Jul M

Oi

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A prostituta capitulo 9-- O começo


O começo
O jardim do hospital se mostrou um bom lugar para se esquecer de onde estava, as arvores altas rodeavam o edifício velho onde ficava a ala psiquiátrica dando a todo o cenário um ar campestre, entre a grama alta e os bancos de madeira, uma grande fonte servia de convite aberto aos pássaros transformando o som irritante do hospital em melodias doces e afáveis. Renesme passou a permanecer longas horas de seu dia sentada no jardim observando os pacientes e os animais interagindo com tranqüilidade, as horas ao sol, também, lhe renderam uma pele dourada e uma aparência sadia a seu corpo pequeno.
Mesmo o ambiente agradável não a fazia totalmente feliz, sair de seu quarto fora apenas um passo. Todo um mundo a aguardava e um grande medo se instalava em seu peito. Como seguir com sua vida após aquilo? Sua irmã estaria sempre lá para ajudar-lhe. Seriam assim, apenas as duas? Quem se interessaria pela irmã drogada de uma dançaria de boate? Jacob se interessaria pela ex-amante de seu ex-melhor amigo?
–-Nessie! A voz fina e delicada a fez tremer de surpresa, a irmã não lhe fazia tantas visitas e estes poucos momentos eram agradáveis.
–- Bella! Renesme correu para os braços da irmã, quase a derrubando sobre a grama. – Estava morrendo de saudades! Ambas se afastaram sorrindo e Renesme pode analisar melhor a irmã.
–-Você esta mais magra! Fez uma careta ao perceber que a irmã estava muito mais magra do que se lembrava e com os olhos escuros e sem brilho.
–- Precisamos conversar querida. Eu estou bem, estas ultimas semanas foram agitadas. Prometo me alimentar melhor. -Isabella disse puxando a menina de volta para banco, sua voz buscava transmitir calma, mas era notável o nervosismo.
–- Jacob me contou sobre tudo. Eu sinto muito! A menina disse sentindo pena da irmã, que lhe sorriu.
–-Não sinta! Renesme, escute. O mundo esta cheio de pessoas assim. Você, assim como eu, sabe muito bem disso. Convivemos com o pior da sociedade e mesmo assim nossos corações buscam pelo amor e por carinho. Eu vejo o que esta acontecendo entre você e Jacob. A amizade de vocês me deixa feliz e tranqüila, espero que no futuro esta amizade tenha outro nome! – Isabella piscou de forma sujestiva fazendo Renesme corar – No momento minha querida, estou com raiva e muito ferida. Eu tomei uma decisão, não vou mais ser julgada pelos erros de meu pai e pelo meu passado. Vou mostrar a todos, incluindo o governador, o que realmente sou e como posso fazê-los sofrer como sofro hoje.
–-Bella! Nessie começou a falar mais Isabella silenciou ela com dedo
–- Eu quero que você entenda uma coisa, vingança nunca foi o caminho, mas eu preciso dela. Voltei a trabalha com Aro – Renesme a olhou assustada, os olhos cheios de lagrima - Não pense o pior. Não tenho como encontrar um trabalho regular Nessie, este direito me foi tirado com a exposição. Fiz um acordo com Aro, vou apenas dançar, o acordo foi assinado e tem base jurídica, não há como me tornar uma de suas garotas, fique tranqüila.
Renesme pediu para ver o documento e Isabella o retirou da bolsa entregando nas mãos da irmã. Como Isabella havia dito, as clausulas estavam bem claras e sem nenhuma possibilidade de duplo sentido. Ela apenas dançaria como sempre havia feito.
–- O que espera com isso? Nessie quis saber
–- Não me odeie! --Bella disse envergonhada — Quero me vingar, quero que todos paguem pelo que fizeram, não só a mim como à você também, nunca mais vou deixa ninguém nos pisa ou fazer pouco dos Swan. Posso não sair de alma lavada e me ferir ainda mais no processo, mas vou ver, um a um ,cair em seu próprio veneno.
–- Podemos recomeçar em outro lugar, deixar tudo para traz. Você vai sem machucar Bella, estas pessoas tem poder, dinheiro e muita influencia.
–-Não minha querida, eu já me machuquei! Isabella disse beijando testa da jovem — Volto na próxima semana para vê-la.
–-Não irei a lugar nenhum. – Nessie brincou levantando o braço com a identificação do hospital e ambas trocaram um sorriso tímido. Isabella se despediu mais um vez deixando com a irma um pequeno embrulho com guloseimas que esconderá na bolsa. Jacob não permitia este tipo de coisa, mas ele não precisava saber e este seria um segredo só das duas.
Partir foi doloroso para as duas. Renesme estava com medo que a irmã pagasse um preço alto de mais por tudo isso e Isabella temia pelo futuro social da irma após sua alta.
Achei importante dar mais vida a relação das duas e mostrar uma renesme madura.
(....)
Edward
Quando se é jovem achamos que tudo irá durar para sempre. O primeiro beijo parece o melhor do mundo e aquele que lhe deu a pessoa que fará seu mundo ter um novo brilho. Era assim que Edward pensava ao entrar na fase adulta, para ele nenhuma mulher seria mais apaixonante e perfeita para sua vida do que Kate Ozawe, com apenas 22 anos a jovem lhe tirouo sossego, de colegas de quarto, passaram a amigos e namorados. O amor de Edward por ela era algo insano e cego, tudo para ele girava em torno da bela e jovem mulher de mente aberta e aventureira. Sua bolha estourou no dia em que encontrou o que achava ser o amor da sua vida junto ao capitão do time de futebol na cama de seu dormitório.
Sua ira quase o cegou, a vontade de matar ambos era absurda e o fez tomar atitudes impensadas que quase lhe renderam uma solicitação de afastamento da universidade. Com o tempo Edward conseguiu fechar seu coração e afastar deles todos os traços de Kate. Terminou os estudos se focando no trabalho e nos ideais de seu pai. Claro que outras mulheres fizaram parte de sua vida, mas não da mesma forma. Mesmo Bree, uma jovem com quem manteve um ‘’certo’’ tipo de relacionamento, não lhe fizera perder a cabeça por amor novamente.
Isabella fora sua bruxa, sua maldição. Ela o havia enfeitiçado ao ponto de lhe abrir o coração e seu passado. Por ela desejou mudar, se casar e até formar uma família, como pode ser tão ingênuo! Deveria ter se concentrado na impressão que teve da jovem assim que a conheceu, mas não, amou sentir a fúria da mulher com quem era obrigado a trabalhar. A postura arrogante que o enfrentava sem medo lhe parecia uma porta de salvação e, ao contrario disso, foi como um grilhão de 50 Kg colocado em seus pés antes de lançá-lo ao mar.
Todas as lembranças vieram quando sua secretaria lhe deu o recado de uma mulher. A dias que evitava pensar sobre sua dor, o destino parecia apreciar seu sofrimento e suas lagrimas.
–- Quando me falaram quase não acreditei! Edward disse ao puxa cadeira da mesa de luxuoso restaurante — Que ventos foram este que te trouxeram a este lado do país minha querida Bree!
Bree Tanner, a jovem que lhe havia apresentado a perdição da carne mantinha os mesmos traços delicados de anos atrás. Jovem e linda, enganava com sua aparência angelical e olhos de serpente. Sabia seduzir qualquer um e possuía uma mente ardilosa e muito perigosa, todos entravam em seus jogos e caprichos.
–-Você, meu querido! Ela disse sorrindo de forma sexy — Edward, deveria saber que não mulher de ser abandonada. Nosso caso não poderia ter acabado como acabou.
–- Sei bem! Ele disse com sarcasmo — Não vou cair em mais um de seus joguinhos. Diga logo o que quer com este encontro.
–- Falando assim me faz parecer um monstro! - Bree disse fingindo uma falsa ofensa.
Edward sabia que precisava manter a jovem tranqüila, ao mesmo tempo que afastada de sua vida. Bree era responsável pelos hábitos sexuais depravados de sua personalidade, as orgias e a presença de mais de uma mulher em sua cama vieram da rotina de vida de Bree. Uma boa mossa de sociedade, também, possuía seu lado podre e este envolviam orgias, álcool, drogas e tudo que o prazer da carne poderia proporcionar em poucas horas. Não havia amor ou carinho nos atos, apenas o prazer de expelir seu semem em mais de uma vadia por noite, as manhas eram sempre vazias e regadas a arrependimentos, a única que lhe preenchia o coração fora Isabella.
–- Não se finja de ofendida. Você não saber o que esta palavra significa Bree!
–- Vai ficar com rugas se continuar guardando tanto rancor! Ela disse com sorriso zombeteiro nos lábios — Edward, você sabia desde o começo, eu não menti pra você, te mostrei meu mundo e você quis entrar, agora não tente me culpa por isso.
–- Não há culpados em algo que não pode ser desfeito – respondeu serio — Agora, o que tem de tão importante para me dizer?
–-Meu pai descobriu tudo! Ela disse ficando com olhar vago e sem brilho — Ele desconfiava e acabou me seguindo. Quando descobriu o que eu fazia me colocou pra fora de casa apenas com as roupas do corpo. meus cartões foram cancelados, minha conta congelada e meus carros vendidos. Algumas pessoas me ajudaram no começo, mas não durou. Não tenho dinheiro nem para paga hotel que estou hospedada.
–- Por que deveria me importar com isso? Edward perguntou frio.
–- Bom meu querido, eu ainda vejo ao noticiário e falam muito sobre você. Pelo que notei esta sem assessora e eu sem dinheiro. Disse mordendo os lábios — Quero propor um acordo, sou uma jovem linda de família tradicional, não posso deixar certos fatos da minha vida virem a publico, mas deixaria se não me fizer um pequeno favor. Quero o cargo de assessora!
Edward gargalhou e deu um olhar frio para jovem que lhe pedia ajuda.
–- E por que eu faria isso Bree? Você só destruiu a minha vida e, se for para ter uma puta ao meu lado recontrataria minha ex assessora.
–-Tsi, Tsi, Tsi - Bree olhou firme para Edward e deu um sorrisinho demoníaco em sua direção.
–-Você não entendeu meu ponto querido, sua ex assessora era uma pessoa segura para ficar ao seu lado. Puta ou não ela não conhecia o seu passado como eu. Não estou pedindo Cullen, quero o cargo ou...
–- Ou, o que Tanner? Edward quis saber.
–- Você é uma pessoa publica Edward, já foi exposto de mais estes últimos dias. O que seus eleitores pensariam se um certo vídeo, realizado em Londres, fosse ao ar? – o olhar de Edward foi mortal para Bree que apenas riu vitoriosa – Não gostaria de fazer isso querido, mas você me obriga!
–- Sua víbora! Disse trincando os dentes.
–- Não menos do que você querido. Como pode julgar a jovem com quem namorava por dançar em boates se você mesmo já fez coisas piores. O que estou fazendo agora é apenas um apelo de amiga! Ela zombou — Espero seu telefonema meu querido, ainda é o mesmo numero!
Bree saiu do restaurante deixando um homem com raiva e a conta a ser paga.
(...)
Após contrato assinado Aro e Isabella planejaram um grande show para a reestréia de sua dançarina. A noticia gerou grande comoção entre a classe emergente, muitos estavam dispostos a pagar uma fortuna para terem a mulher do ‘’governador’’ em sua cama. O show foi organizado para ser algo grande e privativo, os convidados foram selecionados a dedo para a primeira noite, pessoas influentes do governo, homens e mulheres da sociedade, jornalistas de grandes jornais e empresários. Aquela noite seria a primeira de muitas outras que dariam dimensões a sua vingança.
–- Felix – Isabella repetia em suplica mais uma vez - sei que você conseguira isso, já o vi realizando trabalhos para Aro e conseguiu coisa muito mais difíceis do que o que estou lhe pedindo!
–- Não sei Isabella, isso pode me coloca em problemas! Felix disse — São pessoas poderosas e você sabe que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
–- Não se preocupe com isso, ninguém saberá que esta me ajudando! Isabella disse dando sorriso --- Nem mesmo Aro se assim desejar!
–- Tudo bem – respondeu derrotado - vou te ajudar! Só faço isso por que gosto muito de você garota, apenas isso!
Isabella deu um largo sorriso e abraçou Felix, os detalhes foram repassados novamente é para Felix a tarefa seria fácil de mais.
–- Isabella querida! Aro disse quando ela entrou em sua sala — Que bom que veio, suas fotos ficaram prontas, qual delas quer na entrada?
–- Parece animado Aro? Isabella comento ao se sentar — Alguma novidade?
–- Ah sim! Ele disse sorrido — Consegui colocar um anuncio no jornal de maior circulação da cidade, claro que a noite de amanha será apenas para convidados, mas as outras noites prometem grande movimento. Você poderia ganhar muito dinheiro se mudasse de idéia quanto a se vender completamente!
Isabella odiava esse jeito doce e gentil de Aro, suas palavras a deixavam com o estomago embrulhado e desconfiada de que algo estava sendo tramado.
–- Esta foto! Ela disse apontando para foto que escolheu, fugindo das indiretas de Aro.
–- Ótima escolha! Aro disse—Tem bom gosto menina!
–- Nem sempre! Ela disse
(...)
A noticia sobre o show se espalhou rapidamente chegando aos ouvidos de Carlisle, a surpresa com o fato foi grande e o surpreendeu saber que a jovem havia voltado ao mesmo tipo de vida de antes, ele sabia que seria difícil uma recolocação no mercado após tanta exposição e temia que agora Isabella resolvesse abraçar esta vida como sendo sua única oportunidade de futuro.
Por muitas vezes tentou conversar com o filho e em nenhuma teve êxito. O que antes ele repudiava como postura em Edward, agora não passava de uma rotina. As bebedeiras, mulheres e momentos de depressão pareciam elevados a mil, seu estado esta a até pior do que quando perdeu a mãe. Não havia mais propósito em sua vida e os momentos de fúria eram freqüentes. A campanha estava por um fio e em mais alguns poucos deslizes seu filho estaria completamente vetado das eleições.
Edward não lhe ouvia e para completar suas preocupações, Isabella mudou-se de apartamento e troco de telefone. Carlisle apenas mantinha contato com Jacob Black sobre a jovem Renesme, Isabella permitiu que os cuidados continuassem com minha ajuda alegando que a irmã não deveria pagar ainda mais por seus erros. Isabella não guardava rancor de Carlisle, apenas não via mais motivos para se manter próxima.
–- Edward Cullen! Carlisle disse entrando em sua sala no gabinete — Como pode fazer isso? Ele perguntou jogando jornal sobre mesa dele — Vai volta a velha vida de novo, de escândalos e farás? Uma mulher diferente por noite e enchendo a cara todo dias?
–- É minha vida e não a sua, se precisa cuidar da vida de alguém não se preocupe, eu lhe compro um gato! Provocou o pai —Até onde sei, foi você que me jogou no braços de vadia barata, veja pelo lado bom, essa vadias são de classe e tem pedigri.
–- JÁ CHEGA! Carlisle gritou — Não vou mais trata-lo como uma criança mimada. Se você se acha adulto o suficiente para lidar com isso – apontou o jornal – seja adulto para limpar sua sujeira sozinho. Não haverá mais ‘’papai’’ ou ‘’titia’’ para você correr e se lamentar. Honre suas calcas e caia sozinho no poço que esta cavando.
–- HOMEM EU JÁ SOU! Edward gritou socando mesa
–- NÃO, VOCE NÃO E! Carlisle gritou mais alto – Não passa de um moleque mimado e isso acaba aqui.
–-O que vai fazer papai, me coloca de castigo? Edward zombou.
–- Não filho, vou apenas te deixar crescer. Não há mais lugar para você em minha casa, não há mais cartão adicional ou movimentação nas contas desta empresa. Você vivera do seu trabalho, única e exclusivamente. Sua tia também será informada para não desrespeitar minhas ordens. A partir de hoje você será tratado como um funcionário meu e respeitará horários e compromissos como todos.
Edward se calou com tal postura do pai, suas regalias a muito tempo não eram pagas com seu dinheiro. A herança que sua mãe deixará se acabara em bebidas e mulheres e seu flat no centro era pago junto as despesas da empresa. Ele não tinha idéia do valor real em sua conta bancaria e o quanto dele era fruto de seu trabalho.
Carlisle olhou triste para o filho, sua decisão tinha dois lados. Ou Edward voltaria a ser o homem que era ao lado de Isabella ou suas atitudes o fariam perder o único filho. O passo foi grande e precisava ser dado, não poderia voltar para trás. Com passos derrotados deixou a sala e o filho de olhos arregalados para trás.
(...)
Antes da noite de estréia, Isabella resolveu fazer uma breve visita a um conhecido. As cartas que possuía na manga começariam a ser jogadas. Trajando uma saia lápis cinza e blusa de seda com mangas rendadas e um belo salto vermelho escarlate, Isabella entrou no gabinete do governado James Bloom com uma postura poderosa e um belo sorriso nos lábios vermelhos.
–- Ola Jessica! Chamou pela secretaria após ler seu nome na pequena placa sobre a mesa — Gostaria de falar com James Bloom, por favor!
–- A senhorita tem hora marcada? – antes que respondesse James se materializa na recepção.
–- Isabella! James disse vindo pelo corredor — Isabella Swan, é você mesmo? Ele perguntou surpreso com a vista da jovem.
Isabella sorriu para o governado o vendo babar sobre seu corpo.
–- Em carne e osso governador! Isabella disse sorrindo—Podemos conversa?
–- Claro!
James fez sinal para Isabella segui-lo ate sua sala e lhe auxiliou com a cadeira a frente de sua mesa.
–-O que deseja comigo?
–- Não vou fazer rodeios James! Tenho uma proposta a lhe fazer. Deseja ganhar estas eleições?
James ficou serio, a final, a jovem era ex assessora do seu concorrente, e é claro que ela podia saber muito coisa que ele não sabia.
–- Claro que quero! James disse com brilho nos olhos — Esse Cullen se acha muito esperto, acha que pode ter tudo com aquela carinha e aquele sorriso amarelo.
Isabella engoliu em seco buscando se concentrar naquele momento. James era apenas mais um aproveitador na política e não sabia nada sobre as necessidades de seu povo. Edward não estava na frente por ser simpático ou sedutor e sim por suas idéias inovadoras, sua forma estratégica de pensar nas necessidades do povo e nas finanças daquele governo. Mesmo com suas farás e orgias a sociedade sabia diferenciar o pessoal do profissional se tratando de Edward.
–- De fato! Isabella disse tirando da bolsa um pasta preta e entregando ao James – use com sabedoria.
Isabella já estava de pé próximo a porta quando James a chamou de volta após uma breve olhada nos papeis sobre a mesa.
–- Por que esta me entregando isso? O que quer em troca? James quis saber
–- Hoje nada. Vou te cobra esse favor mais tarde! Isabella disse piscando para o homem e saindo de sua sala.
“ uma mulher ferida e capas da piores atrocidade so para sentir o mais doce sabor da vingança” (frase de Jul M)