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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Capitulo 7-- Noites de Tormenta-- Você esta provocando


Você está provocando!
Isabella passou o resto do dia distante em seus pensamentos, nem ela sabia como conseguiu dar um fora no senhor gostosura Cullen. Se ela já o achava um safado quando pensava que ele era apenas fruto de sua imaginação, agora, como um humano de carne e osso era bem pior, pois o charme, jeito sedutor, sua voz rouca e sexy, cabelo rebelde e o corpo másculo, ao vivo e a cores, o deixavam ainda mais irresistível.
Pensava consigo mesma que teve uma grande sorte quando a desmilinguida da noiva de Edward entrou na sala dele, justo na hora que ele iria beijá-la. Se bem que, talvez sorte nãofosse a melhor palavra para descrever a interrupção daquele momento e sim azar, porém, mesmo assim, aproveitou a presença da noiva do Cullen para dar o fora imediatamente do local, não antes de dar uma conferida na cara de pata choca de Heide quando a observou toda elegante e produzida, com uma beleza incrível que ficava escondida por baixo de suas antigas roupas feias.
– Isabella? – Edward a chamou parado em frente a sua mesa.
– Que foi?
Ela o olhou desconfiada e ele apenas disse:
– Venha comigo.
Isabella piscou algumas vezes, tentando focar em algo que não fosse os olhos verdes que a fitavam como leão pronto para dar o bote em sua presa.
– Aonde vamos? – Isabella perguntou ficando em pé.
– Reunião. – Respondeu sem olhar para a menina.
A garota achou o fato de ter uma reunião a essa hora muito estranho, pois já tinha visto a agenda do Sr. Cullen e sua ultima reunião tinha sido as cinco da tarde, e, agora já eram quase sete da noite, perto do fim do expediente. Até o modo como falou estava esquisito e Isabella estava desconfiada, mas, ainda assim, seguiu o jovem para a sala de reuniões.
– Sr. Cullen, eu não me lembro de ter alguma reunião marcada a essa hora. – Isabella falou ao entrar na sala.
– Tem uma reunião sim, minha querida. – Edward disse de costas para a jovem fechando a porta. – Uma que infelizmente foi interrompida pela manhã.
Isabella sentiu seu corpo todo tremer, ela havia se dado conta que acabava de cair em uma armadilha do jovem Cullen, algo que já devia estar acostumada, pois ele sempre fazia isso quando era supostamente um “fantasma”. Mas agora era diferente, ele era seu chefe, noivo da filha do dono, e, o mais importante de tudo, era real, nada produzido pela sua mente.
– Parece nervosa senhorita! – Falou e sua respiração bateu na nunca da jovem – Já teve aquela sensação de djavu Srta. Swan? – Perguntou passando os braços envolta da cintura da jovem e beijando levemente seu pescoço. – Pois estou tendo essa sensação sempre que te vejo, parece que você já faz parte da minha vida.

Ao dizer isso Edward mordeu levemente a nuca de Isabella fazendo-a estremecer ainda mais. Ela poderia empurrá-lo, dar um fora nele, ou até mesmo processá-lo por assédio sexual, mais por que negar o que sentia? Sentia muita falta do toque dele, dos seus beijos, e de suas mãos percorrendo todo o seu corpo. Dentro de si, sabia que essa batalha estava perdida desde o momento em que não conseguiu se afastar dele pela manhã.
– Parece que te conheço a mais tempo do que eu consigo me lembrar.–Edward sussurrou beijando e chupando a pele exposta do pescoço da jovem.
– Sr. Cullen! – Isabella disse como um gemido. – Por favor, pare.
– Parar por quê? – Questionou dessa vez apertando os seios de Bella por cima da blusa. – Você quer tanto quanto eu e seu corpo corresponde a todos os meus toques.
Edward mordeu o lóbulo de sua orelha e soltou um risinho safado que Isabella já conhecia bem. Sua mão direita desceu para a barriga dela, causando-lhe arrepios, ele continuou descendo ainda mais até chegar e apertar o centro pulsante da jovem, e, mesmo por cima da saia que ela usava, ele constatou que já estava molhada.

– Hummm! Está tão molhadinha delícia. – Sussurro no seu ouvido, com uma voz cheia de tesão. – Ainda quer parar Srta. Swan? Porque o seu corpo responde que não.
Vencida pelo seu próprio desejo Bella soltou um gemido, finalmente se rendendo ao jovem.
Edward tinha muita pressa, uma pressa que nem ele mesmo sabia de onde vinha. Ele sentia fome dessa mulher, sentia desejo de se apossar imediatamente de seu corpo, desde o primeiro momento em que a viu, até quando ainda se vestia muito mal. Porém, ao vê-la toda linda e sexy, o seu desejo aumentou tanto a ponto de não segurar mais, e ela toda submissa à sua frente o fez pular todas as pré-eliminares que ele tinha planejado para esse momento.
Ele curvou o corpo de Isabella sobre a grande mesa da sala de reuniões, deixando a bunda da jovem bem empinada e exposta.
Mordendo o ombro de Isabella, ele levantou a saia, e, com mais agilidade do que Bella lembrava, sua calcinha foi afastada. Quando ela pensou em protestar sobre algo, foi completamente preenchida por ele.

Isabella não conseguia raciocinar direito e nem ao menos se lembrar em que momento Edward abriu a calça e tirou seu vasto membro para fora a preenchendo completamente.
Os movimentos eram rápidos e fundos, a cada estocada do jovem o corpo de Isabella era impulsionado vigorosamente para frente, e, em questão de segundos, os gemidos dos dois preencheram a sala de reuniões e o prazer começava a tomar conta de seus corpos.
Em um movimento um pouco brusco, Edward enrolou o cabelo de Isabella no punho e voltou a penetrar a jovem com mais intensidade ainda. Quando o corpo de Isabella começou ter leves tremores e sua boceta começou a apertar o membro de Edward, ele sentiu Bella gozar, ouvindo os gritinhos de prazer que a jovem soltara o que fez aumentar ainda mais o seu próprio prazer, gozando gostoso, logo em seguida.
Já recuperado do orgasmo, porém ainda mal vestido e descabelado, Edward virou Isabella para si, de modo que a mesma o encarasse. Percebeu então que ela estava com a face vermelha e os lábios meio inchados, devido à força que fez para manter presos os gemidos, e, para Edward, essa era a visão mais perfeita que já tinha visto.
– Vamos para sua casa! – Ele ordenou, olhando profundamente em seus olhos.
(...)
Maluca! Era assim que Isabella se sentia e se xingava mentalmente, durante o caminho até o apartamento que ela já sabia que era dele, e, mesmo assim não conseguiu dizer não. Na verdade ela não conseguia negar nada a ele, essa era a mais pura verdade, por mais que tentasse fugir e se enganar, no fim a verdade sempre lhe batia à porta.
Edward notou que ela estava muito calada, e, aos poucos, foi mais reconhecendo o caminho que faziam, e, mesmo se passando tanto tempo, ainda se lembrava claramente desse caminho.
– Qual e prédio? – Edward perguntou ao entrar na rua que ela havia lhe dado antes de saírem da empresa.
– O último.
Ele dirigiu e entrou pela garagem. Sorriu ao saber que Isabella morava no mesmo prédio do seu apartamento, e, por esse motivo, ambos poderiam se encontrar mais vezes do que previa.
– Eu tenho um apartamento aqui. – Edward falou sorrindo e abrindo a porta do carro para Bella.
– Eu sei! Você mora no último andar.
– Como sabe? – Perguntou surpreso e já entrando no elevador junto com a garota.
– Eu moro no seu apartamento Edward. – A voz de Isabella não passava de um sussurro.
O silêncio tomou conta no elevador, Isabella fitava as próprias mãos sem ter coragem de encarar o rosto de Edward. O que seria dos dois agora que a verdade começava a vir à tona?
Ela não sabia o que esperar dessa conversa, muito menos se Edward iria acreditar em suas palavras, na verdade. Isso tudo seria um grande problema.
Continua...

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