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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Capitulo 3-- Um Erro E Dois Acertos


Pov Bella

Idiota, cretino, imbecil, eu tomava meu café olhando a cara daquele filho da puta do Cullen. Ah fala sério, o cara me bateu e ainda quer que eu fique quietinha? Ele irá ver a quietinha! Pode-se dizer que o ordinário teria sorte se eu apenas colocasse fogo na casa dele.
O Cullen me olhou e eu dei meu melhor sorriso com dentes cheios de resto de bolo, o idiota ficou pasmo e me olhou incrédulo. Com uma boa educação de merda, limpou os seus lábios deixando o guardanapo sobre a mesa.
Ai como eu odiava esse almofadinha!

– Está avisado. – Falou me olhando sério. – É melhor se comportar ou já sabe!

Olhei-o incrédulo e suspirei, claro que eu iria me comportar, espere e verá senhor Cullen.

– Marta, qualquer coisa me ligue. – Falou o nojento já saindo.

Adeus Cullen! Olhei para Marta que me observava cautelosa, terminei meu café e sai da mesa, Marta nada disse. Fui para o andar onde ficavam os quartos, era hora de ver o que o senhor Cullen tinha em seu armário. Mexi em todo seu closet, tirando algumas coisas do lugar, de repente achei uma caixa com um cadeado. Bingo! O senhor Cullen tinha segredos, sorri feito boba.

Levei a caixa para o meu quarto e procurei alguma coisa pontiaguda para poder arrobar o cadeado e foi o que eu fiz. Minha boca foi ao chão e voltou quando abri a caixa e vi o que tinha dentro.
Santa Luzia! Eram todos brinquedinhos eróticos, algemas, chicotes, pênis de borracha, vibradores, uma coisa com bolinhas e um rabinho no final, o que eu não fazia ideia do que eram, pregadores, pelo menos achava que era isso já que pareciam com tais, era uma caixa de pura pornografia, de puro pecado. Credo em cruz, nem queria imaginar o que essa cara fazia com aquilo tudo.

Joguei a caixa debaixo da cama e depois pensaria em um jeito de usar isso contra o babaca do Cullen, voltei para a sala me jogando no sofá e ligando a TV.

 Isabella! – Marta chamou minha atenção. – Tem TV no seu quarto por que não vai assistir lá?

Não queria gritar com essa mulher, mas ela me fazia lembrar alguém que nunca vi minha mãe, mesmo não sabendo quem era. Sai da sala porque eu não queria brigar com essa senhora tão boa, porém ainda estava com muita raiva do Cullen, minha bunda ainda doía devido às boas lapadas que ele me deu.

Almocei sozinha na sala de estar, Marta disse que o Cullen quase nunca vinha almoçar e tão pouco jantar em casa, o que meu deu tempo suficiente para planejar minha vingança.

Já era noite e eu tinha jantado, Marta se recolheu as dez junto com a chata da Jessica, eu não gostava dela. Fui até o quarto do babaca e coloquei dois baldes pra encher no banheiro e levei para o quarto, com uma chave de fenda que achei na garagem desparafusei os parafusos da cama do Cullen e molhei o colchão com a água do balde.

– Tenha uma boa noite Cullen.  Disse rindo e saindo do quarto.

Me tranquei no quarto, agora era só esperar o circo pegar fogo. Estava deitada na cama vendo TV quando ouvi os pneus do carro dele freando bruscamente. Corri até a janela a tempo de vê-lo saindo do carro com uma loira aguada que eu nem conhecia, oh droga, era agora que eu morreria! Comecei a andar de um lado para o outro e meu coração estava com uma bateria tocando rápido. Não sei, sempre dizem que quando você está morrendo o tempo passa rapidamente, mas por que não aconteceu comigo? Não sei dizer como, só ouvi gritos e xingamentos, a garota gritou mais do que uma piranha sendo assaltada.

Fiquei esperando pelo que viria, a voz de Edward era alta e seu tom era furioso, porém nada aconteceu, o Cullen xingou e depois fez silêncio, fiquei esperando ele vir bater na minha porta, quero dizer coloca-la abaixo, mas nada aconteceu, então resolvi ir dormir já que era o melhor a se fazer agora, afinal já era uma da manhã.

Assim que me deitei o sono veio com tudo e eu adormeci na hora, fui levada para o mundo dos sonhos onde lá eu sabia que ficaria salva de tudo e de todos.

Pov Edward

Ela era uma peste, porém não sabia com quem estava mexendo, ah não sabia mesmo! A filha da mãe soltou os parafusos da minha cama e ainda molhou o colchão, definitivamente ela estragou minha noite com aquela gata, mas pagaria caro. Mandei minha acompanhante para casa jurando recompensá-la depois, quando me joguei no sofá Marta disse:

– O seu quarto já está arrumado, o coloquei no quarto no final do corredor.

– Obrigado Marta.  Falei beijando sua testa e me retirando.

Eu estava cansado demais para brigar com essa garota agora, mas amanhã ela saberia que com Edward Cullen não se brinca. Me joguei na cama e dormi logo de cara, minha excitação já tinha ido embora faz tempo e o cansaço me pegou de jeito.

O sol entrava pela janela quando acordei, me espreguicei na cama e fui para o banheiro, tomei um banho rápido, não iria hoje para o escritório já que faria o trabalho em casa.

Não tinha roupas minhas nesse quarto então sai do banheiro vestindo um roupão azul e secando meu cabelo na toalha, caminhei para o corredor, mas antes parei na frente do quarto daquela peste que atendia pelo nome de Isabella. Olhei no quarto e nem sinal dela pelo visto já tinha saído cama, fui para o meu quarto vesti uma calça de moletom e uma camisa regata branca, desci a escada e fui tomar meu café.

Meus olhos voaram direto na figura que estava sentada à mesa tomando café tranquilamente, ela me olhou sorrindo e percebi que era de puro deboche.

– Bom dia senhor Cullen! – Me provocou.

O tom de sua voz era de pura ironia e fazia questão de comportar-se como uma selvagem. Sentei-me a mesa e tomei meu café calmamente, Isabella estava meio tensa e isso era visível apesar das provocações que me mandava, eu percebia que ela estava nervosa, tenho certeza que ela já sabia, tão bem quanto eu, que teria um castigo pelo o que fez no meu quarto, só que isso não seria agora.

Isabella terminou o café rapidamente e saiu da mesa sem pedir licença, Marta olhou para a garota com reprovação.
 Essa menina precisa de aulas de boas maneiras. Já danou com ela por ter destruído seu quarto?

 Ainda não Marta, mas pensarei em algo para castigá-la.

Sai da mesa e fui até Marta dando um beijo em sua testa, Jessica ficou olhando e esperando algo de mim. Apenas passei por ela sem falar nada, fui para o escritório porque hoje eu não iria trabalhar na empresa e sim em casa.

Meu escritório possuía uma janela de frente para piscina, gostava de ficar olhando o jardim de casa que por sinal era lindo. Estava concentrado nos papeis que lia quando ouvi riso e vozes.
– Pega pulguento! – A voz era de Isabella.

Sai da minha mesa indo para janela e lá estava ela correndo junto com Monalisa. Era uma cena engraçada de se ver, a garota se divertia com minha cadela e ainda a chamava de pulguento, Isabella e suas maluquices! Balancei a cabeça vendo algo que minha mente não esquecia, sua bundinha redonda e perfeita.

“Ela é só uma criança Edward” eu me dizia isso mentalmente.

Era apenas uma criança que sabia ser uma peste quando queria, esse era o problema. Imediatamente lembrei-me do que fizera na noite passada, ela teria um castigo ainda só não sabia qual seria, pois eu não me atreveria a bater nela novamente, mesmo sabendo que merecia umas boas palmadas, mas ficar com a lembrança daquela bunda de novo não seria uma boa ideia.
Sai da janela voltando para minha mesa, voltei a ler os emails que estava vendo antes do som da voz dela chamar minha atenção, e, quando menos esperava, uma pedra caiu perto de mim e o som de vidro quebrado invadiu o local.

– ISABELLA!!! – Eu gritei em plenos pulmões.

Corri em direção ao jardim, não tinha jeito, essa menina queria me matar de raiva ou estresse, ela não sabia dar uma porra de um valor no que eu fazia por ela.

Que diabos! Eu mataria essa criatura.

Tirei-a da rua, coloquei na minha casa dando do bom e do melhor e é assim que resolve me pagar? Destruindo meu quarto todo e agora quebrando minha janela?
Essa garota ia ver o que era bom, ah se iria! Aquela bunda gostosa dela ia ficar bem vermelhinha. Assim que a peste me viu entrando no jardim saiu correndo para o lado oposto.

 Não adianta correr. – Falei sério. – Eu tentei ser compreensivo, mas parece que você gosta de ser maltratada.

 Foi sem querer, eu juro. – Mentiu na cara dura correndo em volta da piscina, enquanto eu andava em passos largos e, sua direção.

– Sem querer vai ser o seu castigo! – Gritei furioso. – E pode parar ai mesmo ou será pior para você.

– Não se atreva me bater de novo. – A garota disse correndo para o lado esquerdo da casa, justo o lado onde não tinha saída.

Ela tentou voltar, mas eu já tinha a pego pelo pulso.
 Me solta, me solta. – Gritava enquanto se debatia contra o meu corpo.

– Deveria ter ficado com medo antes! – Disse prendendo seus pulsos e jogando seu corpo sobre o meu ombro como se ela fosse saco de feijão. – Agora é tarde para você menina, vou lhe dar as palmadas que seu pai deveria ter lhe dado quando criança.

– AHHHH. – Gritou se debatendo ainda mais. – ME SOLTA, ME SOLTA, SOCORRO MARTA SOCORRO!!!!!!!!!!!

Acabei rindo de sua tentativa boba de pedir ajuda, ainda não tinha percebido que ninguém iria se meter em minhas pendências com ela, ninguém seria louco de me enfrentar só para salvá-la de levar umas boas palmadas.

 Calada sua peste. – Falei lhe aplicando uma palmada em sua bunda.

– SEU BRUTO.

Eu caminhei com ela pra dentro de casa, não seria aqui que apanharia, seria lá em cima e no meu quarto destruído, era lá que Isabella levaria uma surra nessa bunda gostosa e sexy que me perturbava o dia todo.

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