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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Capitulo 5 -- Um Erro E Dois Acerto


Essa seria uma noite longa, Isabella não desceu para jantar, e, Marta, por sua vez, nada disse sobre a menina, se ela havia saído do quarto eu nem fiquei sabendo, mas nem era isso que estava me perturbando tanto, eram as palavras de Jacob, essa porra não saía da minha cabeça, sem falar que hoje a noite chegaria um novo carregamento de drogas e eu iria pessoalmente junto com Emmett e Jacob ver isso, se alguém estava me roubando seria nessaoportunidade que atacariam. Quando você tem um negócio ilegal não pode dar queixa de roubo, nesse mundo mafioso você descobre quem te rouba e o mata para servir de exemplo
.
– Marta leve a janta para Isabella e não espere por mim, chegarei bem tarde hoje.

 Tome cuidado senhor. – Falou e eu vi nos seus olhos a preocupação de algo me acontecer.
 Tomarei Marta.

Entrei no meu carro e saí direto para o galpão abandonado no final da cidade, era incrível como a polícia ainda não tinha descoberto isso, Emmett e Jacob já me esperavam lá e não estavam sozinhos, havia mais cinco homens de minha inteira confiança com eles.

– Já chegaram? – Perguntei assim que me juntei a eles.

– Ainda faltam alguns minutos. – Emmett disse.

– Eles sabem que estamos aqui? – Perguntei.

 Claro que não chefe, fizemos como você disse. – Jacob falou.

Ficamos em silêncio e logo o caminhão carregado com cocaína chegou ao galpão, meus olhos foram direto nos dois homens diferentes que estavam ali, um loiro alto e um pouco forte, o outro moreno, mas com um sotaque frances , eles estavam tirando da minha mercadoria e colocando em outro caminhão que chegou logo depois.

– Andem logo com isso. – O loiro disse para os dois homens que desceram do caminhão para ajudá-los. – Não temos a noite toda.
E não iria ter mesmo, dei sinal e Jacob saiu do esconderijo dando tiros para o alto.

– Coloquem as mãos aonde eu posso ver. – Jacob disse e Emmett o seguiu.

Eles entraram em pânico e saíram atirando para todos os lados possíveis, foi tudo rápidodemais e eu não iria os deixar fugirem assim, tinha que deixar pelo menos um deles vivo para saber quem era o responsável por tudo isso. Então saí de onde eu estava indo em direção ao loiro que corria para uma moto que tinha ali perto, o filho da puta me viu e atirou em minha direção fazendo o tiro pegar de raspão em meu braço, devido ao impacto da bala eu acabei caindo no chão e o vagabundo acabou fugindo junto com outro capanga.
Ficaram para trás quatro homens mortos e nenhuma resposta de quem era o mandante de tudo e Jacob, assim como Emmett, correu para me ajudar.

 Mas que merda. – Eu disse pressionando meu braço ferido para estancar o sangue.

– Eles fugiram chefe. – Emmett falou.

 Eu sei! Se desfaçam dos corpos, e amanhã conversaremos em minha casa. – Me levantei e rasguei minha camisa para amarrar no meu braço ferido. – Amanhã cedo quero vocês lá.
 Chefe, você consegue chegar em casa com esse braço assim? – Emmett questionou.
– Já estive em estado pior e nunca errei o caminho de casa, então creio que não vai ser agora.

Caminhei para o meu carro, meu único problema era não sujar o banco de sangue porque já seria demais. Ao chegar em casa iria pedir a Marta para dar uma olhada em meu braço e fazer um curativo, eu sabia que a bala não tinha me acertado em cheio, se não a dor seria maior. Assim que sai do carro percebi que estava meio tonto pelo cheiro do sangue, eu sempre ficava assim ao sentir esse cheiro.

 MARTA! – Gritei ao entrar em casa. – MARTA CADE VOCÊ?
Ouvi os passos de Marta no corredor que já estava vindo me ajudar.

 Virgem santíssima! – Exclamou assustada e com as mãos na boca. – Senhor o que aconteceu?

Ela já estava do meu lado me ajudando a subir a escada, entrei no meu quarto e Marta me colocou sentado na cama e correu para o banheiro pegando a caixa de primeiros socorros, limpou meu ferimento, me deu um analgésico para evitar a dor e fez um curativo. Eu estava meio zonzo devido ao cheiro de sangue e do álcool que foi usado para limpar meu ferimento, Marta me ajudou a deitar na cama e saiu sem dizer uma palavra se quer.

Marta sabia muito bem dos meus negócios sujos e também sabia manter a boca fechada, era discreta e de poucas palavras. Tentei dormir, mas o ferimento em meu braço estava me incomodando, por isso me mexi durante horas na cama, virando de um lado para o outro até ouvir a porta do meu quarto ser aberta.

Abri os olhos para ver quem era e só me faltava essa, Isabella vir perturbar meu juízo agora, ela se manteve encostada na porta apenas me olhando.

 Vai morrer? – Perguntou e isso me causou uma pontada de irritação.
 Para sua infelicidade não. – Falei seco.

 Isso realmente me deixa triste. – Caminhou em direção a cama.

Isabella usava uma camisola de seda creme, um pouco sexy demais para uma menina da idade dela.
 Saía do meu quarto agora.

 Por que se não, vai me bater de novo? – Disse toda irônica.

– Isabella, eu não estou com humor para suas provocações, é melhor sair do meu quarto agora ou não respondo por mim.

Ela sorriu e fora um sorriso que fez um frio na minha espinha, essa garota era uma peste e tenho quase certeza que ela sabe disso melhor do que ninguém.

– Claro que não vai responder por si. – Ela disse sentando na beirada da cama. – Porque você me deseja senhor Cullen.

As palavras dela me pegaram de surpresa, meus olhos foram direto para o movimento que fazia com as mãos, de maneira sexy e bem provocante, acabei mordendo meus lábios e sentindo meu amiginho se animar dentro da boxer.

 Você deseja meu corpo sobre o seu, minha boca sobre a sua, chupando e mordendo toda a sua pele e deseja ainda mais ouvir meu gemido gritando seu nome quando eu gozar no seu pau todo.

Filha da puta desgraçada, ela veio ao meu quarto na intenção de me provocar mesmo, meu pau lateja dentro da minha boxer, nenhuma mulher se quer conseguiu me deixar duro apenas com palavras e vem essa peste, em forma de menina, e consegue isso. Apertei as mãos em forma de punho do lado meu corpo, meus olhos foram parar no rosto de Isabella que tinha um tom vermelho nas bochechas.

 Saía do meu quarto agora. – Disse entre dentes.


Isabella me olhou e deu um sorriso meio safado, suas mãos foram para o pequeno decote de sua camisola e as enfiou lá, minha boca salivou na hora, isso era uma bela cena erótica, mas o que me surpreendia ainda mais era que estava sendo feita por uma menina que mal saiu das fraldas. Isabella apertou seus seios de maneira leve e muito sexy, sua boca se abriu um pouco e ela deixou escapar um gemido rouco.

Oh senhor Cullen, oh me foda! – Gemeu mordendo os lábios e me olhando com uma cara de safada.

E isso foi o fim para o meu pouco juízo e minha pouca força de vontade, fui para cima da garota, mas a peste pulou bem rápido da cama e correndo em direção a porta.

 Vai sonhado senhor Cullen babaca. – Riu na cara dura. – Nunca vai tocar o meu corpo e nunca me vai ver implorar para ser fodida por você.

– AAAAAAAAAAAAAAHHH – Meu grito ecoou no quarto e pude ouvir a risada da safada do outro lado da porta.

Isabella estava a fim de brincar com fogo, a filha da puta veio no meu quarto só me provocar, mas está enganada se acha que eu, Edward Cullen, deixaria essa palhaçada passar despercebida. Voltei a me deitar na cama porque não iria atrás dela hoje por motivos óbvios, mas amanhã seria outro dia, assim que fechei os olhos meu celular vibrou na mesa do lado cama. O peguei para atender porque poderia ser Emmett ou Jacob com alguma novidade, assim que olhei o número reconheci na hora que era da minha própria casa.
 Alô? – Falei confuso.

 Oh senhor Cullen, mais forte, oh, oh, assim, ahhh eu vou gozar. – A risadinha debochada foi o que fez meu sangue ferver.

 ISABELLAAAAA. – Gritei e ela sorriu do outro lado da linha.

 Pois não? Esse é o meu nome senhor Cullen, o que você deseja?
– Eu juro que essa brincadeira vai sair muito caro para você. – Murmurei entre dentes.

 Oba, senhor Cullen eu sou uma garota muito cara, vai ter que gastar muito comigo. – Falou em meio a uma risada.

 Sua vadia. – Disse irritado e ela gargalhou. – Desliga essa merda de telefone e vai dormir agora menina.

 Nananinanão. – Falou como uma criança mimada. – Primeiro tem que me fazer gozar senhor Cullen.
 Se não desligar isso agora eu juro que vou bater em você Isabella. – Ameacei e a filha da mãe riu.

 Sério? Acho que você tem mais que uma quedinha pela minha bunda senhor Cullen. Aposto que fica sonhando acordado com ela toda noite, vai me diz a verdade, você tem o maior tesão por mim né?

Essa garota só podia estar endiabrada ou realmente queria me tirar do sério e muito duro, com vontade de fuder ela todinha, em todos os sentidos e posições.
 Senhor Cullen. – Sussurrou de maneira sexy. – Vamos brincar pelo telefone, imagina minha boquinha tão pura chupando todo o seu pau, até as bolas.
 ISABELLA. – Eu grunhi e meu pau deu um pulo dentro da boxer. – Desliga essa porra de telefone e vai dormir ou juro que quando colocar minhas mãos em você...
 Vai me fazer gozar loucamente no seu pau todinho. – Me interrompeu rindo com gosto.

 Eu não vou perder meu tempo com uma menina que mal saiu das fraldas. – Minha respiração estava irregular.

 Oh, sério senhor Cullen. – Falou com voz manhosa. – Aposto que sei cavalgar gostoso em cima de você.

Puta que pariu, essa menina queria o que com tudo isso? Só se for me matar de tesão já que o infeliz que me acertou a bala não fez o serviço direito, merda, maldita hora que resolvi trazer essa menina para a minha casa.
 Senhor Cullen, o que aconteceu? Morreu de tesão aí do outro lado da linha? – Perguntou entre risos. – Boa noite senhor Cullen, pode deixar que vou evitar o senhor amanhã, e depois e depois e depois .

 Já chega Isabella. – Falei meio grosseiro. – Vai dormir porque já passou da hora de criança estar dormindo.

 Oh isso senhor Cullen mete forte, assim oh, oh delicia eu vou gozar .aaaaaaaaaaah. – Sorriu e sussurrou do outro lado da linha. – Acabei de gozar, você tem um pau que delicioso.

 ISABELLA! – Gritei novamente.

 Boa noite senhor Cullen. – Ela desligou o telefone.

Respirei fundo algumas vezes, minha vontade era de matar essa garota, mas não antes de mostrar para ela a delicia do meu pau, essa filha da puta conseguiu o que queria me deixar duro e com tesão e sem ninguém para me aliviar, o pior era saber que essa vadia só estava a duas portas do meu quarto, meu braço ainda doía devido ao tiro, então seria impossível me aliviar com a mão e a maldita ainda estava em minha cabeça, a imagem dela se tocado e aquela bunda sexy do caralho me enlouquecia, será que essa garota entrou na minha vida só para me provocar? Porque foi tudo o que fez desde que passou pela porta dessa casa.

Mas como já disse, amanhã seria outro dia e Isabella que me aguardasse porque quando eu a pegasse ninguém irá me fazer soltá-la. Se ela queria brincar de seduzir, ótimo, nesse jogo tenho muito mais experiência do que essa menina e para começar teria que parar de chamá-la de menina porque essa putinha acabou de provar que já deixou de ser isso a muito tempo.

Isabella espere e verá porque você irá implorar para se deitar na minha cama, e não será apenas uma vez não, serão várias.

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