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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Capitulo 2-- Um Erro E Dois Acertos


Jacob contou tudo, cada detalhe que ele sabia, invadiram o cativeiro e mataram Charles, nada foi achado, nem mesmo uma pista para dizer quem fez, mas eu já tinha meus suspeitos e eles eram os Volturi.

Era noite e voltei para casa, estava cansado, com raiva com uma puta de dor de cabeça, Emmett e Jacob foram comigo. Assim que passamos pela porta Marta já foi dizendo:

 É uma selvagem senhor. – Olhei para Marta sem entender nada. – Tentamos arrumar aquela criatura que você mandou, ela destruiu o quarto todo, tacou todas as roupas na banheira, o banheiro parece campo de guerra, e, ela continua com aquela roupa imunda, toda suja, do mesmo jeito que chegou.

Que merda! Já não bastava meus problemas, ainda tinha essa peste que era a única Swan viva, se fosse verdade tudo que Marta disse, e, eu acredito que fosse, ela se juntaria com o pai.

 Onde ela está? – Perguntei sério.

 Ela invadiu seu quarto não tem nem cinco minutos. – Jessica disse e parecia se divertir com a situação.

Sai andando rumo à escada, Emmett e Jacob foram para o escritório, pois já sabiam o que tinham que fazer, subi a escada e assim que entrei no corredor vi o rastro de destruição, alguns vasos quebrados, quadros jogados no chão e outros tortos. Olhei no quarto de hospedes, de frente para o meu e estava normal, fui para a segunda porta e novamente tudo normal, caminhei para o último quarto, onde a porta estava aberta, e, me surpreendi com a destruição.

Estava tudo destruído, a cama descoberta, água transbordando no banheiro, as roupas jogadas e molhadas espalhadas por todo lugar, meu Deus, o que diabos essa menina achava que estava fazendo? Meu sangue ferveu na hora, puxei o cinto da minha cintura, era de coro puro e eu sabia o estrago que aquilo causaria na sua pele onde pegasse. Sai dali indo para o meu quarto e encontrei a porta aberta, ela estava deitada na cama tinha algo não mão, acho que ela estava lendo. Sua bunda estava para cima e a barriga tocava a cama.

Eu estava com raiva do que ela havia feito e não pensei duas vezes, dei a primeira lapada em suas pernas, o que fez ela gritar e pular assustada.



– AIIIII. – Gritou ficado de pé sobre a cama. – Você está louco em me bater?

Minha raiva aumentou ainda mais e dei uma segunda lapada que pegou novamente em suas pernas.
– Você não tem direito de destruir minha casa. – Falei batendo novamente com o cinto em suas pernas e ela gritou.

– SEU ANIMAL. – Tentou fugir mais segurei em sua cintura. – ME SOLTA, ME SOLTA SEU BRUTO.
                             
                             

         
Eu vou matar essa coisinha irritante, ela parecia um bicho selvagem, se debatia contra mim tentando fugir, porém eu era muito mais forte e mais velho, se nunca tinha levado umas boas palmadas do pai ia levar de mim com certeza. Sentei-me na cama com ela no meu colo, a pirralha podia ser pequena mais tinha força e tanto, levantei aquele vestido imundo e mandei ver, dei a primeira lapada com o cinto, foi tão forte que até senti o estalo em sua pele, ela gritou, xingou e se debateu. Continuei batendo em sua bunda, que por sinal era muito perfeitinha e vi que ficava cada vez mais vermelha. Ela já não gritava mais e nem xingava, apenas chorava, soltei a menina e ela logo ficou de pé, passou as mãos pela bunda tentando amenizar a dor.

Talvez eu tenha pegado muito pesado com ela, mas essa peste mereceu cada lapada que levou das minhas mãos. Ela me olhava com o rosto todo molhado devido às lagrimas. Não vou mentir, até fiquei com pena da garota, mas eu não podia dar o braço a torcer.

 Você irá arrumar aquele quarto todinho. – Olhei serio para ela. – Agora vai já tomar um banho que Marta irá levar roupas limpas para você.

Ela me olhava com ódio e eu tenho certeza que se pudesse me mataria com as próprias mãos aqui e agora.

– E não tente nenhuma uma gracinha ou vai ficar pior para você menina. – Avisei e ela saiu correndo do quarto.

Comecei a rir sozinho, logo Jessica entrou no quarto e me olhou como se esperasse algo.

 Leve roupas limpas para ela. – Passei as mãos pelo cabelo. – E a mude de quarto.

Jessica apenas me olhou e acenou com a cabeça saindo, voltei para baixo indo para o escritório, Jacob e Emmett já terminavam o trabalho. Jacob foi embora, pois tinha que buscar a namorada no trabalho e Emmett ficou curtindo com a cara dele por causa de seu namoro, Jacob tinha 26 anos e namorava uma garota de 17 anos, Renesmee ela era linda e olha que só a vi uma vez, estava junto com Jacob, Emmett implicava com ele pelo fato da garota ser nova demais, mas Jacob sempre garantiu que ela dava uma aula a essas garotas mais velhas.
Emmett foi logo depois de Jacob dizendo que ia seguir o amigo, Emmett era uma criança em forma de adulto, Jacob era bem mais esperto e maduro para sua pouca idade. Sorri me lembrando do comentário de Emmett ”já vai buscar o bebê?” e Jacob quase voou no pescoço dele.

Encostei-me na cadeira do escritório sorrido, bem que uma mulher agora não cairia nada mal, só para aliviar a tensão e era uma ótima ideia. Fechei os olhos um pouco, eu juro que até entendo Jacob mais sempre gostei de mulheres já experientes, me lembro de uma vez ter perguntado porque namorava uma garota tão nova se podia ter qualquer mulher que quisesse, ele apenas sorriu e disse ”Fui o primeiro homem da vida dela, tudo que ela sabe aprendeu comigo, ninguém a tocou além de mim. Não posso descrever como é incrível ter certeza de tudo isso Edward, só sentindo para saber”. Jacob era mesmo louco pela namorada, e, não o culpo, ela era realmente linda.

Aporta se abriu e junto com ela meus olhos, Marta me olhou sorrido e entrou.

 A menina dormiu sem jantar Edward.

– Amanhã ela deve comer o dobro no café. – Voltei a me encostar na cadeira.

– Quanto tempo ela vai ficar?

– Ainda não sei. Ela não tem família, o único parente morreu hoje.

 Então ela irá morar aqui? – Marta quis saber.

– Confesso que não sei Marta. – Me levantei. – Mas prometo que te aviso assim que souber.

Dei um beijo em sua testa e caminhei para fora da sala, já estava na escada quando me lembrei de algo.

– Marta! – Chamei e ela me olhou. – Qual quarto colocou a menina?

– No de frente para o seu. – Voltei a subir a escada.
– Senhor! – Marta me chamou. – Você bateu na menina?

Foi impossível não sorrir, acenei que sim com a cabeça e Marta apenas se retirou, mas seu rosto ficou a expressão de surpresa.Antes de ir para o meu quarto parei para ver a menina, abri a porta e olhei para cama que estava vazia, olhei para o banheiro mais a luz estava desligada, então eu caminhei até o lado da cama e lá estava a garota. Isabella tinha feito sua própria cama no chão, juntou todos os travesseiros e cobertas e estava dormindo lá, pensei em colocá-la na cama, mas por fim achei melhor deixá-la ali porque poderia acordar e ficar revoltada de novo.
Fui para a minha cama e tirei a roupa, vestido meu pijama, um calção de seda e camisa também de seda, assim que coloquei a cabeça no travesseiro dormi.
Acordei sentindo algo tocar meu rosto e alguns beijos pelo meu corpo, epa, mais que merda estava acontecendo? Quando abri meus olhos Tânia estava na cama só de calcinha e sutiã, puta que pariu!

– Tânia como entrou aqui? – Perguntei afastando a doida.

 Os seguranças me deixaram entrar. – Falou tentando me beijar e eu a segurei longe de mim. – Edward, eu estava com saudades. – Fez aquela voz de mimada que me dava nojo.

– Tânia qual parte do acabou que você não entendeu? – Sai da cama rapidamente.

– Qual é o seu problema Edward?

Jura que ela queria mesmo saber isso? Meu problema era ela! Que porra, agora a vadia me deixou excitado, mais nem a pau que eu iria para a cama com ela porque depois ia pensar que estávamos juntos de novo, não, não, ela já me deu muito trabalho.

– Quero você fora do meu quarto agora. – Falei indo para o banheiro.

– Oh babaca, quero saber até quando vou ficar...

Isabella entrou no quarto sem bater, mais que porra, o que essas pessoas têm que entram no meu quarto sem baterem ou serem convidadas? Bater na porta do meu quarto agora era luxo!
Tânia olhou para Isabella de cima a baixo como se avaliasse a criatura a sua frente, já Isabella tinha um sorriso bem diabólico no rosto e isso me preocupava.

– Edward... – Tânia começou a falar mais Isabella não deixou.

 Amor quem é ela?

O que? Essa menina estava maluca? Ela me chamou de amor e ainda perguntou quem era Tânia? Eu só podia ter atirado no papa para isso acontecer comigo.
Tânia me olhou furiosa e já veio para cima de mim.

 Seu cachorro. – Ela disse tentando me dar um tapa. – Está me traindo com essa coisinha ai?

Tânia só podia ter surtado, ela era loira mais não era tão burra assim, que parte do acabou e de me esquecer ela não entendeu? Empurrei Tânia para cima da cama, já não tinha mais paciência e minha vontade era de estrangular Isabella.

– Calada. – Disse para as duas que já iam falar de novo. – Você Tânia cai fora da minha casa agora, não tenho nada contigo, se algum dia a gente já teve algo acabou e vê se supera isso.

Tânia me olhou com muita raiva, ela ainda pegou seu vestido que estava no chão e vestiu, não disse nada ao sair mais empurrou Isabella contra a poltrona que tinha no meu quarto. Isabella sorria feito uma boba, ela tinha a face vermelha de tanto rir.

– Acha engraçado? – Caminhei em sua direção.

Isabella ficou de pé, já ia correr quando eu a puxei pelo braço, imprensando-a contra meu peito, ela tentou se soltar se debatendo contra mim, mas não adiantou muito porque eu era mais forte.

– Não se atreva a me bater de novo seu animal. – Disse tentando me ameaçar, coitadinha, mal sabia que Edward Cullen era quem fazia as ameaças.

– Acha engraçado o que fez? – Perguntei segurando seu pulsos.

Ela na disse, mas nos seus olhos estavam o medo estampado e isso era bom, era bom saber que ela tinha medo de mim.

– Escute aqui Isabella. – Falei segurando seu rosto e apertando suas bochechas. – Não tente brincar comigo ou você será quem mais sofrerá com isso.

Soltei-a e caminhei para o banheiro.

– Vai logo tomar seu banho e depois desça para tomar seu café e é bom você não dar trabalho para a Marta ou juro que te castigo novamente.

Isabella bufou e saiu do meu quarto batendo a porta com força, essa garota me daria muito trabalho, eu já sabia disso assim que coloquei os olhos nela. A verdade era que Isabella já não me servia para nada, o pai dela estava morto e em nada ela me ajudaria.

Sai do banho já me vestindo, fui tomar café e lá estava a garota encrenca usando uma saia de pregas e blusa sem mangas branca. Isabella até que era uma menina bonita, quando ficasse mais velha e fosse uma mulher de verdade arrancaria muitos suspiros, mas eu jamais tocaria nela, até que tinha sua beleza, mas como eu disse não sou homem de me envolver com menininhas, sempre gostei de mulheres, mulheres feitas e boas de cama.

Eu só via Isabella como uma menina, só isso!


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