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Oi

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Capitulo 2-- Noites De Tormenta-- Me diz que eu estou louca


Me diz que eu estou louca.
Pov Bella
Meu dia não rendeu quase nada, por sorte Aro não notou e nem percebeu o quanto eu estava com o pensamento longe. Tentava, a todo custo, não pensar no que me esperava em casa, por isso aceitei o convite de Jacob para dormir com ele. Se eu teria que encarar aquele encosto que estava na minha residência, que fosse no sábado junto com o padre ao meu lado.
Sai da empresa direto para casa de Jake, encontrei com ele já no apartamento e fiquei feliz ao vê-lo. Jake andava meio ocupado, pois estava tendo problemas com a oficina e precisa resolver isso antes que seu pai voltasse de viajem.
– Tem certeza que não se importa? – Era a sétima vez que ele me perguntava.
– Jake, já disse que não tem problemas. Eu preciso mesmo já ir dormir porque amanhã tenho o dia cedo. – Respondi dando-lhe um beijo, levantando do sofá. – Sei que você me recompensará depois.
Ele sorriu para mim e eu caminhei até seu quarto, me joguei na cama, enrolei-me nas cobertas, adormecendo em seguida.
(...)
Pov narrativa
Bella dormiu tão profundamente que nem percebeu quando Jacob se juntou a ela na cama. Quando seu celular tocou pela manhã, despertou e viu que era uma mensagem de Ângela avisando o horário que o padre estaria em sua casa.
Saiu da cama, tomou um banho rápido e foi para cozinha fazer café. Já pronto, tomou seu café, deixando a mesa posta porque Jacob ainda dormia. Colocou um bilhete colado na geladeira e saiu correndo da casa de seu namorado, pois tinha apenas meia hora para chegar até seu apartamento.
Assim que chegou ainda faltavam alguns minutos para a visita do padre, por isso pensou em esperá-lo do lado de fora porque estava realmente com medo de entrar em casa. Logo decidiu subir para ver se estava tudo em ordem, com esperança de ter sido somente sua cabeça perturbada lhe pregando uma peça. Ao passar pela porta viu que a TV estava ligada, dessa vez não estava em canal de esporte e sim em um cultural ou era apenas um jornal, pois um homem falava sobre um prédio que estava sendo construído e que teve sua obra parada porque o arquiteto responsável estava no hospital.
Ela desligou a TV e foi até a cozinha, observou e percebeu que estava tudo em ordem a não ser a geladeira aberta, então seguiu para o quarto e ao entrar respirou fundo.
– Por favor, por favor, me diz que você está vestido. – Suplicou pressionando os olhos para ficarem fechados.
– Você voltou! – Edward falou soltando a toalha no chão. – Pensei que já tinha ido embora da minha casa.
– Já te falei que essa casa é minha. – Reclamou abrindo os olhos e tomando um susto. – Aaaaaaah, seu cretino. Dá pra fazer o favor de se vestir?
Voltou a fechá-los e ouviu sua gargalhada, era uma gargalhada doce, até agradável se ela não estivesse em uma situação constrangedora e muito estranha.
– Vai dizer que nunca viu um homem pelado? – Provocou. – Ou ficou assustada com o tamanho? Afinal as minhas namoradas sempre disseram que eu era bem grande, acho que isso é verdade e você?
– Seu cretino safado, eu não acho nada. – Respondeu incrédula. – Você está morto e eu estou ficando louca. Além de um fantasma agora ainda vejo seu órgão sexual? Deus preciso acordar desse pesadelo.
Fez uma cara frustrada e respirou fundo. Sua única esperança era esse padre que chegaria, sua esperança é que ele possa despachar esse fantasma pro além, bem longe d sua vida.
– Bom, eu posso até estar morto. – Disse enquanto vestia uma boxer. – Mas você estava me espiando senhorita. Se queria me ver pelado era só dizer que eu tirava a roupa, de bom grado, para você, já que tem cara de quem precisa urgentemente de uma boa foda. – Falou entre sarcasmos.
O rosto de Isabella ganhou um tom avermelhado, o que fez com que Edward sorrisse amplamente porque nunca tinha visto uma mulher corar com suas palavras já que, normalmente, a reação que causava nas mulheres não era essa.
– Tenho namorado. – Falou constrangida. – Também não tenho que dar explicações para você, por Deus, tu é um fantasma.
Isabella estava cada vez mais incrédula com o que via. Como era possível isso tudo? Parecia coisa de filme o que estava vivendo. Sabia que tinha algo errado, mas como explicar isso? Qual o motivo de estar vendo esse homem na sua casa?
Ela caminhou até seu armário, assim que abriu se deparou com várias roupas masculinas, e estas só poderiam ser do homem que estava sentando em sua cama, nesse exato momento.
– Pode me explicar o que é isso aqui? – Isabella disse apontando para as roupas dele, misturadas com as suas.
– Olha Isabella, vou falar sério com você. – Ficou de pé, distraindo a atenção de Bella com seu corpo seminu. – Eu não sei como e porque isso está acontecendo. Primeiro se estou morto por que ainda estou aqui na terra? Eu deveria estar em outro lugar, sei lá.
– E você espera que eu saiba o motivo? – Ela retrucou tentando focar em seus olhos, com muita dificuldade.
– Se está confuso para você, está confuso para mim também. – Voltou a sentar-se na cama. – Hoje pela manhã, minhas coisas aparecerem no seu armário e no banheiro, sem contar nos objetos de trabalho. Eu não sei te explicar isso e muito menos porque não consigo sair do apartamento, já que tentei ontem o dia todo e sempre que eu saía pela porta, voltava para o mesmo lugar onde estava.
Ela ouviu atentamente o que ele disse, como se fossem palavras desconexas sem sentido algum, nada se encaixava e nunca se imaginou em uma situação assim, afinal, pensava que fantasmas, almas penadas, coisas sobrenaturais, só existiam na ficção. Sua mente ficou vagando até que foi tirada do transe pela campainha que acabara de tocar e assustada olhou para Edward.
– Coloque uma roupa agora. – Falou caminhando para fora do quarto.
Abriu a porta e recebeu gentilmente o padre. Resumiu toda a história em poucas palavras, fazendo com que o padre a olhasse um pouco assustado por estar contando um absurdo daqueles, porém ele não acreditava em suas palavras e ia fazer o que a jovem pedia, exorcizar e benzer o maldito fantasma e a casa.
– Minha filha, me diga onde o fantasma está que o mandarei para o além. –
Edward gargalhou alto e falou jogando-se no sofá.
– Você poderia ser mais criativa.
– Ele está no sofá padre! – Apontou para o sofá já desejando se livrar desse encosto.
O padre espirrou água benta por todo sofá e essa não fez nenhum efeito contra Edward. Ele apenas suspirou e voltou a ligar a TV, fazendo o padre fugir da casa de Isabella gritando.
– Ele não era tão bom assim, nem fez cócegas. Dá próxima vez arrume um melhor. – Gargalhou alto.
– Você vai sair da minha casa nem que seja a força, seu fantasma cretino de uma figa. – Gritou entrando em seu quarto.
Depois desse dia Isabella apelou para tudo quanto é maneira de mandar esse fantasma para fora de sua casa e de sua vida, até um pai de santo ela foi obrigada a chamar, como o trabalho dele durou uma semana inteira, ela pediu dispensa do trabalho para resolver assuntos pessoais, que atendia pelo nome de Edward.
Chegou em casa, no sábado a noite, muito cansada. Passou o dia com Jacob, tudo para evitar o “colega” de apartamento.
– Bells, você voltou. – Edward se animou no sofá, comendo algo que Isabella deduziu ser pipoca.
– Já falei para não me chamar de Bells. Meu nome é Isabella e não quero nenhum tipo de intimidade com você. – Reclamou jogando os sapatos no canto, atrás da porta.
– Tudo bem Bells, depois de uma semana você deveria estar acostumada. Ainda tenho esperança de você ir embora.
– A única pessoa que tem que ir embora aqui é você seu fantasma. – Soltou a bolsa no sofá. – E por falar nisso, por que sempre me recebe assim, chamando de Bells e quase sem roupas? Deus, com tantos fantasmas que devem existir por aí, o que me aparece tem que ser um tarado pervertido?
– Já te falei. Tenho esperança de você fora da minha casa! Ah e conta outra, sei que você fica admirando meu corpo. – Falou deixando-a irritada.
– Quando você vai entender que a casa é minha? Nem sei porque está aqui ainda seu encosto. – Disse saindo. – Vou tomar um banho e quero você longe do meu quarto e do meu banheiro. – Avisou autoritária.
Edward gargalhou ao lembrar-se da vez que a jovem o pegou espiando-a tomar banho, ela gritou como sempre e falou poucas e boas para ele, mas Edward nem ligou dizendo que foi o melhor banho que ele já viu alguém tomando, sem contar dos “elogios” que deixou Isabella constrangida e com um tom vermelho.
Edward não mentiu ao dizer que a moça era linda, porém se vestia como uma velha, tinha belas curvas e sempre as deixavam cobertas. Ele achou incrível saber que Bella tinha namorado porque mesmo ela sendo linda se vestia de um jeito tão feio, sendo até difícil de acreditar que tinha um namorado.
A semana de Isabella foi bem perturbada o que a ajudou fazer algumas descobertas interessantes. Ângela, sua amiga, dormiu dois dias na casa de Bella e não notou nada de estranho, então Isabella descobriu que era a única que podia ver Edward e tudo que tinha relação ao seu amigo fantasmagórico, como suas roupas e objetos de trabalho. Mesmo assim, tudo era tão irreal que sempre ficava na dúvida se estava enlouquecendo ou se tinha algum motivo especial para ser assombrada desse jeito.
Já Edward descobriu algumas coisas novas que ele podia fazer como poder tocar em Isabella. Para isso precisava estar concentrado e com um pouco mais de paciência, conseguia tocar e mover objetos. Lógico que foi algo estranho, até porque ele vivia atravessando o corpo da jovem quando tentava tocá-la ou empurrá-la para fora de seu apartamento e ao descobrir isso passou a tocá-la sempre, principalmente para irritá-la.
– Além de um fantasma safado você ainda é desorganizado. Devo ter jogado pedra na cruz para merecer isso. – Comentou enquanto passava pela sala, ao ir para cozinha. – Minha casa está parecendo um lixeiro.
– Opa, você quer dizer a casa do Edward. – Falou sabendo que isso a provocaria.
– MINHA CASA! EU JÁ DISSE QUE É MINHA PORQUE VOCÊ ESTÁ MORTO! Ela gritou da cozinha e Edward gargalhou alto.
Nesse momento a campainha tocou, fazendo Isabella correr em direção a sala. Tinha se esquecido que o namorado passaria em sua casa depois do trabalho.
– Huuuuum, vamos ter visita. – Edward disse com um sorriso irônico nos lábios.
– Olha só Edward, agora é hora de ser um fantasminha camarada. – Sussurrou já perto da porta. – É o meu namorado, então dá pra fazer o favor de sumir?
– Sem chance Bells! – Sorriu colocando os pés sobre a mesinha de centro, perto do sofá.
– Para de me chamar de Bells. Se você estivesse vivo eu mesma te mataria. – Reclamou trincando os dentes. —Sua sorte e que já está morto.
Respirou fundo, arrumou os cabelos e abriu a porta, vendo que Jake estava lindo, e seus olhos brilharam.
– Oi. – Jake disse dando um selinho em seus lábios e entrando. – Estou morrendo de fome, tem algo para comer aí?
– Tem sim! Já estou terminado de fazer. – Disse fechando a porta. – Senta aí no sofá que já volto.
Ela ficou aliviada quando não viu Edward no sofá, pensou que talvez ele tivesse realmente partido, ficando feliz com esse pensamento. Caminhou até a cozinha e bufou ao vê-lo encostado sobre o balcão.
– Você deveria sumir. O que ainda está fazendo aqui? – Sussurrou baixo para que o namorado não ouvisse. – É meio estranho isso tudo. Poxa quero um momento a sós com o Jake, agora nem namorar em paz posso. – Resmungou para si mesma.
– Seu namorado é bem grosseiro. – Falou mexendo nos legumes sobre a mesa.
–Jake? – Perguntou surpresa com o comentário. – Ele não é grosso e é muito mais educado do que você.
– A claro. – Falou debochado. – Ele te vê como empregada, na verdade, como cozinheira particular dele.
– Como se atreve a dizer isso? Você nem conhece ele. – Fuzilo-o com o olhar.
– Tem coisas que nós homens sacamos de cara. – Caminhou em sua direção e parou à sua frente. – Aposto que morre de vergonha de você. Ele já te levou em alguma festa? Apresentou para os amigos? Aposto que não!
Isabella ficou surpresa por Edward ter constatado isso, sendo tudo verdade. Jacob nunca a levou em nenhuma festa, tão pouco a apresentou aos amigos, já que sempre que saíam era para lugares com pouco movimento ou distante o bastante, onde ninguém conhecido pudesse ir.
– Sai daqui agora. – Falou irritada.
– Eu tenho certeza – disse afastando-se – você não é mais que um passa tempo para ele.
Isabella jogou um tomate em sua direção, porém acabou acertando somente a parede manchando-a toda.
(...)
Jacob estava a algum tempo sentando no sofá de Bella com ela ao seu lado estava. Edward havia sumido depois da conversa que tivera com Isabella na cozinha, deixando-a aliviada sem sua presença importuna, mas ele conseguiu deixá-la cheia de dúvidas e ela odiava ficar assim.
– Ângela vai dar uma festa na sexta. – Comentou ao lembrar-se do convite da amiga. – Quer ir comigo? Vai ser legal.
– Não posso. – Respondeu olhando para a TV vendo o jogo. – Vou trabalhar até tarde e não vai dar pra sair.
Lembrou-se que era sempre assim, já tinha três meses de namoro e quando ela o chamava para sair e conhecer seus amigos, a resposta era não, porque tinha que trabalhar ou algo desse tipo.
– Que tal no sábado? – Insistiu. – Podemos sair para dançar.
– Bella amor, não dá pra mim. Meu pai vai chegar no sábado e quero mostrar para ele o quanto sou bom no que faço.
Ela bufou, levantou-se indo até a cozinha beber água. Assim que fechou a geladeira deu de cara com Edward.
– Você tem que parar de aparecer assim do nada. – Falou assustada, com as mãos sobre o peito. – Ainda vai me matar de susto.
– Ele está enrolando você. – Disse irritado. – Ele está mentindo Bella, será que não vê que são apenas desculpas?
– Pare com isso! Pare de colocar as coisas em minha cabeça. – reclamou em alto tom.
– O que você disse amor? – Jacob perguntou da sala. – Está falando comigo?
– Nada não amor. Só estava falando sozinha mesmo.
Olhou para Edward, irritada.
– Dá o fora da minha casa agora, alma maldita.
Voltou para sala meio irritada, não demorou muito para ela e Jacob estarem se beijando e se amassando no sofá, com carícias ousadas e bem provocantes, como faziam e sempre que acabava em uma transa.
(...)
– Oh, mais forte Jake! – Isabella gemeu enquanto rebolava sentando sua boceta com força no pau do jovem.
Jake prontamente atendeu ao pedido da namorada e intensificou as investidas dando o prazer que a mulher desejava. Isabella cavalgava forte e com intensidade sobre ele. Estava tão perdida em seu próprio prazer que não notou a presença de outra pessoa acompanhando a cena o tempo todo. As mãos de Edward passaram pelas costas de Isabella causando-lhe um arrepio, então ela virou-se de lado para ver de onde vinha esse novo toque e foi quando viu Edward nu atrás dela, sobre a mesma cama em que se encontrava com o namorado em uma transa alucinante.


– Não! – Sussurrou tão baixo que nem mesmo Jacob conseguiu ouvir.
– Shiiii! – Edward disse colocando o dedo sobre seus lábios. – Apenas relaxe e deixe rolar.
Ao dizer isso ele tomou a boca de Isabella em beijo urgente, suas mãos foram para os seios da jovem, apertando e fazendo-a gemer contra sua boca. Aos poucos ela foi deixando seu corpo relaxar, com Jacob penetrando compulsivamente em sua boceta.
Estava tão perdida que já não sentia os toques de Jacob e sim as mãos de Edward vagando por todo seu corpo, e sua mente gritava desesperada “sua louca vai fazer um ménage?” e ainda assim não conseguia se controlar e sair desse jogo, onde a luxúria estava dominando todo o seu alto controle.
Isabella gemeu quando sentiu a cabeça do pau de Edward focando seu buraquinho intocado. Com muito cuidado e jeito, para não machucar a garota, Edward foi penetrando seu membro no buraco apertado, e ao mesmo tempo excitante, do ânus de Bella.
Completa... Era assim que Isabella se sentia, sendo preenchida por completa. Era como se os dois soubessem que estavam dividindo a mesma mulher, pois as investidas eram intercaladas, ora Edward se afundava por completo dentro dela e ora Jacob entrava totalmente dentro de sua boceta. E assim, nessa dança louca de desejo, Isabella atingiu o orgasmo mais intenso e mais prazeroso de toda sua vida.
– Edwarddd! – A jovem gritou quando seu gozo escorreu pelo pau de Jacob, melando-o todo.
No mesmo instante em que Jacob ouviu ser chamado por outro nome retirou Isabella de cima dele, olhando dentro de seus olhos, começou a recolher suas roupas.
– Jacob eu posso explicar! – Ela disse puxando o lençol para cobrir seu corpo suado
. – Explicar o quê? – Disse vestindo a roupa. – Que está transado comigo e grita o nome de outro quando está gozando? Não preciso entender mais nada porque já entendi tudo!
Isabella olhou para beirada da cama onde Edward estava sentado se punhetando porque ele não havia gozado, e nem Jacob, apenas ela. Jacob tinha razão! Não havia o que explicar afinal o que ela ia dizer? Que estava fazendo ménage junto com um fantasma? Ninguém acreditaria nisso, pois até ela mesma custava a acreditar se não fosse pela cena a sua frente, e o pior é que estava ficando excitada com o que via.
– Você não passa de uma vadia Isabella! – Gritou já vestido.
– Jacob você está me ofendendo. – Tentou defender-se sem prestar atenção na visão do paraíso em sua frente, Edward agarrado em seu membro. – Pare com isso. – Ralhou com Edward.
– Vadia sim. – Jacob bufava de raiva. – Vamos lá, me diz quem é esse cara?
– Você nunca vai entender. – Respondeu dando uma olhada para a beirada da cama, onde Edward ainda se masturbava.
– CLARO QUE NÃO. – Ele gritou assustando-a. – Você não passa de uma puta de quinta categoria, que sai dando para o primeiro que te dá bola e ainda se finge de santa.
– Cala a boca Jacob, você está me ofendendo. – Falou abismada com as palavras dele.
– Nunca mais quero sua cara, vadia.
Jacob caminhou em direção a porta, mas parou olhando em direção a Isabella que já tinha lágrimas nos olhos.
– Outra coisa sua vadia. Espero que esse cara goste de andar com um baranga como você, porque seu gosto para moda é péssimo. Nunca vi alguém tão mal arrumada em toda minha vida.
Edward, mesmo com muita raiva, se concentrou ao máximo e empurrou Jacob. O qual não pôde ver mais pôde sentir o momento em que bateu suas costas contra a parede.
– Seu viado nojento. – Edward disse já se preparando para atacá-lo novamente enquanto Jacob procurava atordoado por quem o empurrou.
– Edward não. – Isabella pediu e Jacob olhou para ela como se fosse uma louca.
– Eu vou sair daqui agora. Você é louca garota, além de vadia, feia e estranha, e se me vir na rua fique bem longe de mim.
Jacob saiu correndo e Isabella ficou encolhida em sua cama chorando muito, pois nunca fora tão ofendida e humilhada por alguém, ainda mais sendo alguém, que até então, pensava que amava.
– Sinto muito por tudo isso, foi minha culpa. – Sentou-se na beirada da cama. – Mesmo assim, ele não te merecia.
– Eu o amava. – Respondeu com um pouco de ignorância.
– Amava? – Edward disse sem acreditar no que ouvia. – Bella, esse cara é um cretino, então como pode amar alguém que tem vergonha de você? É esse cara que você quer ao seu lado? Você merece coisa melhor do que esse lixo aí.
Ela passou as mãos pelo rosto, secado as lágrimas. Estava com raiva, por Edward ter razão e por ter se envolvido com um cara como Jacob.
– Você tem razão. – Respondeu olhando para Edward. – Eu sou feia Edward, ninguém nunca olha para mim, e duvido que alguém vá me olhar de verdade, sair comigo como namorada em público. Sou somente um patinho feio que serve pra reserva.
Edward não acreditava no que acabara de ouvir, como alguém podia se rebaixar tanto assim? Isabella não era feia, só se vestia mal, mas tinha um corpo perfeito, que o fazia ficar duro só de pensar, suas curvas o deixavam babando e qualquer homem que olhasse ela em uma roupa que valorizasse seu corpo, iria achá-la linda.
– Você está errada. É uma garota linda e tem um charme diferente Isabella, tem somente um único problema.
– Eu sou feia Edward, esse é o problema. – Respondeu quase gritando.
– Você não é feia, pare de se desmerecer garota. – Ralhou, sacudindo-a pelos ombros. –Olhe para mim Bella! Você é muito bonita, eu digo a verdade, não tenho porque mentir para você, o único problema é que se veste muito mal.
Isabella o olhava meio assustada, como iria acreditar em um fantasma que estava nu lhe dando conselhos?
– Você está falando isso só para me animar. Trate de vestir uma roupa agora seu indecente. Por Deus, eu fiz sexo com você e com o Jake! O grau de loucura está em nível máximo. – Disse chorosa.
– Shiii... Você tem curva lindas, eu já disse, agora preciso ficar sem roupas para te mostrar isso. – Falou enquanto chagava seu rosto para perto do dela. – Você me deixa duro só de olhar para você Isabella e ainda assim se acha feia?
Edward pegou a mão de Bella e levou até seu pau, mostrando o quanto estava excitado.


– Olhe, ele fica duro só de ver você. Ainda tem dúvida sobre isso?
O rosto de Bella ganhou um tom avermelhado assim que segurou no pau de Edward. Sentiu seu corpo quente e sua boceta pulsando novamente, já começando a encharcar pela nova onda de tesão que sentia.
– Vou provar que está errada. – Deu lhe um beijo, chupando os lábios da jovem. – Hummmm! Tem um gosto ótimo.
Edward aprofundou o beijo, puxando o corpo de Isabella para cima do seu, enquanto ela deixava seu próprio corpo ser guiado pela nova sensação que estava sentindo. Era estranho, sua mente processava cada ato feito naquele quarto e mesmo assim não sabia parar e o que fazer, onde já se viu transar com um fantasma? Porque era isso que Edward era, tudo parecia muito irreal.

– Ooooh! – Ela gemeu quando Edward a fez sentar de uma só vez em seu pau duro. – Edward eu...
– Shi, shiiiii. – Falou silenciado-a. – Apenas sinta o prazer Isabella.

Edward levou as mãos para a cintura dela, fazendo-a subir e descer sobre seu membro duro, enquanto ela gemia e rebolava freneticamente, sentindo toda aquela gostosura invadindo-a cada vez mais fundo. Edward chupou e lambeu a pele de seu pescoço, fazendo suas mãos vagar por cada parte do corpo da jovem, causando-lhe arrepios, e ela percebeu que nunca sentira isso com ninguém, nem mesmo com Jacob. A boca dele desceu para os seios da jovem, chupando e mordiscando-os, fazendo Isabella gemer ainda mais sobre ele.
– Goza para mim Isabella. – Pediu estocando fundo dentro da boceta que o apertava.
– Edward! Oooh! Por favor, mais forte. – Suplicou entre gemidos.
Ele inverteu a posição em que estavam deitando por cima dela, estocando com mais força dentro de sua boceta. Levou as mãos para as pernas de Isabella mantendo-as ainda mais abertas e expostas para ele, fazendo Isabella gozar fortemente, gritando seu nome. Logo em seguida, foi sua vez de gozar, gemendo o nome de Bella, sentindo o prazer que a jovem tinha lhe proporcionado. Algo fora do comum, comparado com suas outras transas.
Isabella acabou desfalecendo devido ao grande prazer que foi submetida . Edward deitou-se ao seu lado, puxando-a para seu peito e se sentindo orgulhoso por ter dado a Isabella todo prazer que podia, ficou feliz por saber que podia tocá-la dessa maneira tão profunda e intensa.

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