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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A Prostituta-- Capitulo 21-- Fantasias



 O dia começou bem para Isabella, estava longe de tudo que a perturbava, estava relaxada sentindo uma paz que só aquele lugar calmo e tranquilo poderia lhe dar. Edward estava com ela, ele passou a manhã toda com ela, eles andaram pela casa, Edward mostrou todo o lugar para ela, a levou no jardim de inverno que tinha ali, era o lugar mais lindo que Isabella já viu na vida, uma pena de não ter gente morando ali naquela casa, os empregados cuidavam muito bem de tudo ali, não era diferente com o jardim, tinhas tantas plantas e flores e era grande, algo que poderia ser comparado com uma estufa de flores, quando Edward viu a reação de Isabella se apressou em explicar que a mãe Elizabeth era apaixonada por flores, fez daquela casa seu refugio particular e fora lá que passou boa parte de sua vida de casada, e fora ali que ela morreu, Edward sabia e lembrava bem disso. Depois de todo lugar já apresentado para ela eles voltaram para casa, e Isabella se dispôs a fazer a comida, ela cuidou de tudo, teve ajuda dele que  a ajudou a cortar os temperos para a comida e Edward mesmo fez salada, após o almoço ambos sentaram na varanda juntos, havia ali um balanço que ficava preso na varanda, ambos sentaram ali e apenas ficaram olhando a chuva cair, por que começou a chover, o vento frio que soprava ali de jeito algum chegou a incomodar os dois apenas ajudou a melhorar o clima para os dois que conversaram muito, algumas coisas sobre a infância dele naquela casa, a vida de Isabella com o pai e a irmã antes de ir morar em Londres e por assim entre uma conversa e outra as horas foram passando.

_ Mas por quê? - Isabella voltou a perguntar quando ele desconversou sobre a sua pergunta — vamos Edward a verdade, por que vai a boate todas as noites? Não acredito que é só para me ver dançar.
 Eles já tinham tomado banho e preparado um lanche, era noite e a chuva estava bem mais forte que mais cedo, estavam na sala com a lareira ligada e muito bem empacotados, o frio agora incomodava um pouco, as duas xícaras com chocolate estavam ao lado de cada um deles.
_ Bella! - Ele disse fazendo careta — quer mesmo saber isso?
_ Sim quero - Ela disse sem pensar duas vezes.
_ Vou por você! - Ele disse passando a mãos pelo cabelo e suspirando alto — odeio saber que você está naquele lugar, que aqueles homens nojentos vão lá só pra verem você dançar. – ele ficou em silêncio um pouco e sorriu — e você dança muito bem, de verdade, você dança muito bem, fico excitado só de olhar você se movendo naquele poste imagino você dançado só pra mim.
 Isabella ficou muda, não havia palavras para reaver aquelas palavras dele que eram muito sinceras. Ela apenas sorriu e beijou seus lábios dando um fim aquele assunto, na sua mente uma nova ideia martelava bem mais fundo do que ela mesma poderia imaginar. Um pouco mais tarde Edward saiu para ir fazer algumas ligações, ele ainda estava concorrendo a governador e precisava se manter atualizado sobre tudo que estava acontecendo e mesmo odiando a ideia teve que ligar para Bree e saber como andava tudo em sua ausência. Ao voltar para a sala não achou Isabella, apenas um pedaço de papel sobre a mesa com uma caligrafia quase perfeita escrita.

“Sente-se e apague a luz”.
 Mais embaixo ela voltou a escrever

“Deixe as luzes do abajur ligadas”.
Mais embaixo Isabella assinou com o seu nome.

Edward seguiu as ordens que Isabella lhe dera e sentou em uma poltrona que estava no centro e só então notou que no meio da sala de frente para a poltrona havia uma cadeira, um sorriso surgiu nos lábios dele só de imaginar o que seria que Isabella tentava fazer.  

Não demorou muito para Isabella aparecer usando um hobby preto e com os pés descalços, Edward a olhou de cima a baixo como se fosse devorar cada parte daquela mulher e de fato ele iria, mas não agora, ela sorriu para ele e levou as mãos até o laço do hobby abrindo-o e deixando revelar o conjunto de roupa intima na cor preta, lindo e perfeito ao seu corpo. Com o controle do som Isabella ligou e deixou a música tomar conta do ambiente, ela começou a mexer o quadril lentamente e pelo sorriso dela Edward sabia bem o que aquilo queria dizer, ela estava dançando para ele, apenas para ele.

 Os movimentos foram ganhando formas e deixando de ser tímido, ela rebolou e usou a cadeira á seu favor, Isabella dançava de um jeito ousado, de um jeito que nunca tinha feito, algo no seu corpo não seguia seus pensamentos de todo modo ela queria agradar ele, sim era isso o desejo dela estava movendo seu corpo de forma luxuriosa e pecaminosa aos olhos de qualquer um, mas para Edward ela estava sendo sexy. 

Aos poucos ela se livrou da cadeira e removeu o sutiã deixando seus belos seios e desejosos á mostra, ele tentou tocar nela, mas ela empurrou sua mão para longe e usou os pés para provoca-lo ainda mais levando um dos pés até o meio da suas pernas e tocando o seu membro que já estava duro com as pontas dos dedos do pé.

 Ela chegou mais perto dele, dançando e se movendo sexualmente, aos poucos ela movia-se provando e deixando-o ainda mais excitado, em um movimento rápido ela se virou e sentou  no colo dele e começou a rebolar em seu colo, movimentando ainda mais Edward gemeu e não conseguiu se controlar e suas mãos ganharam vida própria indo parar nos seios dela a fazendo gemer, a boca dele tomou posse do seu pescoço e o movimento do quadril dela passou a ser mais urgente, ofegante e com um gemido controlado Isabella deixava Edward ainda mais louco de tesão por ela e mais desejoso por seu corpo.
....

Os gemidos eram algo assim como o som dos corpos se movendo, eram ecos na sala, as mãos de Isabella estavam  servindo como apoio para ela, suas pernas estavam ao lado do corpo dele, e o quadril de Edward se movia freneticamente enterrando dentro dela com impulsos fortes e vibrantes que fazia os corpos dos dois tremerem. Isabella sentia cada centímetro dele entrando nela e sua boceta acolhendo ele a cada nova invasão. Os gemidos eram altos e o clímax estava cada vez mais perto, os corpos suados dos dois deixavam isso claro assim como a respiração ofegante deles. Edward matinha ela presa no seu colo mandando cada vez mais impulso para dentro dela, a cada nova estocada do seu membro o corpo de Isabella subia e descia com perfeição fazendo o encaixamento dos dois corpos se tornarem perfeitos, eles juntos eram perfeitos disso já não havia  duvida. Um grito estrondoso rompeu a garganta dela fazendo o corpo de Isabella todo tremer anunciando seu gozo que não demorou a ser derramado no membro pulsante de Edward que ainda estava duro e sedento por libertação. Em um movimento rápido Edward virou o corpo de Isabella que ainda sofria leves espasmos de tremores e voltou a penetra-la com força, soltando um gemido rouco ao encher ela com seu gozo. Ambos os corpos estavam satisfeitos, o sorriso nos rostos dos dois estavam radiantes e brilhantes.
_ Eu amo você! - Ela disse tocando o seu rosto fazendo suas mãos enterrarem em sua cabeça.
_ Eu amo você também! - Ele disse beijando o seu rosto — fora a melhor dança que já fizeram pra mim! – Havia um sorriso nos lábios dele — você estava muito mais gostosa do que já é!
 Isabella sorriu do comentário dele, pois havia malícia na voz dele assim como nos seus olhos, após conseguirem controlar a respiração não demorou muito para eles voltarem a transar só que dessa vez mais calmos e mais lento desejando que o tempo não passasse e que tudo o que eles estavam vivendo fosse para sempre.
....
Bree entrou na sala de James fumegando de ódio, ninguém faria uma Tanner de boba muito menos o atual ou não governador Bloom.
_ O que acha que está fazendo? - James disse ficando de pé, estava bravo, pois sua campanha ia de mal a pior e tinha um grande risco de perder o cargo de governador.
 O tapa que Bree deu na cara dele, fez tanto barulho quanto a respiração da jovem morena que estava puta da vida com o homem.
_ O que você pretende com aquele vídeo? - Ela disse ríspida — achou o que? Que vai me chantagear com aquela porcaria?
 James tinha uma mão sobre a face onde fora depositado o tapa que a jovem deu.
_ Ninguém brinca com Bree Tanner nem mesmo um governador! - Ela disse apontando o dedo na cara dele — eu dei o que você queria, agora você vai fazer o que estou mandando!
 Fora algo rápido, a mão de James fora parar na cara da morena depositando um tapa em cheio na cara dela, o tapa fez mais eco do que o da jovem e a mão do homem raivoso fora para o cabelo dela puxando-o com força.
_ Escuta aqui sua vadia! - Ele disse puxando com mais força o cabelo dela — ninguém manda em mim, ainda mais uma vadia como você sua puta!
 James jogou Bree sobre o sofá e tirou o cinto que prendia sua calça, ele mesmo iria mostrar para essa rapariga que não tinha nenhum poder sobre ele, para lhe dar ordem, a porta do gabinete fora fechada por Victoria que estava sempre atenta a tudo que acontecia, Bree usava uma saia modelo de secretária e blusa branca, James não poupou a jovem de nada, lhe desceu uma cintada deixando marcas por todo o corpo pálido e a pele macia dela, os gritos da jovem ecoaram por toda a sala, James deu em Bree a surra que os pais nunca deram, após terminar com a sessão de espancamento da jovem ele recolocou seu cinto em sua calça e saiu do gabinete encontrando Victoria.
_ Mande os seguranças se livrarem dessa vadia! - James disse — e proíba a entrada dela nesse prédio!
 _ Claro senhor! - Victoria disse já seguindo as ordens dele e chamando os seguranças.
– Victoria! – ela se virou para olhá-lo – e mande eles serem discretos.
_ Sim senhor Bloom!
 Bree estava caída no chão, seu corpo estava todo marcado, a blusa branca que ela usava estava destroçada e o seu rosto meio inchado, era bem provável que James havia lhe batido no rosto. Quando os seguranças entraram na sala encontraram a jovem seminua e com as roupas em farrapos, ela Estava consciente, mas não tinha forças para mover nenhum músculo, eles a carregaram e para a sua humilhação ser pior, jogaram ela em um beco escuro como se fosse um lixo qualquer. Bree sabia que não havia mais saída, estava presa nas mãos de James para sempre, aquele vídeo que ele tinha em mãos acabaria de vez com ela.
Continua...

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