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sábado, 25 de agosto de 2012

Capitulo 11 -- Aprostituta-- Derrubando uma miss


Derrubando uma miss .

A clinica já não lhe parecia uma prisão, a cada dia Renesme se via mais preparada e madura para o que o destino lhe reservava. Sua melhora estava evidente no corpo curvilíneo, nas macas dos rosto coradas e nos olhos alertas, o jardim se tornará um grande aliado, assim como as pessoas que ali frequentavam, eram pacientes e visitantes que paravam para conversar com ela e fazer seu dia mais animado.

O passado e as drogas nunca seriam deixados para trás, pensar neles lhe dava forcas para nunca mais voltar e em seu intimo rezava para que a irmã também pensasse assim e esquecesse de sua tola vingança. Todos os dias, perto da hora do almoço, como se fazia agora, o sorriso em seu rosto se ampliava. Jacob também estava diferente e muitos notavam e comentavam o sorriso fácil de um para o outro.

-- Oi! Jacob disse se sentado ao lado de Nessie no banco do jardim

-- Oi! Ela disse sorrindo — Como você esta?

-- Estamos mudando os papeis aqui mocinha. Esta pergunta é feita por mim, seu médico. – Renesme fez um bico manhoso em sua direção –

-- Esta aqui como médico? Você parece estranhamente feliz hoje. O que aconteceu?

-- Nada! Ele disse — apenas estou contente por sua melhora continua, logo esta fora deste hospital e livre de mim.

-- Isto te faz feliz?

-- Mais ou menos. Fico feliz com sua melhora, mas terei mais trabalho para vê-la todos os dias.

O sorriso radiante de Renesme chamou a atenção de alguns funcionários e logo mudou sua postura. Renesme percebeu o que o incomodava e deu distancia entre os corpos dos dois respondendo de forma direta as perguntas medicas que Jacob lhe dirigia.

(...)

Roselie Halle  sempre fora muito mimada pelo pai, Rafael Halle, como única filha do casal, sempre foi tratada com mimos de princesa, nada lhe era negado ou contrariado. Na adolescência, quando seu irmão mais velho Jasper, resolveu enfrentar o pai quanto a seu destino profissional, os mimos a garota aumentou.

Rafael  rejeitou a idéia de ter um filho na política e não a frente dos negócios da família e o rejeitou totalmente. Para todos em seu meio social, ele possuía apenas uma filha, a linda e perfeita Miss Roselie Halle. Os mimos tiveram suas consequências e Jasper bem as conhecia, a irmã entrou muito cedo no mundo do álcool e drogas, o mundo de modelo lhe apresentou o prazer da carne e por muitas vezes seu irmão a salvou de uma humilhação publica.

Aos 16 anos perdeu sua virgindade com o amigo do irmão, Emmett McCarter, não foi nenhum momento de sonho ou cheio de carinho. Para a jovem foi seu momento de descoberta e poder, a partir daquele dia o que não conseguia com dinheiro conseguia com o corpo e as brincadeiras lhe rendiam um prazer enorme.

O namorado de aparências de Rose foi seu libertador, Felipe tinha a postura necessária para ser aceito por seu pai. Fazia parte da sociedade e sua família possuía grande riqueza e, alem de ser o homem perfeito sobre um terno, era também um sedutor promiscuo e insaciável. Seu gosto por festas e orgias aceleravam o coração de Rose a fazendo úmida entre as pernas. Foi com ele que descobriu o prazer de uma bela orgia.

Mesmo após o fim do namoro, Rose ainda freqüentava locais próprios para este tipo de festa. Amava ser fodida por mais de um homem e observada por outros milhares. Locais como este costumam ter fácil acesso a drogas e foi neste meio que ela conheceu outra fiel amiga, a cocaína. Jasper conhecia algumas de suas facetas e se mantinha neutro, um escândalo destes destruiria seu pai e sua família.

-- Se divertido!  Isabella sussurrou ao lado  loira, ambas estavam paradas em frente a uma vitrine.

Rose olho para ex assessora do Cullen e não escondeu o riso. Isabella não se abalou e continuou sorrindo olhando para um bar de sapatos vermelho escarlate na vitrine.

-- Não sabia que tipos como você freqüentam lojas de grife! Rose comentou tentando ser sutil com o tom de voz e férrea com as palavras.

-- Também fiquei surpresa ao vê-la aqui. - Isabella disse mantendo um to leve de conversa – Posso lhe perguntar algo Senhorita Halle. Tem prazer em fazer pouco dos outros?

Rose não entendeu a pergunta de Isabella e voltou a alfinetá-la. .

-- Não querida, respeito a todos de boa índole. Só gosto de ofender pessoas que se vendem como você! Uma pessoa assim acaba com a imagem da mulher. - Rose disse com um sorriso de vitoria nos lábios. Agora me responda você Isabella, achou mesmo que seria a Senhora Cullen? Olha pra você, não passa de uma mulher barata!

Isabella mantinha um sorriso  polido na face, os olhos injetados mostravam sua fúria contida levando Rose a uma gostosa risada.

-- Você não passa de puta de quinta! Rose disse ainda sorrido — Você é do tipo de mulher que homens fodem e gozam na cara e não aquela com quem eles se casam. Por mais que se vista bem e saiba falar, você sempre será uma puta, lembrarão de você como a dançarina de boate e nada mais.

Rose olhou para Isabella vitoriosa, arrumou os cabelos e se virou para partir. Olhando uma ultima vez para o reflexo de Isabella, não conseguiu entender o porquê de ainda sorrir.

-- Espero que seus saltos não sejam muito altos Rose, o tombo será grande! Isabella sussurro no ouvido da loira e sorrindo se virou entrando na loja que tanto observava.

(...)

-- Odeio este tipo de festa! Edward disse ao lado de sua mais nova assessora.

-- Tente se acostumar, sua vida será assim ou inda pior após as eleições! Bree disse dando sorriso e entrando com Edward no grande salão.

Era um noite de festa e bajulação entre os políticos da cidade, alguns jornalistas estavam presentes para cobrir os discursos, mas nada a mais. Apenas mais uma noite para beber entre amigos. Todos estavam lá, James ao lado de uma bela acompanhante, Emmett ao lado Jasper e sua irmã Rose e muitos outros menos importantes.

-- Boa noite a todos! Edward disse já com um copo de uísque não mão.

-- Parece irritado querido, a companhia não esta agradável? – Rose lhe respondeu de forma insinuante, o vestido branco parecia dois números menores que seu manequim e marcavam todo seu corpo — Se desejar podemos sair daqui.

-- Estou bem! Edward disse frio ficando ao lado dos homens permitindo que as mulheres fofocassem entre si.

Rose se distraiu com as outras mulheres, a conversa entre os homens fluía com facilidade até algo, ou melhor, alguém, chamar a atenção de todos.  Edward se virou para pode ver o que se passava  a e sentiu o coração acelerar e algo lhe sufocar a garganta.

Isabella estava a porta do grande salão de braços dados com um de seus amigos, Jacob. O vestido que usava ofuscava o brilho de todos a seu redor, o longo vermelho possuía um decote frontal profundo deixando exposto parte de seu busto bem delineado. Os cabelos presos em coque deixavam ainda mais evidente a pele alva de convidativa de seu pescoço e seios.

Edward viu quando Jacob se aproximou de seu rosto e lhe disse algo que a fez sorrir logo se afastando.

A jovem adentrou o salão deixando todos boquiabertos,  com facilidade seguiu seu caminho ate o bar e sem conseguiu mais se aguentar, Edward a seguiu impedindo que continuasse seu caminho. Ao colocar a mão em seu braço pode sentir a corrente elétrica que aquecia ambos os corpos quando estavam juntos, seu perfume penetrou por suas narinas fazendo seu membro pulsar entre as pernas.

-- Parece irritado Senhor Cullen. Perdeu algo em meu braço ou, melhor dizendo, em meu decote? Isabella questionou soltando-se de Edward e erguendo braço a bandeja que um garçom lhe oferecia, o champanhe borbulhante lhe parecia muito bom.

-- Por que esta aqui? A voz de Edward parecia veludo em seus ouvidos, mas ela se manteve calma.

-- Preciso ver algo de perto! Ela disse sorrindo se virando pra ele — Deveria dormi mais Edward, seu rosto esta com aparência cansada. Não fica bem nas fotos! Isabella disse ao notar suas olheiras.

Mesmo com ódio de si mesma, nunca perderia este sentimento de cuidado para com Edward. Ela ainda o amava e este sentimento a afundava ainda mais em sua dor.

-- Preocupada comigo senhorita Swan! Ele disse agora se apoiando no balcão do bar solicitando ao garçom mais uma dose.

-- Esqueça  o que eu disse, foi sem pensar. – Isabella bebeu todo o liquido de sua taca a deixando no bar. Pretendia seguiu para o centro do salão onde a mesa de Jacob estava reservada. Edward a impediu segurando firme em seu braço.

--Me solta.

-- Isabella – Edward respirou fundo e seguiu com as palavras - Por que veio com Jacob?

-- Não lhe devo nenhuma satisfação de minha vida Edward. Mas vou te deixar saber o que realmente quer, estou aqui como acompanhante de seu amigo Edward. – respondeu puxando seu braço já se afastando do bar.
Edward olhou surpreso para Isabella. Acompanhante. Seria mesmo que seu amigo havia pagado a ela para ser dele esta noite?

O som dos microfones fora de tom lhe tiraram do transe.

-- Vamos dar inicio aos discursos da noite!

Todos os discurso foram feito com intervalos de 15 minutos entre cada futuro político, o ultimo seria o de James Bloom  e Isabella sorriu triunfante ao vê-lo subir no palco. Jacob apertou sua mão por sobre a mesa e ambos se olharam de forma cúmplice. James pretendia fazer algo grandioso e para isso preparou um filme, ao apertar o botão do PLAY, um outro tipo de imagem apareceu na tela.

Isabella olhou para a mesa onde Rose estava com seu irmão e lhe sorriu. As imagem iniciais estavam escuras e o som de uma musica nada apropriada para o local encheu o salão, a câmera pareceu dar zoom e logo a imagem de Rose apareceu nos três telões do salão de festas. A jovem de sociedade vestia nada mais que tiras de borracha negras pelo corpo nu enquanto dois homens a penetravam com violência, em dado momento o corpo da jovem foi colocado de lado e outro homem se aproximou com o penis ereto em direção a seu rosto, sem se fazer de rogada, Rose o pós na boca e o sugava como um delicioso picolé.

As imagens continuaram e mostravam diferentes locais onde Rose freqüentava, diferentes homens cobriam seu corpo e gozavam em sua boca. Em nenhuma das imagens ela se mostrou indefesa ou coagida e em algumas até pedia por mais para os homens a sua volta. Logo os murmurinhos começaram, Rose estava pálida e sendo amparada pelo irmão. Alguns gritavam para que as imagens fossem tiradas, mas por falha no sistema de imagem o DVD estava preso na posição PLAY.

Rose tentava esconder o rosto com as mãos e seus gemidos pareciam ecoar por todo o salão sobre a voz dos demais. As cenas não paravam, o DVD tinha quase 60 minutos de pura orgia, homens, mulheres e instrumentos diversos penetravam o corpo da loira em diferentes festas, mas uma cena chamou ainda mais a atenção de seu publico, sobre a bancada de um bar, enquanto era fodida por trás por um homem, cheirava uma carreira longa de cocaína.

Rose foi retira da festa pelo irmão, sem poder sair pela porta da frente, Rose foi levada aos fundos onde Isabella já à aguardava. Rose gritava histérica afastando todos a sua volta, vários vasos e pratos foram jogados em direção a parede enquanto Isabella ria, ao ser notada pela loira passou a bater palmas em sua direção. O som das palmas de Isabella fizeram Rose levanta a cabeça e encara o mulher que estava a sua frente.

-- Querida, esta com a maquiagem borrada. Não chore! - Isabella disse com um sorriso discreto nos lábios — Queria sentir pena e lhe estender um lenço, mas confesso  que estou me divertindo tanto.

-- Saia daqui vadia! Rose gritou e jogo algo que caiu no meio da sala devido à falta de força.

Isabella gargalho alto e apontou para um pequeno televisor no canto direito da sala. Com o aparelho remoto em mãos apertou o PLAY no canal de noticias da cidade. Rose se viu mais uma vez humilhada e agora em cadeia nacional, todos os noticiários tinham copias da fita exibida e logo seu pai saberia de sua exposição.

-- Agora me diga Senhorita Halle, quem é a puta da historia? Isabella perguntou olhando para loira — Garotas como você só servem para os homens gozarem na boca e ainda mandarem engolir não é mesmo? Isabella disse se divertindo — Saiba que nunca fui uma puta Rose, nunca dormi com homem nenhum por dinheiro e nem o farei. Ganho a vida sim, dançando em boates e expondo meu corpo, mas você não sabe o que me levou a isso e não deveria ter me julgado.

--O que o mundo vê agora é o que você pode oferecer como mulher Rose. Que homem se casará com você agora? Que orgulho terá seu pai ou seu irmão?Nenhum homem me teve da forma baixa como você se deixou ter e sabe porque? Por que eu não sou uma puta como você Rose, não sou esta cadela no cio que todos estão vendo.

Isabella caminhou em direção a porta se sentindo liberta e de alma lavada, Rose estava petrificada, os olhos  arregalado e sem qualquer expressão facial.

-- A propósito Rose - Isabella disse antes de sair — Você daria uma ótima puta, deveria trabalha nisso. Você dá pra coisa.

--aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah.

O grito de Rose pode ser ouvido da rua e Isabella sorria caminhando em direção ao taxi que a aguardava. Estava quase entrando no carro quando braços fortes a seguraram.



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