você lembrou! - Edward toca mais uma vez em meus lábios — Acho que já falamos demais, as horas estão passando! - Meu coração dispara — Bem, você não é muito experiente nisso, mas vamos mudar essa coisa toda querida!
Em um movimento brusco e rápido, Edward me pega e me joga na cama. Seus olhos estão brilhando de desejo e luxúria... nada mais que essas duas palavras... Ele tira a calça do pijama, antes de subir na cama, ficando apenas com a boxer preta e com um volume bem grande entre as pernas...
-- Eu estou em desvantagem! - Edward diz — Você conhece o meu amiguinho aqui! - Ele toca em seu membro duro sobre a cueca — Mas eu não conheço essa coisa gostosa aí! - Edward toca em minha boceta sobre a calça de moletom e a aperta me fazendo gemer — Bem, já sei que você não é imune a mim! Agora vamos tirar essa roupa, você está com roupas demais.
Edward foi tão rápido quanto antes. Eu parecia uma boneca de pano em suas mãos, ele girava e movia o meu corpo, de modo que eu nem sei como explicar, quando dei por mim eu estava apenas de calcinha em sua cama.

-- Você é bonita! - Ele sussurra e passa a língua pelos seus lábios — Não vejo a hora de estar dentro de você! - Ele sorri — Isso vai ser bem divertido!

 Seus dedos corriam por entre as minhas pernas, causando arrepios e uma sensação gostosa. Santo Deus, esse homem vai me matar, eu vou acabar entrando em combustão... Só então, eu me dei conta de que não era só o meu corpo que era traiçoeiro, e sim, eu que o desejei desde o primeiro dia... Desde o dia no bar, desde o dia em que eu o vi pela primeira vez em Forks.
-- Não se preocupe, vai ser prazeroso baby!
Edward piscou para mim, então a sua boca estava em meu corpo, começando pelas pernas, subindo pelas coxas e indo em direção a minha barriga... ignorando completamente o meu sexo coberto pela calcinha, ele provocava sensações estranhas e desconhecidas por mim, meu corpo reagia a cada toque de sua língua, ela estava no meu umbigo, me torturando e me matando aos poucos. Suas mãos alisando as minhas  pernas, dando atenção especial para as minhas coxas, até que ele sobe com a boca e se apoiando dos meus cotovelos, ele me encara eu sei que estou ofegante e com toda certeza corada...
-- Eu disse que seria prazeroso! - Ele sorri faceiro.
 Sua língua passeia por minha pele quente... É impossível controlar o gemido que sai involuntário da minha boca. Estou quente, o meu corpo está  quente, e quando dou por mim, o meu seio esquerdo está na boca de Edward, fato que me faz gemer, dessa vez, mais alto ainda... 

Com a outra mão, ele me aperta e tortura o meu seio direito, pressionado o bico e me fazendo urrar de  dor e prazer. Sua boca continua atacando o meu seio, sugando, chupando e me fazendo gemer cada vez mais, o meu corpo está suando, eu estou muito mais ofegante... Que merda é essa que eu estou sentindo? Ele muda de seio em sua boca e dá a mesma atenção ao seio direito, me fazendo gemer  e gemer, por coisas que não sei e não entendo...
-- Por favor... – Eu suplico por um alivio rápido, Edward apenas sorri e com uma mão livre, ele desce por minha barriga até entrar na minha calcinha — Aaaah! - Gemo quando ele belisca o meu clitóris.
Seus dedos ágeis começam a me estimular igual a como eu faço quando estou em meu quarto sozinha. Ok, eu já tinha me masturbando antes, mas nada se comparava a aquilo que eu estava tendo... Edward sabia muito bem o que estava fazendo, o meu clitóris estava ficando inchado e dolorido. Os seus movimentos eram precisos e eu estava entrando em pleno desespero. Eu estava tão perto, tão perto e tão desesperada. A boca de Edward seguia me torturando, assim como, os seus dedos... Eu sentia os seus dedos circularem a minha entrada, então eu explodi em volta dos seus dedos longos, gemendo algo que não fazia o menor sentindo.

-- Não foi tão ruim assim! - Edward comenta sorrindo para mim, levando os seus dedos a boca, ele os chupa de forma sexy de um por um... — Você tem um ótimo gosto.
 Edward tem um brilho diferente nos olhos, enquanto eu estou suada, ofegante e corada. Meu peito sobe e desce com uma facilidade incrível. Eu sinto o meu corpo mole, eu estou exausta, era como se eu tivesse feito uma bateria de exercícios físicos, mas fora isso, a minha alma está leve.
-- Nem pensar em dormir e me deixar aqui na mão! - Edward diz quando eu bocejo — Levante! Eu vou lhe dizer o que eu quero e como eu quero...
 Contra a minha vontade, eu me sento na cama e Edward se senta ao meu lado. Ele pega a minha mão direita a levando em direção a sua cueca e a enfia dentro dela... Eu posso sentir o volume e a potência do seu membro. Santo Deus! Isso tudo já esteve dentro da minha boca um dia... Sei que meus olhos estão arregalados, Edward está sorrindo e eu sei que é da minha cara de assustada.

-- Para cima e para baixo, com calma e cuidado! - Edward diz e me demostra com as suas mãos.
Minha respiração volta a ficar ofegante. Ele está me olhando, devido a esse fato, eu me sinto mais e mais nervosa, porém eu faço o que ele diz, sigo os seus movimentos, faço um vai e vem para cima e para baixo com as minhas mãos.
-- Isso! - Edward geme jogando a cabeça para trás — Mais rápido agora boneca!
Movimento as minhas mãos, as fazendo escorregar em todo o seu comprimento, deixando-o cada vez mais excitado. Caramba ele é bem grande! Puta merda isso tudo dentro de mim... vai fazer um estrago e tanto! Edward solta um pequeno gemido baixo entre a sua boca meio aberta, os seus olhos continuam fechados,  até que ele os abre bruscamente e segura as minhas mãos parando o movimento.
-- Tire a minha cueca! - Ele diz, o seu tom é grave e autoritário.
 Faço o que ele me pede, ele me ajuda a retirar a cueca e o seu membro duro e grande salta para fora. Puxo a cueca por entre as suas pernas e assim que ele está livre dela eu a coloco ao lado de sua cama.
-- Lembra o que você fez no banheiro do bar comigo? - Edward pergunta segurando o meu rosto pelo queixo me forçando a olhá-lo — Você vai fazer igual! Só que com calma e cuida para na engasga boneca.
Engulo a seco, eu não lembrava com perfeição o que fiz! Eu estava bêbada demais para lembrar agora, em meio a toda essa tensão sexual e a excitação que estou sentido. Minha calcinha está totalmente ensopada. Edward está me olhando, esperando que eu faça o que ele quer. Suspiro de um jeito discreto para que ele não perceba o meu nervosismo. Isso é tão instigante que o meu corpo  já vibra por dentro. Abaixo a cabeça com cuidado, dando uma lambida na cabeça do seu membro  e o chupando com um pouco de força, passando a língua por todo o seu comprimento, voltando a chupar a cabeça do membro dele, até o colocar todo na boca e começar a fazer um vai e vem com a boca nele... 

Eu não sei dizer como, mas eu conseguia colocar todo aquele comprimento dentro da minha boca.... Cada vez que eu aumentava o ritmo das minhas chupadas, Edward gemia mais alto. A partir de um determinado momento, ele segurou a minha cabeça e começou a mover os quadris, fazendo o seu membro entrar e sair fudendo devidamente a minha boca, a cada nova investida dos seus quadris, mais inchado ficava o seu membro dentro da minha boca. Precisei relaxar a garganta, acho que foi isso que eu fiz, porque eu senti o seu membro ir mais fundo em minha garganta. Oh sim, ele é delicioso! Eu o sinto dentro da minha boca, eu estou ofegante vendo Edward perder todo o seu controle, enquanto eu o chupo como se ele fosse um saboroso picolé.

-- Oh! Delicia de boquinha! - Edward gemeu e enfiou o seu membro mais fundo dentro da minha boca - Oh delicia, eu vou encher essa boquinha com a minha porra!
Meus olhos ficaram mais arregalados, porém não vou negar que toda a situação estava me deixando excitada, muito excitada. Então os movimentos ficaram ainda mais rápidos... Edward estava mais e mais ofegante, o seu membro muito inchado dentro da minha boca, até que ele gritou gemendo e eu fui pega de  surpresa com o seu gozo derramando dentro da minha boca, me deixando assustada e sem saber o que fazer com aquilo... Será que eu tinha que engolir?
-- Engole! - Edward ordena segurando os meus cabelos puxando-me e me forçando a olhar para ele.
Ele tinha um olhar escuro, ele estava ofegante e suado. Fiz o que ele dissera, não pensei muito sobre isso, engoli de uma só vez todo o seu gozo. Fiz uma careta, tinha um gosto salgado e viscoso, mas não era tão ruim assim. Passei a língua pelos lábios, pois havia escapado um pouco da minha boca e escorria pelos cantos dos meus lábios.

-- Boa garota! - Edward elogia afagando os meus cabelos — Senta! Vamos conversa!
Sentei-me sobre a cama vendo Edward caminhar e entrar no banheiro, para depois de alguns minutos sair de lá vestindo sua boxer preta. Os cabelos estavam molhados, ele deveria ter os molhado no tempo em que ficou no banheiro... Então ele se senta na cama ficando bem próximo a mim...
-- Quero você aqui amanhã! - Edward me convoca — No mesmo horário de hoje! - Edward me olha - E sem roupas, não quero ter o trabalho de ainda ter que me livrar delas...
Meus olhos já não tinham mais como ficar mais arregalados, o que de fato ainda era inacreditavelmente para mim. Eu sentia a minha boceta que ainda pingava de tão molhada.
-- Agora saia, vá para o seu quarto e durma! - Edward disse e jogou as minhas roupas em minha direção — E nem pense em se tocar! - Edward diz com malicia — Nada de se dá prazer sem a minha presença.
Em um ato rápido, Edward me beijou gulosamente e deu uma tapa forte em minha bunda me fazendo pular com a surpresa e ficar deveras ofegante. Vesti a minha roupa rapidamente. Eu não sei o porquê de eu ter saído correndo do quarto dele, mas já era meio tarde para pensar em tudo isso, ele já havia  abusado do meu corpo e eu tinha gostado... e muito...
Continua...

Nenhum comentário:

Postar um comentário