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domingo, 16 de setembro de 2012

Capitulo 23-- Um Erro E Dois Acerto


Minha monstrinha

O domingo começou calmo e tranquilo, Edward deixou Isabella dormindo na cama e fora para o escritório, pois Emmett e Jacob já estavam a sua espera. A noite passada fez todos voltarem ao passado e Edward estava com aparência de poucos amigos.

– Fala chefinho! – Emmett brincou, mas Edward estava sério demais.

– Prestem atenção os dois. – Falou se sentando. – Emmett, quero que você faça uma varredura em tudo que tenha o nome de Jane Volturi e Jacob preciso de informações que possam ferrar de vez com Aro Volturi.

Ambos se olharam e nada disseram, eles já sabiam o que isso queria dizer, não era preciso fazer pergunta alguma para saber no que tudo isso iria dar.

– Vou acabar de vez com os Volturi e não quero nenhum sinal deles em minha vida.

– Sobre Jane, qualquer coisa já serve?

– Quero tudo que pode ferrar e comprometer aquela vadia! – Disse ríspido. – Não confio em Jane nem um pouco e sei que o que fiz ontem a noite não irá passar despercebido.

– Claro chefe. – Eles disseram juntos.

– Sejam discretos e não deixem rastros.

– Quando foi que falhamos com você? – Jacob perguntou.

– Nunca e não irão falhar agora!

– Edward, como fica Isabella nessa história? – Emmett perguntou sério. – Jane poderia ter a matado ontem à noite.

– Ela ficará segura! – Edward disse com firmeza. – Vou mandá-la para Londres.

(...)

Já se passava do meio-dia quando Isabella acordou, ela preferiu tomar um banho antes de sair do quarto e ir procurar o namorando, assim que passou pela cozinha encontrou Marta, que sorriu para a menina.

– Oi Marta, sabe onde Edward está?

– No escritório, já já levo algo para você comer. – Falou sorrindo.

– Obrigado Marta! – Riu e saiu correndo para o escritório.

Isabella não havia esquecido o que acontecera na noite passada, mas também não queria ficar lembrando-se disso, ainda mais quando Edward a salvou. Ela entrou no escritório e encontrou seu namorado bem agitado, mas este sorriu assim que a viu.

– Oi! – Falou meio tímida, perante a figura forte à sua frente.

– Como está se sentindo?

– Estou bem. – Caminhou até ele e sentou em seu colo. – E você, como está?

– Estou bem. – Tocou seu rosto e lhe deu um beijo na testa. – Venha comigo até o sofá, vamos conversar!

Isabella nada disse, mas não gostara nadinha do tom da voz de Edward porque isso não era coisa boa. Ela caminhou com ele até o sofá que ali tinha, ambos sentaram lado a lado e Edward segurou as mãos da menina.

– Você me deu o maior susto ontem à noite. – Ele comentou.

– Eu sinto muito, não foi minha...

Edward silenciou a menina com o dedo e sorriu gentilmente para ela.

– Eu sei que não foi sua culpa, Jane é a culpada e ela irá pagar por tudo o que fez, mas agora me escuta.

Ela olhou para o seu namorado e sentiu certo nervosismo que aumentava cada vez mais.

– Eu fiquei e fico muito preocupado com você. – Disse fazendo carinho no rosto da garota. – Jane não irá tocá-la novamente, eu prometo, e, por isso, você embarcará amanhã para Londres.

– O que? – Ela perguntou meio pálida.

– Não vou deixar você correndo risco de vida aqui Isabella. – Edward disse já ficando de pé. – Você irá para Londres e Marta irá com você, ficarão lá até quando eu achar que é seguro.

– Eu não vou para Londres porcaria nenhuma Edward! – Falou aos gritos. – Eu não vou ficar longe de você.

– Não é questão de você querer ou não Isabella.

– Vai à merda Edward Cullen. – Gritou socando seu peito. –Eu não vou para Londres porcaria nenhuma.

– Isso é o que veremos.

– Seu... Seu... Seu cretino filho de mãe. – Socou seu peito novamente. – Eu não vou não!

– Isabella, Isabella, eu estou falando com você, volte aqui. – Edward gritou quando a menina atravessou a porta correndo.

Ela saiu correndo pelos corredores da casa e esbarrou com Marta que vinha com a bandeja de comida.

– O que aconteceu menina?

– Ele quer me mandar embora Marta. – Sussurrou sentindo as lágrimas rolar em seu rosto. – Ele quer se livrar de mim.

– Oh! – Fora tudo que Marta disse.

(...)

Isabella ficou o resto da tarde trancada no quarto, só comeu porque Marta levou comida para ela. A garota sabia que Edward não votaria atrás em sua decisão, mas também não podia deixar que ele decidisse por ela. Quando o sol começava a se pôr Isabella viu uma luz no fim do túnel e sorriu feito boba com seus próprios pensamentos, saiu correndo para o seu antigo quarto, que por sorte a porta estava aberta e ela conseguiu entrar. Já havia tempo que tinha pegado uma caixa no meio das coisas de Edward e dentro dela havia vários “brinquedinhos”, alguns Isabella nunca tinha nem visto e nem sabia para o que serviam, mas ali dentro daquela caixa tinha algo que iria precisar para usar a noite.

(...)

Isabella tomou um banho e se arrumou para o jantar, colocou um vestido solto que escondia muito bem o que usava por baixo, sapatilhas vermelhas e deixou seu cabelo solto, então desceu para jantar, Edward já estava na mesa quando a menina chegou e ignorou completamente sua presença. Ele se sentiu incomodado com aquela atitude, mas também não daria o braço a torcer, não demonstraria fraqueza e não cederia ao seu desejo, toda vez que ele olhava para ela a menina virava seu rosto. Quando o jantar chegou ao fim, Isabella se retirou da mesa sem dizer nenhuma palavra e Edward bufou de raiva.

– Deixe a menina. – Marta avisou. – Ela ainda está com raiva.

– É para o bem dela. – Edward alegou.

– Não estou dizendo nada. – Marta se retirou da sala.

Edward foi para o escritório, mas não ficou muito tempo, logo fora para o quarto e ficou surpreso ao ver a luz do banheiro ligado, isso queria dizer que a menina estava em seu quarto.

– Isabella! – Ele chamou.

– O que é? – Respondeu com grosseria e ele bufou.

– Apaga a luz quando for se deitar.

Edward trocou de roupa colocando o seu short de pijama e recusando a vestir uma camisa porque tinha esperança que Isabella ainda o deixasse abraçar o seu pequeno corpo essa noite. Esperou calmamente até a menina sair do banheiro, usando uma camisola que poderia jurar que havia sido de sua tataravó.

– Onde conseguiu essa coisa feia? – Falou observando que a camisola cobria a menina toda.

– Não é de sua conta! – Fora tudo que disse antes de se virar para o lado dando as costas para ele.

– Vai ficar agindo como criança agora? – Perguntou irritado.

– Boa noite Edward.

Ele pensou em abraçar a menina e beijar sua nuca como sempre fazia, mas sentiu medo de sua reação perante a esse ato, então achou melhor deixá-la quieta do jeito que estava e tentar dormir.

(...)

Edward acordou sentindo um aço frio sendo preso em seu pulso e logo em seguida ouviu o clique de algo sendo trancado. Abriu os olhos assustado para se deparar com Isabella sentada sobre sua barriga com um sorriso monstruoso em seus lábios.

– O quê? Isabella me solte agora! – Mandou ao se dar conta que estava preso.

– Nananinanão! – Balançou cabeça. – Não vou soltar você, não antes de termos uma longa conversa.

O sorriso de Isabella ficara ainda maior ao ver cara de espanto de Edward, definitivamente ele tinha criado um belo monstro, uma fascinante monstrinha.

(...)

Edward praticamente gritou novamente para Isabella o soltar e a menina fingia não ouvir nada do que ele falava. Já cansada do que acontecia ela tapou a boca do seu namorado com uma gravata que pegou em seu próprio closet.

– Pronto para conversamos? – Falou risonha. – Eu sempre quis fazer isso com alguém, agora é somente você e eu e do meu jeito.

Ele olhou para Isabella com aquele olhar raivoso, um olhar de quem a castigaria assim que pudesse.

– Primeira coisa, eu não vou pra Londres! – Disse abrindo o primeiro botão da camisola horrenda. – Eu posso até ir, mas só se você for comigo. – Outro botão fora aberto. – Não faz sentido algum ficar longe de você, ainda mais quando estou assim tão carente.

Edward prestou atenção em cada palavra dita, sua garota falara aquilo de uma maneira tão sexy e ousada que sentiu seu membro dar sinal de vida imediatamente.

– Não pode me forçar a ficar longe de você. – Passou a língua pelos lábios e rebolou discretamente sobre seu membro já duro. – Não pode me deixar lá sozinha com Marta, ela não pode me dar o carinho que só você pode me dar.

Falava maldosamente e maliciosamente cada palavra, e, sua camisola ia ficando cada vez mais aberta. Edward respirou fundo quando viu o sutiã de renda vermelha que se destacava sobre a pele clara da menina.

– Tenho certeza que os meus dedinhos não vão suprir toda essa carência. – Falou ganhando um tom vermelho no rosto e levando as mãos para os seios apertando-os levemente, mesmo por cima do sutiã. – E não podemos esquecer de você, quem vai cuidar de você a noite? Ou quem irá te abraçar para dormir de conchinha?

– Sua diaba! – Edward disse cuspindo a gravata para longe e fazendo Isabella sorrir. – Me solta agora Isabella, eu juro que irá ser castigada por isso.

– Nem pensar. – Disse abrindo o resto da camisola e ficando de pé sobre a cama para Edward poder ver melhor a minúscula peça que usava. – Se eu te soltar agora tenho certeza que não deixará que eu brinque com você e isso seria muito feio de sua parte.


– Isabella. – Ele gemeu quando a garota se virou dando uma visão privilegiada de sua bunda e da minúscula calcinha fio dental que usava.

– O que? – Disse rindo. – Eu ainda não fiz nada querido.

Ela sentou-se de costas para Edward e isso o deixou ainda mais louco de tesão, principalmente quando ela empinou a bunda ao se curvar para poder puxar o short do pijama do jovem.

– Agora seja um bom menino e se comporte. – Disse olhando-o por cima do ombro.

Nunca crie um monstro, nunca crie um monstro, esse fora o mantra que Edward mentalizava para não cair no jogo de Isabella e não ceder as suas vontades, mas tudo se perdeu quando sentiu aos mãos da menina em volta do seu membro.

– O neném quer carinho, quer? – Provocou falando com o membro de Edward e fazendo-o rosnar.

– Você fere minha masculinidade desse jeito Isabella.

– Só você acha isso porque seu amiguinho aqui está super feliz de me ver. – Disse rindo.

– Sua diaba! – Gemeu quando ela apertou de leve o seu membro. – Ele vai ficar mais feliz se parar de maltratá-lo.

– E por que eu faria isso? Afinal é você quem quer me mandar para Londres e me deixar longe dele.

Quando Edward fora abrindo a boca para falar algo sentiu a língua da menina circulando cabeça de seu membro rijo.

– Isabella. – Tentou falar em tom ameaçador, mas saiu como um gemido.

– O que foi agora? – Perguntou e voltou a fazer o mesmo movimento enquanto Edward gemina novamente.

– Você... Você é uma peste. – Disse entre gemidos.

Ela já estava com todo o membro do jovem dentro de sua boca, chupando e babando nele todo, dando mordidinhas de leve na ponta da cabeça. Fora apenas questões de segundos para os gemidos de Edward virar urros de prazer.

– Oh merda. – Gemeu sentindo que estava muito perto de se libertar. – Você me paga Isabella.


Ela acabou sorrindo e chupou ainda com mais força seu membro, usando as mãos livres para massagear as bolas de Edward, e, em um ato de pura loucura, Isabella chupou seu saco arrancando grito de puro prazer de Edward, ela voltou a lamber o membro e percebendo que ele estava prestes a gozar ela parou.

– Mas o que? Que merda é essa agora? – Falou confuso vendo a menina se levantar e virar de frente para ele.

– Só irei dar o que quer se disser que posso me despreocupar e você não irá me mandar para Londres.

– É para sua segurança. – Disse ainda ofegante.

– Eu ficarei muito mais segura do seu lado porque se eu for para Londres sozinha Jane pode muito bem ir atrás de mim, Edward, aqui ou lá ela pode fazer alguma coisa, mas eu me sinto muito mais protegida com você.

Uma ruga de preocupação apareceu na testa do jovem, ele não tinha pensado por esse lado, Jane poderia sim ir atrás dela em Londres e a garota estaria indefesa e sem sua proteção.

– Me solta. – Pediu mais calmo, seu membro estava semiereto e Isabella riu. – É sério Isabella, me solte e vamos conversar como pessoas civilizadas.

– Não mesmo querido. – fez um pequeno biquinho com os lábios. – Conversamos amanhã porque hoje eu vou usar e abusar de você.

Olhando para o Cullen com um sorriso travesso ela atacou sua boca em um beijo faminto que fora correspondido no mesmo nível.

Ler muito romance e até mesmo ficar ouvindo as loucuras da amiga ajudou Isabella nesse momento onde estava no controle. Edward ainda estava preso à cama e a garota sentada sobre sua barriga, o beijo tinha sido interrompido pela falta de ar.

Os lábios de Isabella passaram pelo pescoço de Edward onde mordeu levemente, lambeu e chupou a pele, pela manhã ele saberia que as marca que ali estariam, com toda certeza, foram causada por ela e sua doce boca.
                     

Desceu os lábios pelo corpo de Edward e mordeu seu peito malhado e os mamilos, fazendo-o gemer de dor e prazer, ela estava no caminho certo, fora trilhando um caminho de beijos, mordidas e lambidas que Isabella voltou a atacar seu membro chupando-o, e, uma vez ou outra dando leves mordidas e beijinhos na cabeça do seu pau.

O ato sempre fazia Edward gemer de prazer e Isabella delirar com isso, mas a menina parava sempre que ele estava perto de gozar e voltava o caminho todo dando-lhe beijos até cobrir sua boca. Ela ficou nessa brincadeira por alguns minutos, que para Edward foi quase uma vida toda.

– Eu juro que isso tudo vai ter troco Isabella. – Disse quando ela ficou em pé sobre a cama. – Me solta agora!

A voz autoritária estava ali o que fez Isabella molhar na hora.

– Merda. – Ela gemeu levando a mão ao fecho do sutiã. – Você nem imagina como fico molhada quando você fala assim. – Soltou o sutiã deixando os seios a mostra. – Fico toda molhadinha quando usa esse tom mandão.

Era a morte para Edward, o monstro que ele jurava ser um pouco inocente tinha virado uma diabinha perfeita. Isabella sorriu ao ver a cara dele de puro desejo, misturado com um semblante de confusão. Ela voltou a se sentar sobre ele e dançou como uma serpente, esfregando seus pequenos seios sobre a pele do jovem, fazendo-o gemer ainda mais alto do que o normal. Isabella estava dominando o senhor dominador e isso era bom demais porque se sentia poderoso. Será que era assim que ele se sentia toda vez que estava no controle do corpo dela? Pensou consigo mesma.

Isabella provocou o tempo todo e ouviu Edward xingar e gemer cada vez que ela testava uma coisa nova, seu membro estava duro feito pedra, a cabeça de seu pau estava tão inchada pedindo por libertação e ela havia se cansado de brincar.

A garota ficou de pé sobre a cama, retirando a última peça de roupa que cobria quase nada do seu corpo, a minúscula calcinha fora removida e jogada longe em algum canto daquele quarto. Ela olhou Edward por cima do ombro e sorriu ao ver seus olhos gulosos sobre seu corpo, já despida sentou-se sobre a barriga do jovem ficando de costas para ele e com a mão guiou o membro em direção a sua entrada pulsante e molhada.


Completos, fora assim que ambos se sentiram quando estavam devidamente unidos um ao outro. Não demorou muito para Isabella dar inicio a uma dança erótica e envolvente, Edward teve o doce privilégio de ver cada rebolada da menina e seu membro entrando e saindo dela, se afundando toda hora na quentura de sua boceta. Além dessa visão divina, também teve privilégios de contemplar a bunda da menina que se movia dando-lhe muito prazer, então os movimentos passaram a serem mais rápidos e mais urgentes, os gemidos que antes eram baixos se transformaram em gritos de prazer, Edward sentia cada vez mais a boceta de Isabella apertando o seu membro, ele estava tão próximo quanto ela, a respiração de ambos estava fora do normal, Edward desejava usar as mãos e mudar aquela posição, mas Isabella cavalgava nele como uma meretriz e não demorou muito para ela gritar tão alto que poderia ter sido ouvido do lado de fora da casa, ela havia gozado assim como Edward.

O corpo da menina caiu para frente ficando com o rosto entre as pernas de Edward e o colchão, ele sentira seus braços doer, pois já tinha passado tempo demais na mesma posição.

O que aconteceu fora algo muito prazeroso e complicou ainda mais a situação de Edward, mas ele já havia tomado sua decisão e logo Isabella saberia, a menina dormia do mesmo jeito que caiu sobre a cama e com muito esforço Edward coseguiu passar as algemas pela divisa do espelho da cama até se soltar, o monstrinho que ele criara dormia calmamente. Ele pegou Isabella no colo e a deitou de forma confortável sobre o colchão, sorriu ao ver que a face da menina ainda estava corada, ele realmente ficou surpreso com tudo que sua pequena fizera, mas a deixaria dormir afinal ela precisava de uma boa noite de sono.

(...)

O sol já entrava pela janela quando Isabella despertou, ela acordou assustada, pois tinha se esquecido de soltar Edward, mas assim que se virou na cama procurando por ele achou o lugar vazio com apenas um bilhete.

“Você ficará de castigo pela travessura de ontem à noite. Tive que sair mais cedo, fique em casa, não precisa ir à aula hoje e quando eu chegar conversamos.
Com carinho Edward. C “

Quando ela pensou que o bilhete havia acabado, virou o papel e no verso encontrou mais alguma coisa deixada por ele.

“Eu amei a noite de ontem pequena.”

Isabella não sabia dizer o que Edward queria conversar, mas o que estava escrito no verso do papel não a fez sentir medo daquela conversa, apenas fez seu coração se encher ainda mais de esperança

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